Sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico





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O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma patologia autoimune, em que ocorre a precipitação dos linfócitos T e B que estando em desequilíbrio, desencadeiam uma inflamação crônica, levando os pacientes a terem necessidade de fisioterapia, que vai almejar a funcionalidade deste paciente com a minoração da dor, aumento de mobilidade, força muscular, melhora de processos inflamatórios e condicionamento físico, auxiliando na qualidade de vida do mesmo.

Sintomas

Gastrintestinais

O envolvimento do sistema gastrointestinal, incluindo manifestações não específicas, ocorre numa frequência de 15% a 70%, podendo se manifestar clinicamente como: náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia entre outros. Lembrando que muitas das queixas ocorrem por causa de intercorrências secundárias, como uremia e uso de drogas como corticosteroides, anti-inflamatórios não hormonais, cloroquina e azatioprina que geralmente são causas de intolerâncias gastrointestinais.

Portanto, observa-se que as manifestações gastrointestinais no Lúpus Eritematoso Sistêmico nem sempre são valorizadas de forma adequada, pois muitas vezes acabam se sobrepondo pelos sintomas que envolvem o sistema renal, hematológico e sistema nervoso central. As alterações gastrointestinais mais observadas são isquemia, perfuração intestinal, colecistite acalculosa, úlcera na boca, dismotilidade esofagiana, entre outros.

Acometimento renal

É um acometimento frequente e grave, que afeta 75% dos pacientes com a presença de nefrite, sendo caracterizada pela deposição de imunocomplexos que acabam propiciando a inflamação glomerular e tubulointersticial levando 30% dos doentes à insuficiência renal crônica.

Acometimento cardíaco

A pericardite, podendo ser clínica ou subclínica, e o espessamento valvar são as manifestações cardíacas mais comuns. O derrame pericárdico normalmente é pequeno, sendo raro a evolução para a pericardite constritiva ou tamponamento cardíaco. A miocardite é comumente associada a pericardite. Podendo ocorrer também endocardite de Libman-Sacks, episódios tromboembólicos, e doença arterial coronariana.

Acometimento pulmonar

A característica mais comum é a pleurite com derrame que pode ser de pequeno a moderado volume, com envolvimento geralmente bilateral. É menos comum a pneumonite lúpica e a hipertensão pulmonar, que pode ser de intensidade leve a moderada. E é muito raro a síndrome do pulmão encolhido e a hemorragia alveolar aguda.

O acometimento pulmonar pode gerar sensação de falta de ar, sangramento no pulmão, derrame na pleura e dor na respiração.

 Acometimento articular

O envolvimento articular é a manifestação mais frequente, sendo detectado em mais de 90% dos pacientes durante a evolução da doença. A artrite geralmente é não erosiva e intermitente. Nota-se que cerca de 10% dos casos pode ocorrer evolução para oligoartrite crônica e poliartrite.

Os pacientes podem apresentar queixas de rigidez matinal ou após um período de inatividade prolongada que vai melhorando com os movimentos, e também artrite com sensação de inchaço nas articulações, calor e quadro de dor.

Acometimento na pele

O lúpus eritematoso sistêmico pode causar a queda de cabelos, hipersensibilidade à luz, podendo gerar uma inflamação com vermelhidão da pele nas partes expostas (como colo e rosto), sendo responsável pela lesão em "asa de borboleta" (localizada em volta dos olhos e nas maçãs do rosto).

Também verificam-se outros tipos de lesões como lúpus discoide, lúpus pérnio, entre outros.

 Acometimento nos olhos

Podem ocorrer nesses pacientes glaucoma, catarata, conjuntivite, neurite óptica e retrobulbar, vasculite retiniana e/ou da coroide, e degeneração macular.

Problemas hematológicos e linforreticulares

Podem haver complicações hematológicas graves, como anemia hemolítica autoimune ou plaquetopenia. Então os pacientes podem apresentar as plaquetas, os linfócitos ou os glóbulos vermelhos em níveis baixos.

Acometimento nervoso

A patologia pode gerar sensação de fraqueza muscular, convulsões, disestesia, Acidente Vascular Cerebral, sensação de formigamento e/ou dormência, neuropatias periféricas ou cranianas, convulsões, mielite transversa, síndrome cerebral orgânica, acidentes vasculares encefálicos, e déficits funcionais.

Sintomas neuropsiquiátricos

Podem ser divididos em eventos primários (pelos danos imunomediados no sistema nervoso central) e secundários (pela repercussão da patologia em outros órgãos ou complicações terapêuticas). Assim podem ocorrer psicose, quadro depressivo, entre outros.

Apresenta etiologia desconhecida, porém considera-se que há diferentes fatores, os quais associados favoreçam o desencadeamento do LES, dentre eles estão: fatores genéticos, principalmente em parentes de primeiro e segundo graus; fatores ambientais, radiação ultravioleta, hormônios sexuais, infecções virais, fatores emocionais e substâncias químicas

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