9 dicas de alimentação para o Idoso fisicamente ativo






A boa alimentação é um dos fatores principais para melhoria da saúde dos idosos que desejam chegar a uma verdadeira longevidade, ou seja, viver muito com uma saúde plena e em equilíbrio. Para isso, o idoso necessita ter uma alimentação variada e muito bem balanceada, que deve incluir todos os grupos de alimentos.

As necessidades calóricas diminuem para os idosos. Na alimentação deles deve ser incluído alimentos que possuam baixo teor calórico e que sejam ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais. Vale lembrar que durante o processo de envelhecimento, é muito importante que a pessoa mantenha um peso saudável.

A prática da atividade física no idoso é imensuravelmente benéfico. Ela leva a diversas melhorias em sua saúde, bem-estar e qualidade de vida. Um programa de exercício físico bem direcionado e eficiente para uma determinada faixa etária deve ter como meta a melhora da capacidade física, força, flexibilidade e equilíbrio, aumentando o contato social, e reduzindo problemas psicológicos.

A atividade física na terceira idade entra como um elemento indispensável para retardar o processo de envelhecimento. Dentro outros benefícios, destacamos alguns abaixo:

- Aumento da massa muscular e óssea;
- Aumento do metabolismo;
- Redução do gordura visceral;
- Aumento dos hormônios relacionados ao exercício;
- Combate de processos inflamatórios;
- Melhora das capacidades funcionais;
- Autonomia, bem-estar físico e psicológico (com redução nos casos de depressão e ansiedade);
- Estimula aspectos cognitivos (atenção, memória e percepção);
- Redução dos riscos de doenças como o diabetes e problemas cardiovasculares (infarto e acidente vascular cerebral).

Veja as 10 dicas de alimentação para idoso fisicamente ativo

– Faça pelo menos três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições e coma devagar, mastigando bem os alimentos, é fundamental.

– Nunca realize atividade física em jejum ou com mais de três horas da última refeição. A queda da glicemia no idoso é frequente e pode gerar graves consequências como infarto e acidente vascular.

– Substitua os chamados carboidratos simples (biscoitos, açúcares, macarrão e arroz comum), que são os alimentos que fornecem aumento da glicose mais rapidamente ao organismo. Prefira os carboidratos complexos como pão integral, batata doce, arroz integral, feijão, lentilha, grão de bico, milho, ervilha e cereais/grãos (aveia, linhaça, chia e granola).

– Coma pelo menos três porções de legumes e verduras como parte das refeições e quatro porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.

 – Prefira comer a fruta natural ao suco da fruta.

– Evite manteiga, margarina e óleos vegetais. Use com moderação gorduras boas (azeite, óleo de coco, abacate e castanhas).

– Evite açúcar refinado, refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas. Limite esses alimentos no máximo uma vez por semana.

– Diminua a quantidade de sal na comida (prefira o sal rosa do Himalaia). Para temperar e valorizar o sabor natural dos alimentos utilize temperos, como cheiro verde, alho, cebola e ervas frescas e secas ou suco natural de frutas, como limão.

– Determine a ingestão de pelo menos dois a três litros de líquido por dia, podendo ser água, água de coco, chá e sucos de fruta. O baixo consumo de líquido pelo idoso leva muito facilmente à desidratação.

A prescrição da dieta com valores adequados às necessidades energéticas e Proteicas devem ser manipuladas com o objetivo de manter a adesão à mesma.



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