Classificação dos sintomas da Asma





A palavra asma vem do grego "asthma", que significa "sufocante". Diferentemente da bronquite, é uma doença grave, genética, sem cura. A enfermidade costuma surgir na infância e é mais comum do que se imagina. Para se ter uma ideia, uma a cada cinco crianças no país tem asma.

A doença provoca inflamação nas vias respiratórias e a exposição a fatores alergênicos, como pó doméstico, faz os brônquios se fecharem, causando falta de ar, chiado no peito e tosse. Fatores emocionais, como situações de profundo estresse, e climáticos também podem desencadear as crises.

As crises asmáticas dificilmente envolvem produção de catarro. E dependendo da gravidade, podem acarretar em déficit de crescimento.

Para classificar a gravidade da asma, o médico considera a análise clínica aliada aos resultados de seus exames, explica a pneumologista. Determinar o quão grave é aquela asma auxilia a escolher o melhor tratamento. Além disso, a gravidade pode alterar com o passar do tempo, necessitando de um reajuste da medicação.

Classificação em quatro categorias gerais

Grau 1: sintomas leves e intermitentes até dois dias por semana e até duas noites por mês, em geral com predomínio dos sintomas no inverno, por exemplo

Grau 2: sintomas persistentes e leves mais do que duas vezes por semana, mas não mais do que uma vez em um único dia

Grau 3: sintomas persistentes moderados uma vez por dia e mais de uma noite por semana

Grau 4: sintomas graves persistentes ao longo do dia na maioria dos dias e frequentemente durante a noite


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