Proteína do leite pode ajudar na proteção contra Zika e Chikungunya




Segundo pesquisadores brasileiros, uma proteína do leite, já conhecida por proteger o organismo contra micróbios, pode ajudar a proteger células contra os vírus Zica e Chikungunya.

A proteína usada na pesquisa é a lactoferrina, bastante conhecida pelos cientistas por ajudar a proteger o organismo de infecções por bactérias, por exemplo. Há um ano pesquisadores começaram a testá-la contra o vírus da Zika e da Chikungunya.

Eles utilizaram células de macaco fertilizadas em laboratório como hospedeiro de amostras da proteína e dos vírus. Os testes foram realizados em três situações: Antes da infecção, primeiro contato do vírus com as células e depois que eles se instalam.

Nos três casos a proteína reduziu a infecção em até 80%. Entretanto, segundo os pesquisadores, beber leite simplesmente não  poderia prevenir ou tratar uma infecção por não ter quantidade suficiente da proteína. Uma nova etapa do estudo será justamente para chegar a dosagem ideal de lactoferrina e de que forma ela seria aplicada nos primeiros testes em animais

No Brasil, 197 mil casos prováveis de Zika e 216 mil de febre Chikungunya até agosto, segundo o Ministério da Saúde. Os testes foram feitos in vitro, mas o estudo pode ajudar em novas estratégias no combate às essas doenças.

Guardar o dente de leite pode ajudar no tratamento do Alzheimer




Muitas mães têm o hábito de estimular seus filhos a guardar os primeiros dentes de leite que perdem com o avanço da idade, com o intuito de ter lembranças ou até mesmo de estimular a fábula da "fada do dente". O que elas não sabiam é que esse hábito pode ser muito mais benéfico para a saúde de seus filhos do que realmente imaginam.

Os dentes de leite têm sido apontados por especialistas em pesquisas científicas como excelentes fontes de células-tronco - que são estruturas capazes de regenerar tecidos e beneficiar no tratamento de diversas doenças. Uma das condições que especialistas acreditam que as células-tronco, eventualmente, vão ajudar a tratar é o Alzheimer.


O Alzheimer, que é uma doença neurológica ainda pouco compreendida pela ciência, é um dos focos de pesquisa e tratamento de muitas equipes de especialistas, exatamente por que ela é uma condição capaz de avançar prejudicando a saúde de um paciente, sem que nenhum tipo de medicamento consiga realizar algum tipo de controle nessa situação. Foi exatamente no processo de estudo das células-tronco que cientistas voltaram a focar suas atenções no papel dos dentes de leite no fornecimento dessas estruturas tão valorizadas no tratamento de diversas condições. Se a coleta de células-tronco é considerada ainda uma condição delicada quando o assunto é o uso do cordão umbilical do recém-nascido, conseguir utilizar essas estruturas provenientes do dente de leite pode ser a solução que a medicina estava esperando para avançar nos estudos e tratamentos de pacientes com condições degenerativas.

As células-tronco não tratam somente doenças como o Alzheimer, mas também são fonte de esperança para tratamentos que demandam uma cicatrização mais rápida, a substituição de células defeituosas - como acontece na diabetes, por exemplo - e até mesmo para ajudar pacientes a voltar a enxergar ou andar. É claro que a ciência ainda não avançou a este ponto, mas as pesquisas indicam que essas situações são possíveis com o desenvolvimento das técnicas de pesquisa e conhecimento.

É claro que a coleta das células-tronco dos dentes de leite não é um procedimento que pode ser feito de qualquer maneira. Entretanto, ele é simples, prático e pode ser feito por seu dentista de confiança (http://cruzodontologia.com.br/). Vale lembrar que, para aproveitar as células-tronco do dente, ele deve ser coletado sadio, sem cáries ou problemas estruturais - e por isso o papel do dentista na escolha do dente ideal é primordial. Não se esqueça que os dentes de leite de crianças começam a cair por volta dos 5 anos e se encerram aos 12.

Caso o dente, por alguma ventura, cair em casa, é possível aproveitá-lo para a coleta de células tronco, desde que você corra imediatamente para a clínica que será responsável pelo armazenamento das mesmas. Lá a técnica será realizada com o cuidado e higiene que precisa, para que essas células estejam prontas para serem usadas no futuro, caso seja necessário tratar alguma condição degenerativa.

Apesar de ser possível encontrar algumas células-tronco nas estruturas de dentes permanentes, especialistas preferem optar por coletar as células dos dentes de leite por serem consideradas mais jovens e, por isso, com maior resposta para os tratamentos propostos.

Quando seus filhos começarem a trocar os dentes de leite, que tal começar a utilizar essas estruturas para cuidar da saúde deles no futuro?