Benefícios da romã para a sua saúde


Romãs

São diversos os estudos feitos em torno da romã que mostram que as propriedades desta fruta têm tido um crescente reconhecimento na promoção da saúde e do bem-estar, bem como na prevenção e combate de doenças como, por exemplo, o cancro.

Segundo o Daily Mail, um estudo publicado na semana passada por investigadores suíços, sugere que o consumo regular de romã pode fazer aumentar a esperança média de vida, fortalecendo os músculos e reduzindo as causas de envelhecimento. Aqui, os principais agentes são os elagitaninos, propriedade da romã que promove a regeneração celular.

As romãs contêm antioxidantes que podem ajudar a proteger o organismo contra os radicais-livres e, como tal, contra as doenças relacionadas com o envelhecimento", explicou a nutricionista Helen Bond ao Daily Mail.

Um outro estudo, de 2004, referido pelo Daily Mail, indica que também o colesterol pode ser reduzido através do consumo de um copo de sumo de romã por dia.

Já a investigação publicada no ano seguinte pelo Jornal Americano de Cardiologia concluiu que a ingestão das propriedades da romã têm também um papel importante na estabilização da pressão arterial e na redução do risco de ataque cardíaco.

O mesmo jornal refere ainda o estudo realizado em 2006 na Universidade da Califórnia, cujos resultados revelaram que o consumo diário de 227 mililitros de sumo de romã reduz significativamente o aparecimento e o progresso de cancro, especialmente da próstata. Aqui, também os elagitaninos têm um papel essencial, bloqueando o crescimento das células cancerígenas. Atualmente, nos Estados Unidos, está a ser testada, em 30 pacientes, medicação com extratos de romã que se propõe a protelar o progresso da doença.

Outros estudos revelam ainda que as propriedades anti-inflamatórias da romã podem ajudar a fortalecer a memória, os ossos e, até, a prevenir doenças como Alzheimer e Parkinson.

5 motivos para se ter dor de cabeça no meio do dia


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Qualquer dor na região da cabeça (em um ou ambos os lados), com surgimento gradual ou súbito, com duração de alguns minutos ou dias, pode ser considerada como dor de cabeça.

Essa dor é conhecida tecnicamente como cefaleia primária e cefaleia secundária. A primária ocorre quando a dor tem sua origem no sistema nervoso central. Já a cefaleia secundária é resultado de alguma doença, como: gripe, desidratação, sinusite aguda, uso excessivo de remédios, otite, meningite e, raramente, tumor cerebral. Veja outros motivos:

1. Estresse e ansiedade

O estresse libera doses de hormônios como cortisol e adrenalina, que aumentam a frequência cardíaca. Os vasos que irrigam a cabeça sofrem pressão, ocasionando a dor.

2. Má alimentação

Os alimentos não causam a dor de cabeça, o que ocasiona é a inadequação das refeições. Períodos longos sem comer ou excesso de alimentação gordurosa, por exemplo. Isso porque os alimentos agem diretamente no organismo, desencadeando o problema.

3. Altas temperaturas

Fatores ambientais como calor, umidade do ar, poluição e pressão podem influenciar no aparecimento da dor. O calor, por exemplo, estimula a desidratação, desequilibrando a célula responsável pela entrada e saída do sódio e potássio, causando a dor de cabeça.

4. Má postura

A postura incorreta ocasiona uma dor que também é conhecida como cefaleia tensional. Acontece que os nervos da coluna se comprimem com a posição errada e a dor é transmitida para a cabeça. Existem também as dores crônicas, onde a causa pode ser osteoporose, hérnia de disco, etc.

5. Problemas oculares

Algumas dores de cabeça costumam afetar também a região dos olhos. As principais causas são problemas de visão, como a hipermetropia e astigmatismo não corrigidos com óculos.