10 dicas de como prevenir doenças respiratórias no inverno


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No inverno, as doenças respiratórias afetam principalmente as crianças. Entretanto, com algumas dicas simples é possível evitar as doenças que se manifestam nesta época do ano, por causa das baixas temperaturas, o tempo seco e ao aumento da poluição na cidade.

O uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, aparecimento de vômitos, cansaço para respirar ou diminuição da urina, é importante levar a criança imediatamente para uma avaliação com o pediatra.

Já bebês precisam de cuidados especiais. Os menores de dois anos de idade são mais propensos a problemas respiratórios severos, pois suas defesas imunológicas ainda são fracas e a capacidade respiratória é baixa. Portanto, se tiverem febre ou aparentemente um simples resfriado, é preciso o encaminhamento ao especialista com urgência.

Nesta época do ano também é necessário ter cuidado com os sintomas da bronquite, doença causada por vírus que atacam os brônquios e bronquíolos (pequenos canais dentro dos pulmões que levam o ar para as trocas de gases) levando ao inchaço na parede destes canais e gerando muitas secreções, o que causa grande dificuldade para respirar, com tosse, cansaço e chiadeira no peito.

Confira as dicas de prevenção:

  1. Não levar os filhos com resfriado para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, será evitado que a criança transmita o vírus para as outras crianças;
  2. Evitar que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão perto destas crianças, especialmente, se for um bebê;
  3. Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade para lugares com aglomerações de pessoas. Nessa idade, as defesas do organismo ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;
  4. Manter a vacinação adequada e em dia;
  5. Fazer o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;
  6. Manter a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas, caixas de brinquedos, entre outros;
  7. Manter os animais de estimação no quintal;
  8. Não fumar e não permitir que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;
  9. Consultar sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves;
  10. Nesta época de clima mais seco, deve-se umidificar os ambientes nos quais o seu filho passa  maior tempo, para amenizar possíveis irritações de pele e mucosas.

Vitamina D: importância para crianças e bebês


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A vitamina D é uma substância essencial para a fixação do cálcio e, portanto, para ter ossos saudáveis. Esta é a primeira resposta às mães que perguntam sobre o porquê de ser tão importante garantir esta vitamina aos filhos, desde o nascimento.

A vitamina D faz parte do grupo de nutrientes que suportam o crescimento e a saúde dos ossos: o pressuposto é que é muito importante ter boas doses de vitamina D durante as fases de crescimento, porque é precisamente neste período que são lançadas as bases para uma justa mineralização óssea, com consequências e repercussões na vida adulta (a carência pode causar raquitismo e osteomalácia).

A função da vitamina D em bebês e crianças, então, é acima de tudo promover um bom desenvolvimento dos ossos. Ela ajuda a sintetizar as enzimas presentes nas mucosas responsáveis pelo transporte ativo do cálcio disponível e é necessária até que ossos e dentes estejam bem calcificados.


Como adquirir a vitamina D

Em alguns países, já na saída do bebê do hospital, os médicos prescrevem um suplemento a ser tomado pelo menos durante os três primeiros meses de vida do recém-nascido.

Dizem no entanto que seria suficiente uma exposição regular à luz solar, de cerca de 15 minutos por dia e fora dos horários de pico, para permitir ao nosso organismo a produção da vitamina D necessária para o seu correto funcionamento.

Além da exposição solar, é importante fazer atividades físicas para garantir um estilo de vida saudável. Sobrepeso e obesidade são inimigos também da vitamina D que, sendo solúvel em gordura, permanece "presa" nos depósitos de gordura e não consegue chegar aos órgãos que dela precisam.

Alimentos fontes de vitamina D

A vitamina D é encontrada em muitas fontes alimentares tais como peixes, ovos, óleo de fígado de bacalhau e leite enriquecido. Também é importante consumir alimentos ricos em cálcio: amêndoas, espinafre, couve, semente de chia, de linho, quinoa, melaço, laranja, sementes de sésamo, leguminosas, brócolis e figo.

O que acontece se faltar vitamina D

Raquitismo, osteomalácia e osteoporose são as doenças clássicas da deficiência de vitamina D, mas a sua falta pode estar ligada também à outras doenças tais como: asma, problemas cardiovasculares, artrite reumatoide, depressão, autismo, esquizofrenia, pressão alta e fraqueza muscular.