Chikungunya pode causar artrite crônica, meningite e inflamação no coração


Miocardite viral pode ser uma das consequências do chikungunya

Erra quem pensa que a infecção pelo chikungunya causa dores terríveis apenas durante os dias em que o vírus está circulando no corpo da pessoa que o contraiu. Especialistas explicam que as dores e outros problemas mais sérios persistem em uma porcentagem de pessoas que foram picadas pelo mosquito que carregava esse vírus. Inflamação crônica nas juntas, problemas de visão e até mesmo meningoencefalite, uma espécie de meningite.

O chikungunya pode causar a inflamação nas juntas e que ela deve ser tratada como se fosse artrite reumatoide (uma doença autoimune crônica). Na fase inicial são prescritos corticoides, mas quando fica crônico damos imunossupressores.

No caso de crianças, evita-se fazer um tratamento prolongado com corticoides, pelo risco de prejudicar o crescimento.

Além da artrite, o vírus pode causar a miocardite, que é uma inflamação no músculo do coração que pode fazer com que esse órgão vital inche e provoque arritmias graves e insuficiência cardíaca. Não obstante, o chikungunya também pode provocar a meningoencefalite, um tipo de meningite que é causado pela infecção na meninge e também no cérebro e, segundo o infectologista, pode levar a um rebaixamento neurológico e ao coma.

Muita dor de cabeça, desorientação, alterações neuropsiquiátricas e mudanças de comportamento, febre alta são sintomas. Felizmente essas formas parecem ser raras.

Com o tempo, outras doenças relacionadas ao chikungunya provavelmente serão descobertas. O vírus tem se revelado uma grande surpresa, assim como o zika vírus. Vamos ter coisas mais diferentes para registrar, mas no momento são essas as consequências que conhecemos

Alteração no paladar pode indicar doenças sérias


Alterações do paladar podem enfraquecer ou destruir um alerta que a maioria de nós temos para detectar alimentos estragados ou algum ingrediente que não gostamos ou não podemos comer
 

Um dos maiores prazeres da vida está em comer e poder sentir o gosto específico de cada alimento, não é mesmo? Não para quem sofre com disgeusia. Esse problema causa uma distorção ou diminuição do paladar e muitas vezes vêm acompanhado por uma ardência bucal e um gosto metalizado na boca. Embora possa afetar qualquer pessoa, essa síndrome é mais comum em mulheres com mais de 60 anos.

Para entendermos melhor tudo isso, vamos conhecer as papilas gustativas, as protagonistas dessa história. Elas nada mais são do que pequenas saliências presentes na língua, responsáveis por enviar informações ao sistema nervoso quando a saliva entra em contato com algum alimento ou bebida, para que o sabor seja identificado.

Antigamente acreditava-se que cada tipo de papila era responsável por detectar um único sabor entre amargo, azedo, salgado e doce. Mas, há alguns anos, descobriu-se que todas as papilas detectam todos os diferentes sabores, porém algumas são mais ou menos sensíveis para detectar cada sabor

No entanto, quando elas não funcionam bem a pessoa pode começar a sofrer alterações no paladar. Essa condição merece atenção, pois em alguns casos pode indicar algum problema ou doença mais séria. Alterações no paladar podem ser causados por qualquer coisa que interrompa a transferência das sensações de gosto para o cérebro, portanto são consequências de algum fator, ou seja, o diagnóstico preciso da doença que está ocasionando essa alteração deve ser feito o mais rápido possível.

Essas alterações podem ser causadas por motivos mais simples como o hábito de fumar, uso de alguns medicamentos ou até por um ferimento da boca. Mas algumas doenças sérias também podem causar o problema. Paralisia de Bell (facial), gripes e resfriados, infecção nasal, sinusite, faringite, infecções nas glândulas salivares, deficiência de vitamina B12 e zinco e até o tratamento para certos tipos de câncer (quimio e radioterapia na região da cabeça e pescoço) podem causar esse problema.

Por isso, ao perceber qualquer mudança no paladar, procure um especialista. O cirurgião-dentista ou o fonoaudiólogo podem ajudar fazendo um diagnóstico por exame clínico, um questionário sobre hábitos, sintomas e causas ou ainda exames mais específicos, como tomografia para avaliar possíveis alterações nos seios da face ou parte do cérebro que controla o olfato.

Falando em olfato, as perturbações do paladar também podem ter relação com problemas de olfato, sabia? O sabor nada mais é do que uma combinação de odores e gostos, percebidos respectivamente pelos sentidos olfativo e gustativo, que são ativados por quimiorreceptores. Um exemplo disso é quando não conseguimos sentir o sabor dos alimentos quando estamos gripados, com o nariz congestionado.

A perda de sabor e cheiro também pode ser um sinal de certas doenças degenerativas do sistema nervoso, tais como Parkinson ou Alzheimer.

Além de poder significar que alguma coisa está errada no organismo, a alteração ou falta de paladar pode causar novos problemas. Afinal, como você costuma detectar que algum alimento está estragado? Na maioria das vezes, pelo gosto.

Alterações do paladar podem enfraquecer ou destruir um alerta que a maioria de nós temos para detectar alimentos estragados ou algum ingrediente que não gostamos ou não podemos comer.

Além disso, quando o sabor é prejudicado, uma pessoa pode acabar comendo sal ou açúcar demais, sem perceber. Isso pode ser um problema para pessoas com certas condições médicas, tais como diabetes ou pressão arterial elevada. Em casos graves, não sentir mais gosto das coisas pode levar a depressão, pois é tirada da pessoa um dos prazeres da vida.

Conheça os sinais de infecção urinária


As mulheres têm mais propensão a ter infecção urinária pela anatomia do corpo, já que a uretra feminina é menor do que a masculina

Quem não conhece alguém que teve infecção urinária? Pouco provável, principalmente entre o público feminino, já que 40% das mulheres terão ao menos um episódio dessa infecção ao longo da vida. Dentre essas pessoas, até 20% terão a chamada infecção urinária de repetição, quando ela acontece mais de duas vezes por ano.

A cistite, forma mais comum de infecção urinária, não ameaça a vida, é só um inferno, muito incômoda. É sintomática, e, em alguns casos, pode se tornar uma infecção renal. Não temos como adivinhar se a infecção urinária vai atingir os rins ou não, mas quando isso acontece a pessoa fica muito desanimada, com náuseas, vômitos e febre.. 

Anatomia

As mulheres têm mais propensão a ter infecção urinária pela anatomia do corpo, já que a uretra feminina é menor do que a masculina. No entanto, os homens eventualmente podem apresentar o problema, por manipulações cirúrgicas e uso de sonda em hospitais

Na mulher, ela pode acontecer sem nenhum desses fatores. Uma parte da população feminina também tem uma má-formação do trato urinário, que facilita as infecções. As crianças que têm infecção urinária na maioria dos casos se dá por essa má-formação, mas tende a melhorar conforme vai crescendo. Se isso não acontecer, uma intervenção cirúrgica pode ser necessária.

Uma pesquisa mostrou que mulheres com prisão de ventre têm mais tendência a ter infecção urinária. O motivo? A maior quantidade de bactérias na região do períneo, o que propicia a entrada delas pela uretra, causando a infecção.

Provocada por bactérias, os sinais vêm de uma hora para a outra. E, se não tratada adequadamente, uma porcentagem pode acabar em infecção renal, chamada de pielonefrite, um problema mais grave que pode exigir internação.

Antibióticos

Um dos problemas atualmente é o tratamento da infecção urinária. Pelo uso indiscriminado de antibióticos no passado, contido quando veio a lei que obriga as farmácias a venderem o medicamento apenas mediante apresentação da receita médica, muitos se automedicavam, o que fez com que diversas bactérias se tornassem resistentes aos antibióticos.

Cerca de 30% das bactérias já estão resistentes a um antibiótico que era usado comumente para tratar infecção urinária. O mais indicado agora é fazer o exame para descobrir para qual antibiótico a bactéria responde, e assim medicar o paciente. Para isso, é preciso ir ao hospital e seguir a recomendação médica de tratamento e não interromper o uso do antibiótico prescrito.

Como evitar

Alguns hábitos diários podem evitar o surgimento de infecções urinárias. Segurar o xixi é um dos problemas que levam à cistite.

O ideal é não segurar o xixi, esvaziar a bexiga e nunca ficar muito tempo com bexiga cheia. Além disso, ela cita outros truques para impedir que bactérias ruins entrem pela uretra e causem a infecção. Depois da relação sexual, é preciso esvaziar a bexiga. Quando for fazer a higiene depois de urinar ou defecar, fazê-la de frente para trás, nunca ao contrário, já que isso pode trazer bactérias para a uretra. A importância de manter uma boa higiene, uma boa imunidade e tratar possíveis corrimentos. Usar protetores diários é um prato cheio para bactérias e fungos. É tudo o que uma bactéria gosta. Um ambiente quentinho e úmido. O ideal é não usar e dormir sem calcinha. Quando chegar em casa, colocar um short largo e ficar sem calcinha, para que a vulva receba ventilação, também é indicado.

Colonoscopia reduz taxa de mortalidade do câncer colorretal


http://www.maceio.al.gov.br/wp-content/uploads/sms/imagem/2015/04/colonoscopia1.jpg

O câncer colorretal é uma doença que atinge o intestino grosso (cólon) e/ou o reto, acometendo a parede intestinal. Dependendo do grau de invasão, pode afetar outros órgãos. Daí a importância de ser diagnosticado precocemente, já que tem boas chances de cura. De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2016 devem ser diagnosticados mais de 34 mil novos casos da doença – que atinge ligeiramente mais mulheres do que homens. Estudos realizados na Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos) mostram que a colonoscopia pode reduzir em até 70% o risco de câncer colorretal avançado quando indicada a pacientes de médio risco.

Predisposição genética, histórico familiar, sedentarismo, obesidade, tabagismo, dieta rica em carnes vermelhas e pobre em fibras estão entre os fatores de risco mais conhecidos para o câncer colorretal. Até bem pouco tempo atrás, a eficácia da colonoscopia em pacientes de médio risco para esse tipo de câncer era desconhecida. Hoje já se sabe que esse exame – que pode ser explicado como uma 'endoscopia do intestino' – vem substituindo rapidamente a sigmoidoscopia, exame pouco invasivo que permite identificar anormalidades no ânus, reto, cólon sigmoide e porção distal do cólon descendente.

A colonoscopia permite a visibilidade de todo o intestino grosso, enquanto a sigmoidoscopia (rígida ou flexível) observa uma região menor, de cerca de 60cm – ou seja, menos da metade do órgão. Estudos confirmam e avalizam a colonoscopia como método de escolha para o diagnóstico e a prevenção do câncer colorretal avançado, reduzindo drasticamente a taxa de mortalidade nos pacientes selecionados.

A colonoscopia também permite o diagnóstico de pólipos, tumores benignos, focos de sangramento, câncer na fase inicial, além de uma série de doenças benignas (mas não menos importantes) como, por exemplo, a doença inflamatória intestinal. Esse exame é um meio muito eficaz de detectar e tratar, porque permite a remoção de tumores benignos com potencial maligno ou mesmo o câncer em sua fase mais precoce.

Ainda de acordo com o INCA, o prognóstico do tratamento é ainda melhor quando é realizada a remoção dos pólipos antes que se tornem malignos ou ainda quando o diagnóstico de câncer colorretal é realizado bem no início da doença. Por isso, na presença de alguns sintomas, como diarreia, cólicas ou gases persistentes, presença de sangue ou pus nas fezes, mudança na coloração e textura das fezes, ou perda de peso sem razão aparente – principalmente seguida de cansaço, náuseas e vômitos –, é importante procurar orientação médica sem demora.

Cuidado com a hipertensão


Veja seis sintomas que podem indicar que você sofre de hipertensão

 http://www.sbh.org.br/arquivos_upl/conteudos/img_t13ra0522__148107651.jpg

De acordo com dados do Ministério da Saúde, a hipertensão é uma doença que atinge cerca de 25% da população brasileira. Também conhecida por pressão alta, é um dos principais fatores agravantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que são a maior causa de morte no Brasil e no mundo.

Para fazer diagnóstico de hipertensão, a pressão arterial tem que ser medida em repouso, por um profissional habilitado, e, pelo menos em duas vezes consecutivas, ser constatada a elevação com valores superiores a 14 por 9.

Pelo caráter assintomático deste mal, os especialistas recomendam que visitas regulares a cardiologistas sejam feitas, principalmente se alguém da família já teve hipertensão diagnosticada.

O tratamento

Grande parte das pessoas que sofrem de hipertensão não sabe que tem a doença, e muitas das que sabem não realizam o tratamento correto, que pode ou não contar com o auxílio de medicamentos. O tratamento começa sem medicamentos, apenas buscando um estilo de vida saudável do paciente.

Uma orientação importante é comer alimentos não só com pouco sal, mas também com pouca gordura, já que [em hipertensos] o ganho de peso pode fazer subir a pressão. Se houver perda de peso, a pressão tende a baixar.

Realização de atividades físicas, controle de diabetes, colesterol e do tabagismo também são essenciais para tratar a hipertensão, de acordo com Fernando Alves.

Além de todas estas mudanças de hábito para levar uma vida mais saudável, o tratamento da hipertensão pode exigir o uso de medicamentos: A hipertensão é muito difícil de tratar, porque os remédios podem ter efeitos colaterais e a adesão medicamentosa deve ser contínua.

Durante o tratamento, o grande problema é a falta de aderência do paciente, porque ele não tem sintomas então acha que está tudo bem. É necessário fazer um bom tratamento porque os desfechos são graves: derrame, infarto do miocárdio, perda renal entre outros problemas.

Problemas cardiovasculares e o sexo feminino


 http://img.r7.com/images/2012/12/24/16_24_09_366_file?dimensions=460x305

Nos últimos 20 anos, aumentou a incidência de doenças cardíacas em mulheres. Há alguns anos, o problema, que atinge cerca de 30% das mulheres, acometia mulheres de mais idade. Se fosse realizado um estudo epidemiológico nessa época, seriam encontrado em torno de 30% de mulheres acima de 70 anos em uma UTI cardiológica. Hoje, esse perfil mudou: os leitos são ocupados por mulheres mais jovens, em torno dos 30 anos. Infartos, derrames e hipertensão arterial são responsáveis por causar a morte de mulheres, superando os índices de óbitos provocados por tumores de mama e de útero.

O   aumento da incidência de problemas cardíacos em mulheres pode ser comprovado por uma série de estudos sobre o tema. Um exemplo o de Framingham, município do estado de Massachussetts (EUA), onde a população da cidade foi acompanhada durante cerca de 80 anos. O estudo verificou que a doença teve uma incidência maior em mulheres mais jovens ao longo dos últimos 20 anos, e uma das explicações mais prováveis é a da inserção da mulher em um mercado de trabalho competitivo e a dupla jornada de trabalho. A partir daí, podemos deduzir que há uma tendência de que a mulher, quando chega em casa, tenha mais uma preocupação para atender - casa e filhos. Outra explicação é que o sexo feminino tem uma proteção hormonal que desaparece na menopausa. A medicina tenta reproduzir essa proteção, mas ainda não conseguiu.

Não há diferença de sintomas nos gêneros, mas a doença na mulher é mais difícil de tratar porque o sexo feminino tem, por constituição, um corpo menor, que acaba sofrendo consequências maiores devido à cardiopatia. Uma mulher e um homem podem sofrer infarto em uma mesma região, porém no organismo feminino as artérias são mais finas e portanto, mais difícil de se trata. Era comum ver mulheres fumando em Hollywood 50 anos atrás; hoje em dia, basta sair à rua e logo enxergamos uma fumante, até com mais frequência que os homens. O hábito do tabagismo cresceu significativamente entre as mulheres, e isso é um risco à saúde.

Os cuidados que a mulher deve ter com a saúde cardiológica são os mesmos recomendados para os homens: praticar atividades físicas, controlar o peso, ter uma alimentação equilibrada, ingestão controlada de bebida alcoólica e não fumar. Não se deve confundir exercício com lazer: atividade física é uma obrigação e não deve ser colocada no capítulo do lazer. E antes de iniciar uma atividade física, todas as pessoas devem consultar um médico e, a partir de certa idade, é necessário realizar uma avaliação cardiológica. Além disso, é interessante fazer uma avaliação mais precoce (um check-up entre os 28 e 30 anos) em pessoas que possuem casos da doença no histórico familiar. Isso acontece porque, por exemplo, se o colesterol for alto e essa patologia for descoberta perto dos 40 anos, podem já ser encontradas algumas placas de gordura responsáveis por causar entupimento no corpo. O tratamento precoce medicamentos simples pode evitar a deposição destas gorduras nas artérias.

Faltarão médicos para tratar bebês com microcefalia


 

Um bebê com microcefalia ou lesões cerebrais necessita de acompanhamento desde o nascimento e as consultas com diferentes especialistas podem ser semanais. As famílias precisam de equipes multidisciplinares, que incluem neurologistas e fisiatras, além de fonoaudiólogas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais para garantir a saúde e reabilitação dos filhos. Entretanto, as entidades alertam que não há médicos para atender a todos, e, deste modo, os outros profissionais da rede de saúde ficarão sobrecarregados para atender esses pacientes.

Assim que um neném com microcefalia nasce, ele começa a ter consultas com um neurologista para analisar quais são as lesões cerebrais diagnosticadas e quais sentidos podem ser afetados. Ao mesmo tempo, a criança deve ser acompanhada por um fisiatra, médico responsável por compreender as incapacidades e tratar doenças que geram incapacidades físicas. Por via de regra, são eles que encaminham o paciente para fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e nutricionistas. Cada um desempenha um papel importante no delicado estado de pacientes com microcefalia.

Sem os médicos, uma parte desse tratamento ficará "faltando". E quem diz isso são os especialistas no tratamento de lesões neurológicas: para eles, não há dúvidas, faltarão médicos, e os cuidados das vítimas do surto de microcefalia associado à zika deverão ficar exclusivamente por conta de fisioterapeutas e fonoaudiólogos. Os fisios e fonos são capazes de cuidar das crianças com microcefalia, mas essas duas especialidades abrangem apenas uma área do tratamento que os bebês com microcefalia precisam, deixando de fora uma visão geral das necessidades que as lesões cerebrais causam, função que normalmente é desempenhada por neurologistas e fisiatras.

As sociedades de terapia, no entanto, alertam que, apesar de existirem grande número de profissionais de apoio, eles são poucos na rede pública de atendimento.

A sociedade tem cerca de 1.500 participantes ativos. Segundo os dados da pesquisa Demografia Médica no Brasil 2015, existem 4.362 neurologistas no país, ou seja, um para atender 45,9 mil brasileiros.