A tontura e a enxaqueca


Divulgação

Infelizmente, a tontura é muito mais comum para quem tem cefaléia e enxaqueca do que a gente imagina. Praticamente metade das pessoas que sofre desses males tem tontura. 

A enxaqueca é uma doença neurológica com múltiplos sintomas. O cérebro da pessoa tende a ser mais excitável e sensível aos estímulos do ambiente, processando as informações de maneira indesejada ou exagerada, ou seja, o processamento dos movimentos que a pessoa vê ou é exposta acontece de maneira inadequada, provocando sensações de tontura.

Já a  tontura é qualquer sensação anormal de movimento. Cabeça leve ou vazia, instabilidade ou desequilíbrio podem ser considerados sinais de tontura. O paciente pode ter incômodos ou até ficar incapacitado para desenvolver suas atividades cotidianas, pois corre mais risco de quedas ou de ficar acamado por não conseguir andar, devido a intensidade das tonturas

Um dos tipos mais comuns de tontura é a vertigem, na qual o paciente tem a impressão que o ambiente está rodando a sua volta. As crises podem acontecer junto com dores de cabeça e acompanhadas de outros sintomas, como náuseas e vômitos, afirma. Segundo ela, crianças e adultos acima dos 40 anos estão mais propensos em desenvolvê-la.

Em crianças ocorre por conta da vertigem paroxística da infância, uma crise de vertigem, que dura aproximadamente 30 a 60 segundos. Em adultos, a enxaqueca com aura, com sintomas neurológicos como luzes, flashs brilhantes e embaçamento da visão, é a causadora da tontura, esclarece.

Há outras doenças podem se desenvolver em pacientes com cefaleia. Como está mais vulnerável, é mais fácil o aparecimento de doenças que acometem o sistema vestibular, como a vertigem paroxítica posicional benigna, uma perturbação frequente, que pode acontecer de repente, dura menos de um minuto e habitualmente ocorre ao se deitar, levantar ou deitar a cabeça para trás e olhar para cima; ou a doença de Meniere, um aumento da pressão da endolinfa, líquido existente no labirinto dentro do ouvido, ressalta.

Os quadros de tontura acompanhado de dores de cabeça devem ser tratados por um especialista em cefaleias. As tonturas relacionadas com a enxaqueca podem ser crônicas e acontecer diariamente, por isso é imprescindível que o diagnóstico e tratamento sejam feitos pelo especialista, pois ele conseguirá distinguir o que é tontura por enxaqueca vestibular e o que é labirintite.

Aspirina pode prevenir doenças cardiovasculares


 http://jblog.jb.com.br/asuasaude/files/2012/04/Aspirina-e-cirurgias-cora%C3%A7%C3%A3o.jpg

A principais associações médicas recomendam o uso de aspirina em baixas doses, principalmente, para evitar um segundo ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral. Mas muitos outros que não tiveram um problema de coração também deveriam tomar aspirina regularmente, segundo uma nova pesquisa. Os dados existentes são impressionantes: estudos indicam que tomar aspirina reduz o risco de um segundo ataque cardíaco de 25 a 30%.

A aspirina tem duas ações principais sobre o coração e a circulação: ela pode prevenir a formação de coágulos nas artérias (coágulos esses que podem causar um acidente vascular cerebral ou infarto do coração. Ela também tem propriedades anti-inflamatórias que podem impedir placas no interior das artérias de se tornarem instáveis e romper, o que também pode contribuir para obstruções nas artérias do coração e de todo o corpo.

Em uma nova pesquisa sobre o uso da aspirina, foram entrevistadas mais de 2.500 pessoas entre 45 e 75 anos sobre o uso de aspirina e seu histórico de saúde. Os resultados foram publicados na edição de maio de 2015 da revista American Journal of Preventive Medicine.

Cerca de 52% relataram o uso atual de aspirina, e outros 21% a tinham usado em algum momento no passado.

Os pesquisadores descobriram que quatro em cada cinco usuários de aspirina estavam fazendo uso do medicamento para evitar um primeiro ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral. Cerca de 47% das pessoas sem histórico de problemas cardíacos disseram que estavam tomando aspirina. A pesquisa revelou que uma conversa com seu médico foi o fator mais forte que determina se uma pessoa começou a tomar aspirina.

Cerca de 84% dos usuários de aspirina disseram que tomavam o medicamento para a prevenção de um ataque cardíaco, e 66 % para a prevenção de acidente vascular cerebral (derrame), indicou o estudo. Outros 18% tomavam aspirina para a prevenção do câncer, e 11% para a prevenção da doença de Alzheimer.

Fonte: American Journal of Preventive Medicine, maio de 2015

Aneurisma cerebral: conceito, sintomas e causas


http://www.tumedico.com.ve/administrador/images/News/sexo-causa-romp-aneurisma-cerebral2.jpg


A palavra aneurisma vem do grego e quer dizer dilatação. O aneurisma cerebral é portanto um alargamento, uma dilatação anormal da parede da artéria. O aneurisma cerebral também é chamado de aneurisma intracraniano, ou aneurisma no cérebro.

O aneurisma cerebral é descoberto normalmente quando ocorre o seu rompimento, causando uma hemorragia cerebral, um sangramento no cérebro, chamado também de hemorragia subaracnóide, ou subaracnoidea, e de AVCH (acidente vascular cerebral hemorrágico) que pode ser grave, fatal, e causar importantes sequelas. A mortalidade de um sangramento secundário a um aneurisma cerebral é alta, 10 a 15% dos casos não chegam ao hospital a tempo, não sobrevivem até receber um primeiro atendimento, outros 50 % podem não resistir até após um mês da ocorrência do sangramento

O tratamento do aneurisma cerebral consiste nas medidas para parar o sangramento cerebral e diminuir as sequelas neurológicas, mas o melhor tratamento quando possível é o de evitar o rompimento deste aneurisma cerebral, através da cirurgia de clipagem deste aneurisma, com uma microneurocirurgia, ou a embolização através de cateterismo, por angiografia cerebral digital, quando molas são colocadas na região interna do aneurisma cerebral.

Os sintomas do aneurisma cerebral roto (hemorragia cerebral) são:

– Dor de cabeça aguda, forte, chamada cefaleia sentinela, pois ela avisa de uma possivel ruptura do aneurisma cerebral, descrita como a pior dor de cabeça da vida da pessoa, caracterizada por um início súbito, explosivo, rapidamente progressiva, diferente das dores de cabeça habituais do indivíduo. A cefaleia é chamada no ingles de thunderclap headache, traduzida como cefaleia do trovão ou trovoada, pois a dor de cabeça é tão forte e aguda que lembra mesmo o paciente de uma paulada na cabeça.

– Desmaio, perda da consciencia

– Nausea, vomitos

– Visão dupla ou borramento visual

– Pupilas dilatadas

– Pescoço duro, rígido

– Perda de força em uma metade do corpo

Os sintomas do aneurisma cerebral não roto, quando não ocorreu a ruptura ou sangramento são:

– alteração visual, da fala,

– mudanças de comportamento, perda de memoria, concentração

– perda da coordenação, equilíbrio

– cefaleia do esforço

As causas do aneurisma cerebral são diversas, mas todas envolvem uma fraqueza da parede da artéria. Isto ocorre por aterosclerose, envelhecimento, predisposição e doençasw que podem afetar as artérias como doenças inflamatórias, infecciosas e reumáticas. Os aneurismas cerebrais podem ser congênitos, quando são também de origem familiar, genética.

Os fatores de risco para aneurisma cerebral são: história na família de aneurisma cerebral, sexo feminino (duas vezes mais na mulher que no homem). Negros e orientais podem ter mais aneurismas cerebrais que broncos. Fatores de risco para doença cardiovascular como a hipertensão (pressão alta) e o tabagismo também são importantes

Fonte

Faça uma lancheira saudável para crianças


 https://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2013/02/o-que-colocar-na-lancheira-escolar-1.jpg

Fim de férias! Assim que as aulas recomeçam, retorna a dúvida de grande parte dos pais: como montar todos os dias a lancheira dos pequenos com alimentos gostosos e também saudáveis? Pode parecer bobagem, mas a hora do lanche é muito importante, principalmente para as crianças, que estão em fase de crescimento e desenvolvimento.

Crianças em idade escolar já manifestam as suas próprias vontades e muitas vezes "torcem o nariz" para frutas, verduras e legumes.

Porém, a presença de opções saudáveis é fundamental, já que hábitos alimentares são formados ainda na infância. No período dos 6 meses aos 4 anos de idade ocorre a formação do hábito alimentar da criança, que irá indicar o padrão de consumo do indivíduo na idade adulta. Uma dieta desequilibrada, com baixa ingestão de grãos integrais, hortaliças, frutas e excesso de guloseimas, pode levar à deficiências nutricionais e, ainda, contribui para o desenvolvimento de sobrepeso e obesidade na vida adulta.

Mas o que colocar na lancheira? Para não errar, a nutricionista indica incluir um alimento de cada grupo alimentar.

A maneira mais fácil é escolher os alimentos, considerando fatores como variedade, equilíbrio e moderação. O grupo alimentar é feito de alimentos energéticos (pães ou biscoitos integrais), construtores (queijo branco, requeijão, peito de peru, leite, iogurte ou ricota) e reguladores (frutas e sucos naturais). Com esse mix, além de garantir um desenvolvimento mais saudável, o lanche ainda vai fortalecer os pequenos.

As guloseimas não precisam ser completamente abolidas, desde que sejam oferecidas em pequenas porções. Cabe aos pais convencerem seus filhos que um cardápio adequado é mais nutritivo e pode ser saboroso. É possível preparar guloseimas atrativas, substituindo alguns ingredientes da versão tradicional, por outros mais saudáveis

Comida picante pode dar anos de vida

05 Ago, 2015, 17:33 / atualizado em 05 Ago, 2015, 17:34 | Mundo

Comida picante pode dar anos de vida

| David Mercado, Reuters

Um grupo de investigadores concluiu que a ingestão de alimentos picantes pode reduzir o risco de morte prematura.

Um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) relacionou a ingestão de alimentos picantes com a taxa de mortalidade. Os investigadores concluíram que ambas variam na razão inversa uma da outra. Mas já existem explicações a contrariar a teoria.

"O consumo de alimentos picantes e as causas específicas da mortalidade" é o título do estudo publicado pelo British Medical Journal. Nas conclusões, esta investigação defende que o consumo habitual de alimentos picantes varia na razão inversa da mortalidade.

Por outras palavras, ingerir comida picante pode reduzir o risco de morte prematura, dizem os cientistas.

Com o objetivo de analisar a ligação entre alimentos picantes e causas de morte, os investigadores analisaram população de dez locais geograficamente dispersos na China.

Entre 2004 e 2013, acompanharam a alimentação de quase 200 mil homens e 300 mil mulheres. Todos os participantes tinham entre 30 e 79 anos, sendo excluídos todos os que sofriam de cancro, doenças cardíacas ou acidentes vasculares cerebrais, no início do estudo.

Durante o tempo de análise morreram cerca de 11 mil homens e oito mil mulheres.
"Redução no risco de mortalidade"
Nos resultados, o grupo de investigadores percebeu que morreram seis em cada mil pessoas que ingeriam comida picante menos de uma vez por semana.

Numa análise geral, a taxa de mortalidade foi diminuindo consoante o aumento das vezes por semana em que os participantes consumiam alimentos picantes. Noutra perspetiva, a taxa de mortalidade foi maior no grupo que consumiu comida picante menos de uma vez por semana.

Segundo os autores, "aqueles que consumiram alimentos picantes seis ou sete dias por semana mostraram uma redução de 14 por cento no risco relativo da mortalidade total".

Tendo em conta outras variáveis, o estudo concluiu que a associação inversa foi mais forte naqueles que não consumiram bebidas alcoólicas. As exceções ao estudo foram as mortes provocadas por cancro, doenças do coração e doenças respiratórias.
"Benefícios plausíveis, mas evidências preliminares"
Apesar das conclusões deste estudo, Nita Forouhi discordou de alguns pontos e apresentou outras explicações para a diminuição do risco de vida.

De acordo com a médica especialista em nutrição, a resposta pode estar na água ou no chá que são consumidos em maiores quantidades por quem come alimentos picantes. A razão para viver mais anos pode estar no consumo de mais líquidos e não na ingestão de comida picante.

"São necessárias pesquisas futuras para determinar se o consumo de alimentos picantes tem o potencial de melhorar a saúde e reduzir diretamente a mortalidade ou se é meramente um indicador de outros fatores dietéticos e de estilos de vida", escreveu.

Nita Forouhi disse que os "benefícios são plausíveis, mas as evidências são preliminares". Na opinião da médica, a grande variedade e complexidade da dieta humana é um desafio permanente para identificar as consequências dos alimentos na saúde.

- See more at: http://www.rtp.pt/noticias/mundo/comida-picante-pode-dar-anos-de-vida_n849545#sthash.3PugB1jA.dpuf

Comida picante pode dar anos de vida

05 Ago, 2015, 17:33 / atualizado em 05 Ago, 2015, 17:34 | Mundo

Comida picante pode dar anos de vida

| David Mercado, Reuters

Um grupo de investigadores concluiu que a ingestão de alimentos picantes pode reduzir o risco de morte prematura.

Um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) relacionou a ingestão de alimentos picantes com a taxa de mortalidade. Os investigadores concluíram que ambas variam na razão inversa uma da outra. Mas já existem explicações a contrariar a teoria.

"O consumo de alimentos picantes e as causas específicas da mortalidade" é o título do estudo publicado pelo British Medical Journal. Nas conclusões, esta investigação defende que o consumo habitual de alimentos picantes varia na razão inversa da mortalidade.

Por outras palavras, ingerir comida picante pode reduzir o risco de morte prematura, dizem os cientistas.

Com o objetivo de analisar a ligação entre alimentos picantes e causas de morte, os investigadores analisaram população de dez locais geograficamente dispersos na China.

Entre 2004 e 2013, acompanharam a alimentação de quase 200 mil homens e 300 mil mulheres. Todos os participantes tinham entre 30 e 79 anos, sendo excluídos todos os que sofriam de cancro, doenças cardíacas ou acidentes vasculares cerebrais, no início do estudo.

Durante o tempo de análise morreram cerca de 11 mil homens e oito mil mulheres.
"Redução no risco de mortalidade"
Nos resultados, o grupo de investigadores percebeu que morreram seis em cada mil pessoas que ingeriam comida picante menos de uma vez por semana.

Numa análise geral, a taxa de mortalidade foi diminuindo consoante o aumento das vezes por semana em que os participantes consumiam alimentos picantes. Noutra perspetiva, a taxa de mortalidade foi maior no grupo que consumiu comida picante menos de uma vez por semana.

Segundo os autores, "aqueles que consumiram alimentos picantes seis ou sete dias por semana mostraram uma redução de 14 por cento no risco relativo da mortalidade total".

Tendo em conta outras variáveis, o estudo concluiu que a associação inversa foi mais forte naqueles que não consumiram bebidas alcoólicas. As exceções ao estudo foram as mortes provocadas por cancro, doenças do coração e doenças respiratórias.
"Benefícios plausíveis, mas evidências preliminares"
Apesar das conclusões deste estudo, Nita Forouhi discordou de alguns pontos e apresentou outras explicações para a diminuição do risco de vida.

De acordo com a médica especialista em nutrição, a resposta pode estar na água ou no chá que são consumidos em maiores quantidades por quem come alimentos picantes. A razão para viver mais anos pode estar no consumo de mais líquidos e não na ingestão de comida picante.

"São necessárias pesquisas futuras para determinar se o consumo de alimentos picantes tem o potencial de melhorar a saúde e reduzir diretamente a mortalidade ou se é meramente um indicador de outros fatores dietéticos e de estilos de vida", escreveu.

Nita Forouhi disse que os "benefícios são plausíveis, mas as evidências são preliminares". Na opinião da médica, a grande variedade e complexidade da dieta humana é um desafio permanente para identificar as consequências dos alimentos na saúde.

- See more at: http://www.rtp.pt/noticias/mundo/comida-picante-pode-dar-anos-de-vida_n849545#sthash.3PugB1jA.dpuf

Alimentos que melhoram qualidade do leite materno



http://www.vilamulher.com.br/imagens/default/2011/08/09/leite-materno-na-prevencao-da-obesidade-70-417.jpg

A alimentação balanceada é a melhor aliada para a produção de leite materno. Mas ela também recomenda a introdução de alimentos muito comuns no norte do país.

O açaí está em primeiro lugar das frutas mais energéticas e que ajudam realmente a mãe ter uma boa nutrição porque ele é rico em ferro, ácido fólico, vitaminas, minerais, fibras e principalmente gorduras boas. Então não só o açaí deve ser introduzido na alimentação, como também castanhas. É muito interessante também porque são fontes de gorduras boas. São fontes de gorduras que realmente vão ajudar no equilíbrio metabólico e principalmente dos hormônios da própria mãe, vai melhorar a qualidade do leite sempre.

A tapioca também influencia e muito na produção de leite porque ela é extremamente energética. Então você colocando a tapioca que seja ela doce, que seja a salgada, ou só mesmo com uma manteiga, já é um alimento que é muito rico em nutrientes que seja principalmente em gorduras boas e carboidratos bons também. Introduzir isso em lanches é uma excelente opção pra mãe ter energia suficiente pra poder dar conta da demanda do bebê e também pra produção de leite. É uma execelente fonte. E não só a tapioca, mas comer a própria mandioca também é uma fonte nutricional muito interessante.

Outro desafio enfrentando por muitas mães é manter a amamentação do bebê com o fim da licença-maternidade. Nesse caso seja feita a ordenha antes de sair de casa. O leite materno deve ser conservado em geladeira. Dessa forma, o bebê ficará bem nutrido enquanto a mãe estiver no trabalho.