Efeito sanfona? Invista numa reeducação alimentar!


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Quem não conhece uma pessoa que foi vítima do "efeito sanfona"?  Efeito sanfona acontece naquela pessoa que era gordinha, deu uma emagrecida e depois engordou de novo, muitas vezes, até mais do que conseguiu perder.

Isso acontece muito em dietas sem equilíbrio adequado de nutrientes, que prometem emagrecimento rápido. Nessa dieta há perda de gordura e de massa muscular. Com a redução de musculatura, as necessidades de energia diminuem e, ao interromper o regime, a pessoa volta a engordar.

O efeito sanfona também sobrecarrega os órgãos, o que torna difícil o emagrecimento ao longo do tempo.

Há quem tenha sempre na manga uma dieta da sopa, da proteína, dos pontos, do grupo sanguíneo, sem glúten, que eliminam o consumo de determinados alimentos e exageram na ingestão de outros. Dietas à base apenas de carboidratos, proteínas, fibras ou líquidos são prejudiciais à saúde. Isso porque isoladamente, esses grupos alimentares não são capazes de oferecer todos os nutrientes de que o organismo necessita, podendo ocasionar déficit de vitaminas e minerais.

Portanto, fuja desse efeito sanfona fugindo das dietas temporárias. Invista numa reeducação alimentar!

Motivos para procurar a Ortodontia


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Existem dois grandes motivos que levam as pessoas a procurarem um tratamento ortodôntico.

O primeiro e principal motivo é a estética. Você pode se sentir incomodado com seu posicionamento dentário e com a harmonia de seu sorriso. Problemas estéticos podem levar a colocação do aparelho que através do tratamento de correção dentária você possa desfrutar dos benefícios que dentes bem posicionados podem lhe oferecer como autoconfiança para estar em ambientes sociais ou falar em público e até mesmo segurança para se alimentar melhor.

Outro grande motivo é justamente a razão funcional que leva pessoas com dificuldades de higienizar os dentes devido a presença de apinhamentos dentários, casos em que existem diastemas, que são espaços entre os dentes, também podem trazer algum desconforto durante a alimentação com a impactação de alimentos entre os dentes e até mesmo situações que o paciente possui problemas na articulação temporomandibular (ATM) que em muitos casos são de origem dentária principalmente associadas ao posicionamento inadequado dos dentes.

Seis causas comuns da Labirintite


Bebida alcoólica

A labirintite é uma doença do ouvido que afeta o labirinto e suas estruturas responsáveis pela audição (cóclea) e pelo equilíbrio (vestíbulo). As pessoas costumam chamar qualquer distúrbio na região do ouvido interno de labirintite. O termo correto é labirintopatia, sendo labirintite uma delas.

Caso não seja tratada, a labirintite pode se tornar crônica. Ela começa a limitar as atividades do dia a dia. A pessoa deixa de ter atividade social e profissional. Fica deprimido por ter sensação de insegurança e de limitação.

Causas comuns da labirintite

Hipertensão

A hipertensão aumenta a pressão no interior das artérias e dificulta a chegada de sangue no labirinto. Com menos sangue, faltam nutrientes e oxigênio para nutrir as células da região. Esse desequilíbrio faz com o cérebro tenha dificuldade em decodificar a posição da cabeça no espaço por não conseguir se comunicar adequadamente com o labirinto.

Diabetes, pré-diabetes e hipoglicemia

Qualquer desajuste na quantidade de açúcar no sangue altera a vascularização do labirinto. Além disso, essa disfunção pode mudar a constituição do líquido que há dentro do labirinto, que ajuda na percepção do equilíbrio.

Açúcar refinado

O consumo exagerado de açúcar refinado altera o funcionamento do labirinto e as mensagens que ele envia ao cérebro. Um dos sintomas da falha e comunicação entre o cérebro e o labirinto é a tontura. Por isso, a recomendação é ingerir doces e guloseimas com moderação.

Medicamentos

O uso recorrente de quimioterápicos, anti-inflamatórios, antibióticos e anti-hipertensivos modifica o funcionamento do labirinto e prejudica o envio de mensagens para o cérebro sobre a posição da cabeça.

Café em excesso

A cafeína, presente no café, em chás e refrigerantes, é uma substância estimulante e tóxica para o labirinto. Ela aumenta a densidade do líquido do labirinto, e isso atrapalha a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça".

Bebida alcoólica

Bebidas alcoólicas são estimulantes, como o café. O álcool em excesso causa uma irritação aguda no labirinto e prejudica a percepção do cérebro sobre a posição da cabeça.



Tratamentos para TPM



Os sintomas da TPM variam muito para cada mulher, inclusive na intensidade. Embora não exista um tratamento único que sirva para todas as mulheres, há formas para controlá-los e melhorar a qualidade de vida durante essa fase.


O melhor caminho para tratar a TPM é procurar o ginecologista e descrever todos os sintomas que ocorrem antes e depois da menstruação. Cada organismo se comporta de uma maneira diferente, portanto, cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico, que vai indicar as melhores opções de tratamento para minimizar o desconforto causado por este período.


O tratamento para TPM varia de acordo com a idade, os hábitos da mulher e intensidade da síndrome. Para as mulheres que têm uma TPM leve, os analgésicos e anti-inflamatórios ajudam a enfrentar esses dias sem tantos incômodos. A ingestão diária de cápsulas de ácidos graxos, substância que regula os hormônios e reduz pela metade os desconfortos, também é uma alternativa.

Como essa síndrome está ligada à ovulação, o uso de anticoncepcionais orais de uso contínuo pode apresentar bons resultados para mulheres com menos de 30 anos e não fumantes. Já para as mulheres na faixa dos 35 anos que precisam de anticoncepcionais e têm TPM intensa, o implante subcutâneo que libera doses de hormônio no organismo costuma ser a opção mais indicada.

Mas nem sempre os anticoncepcionais são a solução. Há casos mais graves em que os sintomas da TPM são severos, caracterizando o chamado transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Essa "super-TPM" causa oscilações de humor, descontrole emocional e depressão. O tratamento costuma ser feito com uma medicação mais específica, como antidepressivos e ansiolíticos, e também com sessões de terapia.

 

Fonte: Dicas de Mulher

Uso indiscrimado de calmantes traz grandes riscos à saúde


Medo, tristeza, raiva, ansiedade. Quando um desses sentimentos – ou uma combinação deles – predomina, muita gente acaba tomando uma atitude arriscada para a saúde: tomar calmantes sem indicação médica.

O uso desses medicamentos realmente pode ser o tratamento ideal, mas é preciso ter cuidado. Sem a prescrição médica adequada, os tranquilizantes podem oferecer risco à saúde e até piorar a situação do indivíduo.

Falsos médicos de plantão

Quando o indivíduo se sente mal, psicológica ou emocionalmente, e procura um especialista, sua chance de melhorar é mais efetiva e mais rápida. Quando sai pedindo conselhos para as pessoas que conhece, pode ouvir respostas muitos distantes de sua necessidade. Só mesmo o médico, que estudou muito e que praticou seu ofício durante anos, deve ser quem decide.

Reações desproporcionais

Frente aos desafios impostos pela vida, a diferença entre as pessoas que têm reações saudáveis e aquelas que têm reação geralmente neurótica pode ser explicada pelo critério da proporcionalidade.

Quando a emoção sentida é proporcional ao que está acontecendo de fato na vida do indivíduo, não há doença. São quadros transitórios e a medicação tranquilizante vai ser usada por curto período de tempo. "O tratamento se impõe quando a emoção é desproporcional ao fato que a desencadeou ou quando ela permanece por tempo excessivo .

Cada caso deve ser tratado de forma individual, pois a diferença entre o saudável e o patológico nem sempre é clara. Fatos estressantes provocam nas pessoas reações bastante diferentes.

Expor-se ao público, estar em ambiente hospitalar, ver sangue, ficar só ou em ambientes fechados, viajar de avião, fazer exames, ser criticado, entre outras situações, provocam reações que podem ir desde a mais serena naturalidade até o pavor e o pânico paralisantes. Só um profissional pode entender as nuances de comportamento de um indivíduo e indicar a medicação mais adequada.

Angústia e ansiedade

Na situação de angústia intensa o sofrimento é fortíssimo, impedindo a pessoa de raciocinar e de acalmar-se por si própria. Neste caso, o medicamento calmante suaviza o sentimento inadequado, possibilitando que a pessoa passe gradualmente a usar o próprio bom senso e a encarar a situação com realismo.

Já a ansiedade permanente, desproporcional à realidade, geralmente é decorrência lógica de uma visão pessimista de tudo e de todos.

"Pessoas com interpretação realista podem ver um lagarto, enquanto um otimista vê apenas uma lagartixa e o pessimista, um jacaré", metaforiza o médico.

Cada uma destas visões vai despertar um tipo de emoção e determinará uma ação correspondente. A psicoterapia, auxiliada por tranquilizantes e antidepressivos, desenvolve a capacidade de fazer avaliações mais adultas e mais realistas

Medicamentos x Terapia

Os calmantes devem ser vistos como analgésicos, que diminuem a dor, mas não curam a doença. Seu uso deve ser o início do tratamento do quadro ansioso ou depressivo, mas o verdadeiro tratamento para quase todos os casos é a psicoterapia, que busca o desenvolvimento de uma avaliação mais exata de si e do mundo.

Tranquilizantes viciam?

As pessoas que se viciam aos tranquilizantes são candidatos mais fortes a se viciarem intensamente a outras drogas mais perigosas. "Naturalmente, o médico agirá de maneira prudente, de forma a minimizar esse risco", afirma o Dr. Madureira.

Com o uso de alguns desses medicamentos há o fenômeno da tolerância, que faz com que, para obter o efeito desejado, sejam necessárias doses gradualmente maiores. Mas na prática diária esses casos são bastante raros

Muitas pessoas perdem um tempo precioso usando apenas 'analgésicos emocionais', mas não fazem o tratamento necessário para o amadurecimento da sua personalidade

Insônia

O uso de calmantes contra a insônia é bastante comum. Quando bem indicados, os tranquilizantes e os antidepressivos podem ser muito úteis para a regularização do horário e a melhora da qualidade do sono.

A orientação médica deve definir sempre, para cada pessoa, qual medicamento, em que dose e durante quanto tempo deve ser feito o tratamento.

Riscos

Tomar calmantes ou antidepressivos sem prescrição médica pode acarretar alterações importantes na personalidade, gerando atitudes muito inadequadas e até perigosas. "É mais seguro tomar um avião pilotado por um bom comandante. Ou você viajaria num avião pilotado por um curioso?

5 dicas para afastar o risco de doenças no outono


 
 

Bom dia! O outono é uma estação de temperatura mais amena, mas é muito comum neste período você sentir uma leve indisposição e dificuldade para respirar. Sabe por quê? O ar mais seco e a queda de temperatura gradual dificultam a dispersão de partículas poluentes, que comprometem as trocas gasosas dos pulmões, prejudicando assim o sistema respiratório e cardiovascular.

Crianças, idosos e pacientes com doenças pulmonares estão classificados no grupo de risco, ou seja, são mais vulneráveis a quadros gripais. Segundo o médico, é importante estar atento a possíveis irritações nos olhos, por conta da secura e coceira, que podem indicar conjuntivite, comum durante o outono. Em casos de tosse e febre por mais de cinco dias, o ideal é procurar tratamento médico.

Para evitar os empecilhos da estação, veja cinco maneiras que podem ajudar a manter a saúde e aproveitar o outono da maneira certa.

1. Mantenha os níveis de hidratação do corpo. O consumo de líquidos é essencial, principalmente de água.

2. Evite longa permanência em locais fechados. A proliferação de alguns vírus é ainda maior nessa época do ano. É importante sempre deixar janelas abertas e permitir que o ar se renove.

3. Pratique a higienização a todo o momento. É imprescindível lavar as mãos com água e sabonete líquido, de preferência, e sempre que possível fazer uso do álcool em gel para finalizar.

4. Mantenha uma alimentação balanceada, com os nutrientes e vitaminas necessárias evita que o corpo fique suscetível a contaminações.

5. A pele fica mais seca com a chegada do outono e isso pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na pele. O ideal é usar um hidratante específico para o rosto e outro para o corpo. Banhos quentes também devem ser evitados, pois favorecem o processo de ressecamento da pele.

Como o conceito de saúde mudou ao longo dos anos



Como o conceito de saúde mudou ao longo dos anos  Paul Rogers/The New York Times
 

Como saber se uma pessoa é, de fato, saudável? Em 1948, a OMS estabeleceu a definição de saúde como "um estágio de bem-estar físico, mental e social e não só a ausência de doenças ou enfermidades". Por esse conceito, milhões de pessoas de todas as idades seriam reprovadas, tornando "a maioria de nós não saudável praticamente o tempo todo", como observou Richard Smith no blog BMJ, em 2008.

Só que os padrões de doença mudaram de 1948 para cá. A maioria das pessoas está envelhecendo com problemas crônicos e deficiências, mas continua independente. "A antiga definição minimiza o papel da capacidade humana em lidar com desafios físicos, emocionais e sociais da vida de maneira autônoma e não reconhece que as pessoas são capazes de viver com uma sensação de bem-estar e realização mesmo quando sofrem de uma condição crônica ou deficiência", escreveu Machteld Huber e suas colegas no BMJ, em 2011.

Eles também observaram que a habilidade para continuar a participar da sociedade pode ser mais importante do que medir ganhos na saúde. A capacidade de lidar com as moléstias pode ser uma medida mais importante e realista que a recuperação completa.

Isso nos leva a uma análise séria de tudo o que fazemos para descobrir, tratar ou enfrentar os problemas de saúde. A crença atual de que a medicina tem o potencial para prevenir quase todos os males ou detectá-los tão incipientes que sempre é possível uma cura, conseguiu "medicalizar" a vida moderna e elevar os custos da assistência médica a níveis insustentáveis.

Também levou H. Gilbert Welch, professor da Escola de Medicina de Dartmouth, em New Hampshire, a escrever Less Medicine, More Health: 7 Assumptions That Drive Too Much Medical Care (Menos Remédios, Mais Saúde: 7 Suposições que Levam ao Tratamento Excessivo). No livro, ele afirma que muita gente está servindo de cobaia de forma excessiva e aleatória, sujeitando-se a tratamentos de que não precisa e, com isso, expondo-se a procedimentos que causam mais mal que bem.

Ele sugere foco na redução de grandes riscos, basicamente ignorando os médios e pequenos.

— Muitos riscos à saúde de que se ouve falar são exagerados. Intervenções para reduzir riscos médios criam tantos problemas quanto os que resolvem — diz.

Neuroimagem comprova melhoras anatômicas

Talvez a "suposição" mais polêmica de Welch seja a que afirma que detectar um possível problema de saúde incipiente é melhor do que esperar até que apareçam os sintomas. A eficácia dos exames em pessoas assintomáticas talvez seja um dos temas mais controversos na medicina moderna.

Welch defende também que, às vezes, o diagnóstico precoce só faz com que o tratamento se estenda por mais tempo. "A ação nem sempre é a opção correta", escreve. O problema, obviamente, é saber quando é seguro monitorar a doença e tratá-la só se progredir.

— É essencial para a saúde não se tornar obcecado por ela. Assistência médica em excesso não ajuda a pessoa. Precisamos de mais cautela com a medicação quando estamos bem. É preciso avaliar as opções e não necessariamente adotar a mais radical, que pode também resultar em piores sequelas — disse Welch.

A definição da OMS

Se não é o tratamento médico moderno, o que realmente define a saúde de uma pessoa? A OMS hoje reconhece que os seguintes fatores podem ter efeito até maior em nosso estado do que o acesso e uso do serviço de assistência médica:

— Renda, status social e educação; quanto mais altos, mais saudável

— Ambiente físico: água potável, ar puro, ambiente de trabalho sadio, casa segura e comunidade bem planejada

— Rede de apoio social, incluindo família, amigos e comunidade

— Genética, que influencia a expectativa de vida e o risco de desenvolvimento de determinadas doenças

— Gênero: homens e mulheres enfrentam riscos de saúde diferentes em diferentes fases da vida

— Comportamento pessoal e habilidade de enfrentar dificuldades, além de fumo, consumo de bebidas alcoólicas, hábitos alimentares, atividade física e forma de lidar com o estresse