Artrite x Artrose: problemas são tão comuns na terceira idade



Artrite ou artrose: saiba por que esses problemas são tão comuns na terceira idade Sergey Galushko/Deposit Photos
 
Aquela dorzinha nas articulações quando o tempo esfria, aquele inchaço nas mãos quando esquenta, aquele incômodo na cicatriz da cirurgia quando vai chover. Tudo isso faz muito sentido. Frio, umidade e calor causam desconfortos até em quem está muito bem de saúde. Mas, com o passar dos anos, nossos músculos e nossas articulações podem sofrer com artrite ou artrose, doenças que acometem principalmente as mãos, os joelhos, os quadris e a coluna.
A artrose é uma doença degenerativa bastante prevalente. Geralmente, acontece com pessoas que têm predisposição genética. Em mulheres, geralmente, a dor mais acentuada é nas mãos. Já os homens reclamam mais dos quadriis.
A doença é conhecida pelo aumento do volume em função do inchaço que causa. Pela manhã, a dor é mais intensa e, se não for tratada, pode se intensificar durante o dia também. Rigidez e dificuldade para estender mãos e perdas também são sintomas conhecidos.
Já a artrite é um fenômeno diferente. A membrana que fica dentro das articulações inflama e a pessoa pode ter dor intensa. A artrite é mais agressiva, causa deformidades e acontece mais em mulheres, atingindo suas mãos, seus punhos, os cotovelos e os joelhos.
Frio e calor causam sensações estranhas nas articulações de quem pode ter um desses problemas. A umidade causa microesquemias intensificando a dor nas articulações. Já o calor faz com que essas regiões do corpo sofram vasodilatação. O inchaço é o principal sintoma quando o tempo esquenta, causando grande desconforto. As cirurgias causam um fenômeno de inflamação, que é a cicatrização. O clima também traz grande desconforto porque coloca essas áreas em estresse. A exposição à água morna pode dar a sensação de bem-estar e analgesia. No entanto, não é recomendada para longos períodos porque causa queda de pressão.
Alimentação saudável e exercícios sempre podem trazer benefícios para as articulações nesse processo de envelhecimento. Mas se a dor já chegou, é hora de procurar um médico.

Saiba mais sobre Terapias Naturais


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As terapias naturais tem o objetivo de curar a pessoa e não apenas um sintoma. Muitos acreditam que essas terapias representam formas menos invasivas de tratamento, são melhores para tratar problemas ligados ao estresse e têm menos efeitos colaterais. Avalie se tais terapias servem para você:

Aromaterapia: envolve o uso de óleos essenciais de plantas e ervas e é muitas vezes combinada com massagens. É frequentemente utilizada em tratamentos de beleza e regularmente para tratar problemas ginecológicos e e dermatológicos, além de lesões musculares.

Herborismo: uso de plantas e ervas com propriedades medicinais que estimulam os processos de cicatrização natural do corpo. É usado para tratar dores, problemas ginecológicos, TPM, estresse, distúrbios do sono, problemas digestivos, dores de cabeça, acne e eczemas.

Homeopatia: um sistema de cura que consiste em obter um histórico detalhado do paciente em questão e introduzir pequenas quantidades de remédio para exacerbar e, em seguida, curar um problema. É usada para tratar problemas emocionais, alergias e distúrbios menstruais e da menopausa.

Naturopatia: combina a medicina convencional com uma série de terapias naturais para oferecer proteção contra problemas de saúde. É usada para tratar condições relacionadas ao peso, dependências, alergias, eczemas e problemas digestivos (como a síndrome do intestino irritável).

Reflexologia: os pontos de reflexo nos pés e nas mãos supostamente corresponde a vários órgãos no corpo. É usada para tratar estresse, ansiedade, asma, problemas menstruais e digestivos (como a constipação).

Os profissionais da medicina convencional estão cada vez mais reconhecendo que estas e outras terapias complementares, como a acupuntura, têm muito a oferecer no tratamento de doenças. Caso se interesse pelos benefícios delas, pergunte ao seu médico se ele pode indicar alguma para você.

Areas de atuação do Fisioterapeuta


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O fisioterapeuta é conhecido como o profissional que cuida da reabilitação de funções motoras.
Compreender o movimento do corpo humano. Este é, em resumo, o objetivo fundamental do fisioterapeuta, que atua, ao longo de sua carreira, na prevenção, cura ou reabilitação da capacidade física das pessoas, em qualquer idade. Intrínseca a seu trabalho está, também, a busca pela qualidade de vida e auto-estima dos pacientes, outra preocupação sempre presente no dia-a-dia desse profissional.
Parceiro

A área de atuação da Fisioterapia abrange a maioria das clínicas, como a Neurologia, a Traumato-Ortopedia, a Reumatologia, a Pneumologia, a Cardiologia, a Angiologia, a Ginecologia e Obstetrícia, a Pediatria, a Oncologia, a Cirurgia, a Geriatria, a Endocrinologia, a Dermatologia, a Medicina Desportiva e a Medicina Preventiva.

Conheça um pouco mais sobre algumas delas:
Ortopedia
•    Dores nas costas e pescoço
•    Lesões esportivas
•    Lesões por esforços repetitivos
•    Acidentes
•    Reabilitação pós-cirúrgica
Neurologia
•    Acidente neural
•    Lesão da medula espinhal
•    Paralisia cerebral
•    Ferimentos na cabeça
•    Doença de Parkinson
•    Esclerose Múltipla
Cardiorrespiratória
•    Asma
•    Pneumonia
•    Reabilitação pós-cirúrgica
•    Reabilitação cardíaca
•    Fibrose Cística
Fisioterapeutas também trabalham áreas de atuação como gestação, medicina do trabalho, pediatria e geriatria. Eles também ajudam a gerenciar as complicações físicas causadas por doenças.

Novo antibiótico destrói bactérias e impede que desenvolvam resistência



  Imagem de microscópio eletrônico de varredura mostra a bactéria Mycobaterium tuberculosis, uma das que são combatidas com sucesso por novo antibiótico (Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases/Divulgação) 
Um grupo de pesquisadores desenvolveu um novo composto antibiótico que destrói as bactérias sem que estas desenvolvam resistência a ele, além de ser efetivo frente aos patógenos que desenvolveram resistência a outros remédios, de acordo com um artigo publicado nesta quarta-feira (7) na revista científica britânica "Nature".
Os cientistas, de diversas universidades alemãs e americanas, batizaram o novo composto de "Teixobactin", um produto ao qual bactérias como os estafilococos e as que causam tuberculose não geram resistência. Segundo os especialistas que participaram da pesquisa, coordenada pelo professor da Universidade Northeastern de Boston Kim Lewis, as propriedades deste composto abrem o caminho para desenvolver novos antibióticos que evitem a resistência.
Lewis afirmou em entrevista coletiva que a resistência desenvolvida aos antibióticos "está provocando uma crise nos sistemas públicos de saúde". Ele explicou que o composto foi testado em vários animais infectados e resultados promissores foram obtidos.
"Esta descoberta é uma excelente fonte para desenvolver antibióticos no futuro e uma oportunidade para relançar a pesquisa neste campo", ressaltou Lewis.
Com relação à possibilidade de os patógenos mostrem oposição ao antibiótico no futuro, os cientistas reconhecem em seu artigo que é "difícil" de prever, mas que, caso ocorra, poderia demorar várias décadas a aparecer.
A motivação da pesquisa é a rápida resistência que os patógenos desenvolveram para fazer frente aos fármacos. Esta resistência é mais veloz do que a introdução de novos antibióticos no processo clínico, o que provocou uma situação de crise nos sistemas de saúde públicos mundiais, garantem os especialistas.
"Teixobactin" mata as bactérias ao destruir as paredes de suas células, um método semelhante ao que já utilizava a vancomicina, descoberto na década de 50 e contra o qual as bactérias não foram capazes de desenvolver resistência durante 30 anos.
O novo antibiótico tem efeitos positivos por conta de combinar vários alvos, por isso os cientistas consideram que a resistência dos patógenos poderia demorar a aparecer mais que no caso da vancomicina.

5 hábitos que podem ajudar a evitar a demência



5 hábitos que podem ajudar a evitar a demência
O estilo de vida é responsável por 76% das mudanças que ocorrem com o envelhecimento do cérebro, explica a Age UK – uma organização britânica especializada em questões relacionadas com o envelhecimento.
De acordo com a mesma instituição, citada pelo jornal Guadian, certas mudanças no nosso dia-a-dia podem ajudar a diminuir em 36% o risco de desenvolver demência. São eles:
1. Fazer exercício físico regularmente (três a cinco vezes por semana, durante 30 minutos);
2. Optar por uma dieta que não traga gorduras e sim saude.
3. Não fumar (Há mas casos de Alzheimer entre fumadores do que entre pessoas que nunca fumaram);
4. Beber com moderação (Ingerir demasiadas bebidas alcoólicas pode lervar à perda de tecido cerebral, principalmente nas zonas responsáveis pela memória e pela interpretação visual);
5. Ter atenção à diabetes.