Pneumonia: saiba tudo sobre a doença



Pneumonia (Foto: Victor Almeida )
O que é pneumonia?

A pneumonia é uma infecção localizada no pulmão, órgão responsável por oxigenar o sangue e eliminar o gás carbônico do corpo. Na maioria dos casos, é provocada por bactérias ou vírus, mas os fungos também podem ser agentes causadores. Para entender a estrutura do pulmão, imagine uma árvore de cabeça para baixo: o tronco corresponde à traqueia, de onde saem dois galhos grandes, os brônquios, que dividem o lado direito e o esquerdo do pulmão. A partir deles, surge uma série de ramificações, que ficam cada vez mais finas, até chegar aos bronquíolos, que são as ramificações menores. Na ponta dos bronquíolos ficam os alvéolos, sacos microscópicos responsáveis pelas trocas gasosas. É nessa região que os agentes infecciosos da pneumonia se instalam, causando sintomas como febre acima de 38°C, tosse com catarro, dor torácica e falta de ar.
Como uma gripe vira pneumonia?

As crianças gripadas ficam mais vulneráveis, com menor capacidade de defesa do organismo. As bactérias se aproveitam da situação e podem se instalar causando uma pneumonia bacteriana. Quando há algum quadro de infecção, seja na garganta, nos seios da face ou no ouvido, a criança pode inspirar as secreções infectadas com pus e bactérias, que vão parar no pulmão. Se essas secreções contaminarem os alvéolos pulmonares, vira pneumonia, se ficarem nos brônquios, vira bronquite. Mas a pneumonia não começa necessariamente só com a gripe. Algumas crianças podem desenvolver a infecção assim que são atacadas por uma série de vírus, ou seja, pneumonia viral.
Como diferenciar uma gripe forte de pneumonia?

Preste atenção aos sintomas: na pneumonia, a febre é mais prolongada, o cansaço é maior e as tosses vêm acompanhadas de dor. Se a gripe for causada pelo vírus influenza, as chances de a doença atingir o pulmão são ainda maiores, pois ele é mais agressivo.
Qual faixa etária é mais suscetível à doença?

Gestantes e crianças no início da idade escolar são mais vulneráveis por causa da menor capacidade de reação do organismo a agentes infecciosos. Uma vez que a doença já tenha se instalado, é preciso evitar a transmissão para outras pessoas. Tome cuidado para não tossir nem espirrar sem cobrir o rosto, lave as mãos constantemente, não misture objetos como copos, talheres e toalhas com o de outros. Se o seu filho estiver doente, escola nem pensar.
O que fazer em casos de repetição?

Além de procurar atendimento médico, o principal é investigar a causa da reincidência: ver se há um quadro alérgico de base, alguma imunodeficiência, cardiopatias ou até refluxo gastroesofágico, que está associado a uma série de doenças pulmonares.
Qual é o tratamento mais adequado?

Para a bacteriana, quase sempre a base do tratamento são os antibióticos, já na viral, depende do tipo de vírus. Em ambos os casos, para aliviar os sintomas, medicações para baixar a febre e inalações para fluidificar as secreções podem ser indicadas. É importante realizar a higiene nasal à base de soluções salinas, manter repouso, ingerir bastante líquido e dispor de uma alimentação equilibrada.
Que complicações podem ocorrer?

Mesmo pneumonias tratadas adequadamente podem ter complicações. Uma delas é o derrame pleural, quando o líquido infectado sai do pulmão e vai para a pleura, membrana que envolve o pulmão. Quando isso acontece, esse líquido precisa ser drenado; se não for, a infecção tem chances de se espalhar pelo corpo e evoluir para uma sepse (infecção generalizada), que pode levar à morte. Entre outras complicações possíveis estão a formação de abscessos, que são acúmulos de pus, e bronquiectasias, um alargamento dos brônquios.
Qual a diferença entre pneumonia e broncopneumonia?

Cada pulmão é dividido em lobos pulmonares: há três do lado direito, que é maior, e dois do lado esquerdo. Na pneumonia, a infecção acomete um ou mais lobos do pulmão. Já na broncopneumonia, há diversos pedacinhos do pulmão infectados ao mesmo tempo. A diferença fica muito clara quando se observa um exame de raio X: se for pneumonia, a mancha branca que sinaliza infecção está concentrada, se for broncopneumonia, dá para enxergar vários floquinhos que parecem de algodão espalhados pelo pulmão. Além disso, a broncopneumonia geralmente é causada por bactérias mais comuns, por isso costuma ser mais branda. Já a pneumonia é mais grave, proveniente de bactérias normalmente mais resistentes.
Bebês prematuros estão mais expostos?

Os bebês que nascem prematuros são mais suscetíveis a vários problemas respiratórios, não apenas à pneumonia. Por ainda não terem terminado a formação de todo o aparelho respiratório, eles passam por uma aceleração forçada do desenvolvimento do pulmão, o que causa uma doença chamada de displasia bronco-pulmonar. Mesmo que a displasia não aconteça, a função pulmonar dos prematuros fica alterada durante toda a infância e pode ter consequências mais para frente, como enfisema pulmonar e uma fragilidade maior a doenças respiratórias.
Dá para prevenir?

As vacinas estão entre as medidas básicas de prevenção. A pneumocócica, que imuniza contra as bactérias do tipo pneumococos, já faz parte do calendário gratuito de vacinação da criança. Ela deve ser aplicada no segundo, no quarto e no sexto mês, com um reforço no 12º mês, e depois a cada cinco ou seis anos. A partir dos seis meses de vida, a criança também pode tomar a vacina de gripe, que deve ser dada na primeira vez em duas doses e, depois, tomada anualmente no outono. Manter as crianças longe do cigarro, sobretudo as alérgicas, arejar a casa (mesmo no inverno, é bom deixar as janelas abertas durante um período para que o ar circule) e lavar as mãos para evitar a contaminação com vírus e bactérias são cuidados simples e indispensáveis.

Saiba mais sobre a Displasia do Quadril


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A displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) representa um espectro de anormalidades no desenvolvimento dessa articulação que variam conforme a idade do paciente e vão desde defeitos autolimitados, sem consequência em longo prazo, até a luxação, que pode levar a deficiência permanente.1 Nos casos em que ocorre a luxação do quadril, o acetábulo apresenta deficiência no seu aspecto anterossuperior e mostra‐se espesso, raso e oblíquo.2 A etiologia é multifatorial com causas genéticas, hormonais e ambientais, mas acredita‐se que a causa primária seja a restrição dos movimentos do feto ou a hiperelasticidade da cápsula articular do quadril.
A incidência de DDQ com luxação é de cerca de um por mil nascidos vivos, mais prevalente em crianças com apresentação pélvica, do gênero feminino e com história familiar positiva de 12% a 33%.

A cabeça do osso fêmur, que deveria estar encaixadinha no osso do quadril, às vezes pode estar um pouco fora do lugar e, nos casos mais graves, estar mesmo fora do osso do quadril . Isto tem o nome de Luxação Congênita do Quadril.

O ideal é que o médico descubra isto o mais rápido possível, logo depois do nascimento. Por isso, na maternidade, todos os recém-nascidos são avaliados pelo médico pediatra que, ao notar qualquer coisa errada, encaminha o bebê para o médico ortopedista.

O tratamento muitas vezes é apenas a colocação de fralda dupla, mas pode ser necessário o uso de imobilizações mais rígidas ou até mesmo uma cirurgia corretiva nos casos mais graves.

Antibióticos x anti-inflamatórios: o uso e a indicação




Há dois tipos de remédios que podem fazer uma certa confusão na cabeça dos pacientes são os antibióticos e os anti-inflamatórios. Porém, eles tem objetivos diferentes e para serem usados de maneira correta precisam ser prescritos por um especialista. O consumo indiscriminado pode causar problemas no futuro.

Mas quais são esses objetivos que os fazem diferentes?

Geralmente, os antibióticos são usados para combater infecções causadas por bactérias, como pneumonia, meningites, faringite, cistite e outras tantas. Existem milhares de tipos distintos de bactérias Por isso, é comum que um antibiótico seja extremamente eficaz contra uma infecção urinária, mas totalmente inofensivo contra uma pneumonia.

Já o anti-inflamatório é utilizado para combater uma reação natural do nosso corpo, a inflamação. Caracterizada por quatro sinais (calor, rubor, dor e inchaço), a inflamação tem várias origens e acontece para proteger o
nosso organismo de algum tipo de agressão (trauma, processos alérgicos, microorganismos dentre outros).



Esse tipo de medicamento diminui os sinais/sintomas indesejáveis da reação de defesa do corpo e têm como características, além de diminuir os sinais de inflamação, o alívio da dor e da febre, que geralmente são causados por esse processo.

É importante saber que uma infecção sempre acarreta uma inflamação, mas uma inflamação nem sempre acarreta uma infecção. Os anti-inflamatórios diminuem os sintomas das inflamações, aliviando a dor e a febre. Já os antibióticos tratam essas inflamações (causada pela infecção) e os anti-inflamatórios para o tratamento de processos inflamatórios.

O uso indiscriminado do antibiótico e do anti-inflamatório podem ser prejudiciais a sua saúde. Enquanto o uso indiscriminado de antibióticos pode levar ao surgimento de bactérias resistentes que são mais difíceis de tratar, o do anti-inflamatório pode trazer inúmeros efeitos colaterais, como problemas renais ou em mucosas.

Procurar um profissional que prescreverá o medicamento adequado para a situação e obedecer a prescrição dos medicamentos, em horários e dosagens ai fazer o tratamento ser um sucesso.



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Como evitar dores por má circulação nas pernas



Com a chegada das férias, muitas pessoas programam viagens de longa distância, seja dentro do país ou até mesmo para o exterior. E é na hora de fazer as malas que é preciso pensar na "síndrome do viajante", como se convencionou chamar a trombose venosa profunda que pode ocorrer nas viagens.


Reprodução


Pouca gente sabe, mas as mortes em decorrência de trombose venosa profunda (TVP) são mais comuns do que se pensa. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), só nos Estados Unidos, 100 mil óbitos são registrados todos os anos. E, entre essas mortes, estão as vítimas de problemas circulatórios ocasionados em viagens de avião, ônibus ou trem. Apenas em 2012, 500 passageiros morreram durante voos em todo o mundo.

A incidência da trombose venosa profunda em pessoas que realizam viagens de longa duração ocorre principalmente por causa da estase do sangue pela dificuldade ou impossibilidade de andar ou se movimentar normalmente.

Ocorre com mais frequência em viajantes que têm fatores de risco individuais, ou também por outros fatores desencadeantes de risco, como desidratação, ingestão de álcool, obesidade e tabagismo.

A melhor maneira de evitar esse tipo de problema está no uso de meias de compressão, que ajudam a ativar a circulação no momento em que as pessoas estão paradas.

Dicas para evitar o problema

- Utilize meia de compressão;
- De duas em duas horas faça exercícios com os pés, para cima, para baixo e em círculos, proporcionando a movimentação da panturrilha;
- Caminhe cada duas horas pelo avião;
- Beba líquidos não alcoólicos antes e durante a viagem, mantendo assim uma boa hidratação;
- Use roupas confortáveis;
- Eleve os pés, sempre que possível.

Fatores de risco para o surgimento de problemas circulatórios

- Desidratação;
- Hereditariedade (histórico anterior de TVP);
- Ingestão de álcool;
- Obesidade;
- Pouco espaço para movimentação;
- Pressurização das cabines;
- Tabagismo.

Principais doenças e bactérias causadoras


Muitos tipos de bactérias ao se instalarem no corpo humano podem provocar doenças. Estas bactérias podem penetrar no corpo humano de diversas maneiras (cortes no corpo, picada de insetos, alimentos contaminados, ar e água). 

Principais doenças e bactérias causadoras

- Tuberculose Pulmonar: bacilo Mycobacterium tuberculosis.

- Hanseníase (lepra):  bacilo de Hansen (Mycobacterium lepra).

- Difteria:  bacilo diftérico.

- Coqueluche (pertússis): bactéria Bordetella pertussis

- Doença de Whipple: bactéria Tropheryma whipplei.

- Pneumonia bacteriana:  bactéria Streptococcus pneumoniae.

- Escarlatina:  Streptococcus pyogenes.

- Tétano: bacilo do tétano (Clostridium tetani)

- Tularemia: causada pela bactéria Francisella tularensis

- Leptospirose:  Leptospira interrogans.

- Tracoma:  Chlamydia trachomatis.

- Gonorréia: bactéria Neisseria gonorrhoeae

- Doença de Lyme: causada pela bactéria Borrelia burgdorferi

- Sífilis:  bactéria Treponema pallidum.

- Carbúnculo (antraz): bactéria Bacillus anthracis

- Febre Maculosa: bactéria: Rickettsia rickettsii

- Meningite meningocócica: bactéria chamada de meningococo.

- Cólera:  bactéria Vibrio cholerae

- Febre tifóide:  Salmonella typhi

Exames simples previnem doença renal



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A doença renal crônica é um problema de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que existam 10 milhões de pessoas com doença renal e, o mais preocupante, no estágio severo, esse índice cresce cerca de 8% ao ano. Os motivos são o aumento de importantes grupos de risco: hipertensos, diabéticos e idosos, além do tabagismo, sedentarismo, alimentação incorreta. São 100 mil brasileiros no estágio avançado da doença, fazendo diálise no país e o problema é que 75% dos que começam o tratamento de substituição da função renal sequer sabiam que estavam doentes.

Essa "surpresa" acontece porque os sintomas, geralmente, só aparecem nos estágios mais avançados da doença, quando já é necessária a ajuda de uma máquina de diálise ou de um transplante de rim para o paciente sobreviver. No entanto, a triagem diagnóstica precoce é muito simples e deve ser feita ao menos uma vez por ano. Um exame de urina (com dosagem de albumina) e outro de sangue (com dosagem de creatinina) são suficientes para analisar a taxa de função e a presença de dano renal. O diagnóstico precoce possibilita a adoção de medidas de proteção renal, evitando ou retardando a perda da função do órgão.

Quando houver sinais de alteração renal, familiares com doença renal, hipertensão ou diabetes há vários anos, cálculos ou cistos renais, infecções urinárias de repetição, urina muito espumosa ou escura, inchaço nas mãos, nos pés ou nos olhos e dor lombar independente de movimentos, é preciso procurar um nefrologista.

Alguns cuidados simples devem fazer parte da rotina de qualquer pessoa: controlar bem a pressão arterial e o diabetes, fazer atividade física regularmente, manter o peso adequado, ter uma alimentação saudável, beber bastante água, não fumar e só usar remédios com orientação médica.

Saiba mais sobre o TOC


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Quatro milhões de brasileiros sofrem com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), doença que pode fazer com que percam a qualidade de vida, já que obriga a repetir rituais sem sentido, como lavar as mãos por horas seguidas, mas que aliviam a ansiedade gerada pela condição. No entanto, não são todos que têm manias que também têm TOC. Há diferença entre apenas uma mania simples e a doença.

É considerado TOC quando a pessoa apresenta sintomas que ultrapassam o limite da normalidade e atrapalham o dia a dia. Fora isso, é mania, que não é doença", explica o médico. A presença de pensamentos e comportamentos repetitivos e que duram em média uma hora por dia é sinal de alerta. A pessoa percebe que está com pensamentos exagerados, mas tenta se livrar deles e não consegue.

Há casos de TOC em que o paciente dá banho no cachorro de estimação cerca de 10 vezes por dia, por pânico de contaminação.

Um exemplo que ele dá é uma pessoa com TOC que lava as mãos. Ela pensa que não só a mão está suja, mas o sabonete também. E lava o sabonete. Mas também pensa que a torneira está suja, portanto precisa lavar a torneira, depois o sabonete, e depois as mãos. Depois enxuga e começa tudo de novo.

Outro exemplo são aquelas pessoas que precisam pisar com o pé direito assim que levantam da cama. Se pisam com o esquerdo, sofrem, deitam de novo, esperam um pouco e começam tudo de novo, para pisar com o pé certo.

Além dos pensamentos intrusivos, se a pessoa não obedecer a eles, isso gera uma ansiedade descontrolada e a ideia de que se não realizar todos os rituais, algo muito ruim irá acontecer, como a morte de alguém na família.

A pessoa torna-se escrava de si mesma, por isso é importante buscar ajuda.

De origem biológica e genética, há também grande influência ambiental para o surgimento dos sintomas. Existem algumas pessoas que são educadas a serem obsessivas, a terem manias, isso depende muito da educação dada pelos pais.

Quem identifica que pensamentos intrusivos fazem parte do dia a dia deve procurar um psiquiatra, que fará o diagnóstico de mania ou de TOC. Quem tem apenas manias e gostaria de se livrar delas, um acompanhamento psicológico já pode resolver o problema. No caso do TOC, a ansiedade gerada por não obedecer aos rituais pode se tornar insuportável, então os psiquiatras também receitam medicações para deixar a pessoa menos ansiosa.

Além disso, quem tem TOC também deve fazer psicoterapia, para aprender a controlar os impulsos e viver melhor.


Mitos e verdades sobre a AIDS



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Ontem foi o ia Internacional da Luta Contra a AIDS. Mesmo com toda a quantidade de informação disponível sobre a doença ainda existem muitas dúvidas. Confira algumas:

O diagnóstico precoce e tratamento adequado permitem uma qualidade de vida semelhante a de uma pessoa sem o vírus

Verdade

Apesar de precisar tomar medicamento de forma contínua, o soropositivo consegue levar uma vida bem parecida com a de uma pessoa sem a doença se identificar o vírus precocemente e fazer o tratamento com disciplina.

É possível pegar AIDS pelo sexo oral

Verdade

Embora o risco seja menor do que com o sexo por penetração, é possível contrair o HIV pelo sexo oral. Aliás, qualquer interação sexual pode transmitir o vírus. Por isso, o uso de camisinha é indispensável em qualquer prática.

Compartilhar copos e talheres pode fazer você contrair o vírus

Mito

Copos, pratos, talheres e outros objetos que não tenham contato com líquidos pessoais da pessoa contaminada podem ser compartilhados sem medo.

A AIDS pode levar à morte

Verdade

Se não for tratada ou se for diagnosticada muito tarde, a AIDS deixa o portador com o sistema imunológico muito prejudicado. Nesses casos as doenças que aparecem por essa fragilidade podem ser fatais.

AIDS e HIV são a mesma coisa

Mito

HIV é o nome do vírus sexualmente transmissível que faz do portador alguém soropositivo. Já a AIDS é a doença, ou seja, a condição fisiológica que pode se desenvolver em pacientes soropositivos.

10 dicas para manter a pressão arterial sob controle



Quem sofre de hipertensão não deve descuidar da saúde, é preciso muita atenção para que a pressão arterial não saia de controle. Praticar exercícios com moderação, ter uma alimentação balanceada e não exagerar no consumo de sal são alguns dos cuidados necessários.

Mas apenas os três cuidados citados acima podem não bastar para controlar a pressão arterial de quem já tem hipertensão. Para não ter surpresas na hora da medição e proteger as artérias do coração é preciso também aumentar ingestão de frutas, verduras e legumes. O ConsultaClick destacou 10 dicas para te ajudar neste desafio.

1 Relaxe!

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Tente evitar situações que sobrecarreguem seu estado físico ou emocional, caso contrário o estresse pode piorar o quadro de hipertensão ou gerar outras doenças do coração. Inclua mais lazer na sua rotina, ouça sua música favorita, leia um bom livro ou passe mais tempo com seus amigos.

2 Dieta saudável

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Escolha com cuidado os alimentos que irão compor seu prato. Inclua maiores porções de frutas, verduras e legumes à sua dieta e dê preferência às carnes magras.  Converse com seu cardiologista sobre a melhor dieta para o seu caso. Um nutricionista também pode auxiliá-la com o desafio de se alimentar melhor.

3 Reduza o consumo de sal

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O sal é um dos maiores inimigos do coração. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os brasileiros consomem duas vezes mais sal que o recomendado. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou uma pesquisa sobre o assunto. O resultado apontou que 70% do sal consumido no Brasil é colocado no prato pelo próprio consumidor. Não leve o saleiro à mesa, clique aqui para saber como substituir o sal de cozinha.

4 Pare de fumar

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O tabaco, assim como todas as substâncias tóxicas presentes no cigarro, é capaz de elevar a pressão arterial. Superar o vício e parar de fumar é essencial para ter uma boa saúde. Além de aumentar as chances de doença do coração, o cigarro compromete o funcionamento de todo o organismo.

5 Faça exercícios

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Atividade física moderada, principalmente caminhadas e outros exercícios aeróbicos, melhora o sistema pulmonar e cardiovascular. Evite se exercitar sem antes consultar seu médico para saber o tipo de exercício, a quantidade e a frequência ideal para você. A avaliação de um profissional é essencial para evitar lesões e outros danos à saúde.

6 Mantenha o peso ideal

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Pessoas acima do peso têm um risco maior de sofrer com doenças do coração. O sobrepeso exige que o coração se esforce mais para bombear o sangue. Como qualquer outro músculo, a sobrecarga faz com que o coração cresça.

7 Medicação

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Quem tem hipertensão deve consultar um cardiologista com regularidade. Caso o especialista receite medicamentos, eles devem ser tomados corretamente. Existe uma variedade enorme de remédios para hipertensão, é preciso uma avaliação médica para saber qual é o melhor para você. Nunca se automedique. Lembre-se: o tratamento prescrito para sua amiga pode ser perigoso para você.

8 Consultas médicas

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Avaliações periódicas também são recomendadas. Mesmo quem não tem o diagnóstico de hipertensão deve se cuidar. Consultas médicas regulares são capazes de detectar anormalidades ainda na fase inicial, isso ajuda muito no controle da doença.

9 Evite bebidas alcoólicas

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Modere o consumo de  bebidas alcoólicas , o álcool pode elevar a pressão. Principalmente quem toma medicamentos deve evitar as bebidas.

10 Verifique a pressão

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Medir a pressão arterial é a maneira mais fácil de detectar a hipertensão. Pessoas de todas as idades devem verificar os níveis, pelo menos, uma vez ao ano. O diagnóstico precoce é importante para o controle da doença.