10 doenças mais comuns que são herdadas geneticamente



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Várias doenças só serão desenvolvidas se a pessoa estiver sujeita a outros fatores. Por exemplo, um filho de pais hipertensos terá suas chances de desenvolver a doença multiplicadas se ele for sedentário, consumir sal em excesso e tiver uma má alimentação.

Veja as 10 doenças hereditárias mais comuns:

  • 1 - Hemofilia A

    Essa doença caracteriza-se pela desordem no mecanismo da coagulação do sangue. Os sintomas dessa doença são o aparecimento de hematomas, hemartroses (sangramentos nas articulações), sangramentos intracranianos.

    As mulheres são as portadoras do gene causador da doença, mas geralmente não a desenvolvem. Ela poderá se manifestará no filho (do sexo masculino).

  • 2 - Câncer

    O câncer é uma doença procedente da interação entre fatores ambientais – como tabagismo, infecções, maus hábitos alimentares, exposição solar, etc. – e genéticos. Alguns cânceres estão fortemente relacionados a fatores ambientais, como o câncer de pulmão e o de pele. Em outros, como o câncer de mama e o de cólon, o fator hereditário pode ter um peso maior. Estima-se que 10% dos tumores malignos sejam hereditários.

    Se o indivíduo tiver predisposição genética, ele deve procurar um oncologista para um acompanhamento. Ele realizará exames de prevenção periódicos. Quando um tumor maligno for diagnosticado em fases iniciais, as chances de cura são grandes.

  • 3 - Depressão

    Segundo o site PsiqWeb, "Existem vários estados psicopatológicos com inegáveis componentes hereditários e/ou familiares. A transmissão genética diz respeito à probabilidade e não a certezas .(...) Quanto maior o número de antecedentes deprimidos entre familiares, maior será a probabilidade de desenvolver uma Depressão de natureza constitucional. Há uma significativa porcentagem de filhos de pais deprimidos que desenvolve a doença e, mais marcante ainda, uma expressiva porcentagem quando os dois pais são deprimidos, mesmo que o filho tenha sido criado por outra família não deprimida".

    Para esclarecer melhor, lemos no site Stanford School of Medicine o seguinte: "ninguém simplesmente 'herda' a depressão de sua mãe ou pai. Cada pessoa herda uma combinação única de genes de sua mãe e pai, e certas combinações podem predispor a uma doença específica."

  • 4 - Fibrose cística

    É uma doença genética transmitida pelo pai e pela mãe (apesar de a doença não se manifestar em nenhum dos dois), que afeta, na mesma proporção, homens e mulheres. Ela compromete o funcionamento do aparelho digestivo, do respiratório e das glândulas sudoríparas.

    Em torno de 20% da população são portadores do gene da fibrose cística, porém não apresentam sintomas. Ela pode ser diagnosticada precocemente através do teste do pezinho.

  • 5 - Hemorroidas

    As hemorroidas ou varizes acometem pessoas em qualquer idade, porém são mais comuns à medida que a pessoa envelhece. Embora uma pessoa que mantém uma dieta pobre em fibras e leva uma vida sedentária esteja mais sujeita a desenvolver a doença, "_pelo menos parte do risco de hemorroidas é genética (hereditária)",_acreditam os médicos.

  • 6 - Daltonismo

    É um distúrbio visual cujo portador é incapaz de diferenciar todas as cores ou algumas delas. Sua transmissão ocorre, em suma, da seguinte forma: se a mãe ou o pai for daltônico, 50% dos filhos herdarão o distúrbio. Se ambos tiverem a doença, todos os filhos também terão.

  • 7 - Obesidade

    É considerada obesa a pessoa que apresenta o IMC acima de 30. Uma pessoa com obesidade tende a apresentar outras doenças e fatores de risco que representam ameaça à sua vida.

    Estudos mostram que "entre 40% e 70% da variação no fenótipo associado à obesidade tem um caráter hereditário". Neste caso, a genética pode manifestar-se no gasto calórico ou na alteração do apetite. Outras pesquisas mostram que os filhos de mulheres que seguiram uma dieta de baixa caloria durante a gravidez tendem a se tornar adultos obesos.

  • 8 - Diabetes

    Segundo a Associação Americana de Diabetes, as chances de uma criança herdar a diabetes do tipo 1 do pai é de 5,9%. A criança cuja mãe deu-lhe à luz até os 25 anos terá 4% de chance de herdar a diabetes tipo 1, ou 1% se nasceu quando a mãe tinha mais de 25 anos. As chances de uma criança herdar diabetes tipo 2 dos pais são de 14,3%. Alguns médicos acreditam que as chances aumentam, caso a mãe tenha a doença. Quando o casal tem diabetes tipo 2, as chances de herdar a doença são de 50%.

  • 9 - Cardiopatias

    A maior parte das cardiopatias congênitas são, em maior ou menor grau, de origem genéticas. No entanto, a probabilidade de se herdar as doenças é bem pequena, a não ser em alguns casos como na cardiomiopatia hipertrófica, em que as chances de herdar a doença é de 50%.

  • 10 - Hipertensão arterial

    Uma pessoa com caso de hipertensão arterial na família tem as chances de desenvolver a doença aumentadas para 30 - 60%.

    Apesar das altas chances dos genes dessas e de outras doenças serem transmitidas de uma geração para outra, várias precauções podem ser tomadas a fim de evitar que tais doenças se manifestem. Uma boa alimentação, exames preventivos, exercícios físicos, entre outros cuidados, podem ajudar na maioria dos casos.

O primeiro antibiótico do meu filho: 5 dicas para o uso ser um sucesso



Tosse, dor de ouvido, nariz escorrendo... para que foi a primeira vez que você usou um antibiótico no seu filho? Teve um bom resultado e solucionou o problema? Não?

Dentre as muitas questões que envolvem o uso de antibióticos em crianças, a principal delas é ser prescrita por um pediatria que avalie os sintomas do seu filho. Pode acreditar que ele sabe, exatamente, qual a medicação a ser usada para a melhora dos sintomas e cura. Embora tenha pessoas que acreditam que o uso do antibiótico pode prejudicar o desenvolvimento da criança, alterar a imunidade, prejudicar os dentes, entre outros receios, o uso correto do antibiótico previne isso tudo. Simplesmente porque 'ataca' o que está causando todo o mal. E usado da forma certa, respeitando a prescrição, obedecendo intervalos e dosagem, não há como o antibiótico prescrito não funcionar.

Pensando nisso, separei cinco dicas para que o uso do primeiro antibiótico no seu filho seja um sucesso:

- Procure o pediatria, fale sobre os sintomas e deixe que o médico faça a avaliação correta do seu filho.

- Siga as recomendações do pediatra, no que diz respeito ao antibiótico, a dosagem e o intervalo entre as doses. O respeito a receita é a parte mais importante do tratamento!

- Não dê o medicamento por conta própria, porque funcionou no filho da vizinha. Fazer isso oferece dois riscos: o de fazer mal e o de não resolver o problema.

- Remédios naturais, xaropes combatem somente os sintomas na maioria das vezes.

- Depois de tomar o antibiótico, não pare o tratamento do seu filho pela metade, mesmo que já tenha acontecido a melhora do quadro. É preciso ter a certeza de que todas as bactérias foram mesmo eliminadas, senão elas voltam a se multiplicar e o processo se reinicia.




É importante lembrar que cada tipo de antibiótico que é dado ao seu filho, aumenta a probabilidade das bactérias se tornarem resistentes ao medicamento. Por isso, o uso tem que ser certeiro e recomendado por quem entende, que é o pediatra, o médico ou outros profissionais de saúde habilitados a prescrever.

Para prevenir, alimente seu filho adequadamente e cuide da higiene ao redor. A alimentação adequada garante nutrientes que permitem o pleno desenvolvimento da criança e de seu sistema imunológico e a higiene é fundamental, com banhos diários, casa, brinquedos e mãos sempre bem limpos.

O sucesso do tratamento depende de você!



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O Hipertiroidismo, suas causas e seus sintomas


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Hipertireoidismo, ou hipertiroidismo, é uma doença da glândula tireóide, na qual a glândula produz hormônios tireoidianos em excesso: tetraiodotironina (T4), triiodotironina (T3) ou ambos. Esse excesso de hormônios resulta no aceleramento das funções do organismo e muito mais comum ocorrer em mulheres.

Existem diversas causas para essa disfunção. Estão entre elas:
  • Nódulos na tireóide,
  • Doença de Graves;
  • Tireoidite;
  • Elevada ingestão de iodo;
  • Aumento dos hormônios tireoidianos como consequência de medicamentos;
  • Raramente devido a tumores benignos na glândula pituitária.
Os indícios geralmente manifestados pelo doente são ansiedade e irritabilidade, cansaço, taquicardia, insónias e falta de ar. Entre os diferentes sintomas apresentados pelos pacientes com hipertireoidismo estão:
  • Sudorese,
  • Intolerância ao calor;
  • Fome excessiva;
  • Aumento do ritmo intestinal;
  • Tremores;
  • Palpitações;
  • Emagrecimento;
  • Unhas e cabelos quebradiços.
O hipertiroidismo pode ser controlado através de tratamento recorrendo a medicamentos que fazem com que a Tiroide pare de produzir hormonas tiroideias. Um dos tratamentos comuns é através de radio iodo que destrói o tecido da Tiroide, ou também a cirurgia para a remoção total ou parcial da Tiroide.


Doença de Huntington: conceito e sintomas





A Doença de Huntington (DH) é uma desordem hereditária do cérebro que afeta pessoas de todas as raças em todo mundo. Se um dos pais possui Huntington, o filho terá 50% de chance de adquirir o gene da doença. Caso ele tenha o gene, em algum momento da vida a doença se desenvolverá, e o gene também será passado para os filhos dele. Mas se ele não tiver o gene, consequentemente, seus filhos também não o terão.

Há duas formas de Doença de Huntington.

  • A mais comum é a Doença de Huntington adulta. Pessoas com a forma adulta geralmente desenvolvem os sintomas na faixa dos 30 e dos 40 anos.
  • Já a forma juvenil da doença contabiliza um pequeno número de casos e começa na infância ou na adolescência.


Sintomas

Os sintomas são causados pela perda marcante de células em uma parte do cérebro denominada gânglios da base.

Mudanças de comportamento podem ocorrer antes que apareçam problemas de movimento e podem incluir distúrbios comportamentais, alucinações, irritabilidade, mau humor, inquietação ou Agitação, paranoia, psicose

Movimentos anormais e incomuns incluem os movimentos faciais, incluindo caretas, girar a cabeça para mudar a posição do olho, movimentos rápidos, repentinos, às vezes incontroláveis dos braços, pernas, rosto e outras partes do corpo, movimentos lentos e descontrolados e caminhar cambaleante

Demência que lentamente se agrava, com desorientação ou confusão, perda de discernimento, perda de memória, alterações na personalidade e alterações da fala.

Outros sintomas que podem estar associados a essa doença como ansiedade, estresse e tensão, dificuldade em engolir e comprometimento da fala


Saiba mais sobre o Escorbuto Infantil


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O escorbuto infantil é uma doença causada pela absorção inadequada de vitamina C (ácido ascórbico), geralmente devida à ingestão de fórmulas de leite de vaca, que têm uma carência desta vitamina e que requerem complementos.

Esta doença afeta normalmente as crianças entre os 6 e os 12 meses de idade. Os sintomas precoces incluem irritabilidade, falta de apetite e impossibilidade de aumentar o peso. A criança pode gritar ao mover-se e pode não mover as pernas devido à dor que a hemorragia provoca sob a fina camada de tecido que reveste os ossos. Em crianças maiores, a hemorragia pode ocorrer sob a pele e, além disso, podem sangrar facilmente as gengivas à volta dos dentes que estão a romper. O escorbuto pode provocar anomalias ósseas nas costelas e nos ossos longos das pernas, porque a vitamina C é necessária à formação do tecido conjuntivo (tecido que mantém unidas as estruturas do corpo). Nas costelas, as ligações entre a cartilagem e o osso dilatam-se, formando uma fileira de nódulos chamada rosário do escorbuto. Pode também provocar uma cura deficiente das feridas.

Uma dieta adequada em vitamina C pode prevenir o escorbuto. Os citrinos e os sumos de frutas constituem excelentes fontes desta vitamina. As crianças alimentadas com papa devem receber 35 mg de vitamina C por dia (equivalente a 65 g de sumo de laranja ou de limão). As mães que amamentam devem tomar 100 mg de vitamina C por dia por via oral. Para o tratamento do escorbuto, a criança deve ingerir diariamente entre 100 mg e 200 mg de vitamina C por via oral durante uma semana e 50 mg diários posteriormente.

10 doenças causadas pela falta de vitamina D


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Quem nunca ouviu alguém contar que está com falta de vitamina D? Pois é, o uso ininterrupto do protetor solar tem protegido a pele, mas deixado o organismo orfão da vitamina que ajuda na saúde dos ossos e até no bom funcionamento da mente.

Isso porque a vitamina D só é absorvida adequadamente com a exposição da pele direto ao sol, completamente livre de outras barreiras. Especialistas recomendam que haja uma exposição sem protetor solar por 15 minutos diariamente, fora dos horários de sol a pino (o ideal é se expor até as 10h e depois das 17h).

Com isso, o corpo conseguirá sintetizar a vitamina essencial para a manutenção do corpo humano e o desenvolvimento de um novo, no caso da gravidez.

E lembre-se, o 'sol em gotas', como é apelidado a suplementação de vitamina D só deve ser consumido sob orientação médica, pois, assim como a carência, o excesso dessa vitamina pode gerar problemas sérios.

Conheça 10 problemas causados pela falta de vitamina D:

1-Asma: estudos demonstraram que a baixa taxa de vitamina D no organismo pode levar à asma.

2-Artrite reumatoide: estudos demonstraram que a falta de vitamina D é fator de risco

3-Autismo: um estudo sueco descobriu que a falta de vitamina D está ligada ao nascimento de crianças com autismo

4-.Pressão alta: até para controlar a famigerada hipertensão a vitamina que vem do sol é importante

5-Osteoporose: a falta de vitamina D está ligada à osteoporose em idosos

6-.Fraqueza muscular: os músculos precisam da vitamina para desempenhar suas funções. Com a falta delas, a fraqueza toma conta

7-Esquizofrenia: bebês que nasceram com baixa dose de vitamina D têm duas vezes mais chance de desenvolver esquizofrenia, mostrou um estudo australiano.

8-Depressão: a falta da vitamina D durante a adolescência pode levar à depressão.

9-Problemas cardiovasculares: quantidade insuficiente de vitamina D está ligada ao risco dobrado de doenças do coração, mostrou um estudo americano.

10-Fragilidade óssea, como a osteomalácia e o raquitismo.

Respeite sua Receita e tenha sucesso no seu tratamento




Olá pessoal!

Hoje falaremos do que pode levar o tratamento com antibióticos não ter um resultado esperado, os perigos de não seguir a prescrição de uma receita médica, trocando a orientação do medicamento por indicação de alguém e o quanto isso pode influenciar no sucesso do tratamento.

Embora seja algo que não deva acontecer, a troca de medicamentos de uma receita é mais comum do que a gente imagina. É difícil encontrar uma pessoa que não tenha mudado o medicamento no balcão da farmácia. São vários os motivos dessa troca: o preço do medicamento prescrito pelo médico, falta do medicamento na farmácia, falta da dosagem certa do medicamento, indicação de alguém para outro medicamento dentre outros. Além disso, é muito comum que as pessoas troquem os tipos de medicação sem conhecer as diferenças entre os de referência, genéricos e similares. Os medicamentos de referência recebem exclusividade pelo grande investimento em pesquisa, já os genéricos possuem composição química que só passa por testes e os medicamentos similares são apenas cópias dos medicamentos de referência. Semana passada, inclusive, aconteceu comigo. Fui comprar um medicamento para minha mãe e como é um medicamento novo no mercado, não tinha na farmácia. O medicamento parecido foi oferecido e recusado. É importante saber (MESMO!) que a troca de medicamento pode não ser eficaz e, se essa troca ocorre, pode trazer danos à saúde do paciente além da ineficiência do tratamento. Você quer tomar um remédio para não ficar curado(a) do problema que tem?
http://bit.ly/1pR8sfy

Quando um médico (ou profissional de saúde) prescreve o antibiótico X para a gente, ele sabe o que esse paciente precisa para ter o sucesso no tratamento. Não é a toa que a dosagem e o intervalo de uso são prescritos na receita médica. Não é a toa que o antibiótico x é utilizado. Temos que saber que cada antibiótico é especifico para cada doença. O antibiótico só pode ser comprado com retenção de receita, mas, mesmo assim, se há alguma tentativa o prejuízo pode ser imenso. E esse prejuizo pode vir com o agravamento dos sintomas, já que não é o um antibiótico especifico para a doença que a pessoa tem além do "cultivo" a superbactérias, que vão ficando resistentes a antibióticos que não a combatem.

Respeitar a receita, não mudando a dosagem de qualquer medicamento, a forma de tomá-lo (intervalo) e é o ponto de partida para o sucesso do tratamento. E o sucesso do tratamento depende de você!


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Cuidados na Gravidez e na depressão pós-parto




A gravidez é um período especial e delicado na vida de uma mulher, que requer muitos cuidados para garantir que a mãe e o bebê sigam saudáveis até o dia do parto. Mas, mesmo sendo uma fase de oscilações hormonais, desejos, alegrias e alguns desconfortos, gravidez não é doença, ainda que muita gente pense que sim. Toda a gestante deve fazer um acompanhamento adequado, frequentando as consultas periódicas e seguindo as orientações médicas. É o médico quem pode orientá-la sobre o que pode e o que não pode ser feito durante a gestação.

As principais precauções passam pela alimentação e restrições em relação ao uso de medicamentos e substâncias químicas."A alimentação deve ser dividida em várias pequenas refeições durante o dia, evitando a ingestão de gorduras, frituras e alimentos industrializados. No primeiro trimestre, alimentos leves e frios costumam ser melhor aceitos por quem enfrenta enjoo e mal-estar. Já os medicamentos só podem ser usados sob prescrição médica, para evitar o risco de má-formação nos bebês.

A gestante pode dirigir (sem esquecer do cinto de segurança), usar cosméticos e produtos de beleza (exceto tintas de cabelo à base de chumbo, escova progressiva e tratamentos químicos mais intensos), pode manter atividade sexual desde que se sinta confortável e pode fazer exercícios físicos adequados para sua condição.

Para manter o corpo saudável, muitas grávidas seguem praticando exercícios durante a gestação. Isto fortalece os músculos e pode, inclusive, ajudar na hora do parto.

A maternidade representa um momento especial para as mulheres, mas, no pós-parto, cerca de 10% delas sofrem de depressão, conforme dados do Royal College of Midwives, do Reino Unido. Pessoalmente, acho que este número pode ser maior. E, mais do que isso: muitas mulheres com filhos de menos de um ano de idade já me disseram ter sofrido de alguma maneira com esta doença.

Mas ficar um pouco triste ou nervosa é nada perto da depressão pós-parto. Ela é muito mais séria do que isso. A depressão significa dificuldades até para atender o bebê. Ou seja, o que parecia ser um prazer, aos poucos, começa a parecer um fardo, e a vida de certas mulheres chega a ficar paralisada.

E daí vem aquele enorme sentimento de ansiedade, tristeza, insegurança, sensação de que não vale a pena viver e outros sentimentos muito desagradáveis. Claro que, com tudo isso, a libido também some, o que pode potencializar ainda mais a sensação de perda e fracasso.

Os especialistas ainda não sabem exatamente por que certas mulheres ficam deprimidas e outras não. Fato é que muitas já apresentam tendências depressivas antes da gravidez ou têm histórico familiar da doença. Por isto, o pré-natal é tão importante, identificando e tratando cedo possíveis sinais da depressão.

Se você experimentar alguns destes sentimentos, não seja dura com você mesma. Você está doente e precisa de tempo e espaço para se recuperar. Afinal, a gravidez e o pós-parto representam enorme mudança na vida da mulher. Por isto, fique atenta e procure ajuda com especialista.