5 motivos que causam o mau hálito


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A halitose, nome científico do desagradável mau hálito, é o odor lançado pelos pulmões. Geralmente, é percebido primeiramente por outras pessoas e não por quem possui o sintoma. Os motivos podem ser de caráter salivar, como a formação de saburra (placa esbranquiçada que se forma na língua), e periodontais, que estão ligados à gengiva.

A halitose crônica é consequência de outras patologias e apenas algumas causas são fisiológicas, sendo assim momentâneas, como o mau hálito matinal, que é comum e acontece devido à diminuição do fluxo salivar que ocorre no período do sono.

O portador que desconfia do mau cheiro, ou é alertado por alguém, deve fazer um teste para descobrir a causa do problema e tratá-lo. Os maus cuidados com a higiene bucal, que deixam restos de alimentos entre os dentes ou recessos atrás da tonsila, e a parte digestiva também são culpados.

Veja abaixo alguns dos motivos que podem causar o mal hálito:

Problemas gástricos

O bom funcionamento do estômago e do intestino é essencial para a digestão adequada dos alimentos. Quando não trabalham perfeitamente, podem causar o refluxo gastroesofágico, popularmente conhecido como azia, que é um dos principais causadores da halitose. A gastrite também pode surgir, trata-se de uma doença inflamatória que agride a camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, denominada mucosa gástrica. Para o tratamento de ambas, é necessário que o médico avalie a causa exata, porém o paciente pode corrigir os hábitos alimentares, evitar utilizar medicações como a aspirina, bebidas alcoólicas e o uso de cigarro.

Insuficiência renal

Ocorre quando os rins perdem a capacidade de realizar as funções básicas. Pode ser aguda, fazendo com que a função renal desapareça subitamente, ou crônica, quando o processo ocorre progressiva e lentamente. Os gases formados nos rins, que são voláteis, acabam sendo absorvidos e caem na corrente sanguínea. Logo após, são liberados pela respiração e dão origem ao mau hálito. Para o tratamento, é recomendada a desobstrução da saída da urina, portanto, não deixe de procurar um médico nefrologista.

Insuficiência hepática

A insuficiência hepática surge como consequência de perturbações sofridas pelo fígado, como a cirrose ou a hepatite viral. Uma enorme parcela do órgão é afetada e a pessoa passa a ter alterações cerebrais, cansaço, náuseas e odor bucal. Os gases que estão no fígado são absorvidos, mas não são metabolizados e caem na corrente sanguínea, sendo liberados pelo hálito. O tratamento dependerá do diagnóstico de causas expecíficas, mas recomenda-se uma dieta rigorosa, com ingestão de sódio e proteína controlada, além da proibição absoluta do consumo de bebidas alcoólicas. Se não tratada a tempo, e corretamente, pode ser fatal.

Estresse

A agitação e a ausência de uma rotina equilibrada também contribuem para a aparição da halitose. Caso o paciente possua redução do fluxo salivar — hipossalivação ou hipossialia — ou alterações da qualidade de saliva com um nível de estresse elevado, irá liberar muita adrenalina, o que gera diminuição de saliva. Além disso, na medida em que a pessoa estressada costuma respirar com a boca aberta, comer mais rápido e fazer sua higiene pessoal com menos tempo, abre-se espaço para que o mau hálito apareça.

Sinusite

Uma das principais causas é a sinusite, doença que tem base infecciosa ou inflamatória e atinge a região nasal, provocando fortes dores de cabeça, espirros, corrimento nasal e mau cheiro na boca. Ocorre um gotejamento de secreções procedentes dos seios da face e, uma vez que são ricas em proteína, essas secreções passam por trás da faringe e das papilas da boca , alimentam as bactérias e originam o mau hálito. Para tratar a doença, deve-se procurar um médico e pode ser necessário uso de antibióticos como maneira de controlar a infecção e evitar desconfortos.

Conheça mais os motivos das dores nas pernas


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As dores nas pernas são comuns em todas as faixas etárias. Elas podem ocorrer por excesso de esforço, problemas locais ou doenças sistêmicas. Confira abaixo quais são alguns dos motivos que causam as dores nas pernas:

Neuropatia periférica

Algumas doenças, como o diabetes e aids, e o tratamento de algumas delas podem provocar alterações funcionais e estruturais do sistema nervoso periférico, que é constituído por nervos e gânglios cuja função é conectar diversas partes do corpo ao sistema nervoso central (também afetado por essas patologias). Quando essas vias são afetadas, o paciente sente dor intensa e contínua nas pernas, geralmente associada à sensação de formigamento e cansaço. A dor neuropática também ocorre por disfunções hereditárias, exposição a substâncias tóxicas, abuso no consumo de bebidas alcoólicas e deficiências nutricionais. É controlada por medicamentos e pelo tratamento da patologia.

Cãibra

A dor é resultado de uma fadiga muscular causada por uma forte e longa exigência física. É comum em pessoas que praticam algum esporte, que iniciam a atividade sem alongamento ou que têm a musculatura pouco preparada para um exercício mais intenso. As cãibras também podem ser provocadas pela desidratação, fator que diminui a taxa de alguns minerais importantes, como potássio, cálcio, sódio e magnésio. O mesmo processo ocorre com pessoas que utilizam medicamentos diuréticos. O desconforto deve ser tratado com repouso e adaptação dos medicamentos em uso. Pessoas que fazem atividades físicas devem manter-se hidratadas e priorizar uma dieta que reponha os minerais perdidos.

Inflamação nas articulações

Um indivíduo que tem as articulações inflamadas pode sofrer de dores nas pernas em decorrência do esforço intenso que ele realiza para poupar suas juntas acometidas durante a execução de alguns movimentos. Tal conduta provoca fadiga muscular e a perda da força. O tratamento é realizado por medicamentos anti-inflamatórios. A terapia consiste também no trabalho associado para o fortalecimento muscular e de recuperação dos movimentos por meio da fisioterapia. As dores nas articulações são provocadas por lesões e doenças autoimunes (como a artrite reumatoide) e infecciosas. Podem ocorrer em qualquer idade, porém são mais comuns entre adultos e idosos.

Mialgia ou dor muscular

Causado por algum tipo de esforço físico acima da capacidade do indivíduo — de qualquer faixa etária. Também ocorre pela repetição de exercícios intensos, como em séries de musculação da perna executadas sem o intervalo mínimo de recuperação e descanso. Pessoas sedentárias podem ter episódios de mialgia. Como esses indivíduos têm a capacidade física limitada, qualquer esforço acima do normal desencadearia o desconforto. Quadros persistentes e sem cuidado especializado podem provocar processos inflamatórios, como tendinites e bursites. Inicialmente, o tratamento consiste em repouso da musculatura. A fisioterapia é indicada para mialgias persistentes com o objetivo de atenuar as dores e reabilitar os movimentos normais das pernas. A recuperação total consiste na ausência do sintoma em repouso e durante o movimento.

Problemas circulatórios

Comum em mulheres a partir dos 40 anos, geralment surgem associados às varizes nas pernas — veias que se tornam mais aparentes na parte posterior da perna e do joelho. Esses vasos sanguíneos podem apresentar inflamação, quadro denominado como flebite. Pele avermelhada (eritema), aquecimento da perna, inchaço, endurecimento e sensação de queimação ao longo das veias são outros sintomas associados. O tratamento medicamentoso é feito apenas com orientação médica. Pessoas com histórico familiar devem evitar ficar em pé ou sentadas por muito tempo e fazer exercícios pesados. Atividades físicas beneficiam a circulação sanguínea.

Relacionada à coluna

A compressão de nervos localizados na coluna lombar por uma hérnia de disco causa uma dor na região que se irradia para os membros inferiores. Pode ser limitante conforme o grau de compressão. Cansaço da perna, sensação de formigamento e perda de sensibilidade são sintomas associados. Ocorre principalmente na idade adulta e se relaciona com postura inadequada, obesidade e sedentarismo. O tratamento é feito com repouso e por terapias físicas e reeducação postural. Analgésicos e relaxantes musculares são prescritos para cessar ou atenuar casos de dores intensas.

Saiba mais sobre a Síndrome do Impacto do Ombro


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É uma síndrome dolorosa do ombro acompanhada por alteração na mobilidade local, sendo caracterizada por uma tendinite, geralmente, do tendão do supra-espinhoso e bursa subacromial, com lesão parcial ou total deste ou de outros tendões. Fenômeno de impacto entre a grande tuberosidade do úmero contra acrômio - o arco acromial.

Estruturas comumente afeta-das:

- Manguito rotador;

- Cabeça longa do bíceps;

- Bursa subacromial.

Mecanismo da Lesão:

- Comprometimento do espaço subacromial sob o arco coracoacromial;

- A não manutenção do espaço por debilidade dos estabilizadores; tecidos moles são comprimidos; inflamação;

- Impacto com mais freqüência em atividades acima da cabeça;

- Impacto mecânico resultante de causas estruturais e funcionais.

Causas Estruturais:

- atribuídas à existência de anormalidades congênitas ou alterações degenerativas sob o arco coracoacromial;

- Acrômio em forma anormal;

- Frouxidão capsular;

- Tendinites ou bursites - provocam perda do espaço sob o arco - irritação em estruturas não inflamadas - ciclo vicioso degenerativo;

- Desalinhamento postural;

- Falha do manguito rotador – instabilidade - translação;

- Falha nos músculos escapulares.

O bom funcionamento da próstata


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A próstata é uma glândula exclusiva do sexo masculino e possui função biológica relevante na fase reprodutora do homem. O câncer nesta glândula é a segunda maior causa de mortes masculinas pela doença.

Ela compõe o aparelho genital masculino, está localizada abaixo da bexiga e a sua função é produzir o líquido prostático que ajuda no transporte e na nutrição dos espermatozoides.

Para seu bom funcionamento, o indivíduo precisa manter os cuidados com a saúde. Deve-se primeiramente se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis e, a partir dos 40 ou 45 anos, deve-se acompanhar regularmente com urologista. Vida saudável, boa dieta alimentar com baixo teor de gordura e a ingestão de alguns alimentos como tomate, linhaça e brócolis também colaboram para o bom funcionamento da próstata, pois são ricos em nutrientes que previnem o surgimento do câncer.

Os principais problemas da próstata são: HBP (Hiperplasia Benigna da Próstata), que é o crescimento da glândula, processos infecciosos – prostatites –, e o mais temido, que é o câncer da próstata – cuja maior incidência é em indivíduos com mais de 50 anos, negros e também em quem tem casos de histórico familiar.

Acesse o Faça Fisioterapia

O diagnóstico é feito a partir da história clínica de cada paciente. O especialista avalia os sintomas apresentados no exame físico – toque retal – juntamente com os exames complementares, como o PSA (antígeno prostático específico), proteína que só a próstata produz e que se eleva muito nos casos de câncer.

Os tratamentos dessas doenças podem ser variados – clínicos ou cirúrgicos –, mas isso depende de cada situação e do estágio que a doença se apresenta, além da idade do paciente e das suas condições clínicas.

Existem dois tipos de prostatectomia, ou remoção da próstata: a radical, indicada em casos de câncer, que pode ser feita de várias formas – laparoscopia (vídeo), cirurgia tradicional ou robótica – técnica mais recente utilizada nesses casos. Ou a prostatectomia a céu aberto, que retira apenas a parte da próstata que cresceu e é indicada nos casos de HBP.

Além dessas, ainda existe a ressecção transuretral de próstata, que é feita através da uretra, por meio de equipamento endoscópico e também consiste na retirada total ou parcial da glândula, dependendo de cada caso.

Prevenções das doenças de próstata são simples. É necessário fazer acompanhamento regular com o urologista e seguir todas as orientações dadas por ele. Dessa forma é possível identificar qualquer alteração precocemente.

Conheça os sintomas da Esclerose Lateral Amiotrófica


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Nos últimos dias, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ganhou visibilidade internacional por causa do Desafio do Gelo, uma campanha de arrecadação de fundos para pesquisa e apoio de pacientes já diagnosticados. Com sintomas que vão desde à fraqueza muscular até a dificuldade de se alimentar e respirar, a doença rara assusta por não ter cura. Se é irreversível, dramática e tão pouco conhecida, qual será a importância de tantos famosos estarem se preocupando com a ELA?

Como é comum nas doenças degenerativas do sistema neuromotor, a Esclerose Lateral Amiotrófica começa a se manifestar com fraquezas musculares em mãos, braços e pernas, geralmente em pessoas com cerca de 50 anos, podendo também acometer os mais jovens, a partir dos 20 anos. A partir dos primeiros sintomas, a previsão geral de sobrevida é de três a quatro anos. Por ser uma doença rara, o seu diagnóstico em média demora cerca de um ano para ser alcançado e depois disso o tratamento tenta diminuir a evolução dos sintomas com medicamentos. O acompanhamento de uma equipe multidisciplinar ajuda na melhora da qualidade de vida do paciente, com ajuda da fisioterapia motora e respiratória, fonoaudiologia, nutricionista, assistente social, terapia ocupacional e psicologia.

Já foram conquistadas muitas descobertas em relação à doença, principalmente com as pesquisas a partir das células-tronco, mas nada foi capaz de mudar as características incapacitantes, progressivas, irreversíveis e incuráveis da ELA. Há 20 anos, surgiu uma medicação capaz de prolongar um pouco a sobrevida dos pacientes, sem conseguir proteger os neurônios motores da morte a partir da evolução da doença. Entender a morte das células nervosas em uma doença tão rápida e grave quanto essa, é uma maneira de descobrir também informações a respeito de outras doenças neurológicas, como o Alzheimer. Por isso é tão importante financiar as pesquisas em relação à ELA

Comparativo entre as doenças

Esclerose Lateral Amiotrófico afeta de 2 a 3 indivíduos a cada 100 mil

Alzheimer afeta de 20 a 25 a cada 100 mil pessoas. A estimativa é que cerca de metade da população com mais de 85 anos tenha Alzheimer.

Fabão e a luta contra a ELA

Com 40 anos, o professor de educação física Fabio Modesto começou a perceber os sintomas da doença no final do ano passado: fraqueza no braço esquerdo, tremores involuntários e a mão esquerda com aspecto de garra. A princípio, ele desconfiou de problemas na cervical, mas depois de muitas pesquisas na internet sobre os sintomas, visitas ao neurologista e uma bateria de exames, em cerca de seis meses, o diagnóstico estava feito.

— Quando eu comecei a desconfiar da ELA é claro que fiquei triste, mas agora eu quero fazer tudo o que puder para evitar que aconteça o que está previsto. Continuo trabalhando todos os dias, faço minhas atividades físicas e faço acompanhamento de fisioterapia, fonoaudiologia, ioga e terapia — diz Fabio.

O apoio principal para continuar a batalhas pela vida, segundo Fabio, vem da família e dos amigos. Desde auxílio para atividades básicas até o apoio financeiro, a rede solidária do professor de educação física aderiu à Campanha Desafio do Gelo e está conseguindo ainda mais apoio para ajudar a pagar o tratamento do amigo.

Esperança na resistência do corpo

O famoso mais conhecido com a doença é o físico britânico Stephen Hawking, que foi diagnosticado aos 21 anos e já convive com a enfermidade há 49. Segundo o Dr. Acary Oliveira, casos como o dele, de resistência extraordinária do organismo em relação à evolução da doença, acontecem com 10% das pessoas que são diagnosticadas com a ELA.

O mais impressionante é que não existe nenhuma ferramenta na medicina hoje que ajude a dizer em qual estágio da ELA o paciente está e quanto tempo ainda tem de sobrevida. Isso guarda uma esperança em cada um deles em ser um dos indivíduos que conseguirá resistir por mais tempo — diz, emocionado, o médico.

O neurologista reforça que tratar de pacientes nestas condições é um aprendizado sobre o real sentido da vida, já que é preciso aceitá-la como é, vivendo um dia após o outro, sempre tentando melhorar a qualidade dos dias e manter as atividades saudáveis que dão prazer e alegria.

Campanha Desafio do Gelo

A brincadeira propõe um desafio: a pessoa deve doar cem dólares para instituições que apoiam o tratamento e as pesquisas sobre a doença, caso não queria, deve tomar um banho gelado como castigo. Criada por Pete Frates, jogador de beisebol americano, a onda recebeu a adesão de famosos do mundo todo: Bill Gates, Mark Zuckerberg, Justin Bieber, Lady Gaga, Ashton Kutcher, Demi Lovato, Neymar Jr, Luciano Hulk, Ivete Sangalo, David Luiz e muitos outros fizeram o vídeo online tomando o banho e divulgaram a necessidade de doação para as pesquisas e apoio dos pacientes. Nos Estados Unidos, a ALS Association declarou ter chegado ao recorde de arrecadações desde que a campanha foi lançada por Pete.

No Brasil, as Associações Regionais de Esclerose Lateral Amiotrófica, o Instituto Paulo Gontijo e a Associação Pró-Cura da ELA são as principais instituições de apoio e pesquisa da doença.

Estomatite: sintomas, causas e tratamento


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Embora muita gente possa imagina que a estomatite seja no estômago, não é. Estomatite é uma infecção viral bastante comum em crianças que provoca várias aftas na boca e garganta, causando muitas vezes grande desconforto e dor.

A condição geralmente desaparece em 10 dias ou menos, mas os tratamentos podem ajudar a reduzir os sintomas desagradáveis ​​que se pode experimentar.

Existem muitos tipos de estomatite, e cada um pode provocar os seus próprios sintomas.

A Estomatite Herpética é uma condição em que um vírus causa a inflamação e úlceras na boca. Os sintomas incluem:

  • Bolhas na boca, particularmente sobre a língua, bochechas e parte posterior da língua
  • Uma borda vermelha ao redor dos lábios
  • Dificuldade para engolir
  • Febre antes aparecem bolhas
  • Irritabilidade
  • Dor na boca
  • Gengivas inchadas
  • Úlceras na boca

A Estomatite nem sempre causa bolhas. Outros sintomas associados com a doença incluem:

  • Inchaço nas gengivas e boca
  • Lesões brancas ou feridas
  • Uma sensação de ardência na boca, embora a boca pareça normal
  • Incapacidade para comer
  • Dormência da boca
  • Manchas vermelhas na boca

O médico pode avaliar o sintomas e as causas potenciais. Se necessário, pode também recomendar tratamentos.

Um número de fatores podem causar estomatite, variando de fungo a vírus até aos ferimentos na boca. Algumas causas comuns incluem:
  • Infeção por vírus, bactérias, ou fungos, tais como Candida albicans
  • Lesão ou trauma na boca
  • Uso do tabaco
  • Quimioterapia ou radioterapia
  • Condições do sistema imunológico, tais como lúpus, doença de Crohn ou a doença de Behçet
  • O uso de aparelhos dentários ou lesão de um dente

Se a estomatite for resultado de um trauma, tais como uma queimadura da boca num copo de café quente, a causa é conhecida. Se for uma infecção por bactérias ou vírus, a causa não será tão clara, sem diagnóstico de um médico.

O tratamento da estomatite depende das condições da causa. Para as infecções virais, os tratamentos podem incluir:

  • Medicamentos anti-virais, tais como o aciclovir
  • Uma dieta líquida para minimizar a irritação
  • Cremes analgésicos aplicados na boca para minimizar a dor

Se o paciente tiver uma infecção viral, pode ser altamente contagiosa. Evitar contato com a pele sobre a área de irritação. Lavar as mãos com frequência para evitar a transmissão do vírus para outra pessoa.

Os corticosteróides podem ser prescritos para todos os tipos de estomatite, uma vez que ajudam a reduzir a inflamação. Para infeções bacterianas, estas podem ser tratadas com antibióticos. Analgésicos para gargarejar também podem ser prescritos.

Em casa, o paciente pode lavar a boca com água salgada e tomar um analgésico como o paracetamol, enquanto a área afetada continua a curar. Evitar alimentos muito quentes ou frios e bebidas, pois estes podem agravar a estomatite.

Higiene oral cuidadosa e completa pode aliviar alguns dos sintomas. Anti-histamíncos tópicos, antiácidos, corticosteroides ou outros preparos emolientes podem ser recomendados e aplicados diretamente na úlcera.

Consultar o  médico se os sintomas não desaparecem após 10 dias, se desenvolver febre, ou se a irritação espalhar-se para outras áreas da face.

A enxaqueca e as terapias alternativas



 Imagem Enxaqueca, também conhecida por migrânea, é um distúrbio neurovascular crônico e incapacitante, com base biológica que acomete as pessoas geneticamente predispostas.

Esse tipo de cefaleia primária pode ocorrer em qualquer idade, mas costuma manifestar-se mais em adolescentes e adultos jovens e afeta mais as mulheres do que os homens.

Em cerca de 15% dos casos, o quadro de dor é precedido (ou acompanhado) por uma aura premonitória que envolve sintomas neurológicos. Sua principal característica é o embaçamento da visão ou a presença de pontos luminosos, em zigue-zague ou manchas escuras nos períodos que precedem as crises dolorosas.

Causas

A enxaqueca é uma doença multifatorial, mas algumas de suas possíveis causas ainda continuam indefinidas.
No entanto, já se sabe que existem alguns gatilhos que podem desencadear as crises, tais como: jejum prolongado, estresse, insônia, chocolate, queijos fortes, embutidos, consumo excessivo de café e de bebidas alcoólicas, fumo, alterações hormonais, certos perfumes e o açúcar.

Sintomas

O sintoma típico da enxaqueca é uma dor latejante e pulsátil, geralmente unilateral, de intensidade moderada ou forte, acompanhada por náusea e vômitos, hipersensibilidade à luz (fotofobia), aos sons (fonofobia) e a certos odores (osmofobia), que se mantém de quatro a 72 horas e piora com o movimento.
Irritabilidade, depressão, agitação são transtornos de humor que podem estar associados às crises de enxaqueca, ou antecedê-las.

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico baseado no levantamento da história familiar e nas queixas do paciente Para defini-lo, basta que a dor esteja acompanhada por três ou quatro dos sintomas acima enumerados.

Tratamento

O tratamento da enxaqueca leva em consideração as características da dor e a frequência das crises. O objetivo é suprimir os sintomas e evitar a incidência de novos eventos. Nos episódios agudos, os analgésicos comuns, eventualmente associados a outras drogas, podem representar uma solução eficaz contra a dor, especialmente se tomados assim que surgirem os primeiros sintomas. Pacientes que não respondem bem a esse esquema terapêutico podem recorrer aos triptanos, uma classe de drogas com mecanismo mais específico de ação.
No entanto, é preciso cuidado: o uso repetido desses remédios, o abuso de analgésicos e o aumento progressivo das doses necessárias para alívio da dor podem resultar num efeito rebote cujo resultado é o agravamento dos sintomas.
Já está comprovado que mudanças no estilo de vida e evitar os gatilhos que disparam as crises são procedimentos não farmacológicos indispensáveis para a prevenção da enxaqueca. Alimentação equilibrada, sono regular, prática de exercícios físicos, redução do consumo diário de cafeína, controle dos níveis de estresse são medidas que ajudam a diminuir a frequência e a intensidade das crises.

Recomendações

* Não pule refeições. Jejum prolongado é um dos principais fatores desencadeantes das crises;

* Evite alimentos e bebidas que possam provocar ataques de enxaqueca;

* Pratique exercícios físicos regularmente;

* Estabeleça horários para deitar-se e levantar-se e procure respeitá-los;

* Tente reservar algum tempo para o lazer. Relaxe. Não vai adiantar nada sofrer por antecipação.

Dr. Dráuzio Varella


Tratamentos alternativos para a enxaqueca

Ainda não foi descoberta a cura para a dor de cabeça crônica ou enxaqueca, mas algumas técnicas e terapias prometem o alívio dos sintomas durante as crises.

* Jin Shin Jyutsu: coloque o dedo polegar direito, sem pressionar, na base do dedo polegar esquerdo por alguns minutos. Inverta as mãos e repita o procedimento. Coloque a mão direita abaixo da fibula (osso lateral acima do calcanhar) por alguns minutos e depois inverta o movimento. 

* Chás: pode-se fazer uso de chás de ervas secas, tais como: alfazema, camomila, maracujá e valeriana.

* Terapia Floral
- do sistema Florais de Califórnia: Dandelion, Green Rose, Canyon Dudleya, Lavender
- do sistema Florais de Bach: Impatiens, Holly + Willow 
- do sistema Florais de Minas: Agave 

* Aromaterapia:  óleo essencial de Grapefruit

* Reiki

* Acupuntura

* Massagens
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É importante ressaltar que todas as sugestões de terapias alternativas aqui apresentadas NÃO devem substituir o tratamento médico convencional.

Entenda o que é o ebola e como a doença mortal se espalha



Ebola | Crédito: AFP

A epidemia de ebola no oeste da África é a pior de que se tem registro na história. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 887 pessoas morreram na região por causa da doença, levando autoridades de saúde da Guiné, Libéria e Serra Leoa a correr contra o tempo para tentar controlar o vírus.

O que é o ebola?

Ebola é uma doença causada por um vírus cujos sintomas iniciais incluem febre, fraqueza extrema, dores musculares e dor de garganta, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). À medida que a doença avança, o paciente pode sofrer de vômitos, diarreias e – em alguns casos – hemorragia interna e externa.

Humanos contraem a doença por meio do contato com animais - como chimpanzés, morcegos e antílopes - contaminados.

Entre humanos, o vírus pode se espalhar por meio do contato direto com sangue contaminado, fluidos corporais ou órgãos do doente, ou mesmo por meio do contato com ambientes contaminados. Até funerais de vítimas de ebola podem representar risco, se outras pessoas tiverem contato direto com o corpo do defunto.

O período de incubação pode demorar de dois dias a três semanas, e o diagnóstico é difícil. Em humanos, a doença está limitada majoritariamente à África, embora um caso tenha ocorrido nas Filipinas.

Agentes de saúde pública também correm risco caso tratem pacientes sem tomar as precauções adequadas para prevenir a contaminação.

As pessoas permanecem contaminadas enquanto seu sangue e suas secreções contiverem o vírus – em alguns casos, até sete semanas depois da recuperação.

Ebola | Crédito: Science Photo Library

Esse modelo molecular mostra partes dos vírus do Ebola que os cientistas estudam na tentativa de produzir medicamentos que reduzem a propagação da doença

Ebola | Crédito: BBC

Onde a doença ocorre?

Surtos de ebola têm ocorrido primariamente em vilarejos remotos da África Central e Ocidental, segundo a OMS.

A doença apareceu originalmente na República Democrática do Congo (quando se chamava Zaire), em 1976. Desde então, se espalhou para o leste, afetando países como Uganda e Sudão.

O surto atual tem a particularidade de ter se iniciado na Guiné, que nunca tinha registrado um caso antes, e de estar se espalhando por áreas urbanas.

De Nzerekore, uma área rural no sudeste da Guiné, o vírus chegou à capital, Conakry, e aos países vizinhos Libéria e Serra Leoa.

Mortes por Ebola

Guiné - 358, de um total de 485 casos

Libéria - 255, de um total de 468 casos

Serra Leoa - 273, de um total de 646 casos

Nigéria - 1 de quatro casos

* Número de casos inclui prováveis casos

Um homem que viajou de avião entre a Libéria e Lagos (Nigéria) em julho foi mantido em quarentena ao desembarcar e depois morreu por causa do ebola - o primeiro caso na Nigéria.

Um dos médicos que o trataram foi infectado e oito pessoas com quem ele teve contato agora estão em isolamento.

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) qualifica o surto de "sem precedentes", pois os casos se distribuem por áreas separadas por centenas de quilômetros na Guiné.

A ONG diz que a tarefa de acompanhar pessoas que tiveram contato com pacientes de ebola é uma "corrida contra o relógio".

Que medidas estão sendo tomadas contra o ebola?

O Banco Mundial anunciou que destinará US$ 200 milhões em caráter de urgência para ajudar Guiné, Libéria e Serra Leoa a conter a epidemia de ebola.

Centenas de soldados na Libéria e em Serra Leoa foram mobilizados para conter o pânico nas comunidades afetadas e transportar equipes médicas de um vilarejo a outro.

A Libéria já fechou escolas e a maioria das suas fronteiras e colocou em quarentena as comunidades onde o vírus foi encontrado.

Em julho, a morte de um renomado médico liberiano, Samuel Brisbane, ajudou a propagar os esforços de comunicação do governo sobre o vírus.

Em Serra Leoa, o médico que liderava os esforços contra a doença também se converteu em uma de suas vítimas.

Ebola | Crédito: AP


As companhias aéreas Asky e Arik Air, que operam no Oeste da África, suspenderam seus voos para Libéria e Serra Leoa. Testes mais rigorosos estão sendo realizados em aeroportos.

No início do surto atual, o Senegal fechou sua fronteira com a Guiné.

Países asiáticos, como China e Vietnã, também estão se mobilizando para evitar a entrada do vírus em seu território, com ações como o monitoramento mais criterioso de passageiros nos aeroportos.

Quais são as precauções a ser tomadas?

Segundo a OMS, evitar o contato com pacientes de ebola e seus fluidos corpóreos. Não tocar nada em ambientes públicos que possa carregar o vírus - por exemplo, toalhas de mão.

Quem estiver cuidando de pacientes de ebola precisa usar equipamento de proteção, como luvas e máscaras, e lavar bem as mãos regularmente.

Populações em áreas rurais estão sendo aconselhadas pela OMS a não consumir carnes cruas de animais selvagens e manter a distância de morcegos, macacos e primatas. Alguns tipos de morcegos são considerados iguarias na Guiné, onde o surto teve início.

Em março, o Ministério da Saúde da Libéria aconselhou as pessoas a evitar sexo; o vírus pode ser transmitido pelo sêmen, mesmo até sete semanas depois da eventual recuperação de um paciente, observa a OMS. As recomendações já eram de evitar apertos de mão e beijos.

O que fazer quando se contrai o vírus?

Manter-se em isolamento e procurar ajuda médica profissional. A chance de sobrevivência aumenta se o paciente começar a receber tratamento imediatamente.

Não existe vacina para o vírus, embora algumas, assim como tratamentos clínicos, estejam em testes.

Como os pacientes ficam desidratados rapidamente, a recomendação é beber líquidos que contenham eletrólitos ou receber fluídos por via intravenosa.

Segundo a Médicos Sem Fronteiras, o atual surto é causado pela variedade mais agressiva do ebola, matando entre 50% e 60% das pessoas que infecta.

Não se sabe que fatores determinam que alguns pacientes se recuperem e outros sucumbam.

Avaliação e Diagnóstico da Cefaléia tensional


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Quando comparamos pacientes com cefaléia tensional com aqueles sofrendo de migrânea, observamos, de modo geral, que a idade de início das cefaléias dos pacientes com cefaléia tensional é a mesma que a dos pacientes com migrânea. Observamos predominância do sexo feminino, exatamente como na migrânea, antecedentes familiares de cefaléia em ambos os casos e uma historia natural não muito diferente daquela da migrânea.

Não há até agora evidencias suficientemente válidas com relação aos limites da normalidade da sensibilidade dolorosa da musculatura pericraniana. Também não se tem dado suficiente atenção à metodologia de palpação pericraniana. Evidências com relação aos limites eletromiográficos normais dos músculos pericranianos são similarmente deficientes. Até que evidências concernentes à sensibilidade dolorosa à palpação e a eletromiografia pericraniana se acumulem, cada investigador deve julgar como puder, baseado em sua experiência com pacientes sem cefaléia e por comparação de áreas simétricas. A estimativa da sensibilidade dolorosa pela palpação está evidentemente sujeita a grandes distorções. A quantificação fidedigna requer experiência e método de estudo sistemático.

Portanto, julgar a sensibilidade dolorosa é tão subjetivo quanto os outros elementos do exame neurológico da sensibilidade. Para fins de pesquisa é necessário que o exame do observador seja cego.

Não se sabe com que freqüência a cefaléia do tipo tensional episódica não está associada à sensibilidade dolorosa da musculatura pericraniana. Por outro lado, sabe-se que tais casos existem. Os mecanismos da dor de cabeça são desconhecidos nestes casos, mas suspeita-se de etiologia psicogênica

Ouve-se muito argumentar que a cefaléia tensional ocorre realmente naqueles pacientes neuróticos, vulneráveis, tensos, sobrecarregados e deprimidos. Contudo, há o que se pensar se a ansiedade; as obsessões-compulsões; os distúrbios do sono; a irritabilidade presentes nestes pacientes seriam a causa ou a conseqüência de tais queixas álgicas tão freqüentes em suas vidas.

Algumas vezes uma migrânea transforma-se gradualmente em cefaléia do tipo tensional crônica, porém mais frequentemente é a cefaléia do tipo tensional episódica que cronifica. Em ambas as instâncias o uso excessivo de medicação freqüentemente desempenha um papel no agravamento do distúrbio. A descontinuidade da ingestão diária de drogas freqüentemente resulta em melhora.

Há também elos terapêuticos. Se tomarmos medicações para migrâneas, estas certamente também farão efeitos para cefaléia tensional. E essas drogas não possuem como mecanismo comum de ação o relaxamento muscular; o tratamento da ansiedade; o bloqueio beta adrenérgico, etc. O fator comum dessas drogas é a sua influência em nível de neurotransmissores.

A cefaléia do tipo tensional episódica (CTTE) apresenta como critérios diagnósticos a ocorrência de pelo menos 10 ataques anteriores de dor em menos de 15 dias por mês, com duração de 30 minutos a sete dias e com pelo menos dois dos seguintes aspectos: pressão ou aperto; intensidade leve a moderada; localização bilateral; não-agravamento por atividade física rotineira. Náusea ou vômitos, assim como fotofobia ou fonofobia, não estão presentes, ou apenas um deles podem se manifestar associado à dor de cabeça. Menos de 10% dos pacientes podem apresentar dor pulsátil e até 2% podem referir dor unilateral, sempre, entretanto, com intensidade leve e não agravada por esforços físicos rotineiros(2).

A sua prevalência situa-se em 90% das mulheres e em 67% dos homens(3) durante a vida, sendo que a maioria dos pacientes com esse tipo de cefaléia não procura ajuda médica e utiliza analgésicos e drogas para outros tipos de cefaléia , como a migrânea, através da automedicação. A CTTE é mais comum em mulheres do que em homens, atingindo a proporção de 1,4 mulher pra cada homem, em caucasianos e em indivíduos de melhor nível educacional.

O pico de sua prevalência é na quarta década de vida, com maior incidência geral entre os 20 e os 50 anos de idade. Cerca de 35% dos pacientes têm de um a sete dias de dor por ano, 60% têm de oito a 179 dias anuais e 3% têm mais de 180 dias de cefaléia pr ano( configurando a forma crônica)

A cefaléia tipo tensional crônica difere da episódica apenas pela freqüência da dor, que deve ser igual ou superior a 15 por mês ( vide classificação). Os critérios diagnósticos devem sem empregados com atenção, uma vez que a migrânea transformada em cefaléia crônica diária pode apresentar as mesmas características da dor do tipo tensional e ser entremeada por crises intermitentes, com a mesma apresentação típica de migrânea episódica. Isso pode levar à confusão diagnóstica e à falsa idéia de que o paciente apresenta migrânea e cefaléia do tipo tensional crônica (CTTC) simultaneamente.

Os pacientes com CTTC são freqüentemente acometidos por distúrbios emocionais, como depressão, ansiedade ou nervosismo, e por distúrbios do sono, como insônia e sono interrompido(4), não sendo incomum o uso abusivo de medicamentos sintomáticos, muitas vezes prescritos até por médicos desinformados.

Como ainda não se conhecem todos os mecanismos subjacentes envolvidos na CTT, há controvérsias quanto à possibilidade desse tipo de cefaléia pertencer a um quadro de fibromialgia acometendo músculos durante atividade voluntária, pontos ou áreas mais dolorosas e alívio com a infiltração de pontos-gatilhos (trigger points)(5).

Podemos dividir ainda as CTTE e CTTC em subtipos segundo o acometimento ou não da musculatura pericraniana, que serve de base o fato da musculatura estar mais ou menos sensível dolorosamente, o qual poderíamos "medir" usando um algômetro de pressão ou presença de eletromiografia; porém temos que lembrar do fato de que existem indivíduos com cefaléias muito intensas e baixo grau de contração, e indivíduos com alto grau de contração, porém praticamente sem cefaléia.

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