Colesterol: sintomas, diagnóstico e alimentação


O colesterol pode ser considerado um tipo de lipídio (gordura) produzido em nosso organismo. O colesterol está presente em alimentos de origem animal (carne, leite integral, ovos etc.). Em nosso organismo, o colesterol desempenha funções essenciais, como produção de hormônio e vitamina D. No entanto, o excesso de colesterol no sangue é prejudicial e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Em nosso sangue, existem dois tipos de colesterol:

  • LDL colesterol: conhecido como "ruim", ele pode se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento
  • HDL colesterol: conhecido como "bom", retira o excesso de colesterol para fora das artérias, impedindo o seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.

Sintomas:

O colesterol alto não apresenta sintomas, por isso, quem tem aterosclerose e obesidade, possui história de morte na família por infarto, é sedentário e/ou alimenta-se com ingestão exagerada de gorduras saturadas tem mais chances de ter colesterol alto. A aterosclerose não produz qualquer tipo de sintoma até que ocorra a obstrução de uma ou mais artérias.

Getty Images
Diagnóstico:

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:

  • Pacientes de alto risco: LDL abaixo de 70 mg/dL
  • Pacientes de risco intermediário: LDL abaixo de 100 mg/dL
  • Pacientes com baixo risco devem ter seus limites de colesterol individualizados pelo médico.

São condições de alto risco:

  • Doença aterosclerótica arterial coronária, cerebrovascular ou obstrutiva periférica, com manifestações clínicas (eventos CV).
  • Ateroclerose na forma subclínica, significativa, documentada por metodologia diagnóstica.
  • Procedimentos de revascularização arterial.
  • Diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2.
  • Doença renal crônica.
  • Hipercolesterolemia familiar (HF).

São considerados como de baixo risco aqueles com probabilidade menor que 5% de apresentarem os principais eventos cardiovasculares (doença arterial coronariana, AVC, doença arterial obstrutiva periférica ou insuficiência cardíaca) em 10 anos. Os pacientes classificados nessa categoria e que apresentem histórico familiar de doença cardiovascular prematura serão reclassificados para risco intermediário.

São considerados como de risco intermediário homens com risco calculado entre 5% e 20% e mulheres com risco calculado entre 5% e 10% de ocorrência de algum dos eventos citados.

São considerados de alto risco aqueles probabilidade de evento cardiovascular acima de 20% para homens e acima de 10% para mulheres no período de 10 anos.

Nos indivíduos de risco intermediário deve-se utilizar os fatores agravantes, que quando presentes (pelo menos um desses) reclassificam o indivíduo para a condição de alto risco:

  • História Familiar de doença arterial coronária prematura (parente de primeiro grau masculino com menor de 55 anos ou feminino com menos de 65 anos)
  • Critérios de Síndrome metabólica de acordo com a International Diabetes Federation (IDF)
  • Microalbuminúria (30-300 µg/min) ou macroalbuminúria (>300 µg/min)
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Proteína-C-Reativa de alta sensibilidade acima de 2 mg/dL
  • Espessura íntima-média de carótidas acima de 100
  • Escore de cálcio coronário acima de 100
  • Índice tornozelo-braquial (ITB) abaixo de 0,9.
Alimentação:
 

Tente não consumir muito:

Carnes, especialmente as gordurosas, vísceras (fígado, miolo, miúdos), embutidos, peles de aves e asa de frango
Laticínios (leite integral, queijos amarelos, creme de leite, molhos gordurosos)
Frutos do mar (camarão, lula, etc.)
Manteiga (bolos prontos, tortas, massa folheada, biscoitos amanteigados)
Banha de porco
Sorvete, biscoitos recheados, leite condensado, chocolate (o branco é o pior) fast food e salgados (principalmente os folheados)

Inclua na dieta:

Aveia: ela contém uma fibra que auxilia na redução do colesterol LDL. Estudos demonstraram que pacientes que consumiam 3 gramas dessa fibra conseguiram uma redução de 8 a 23% no colesterol total. Para consumir esse valor, é preciso comer cerca de duas colheres de sopa cheias de farelo de aveia. É no farelo que encontramos a maior concentração dessa fibra.

Soja: a agência reguladora de alimentos e medicamentos FDA (Food and Drug Administration) sugere o consumo de 25 gramas de proteína de soja ao dia para evitar o aparecimento de doenças do coração, já que auxilia na redução dos níveis de LDL e colesterol total.

Fitoesteróis: essas substâncias são encontradas nos vegetais (como semente de girassol) e também barram a absorção de gordura da dieta, o que favorece a redução do colesterol. É preciso consumir 1,6 gramas de fitoesteróis diariamente para observar uma diminuição de 8 a 15% nas taxas de colesterol. Como eles não são tão abundantes assim nos vegetais, a indústria alimentícia decidiu isolá-los. Sendo assim, podem ser encontrados em produtos como margarinas e iogurtes.

Antioxidantes: eles (e aqui se destacam os flavonóides) podem inibir a oxidação das partículas LDL, diminuindo seu poder de obstrução de vasos sanguíneos. Os flavonóides são encontrados principalmente em vegetais verde-escuros, frutas (como cereja, amora, uva, morango, jabuticaba e maçã), grãos (linhaça, soja, etc), sementes, castanhas, condimentos e ervas (cúrcuma, orégano, cravo e alecrim) e também em bebidas, como vinho, suco de uva e chás.


Saiba mais a Alergia a pêlos de animais



A reação alérgica é a resposta do organismo a alguma partícula estranha. Quando tal partícula entra em contato com alguma parte do corpo (ex: pele, superfícies mucosas – nariz, intestinos), desencadeia-se uma série de reações do sistema de defesa do organismo (sistema imunológico), com o intuito de se produzirem substâncias capazes de eliminar o agente estranho. Assim, são produzidos os anticorpos contra a partícula estranha.

À medida que o corpo continua tendo contato com a partícula estranha, aumenta-se a produção de anticorpos, os quais interagem com os mais diversos tipos de células, resultando em toda uma gama de reações conhecidas por alergia.

A alergia aos pêlos e caspa de animais é classificada dentro do grupo de alergia aos inalantes. Inalantes são compostos suspensos no ar, que entram em contato com o organismo pelas vias respiratórias, sendo responsáveis pela imensa maioria das manifestações alérgicas do aparelho respiratório (ex: asma e rinite alérgica).

Nota-se uma maior susceptibilidade a desenvolver quadros de alergia os indivíduos com história familiar da doença, portadores de distúrbios sabidamente relacionados com reações alérgicas (ex: asmáticos) e aqueles expostos precocemente a substâncias com potencial alergênico.

Onde se encontram os alérgenos?

Os pêlos e caspas de animais estão presentes em praticamente todos os locais por onde estes passam. A poeira doméstica é rica em alérgenos animais, especialmente quando há cães e gatos na residência. A caspa dissemina-se no ar, depositando-se em móveis, travesseiros, roupas, dentre outros locais.

O indivíduo sensível apresenta sintomas contínuos ou alternados, mesmo sem a presença do animal em casa, em virtude da longa permanência dos alérgenos em diversos locais da residência.

A alergia a pêlos de animais não é universal, ou seja, o indivíduo alérgico a pêlos de gato não necessariamente apresenta reação ao pêlo de cão. A alergia ao pêlo do cavalo costuma revestir-se de maior gravidade dentre as alergias a compostos animais.

Como se manifesta?

A apresentação clínica da alergia a pêlos e caspa de animais é bastante variada. Podem estar presentes desde quadros leves de rinite, com espirros e coriza, até quadros graves de dificuldade respiratória importante (ex: broncoespasmo – estreitamento das vias respiratórias inferiores).

Dessa forma é importante que o doente saiba quais alérgenos são capazes de desencadear as crises, a fim de afastar-se do contato destes. Os quadros com sintomas leves usualmente regridem com o uso de medicação antialérgica, porém os quadros mais graves necessitam de assistência médica hospitalar.

Lembre-se, somente o médico poderá orientá-lo na abordagem desta condição.

Fonte: Boa Saúde

Dicas de como combater envelhecimento e doenças crônicas



Um estudo aponta que problemas como hipertensão, diabetes tipo 2, cardiopatas e complicações em decorrência da Doença de Alzheimer são as principais causas da mortalidade de idosos.

Foto: Divulgação

De acordo com a psicóloga e presidente da Afra Jireh, empresa especializada no atendimento e cuidados com idosos, essas doenças crônicas podem ser controladas através de medidas simples, como: a prevenção (consultas e exames periódicos), hábitos saudáveis (alimentação e atividade física) e um possível tratamento (remédio e controle médico).

"Muitas pessoas, devido a uma série de motivos, não podem ou não querem adotar tais medidas em seu cotidiano, o que acaba comprometendo mais seu estado de saúde", afirmou Viviane.

Veja algumas das dicas da psicóloga Viviane Ortiz:

Foto: Divulgação1 - Vá ao médico com frequência, seja para realizar exames preventivos ou quando sentir alguma coisa estranha em seu organismo. Você pode ser a primeira pessoa a perceber que há algo estranho em seu corpo. Não cultive as crenças falsas de que "não gosta de ir a médico", de que "quem vai ao médico acaba achando doenças" ou de que "médico toma muito tempo". Não seja corajoso com sua própria saúde.

2 - Faça uma alimentação saudável. Caso você tenha algum problema de saúde que implique em restrição alimentar, não deixe de fazer a dieta recomendada pelo médico ou nutricionista. Caso você tenha boa saúde, não convém exagerar diariamente. "O ato de alimentar-se traz prazer àquele que alimenta, além de fazer parte de várias reuniões sociais, porém, não é saudável comer "comida de festa" e tomar "bebida de festa" todos os dias. Não deixe de comer aquilo que você gosta, apenas não cometa excessos diariamente, pois eles podem prejudicar sua saúde" explica Viviane.

3 - Mantenha o hábito de praticar atividade física regular. Caminhada, natação, hidroginástica, musculação podem ser muito benéficas para pessoas de todas as idades, porém, antes de começar, consulte um médico e um fisioterapeuta para que eles avaliem possíveis riscos e indiquem a melhor atividade para você. "Lembre-se que atividade física é uma meta para a manutenção de uma vida saudável e deve ser feita com frequência. Caminhadas no shopping e aos finais de semana não contam!" diz.

4 - Evite o stress! Sabemos que o dia a dia, principalmente nas grandes cidades, é bastante estressante, por isto, em muitas situações, é impossível evitar o stress de conviver com constantes horários marcados, metas e obrigações. Segundo Viviane Ortiz, outras fontes de stress podem ser evitadas, como, por exemplo: não cobrar de si mesmo além do que você tem condições de fazer, não assumir responsabilidades que possam te sobrecarregar, não guardar rancor, evitar situações que possam te deixar nervoso (como, por exemplo, noticiários que carregam apenas notícias violentas e catastróficas). "Os aposentados têm a vantagem de não precisarem lidar com as cobranças estressantes relacionadas ao mercado de trabalho, aproveitem esta fase de sua vida. Também fique atento a sintomas como depressão e ansiedade e não hesite em procurar ajuda profissional caso perceba algo diferente em seu estado de humor" explica.Foto: Divulgação

5 - Tenha bons relacionamentos com a família e os amigos. O ser humano é um ser social, ele precisa viver em interação com outras pessoas. Não se isole, reserve um tempo para conversar, para rir, para contar seus problemas a pessoas confiáveis e para ouvir o que o outro tem a dizer. O idoso costuma queixar-se de, com o passar dos anos, perder amigos e parentes próximos, o que é triste, porém não pode ser justificativa para que o mesmo se isole e rejeite o contato com outras pessoas.

6 - Reserve um tempo para fazer coisas que lhe dão prazer: trabalhos manuais, viajar, leitura, ir ao teatro, aprender coisas novas, engajar-se e grupos, ir à igreja são atividades relativamente acessíveis, que ajudam a estimular a memória e promovem a interação com outras pessoas. "Manter sua cabeça sempre ativa pode ser um fator de proteção contra a demência" finaliza.

Use o banho para beneficiar sua saúde e bem-estar



Tomar banho é mais do que um ritual de limpeza, é quase que um aspecto cultural. Por exemplo, enquanto no Brasil é comum tomar banho todos os dias (até mesmo mais de um banho por dia!), em alguns países da Europa o mais usual é pular o banho algumas vezes. Para algumas pessoas o banho chega a ser uma forma de ganhar disposição no inicio do dia, ou de tirar junto com a sujeira todo o cansaço provocado pela rotina.

Porém, a saúde também agradece o hábito de banhar-se com regularidade. O banho auxilia na saúde da pele, retirando as impurezas dos poros. Para o bem-estar ele se torna importante, pois traz alívio das tensões e proporciona o relaxamento.

Para saber melhor como tirar proveito do seu banho para a saúde e o bem-estar, veja a seguir como a temperatura da água, tipo do banho e mesmo uso de óleos naturais pode ajudar.

Banho morno - Foto: Getty Images

Temperatura morna

Uma das formas mais indicadas de banho é com a água morna. De preferência entre 27 e 36 graus Celsius. Além de ser o tipo de temperatura mais adequado para a pele, os banhos mornos são excelentes depois de um dia cansativo. O calor dilata os vasos sanguíneos da pele e relaxa os músculos, o que ajuda muito na sensação de bem-estar e relaxamento do corpo. Inclusive, esse processo faz com que haja liberação de endorfinas, o que pode ajudar em alguns casos de insônia. 

E o banho quente?

Se o banho morno é relaxante, imagine se a água estiver quente! Apesar de isso parecer lógico, o banho quente (principalmente quando passa de 42ºC) não é nada indicado e pode prejudicar a saúde da pele.

O primeiro ponto é que banhar-se apenas com a água quente pode ser ruim para a saúde da pele: afinal a camada de sebo natural da pele é retirada, causando um ressecamento, o que pode resultar em coceira, vermelhidão, descamação e eczema. Se isto ocorrer, deve-se aplicar hidratantes logo nos três primeiros minutos após o banho, com a hidratação da pele ainda úmida, pois esta absorve bem mais o produto neste momento. Quem tem uma pele que tende à oleosidade, pelo contrário, pode ter um efeito rebote e ficar com a pele ainda mais oleosa.

Outro problema do banho muito quente é que o relaxamento excessivo pode causar um efeito reverso: você se sente mais cansado e sem energia do que quando saiu.

Banho frio também pode ser saudável - Foto: Getty Images

Jatos de água fria

Se você é daqueles que foge de água gelada, um banho de água fria, literalmente, traz diversos benefícios à saúde. A água fria melhora a disposição para as nossas atividades e ativa a circulação. O frio promove constrição vascular na pele e com isso, favorece a irrigação sanguínea dos outros órgãos, mais nobres, como o cérebro, por exemplo, deixando o corpo mais acordado.

O banho com água fria também ajuda o corpo a não desidratar, e é mais indicado em situações em que a pele está muito seca ou inflamada. 

Intercalor água quente e fria faz bem para o corpo - Foto: Getty Images

Intercale as temperaturas

Um bom jeito de aumentar os benefícios do banho frio é, surpreendentemente, intercala-lo com o banho morno. A temperatura fria promove bem-estar e energia, e a morna relaxamento, sem ressecar a pele. Além disso, há uma melhor circulação, pois há constrição e dilatação vascular alternadas. Assim você não corre os riscos causados por um banho gelado muito longo e ainda encontra melhoras. 

Óleos de banho - Foto: Getty Images

Aproveite os óleos naturais

Não só de água é feito o banho. E se as temperaturas já podem causar bons efeitos não só ao corpo, como ao bem-estar, incluir aromas especiais sempre é uma boa pedida para intensificar o efeito desejado. Para tanto, é sempre possível usar sais de banho, sabonetes líquidos, cremes esfoliantes, entre outros.

Óleos essenciais como o de cereja, uva ou amêndoa são bem absorvidos pela pele durante o banho. O melhor momento para usá-los é antes do último enxague.

Porém, nada de abusar desses produtos. Ficar esfregando o sabonete ou esfoliantes por muito tempo pode ressecar a pele e deixá-la mais suscetível ao desenvolvimento de eczemas, alergias, infecções, sensação de coceira e descamação. Para evitar reações desagradáveis, recomenda-se diluir os óleos essenciais em óleos carreadores (de semente de uva, de jojoba, e de gérmen de trigo), praticamente inodoros, antes de adicioná-los à água. 

Óleos de banho - Foto: Getty Images

Como usar os óleos em seu banho

Cada odor tem uma função para o seu bem-estar. Os antiestressantes ficam por conta dos aromas de baunilha, manjericão, laranja, patchuli e lima. Alecrim, bergamota, eucalipto, gengibre, menta e capim-limão promovem sensação estimulante. Para um banho caliente, aposte no poder afrodisíaco de jasmim, sálvia, sândalo, rosa e do ilangue-ilangue.

Caso você não tenha uma banheira, pode usar esses óleos no chuveiro também! Pingue algumas gotas do óleo em uma gaze e a envolva em uma trouxinha com outra gaze; prenda com um barbante e amarre no chuveiro. Quando a água passar pelo saquinho aromático, o efeito será o mesmo. 

Banho de banheira - Foto: Getty Images

Mergulhe no relaxamento

Banhos de imersão não são acessíveis a todos, mas quem tem uma banheira em casa pode se aproveitar de seus benefícios. Em alguns problemas de pele, como em pacientes com prurido crônico, os banhos de imersão podem trazer benefícios. Nesse caso, podemos adicionar ao banho um pouco de maisena.

Banho de espuma - Foto: Getty Images

Que tal um banho de espuma?

Já os banhos de espuma são interessantes para o relaxamento, até por trazer um aspecto lúdico para a hora da limpeza. Porém, ele não traz nenhum benefício para a saúde ou para a pele. Quanto mais espuma se formar, maior a chance de o produto ressecar a pele. Portanto, banhos de espuma devem ser esporádicos, e evitados em peles com tendências a ressecar mais facilmente. 

6 ameaças inusitadas aos ossos



1. Asma
O problema, famoso por ocasionar falta de ar, também abala a massa óssea, segundo pesquisa de várias instituições sul-coreanas. Ou melhor: especula-se que é o tratamento contra as crises, feito com remédios à base de corticoides, que traria essa consequência. "Eles aumentam a atividade dos osteoclastos, células que retiram cálcio dos ossos", justifica o pneumologista Marcelo Alcantara Holanda, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. E isso deixaria fêmur, tíbia e companhia mais porosos. Logo, para atenuar esse risco, vale adotar medidas que diminuam as crises respiratórias, como não frequentar ambientes com poeira. Assim, uma menor quantidade de corticoide será usada, e mais íntegra ficará a massa óssea.


2. Ácido úrico
Em níveis elevados, ele desencadeia gota, cálculo renal, infartos... e fraturas. De acordo com um estudo da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, homens com essa molécula nas alturas correm um risco 62% maior de lesionar o quadril. Isso porque o quadro eleva a concentração do hormônio da paratireoide. E ele, por sua vez, remove o cálcio dos ossos. Logo, em excesso pode acarretar osteoporose. Para impedir a sobrecarga de ácido úrico circulante, comece maneirando nos frutos do mar.


3. Câncer
Alguns tipos de tumor - como os de próstata, mama, pulmão e rim -, se não tratados a tempo, tendem a se espalhar para os ossos e arruiná-los. Sem contar que, embora mais raros, há tumores que se originam no próprio tecido ósseo. No entanto, muitas vezes o que mais preocupa é o tratamento contra a doença. Os quimioterápicos reduzem o trabalho dos osteoblastos, células que depositam cálcio no esqueleto. Para evitar que o arcabouço do corpo fique debilitado nessas situações, os experts costumam lançar mão de suplementos e remédios. A ordem é seguir essas recomendações à risca.


4. Doença renal crônica
Quando os rins param de funcionar direito - traço típico dessa encrenca -, a produção de vitamina D é prejudicada, o que dificulta o aproveitamento de cálcio pelo corpo inteiro, inclusive nos ossos. Para piorar, nesse cenário o esqueleto abre mão de um pouco do mineral que lhe confere a cor branca para que outras áreas do organismo o utilizem. Quem foi diagnosticado com insuficiência renal deve tratar o quadro e ajustar a dieta para escapar da osteoporose. Já a população em geral precisa fazer de tudo para não padecer com hipertensão e diabete, dupla que arrasa os rins. Exercício e alimentação balanceada são boas táticas para prevenir esses problemas.


5. Doença celíaca
O glúten, proteína presente em trigo, centeio, malte e cevada, não é tolerado por pessoas com essa condição. Portanto, se ingerido por elas, ocasiona uma irritação no intestino que, em última instância, atrapalha a absorção de cálcio. De modo a avaliar o impacto da ingestão de glúten na ossatura de celíacos, cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, avaliaram 7 mil voluntários durante décadas. Constataram que os pacientes que davam uma escapada na dieta tinham maior risco de sofrer fraturas no quadril. Se não dá para prevenir a doença celíaca, ao menos é possível amenizar seus estragos ficando longe de itens com glúten.


6. Doenças inflamatórias intestinais (DIIs)
Uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro com cerca de 130 portadores de doença de Crohn ou retocolite - duas das principais DIIs - sugere que elas afetam a densidade óssea. Autora do artigo, a gastroenterologista e diretora científica do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil, Cyrla Zaltman, ressalta que participantes que usavam corticoides constantemente ou que não conseguiam controlar seu quadro apresentavam maiores danos no esqueleto. "Tanto a droga quanto a inflamação das DIIs prejudicam a calcificação dos ossos", esclarece Cyrla. Para preservá-los, nada melhor do que discutir seu cardápio com especialistas e se tratar direitinho.

Saiba tudo sobre HIV na gestação



barriga-gravidez-hiv-aids

Apesar do estigma que a infecção com HIV ou aids ainda carrega, é possível levar uma vida normal desde que o vírus seja mantido sob controle com remédios apropriados. Com o tratamento adequado, ele não evolui para a síndrome da aids, que leva à perda da imunidade, causada pela queda dos linfócitos CD4, espécie de equipe de segurança do corpo. Com a defesa baixa, a infecção serve como porta de entrada para doenças oportunistas, como tuberculose, pneumonia, meningite e toxoplasmose. Até mesmo infecções normalmente inofensivas, como a candidíase, podem ser transformar em doenças perigosas no organismo do portador da aids.

Pré-natal

É obrigatório por lei que toda gestante faça o teste de HIV logo nas primeiras consultas do pré-natal. Se negativo, o teste é repetido no terceiro trimestre de gestação. É preciso eliminar o preconceito em relação ao teste. Se o médico está pedindo é para ter certeza de que a paciente não foi exposta a ele. Não quer dizer que está desconfiado dela ou qualquer coisa do tipo.

Tendo descoberto a presença do vírus no pré-natal ou antes dele, a gestante segue com os exames normais, como ultrassonografias periódicas. A menos que tenha uma condição que indique gravidez de risco associada, como descolamento de placenta. Nesse caso, terá de ser acompanhada também por um infectologista.

Ela tem de continuar tomando os medicamentos nas mesmas dosagens e frequência. Entretanto, existem alguns remédios contraindicados na gravidez.

Caso ela ainda não seja acompanhada por um infectologista, é hora de começar a ser acompanhada

Descobriu durante a gestação?

Outro ponto importante do quadro de ocorrências de HIV atualmente são as particularidades do contágio. Muitas vezes as mulheres pegam o vírus do companheiro e só descobrem no momento da gestação. Por lei, o companheiro tem de avisar o outro de que tem o vírus.

Realizados o acolhimento e a orientação da gestante, é preciso se certificar de que a gravidez correrá normalmente e de que o bebê não será contaminado. Para isso, é feita a negativação da carga viral da mulher. Quanto menor for essa carga, menor o risco de contaminação da criança. O Ministério da Saúde preconiza que seja de, no máximo, mil cópias do vírus por mililitro de sangue. Existem atualmente vários tipos de medicação que fazem o papel do famoso coquetel, e cada um deles é mais apropriado para determinada pessoa. A carga viral é baixada com medicamentos antirretrovirais que não tenham contraindicação para grávidas.

Por convenção do Ministério da Saúde, a medicação é administrada a partir da 14ª semana de gestação e mantida durante toda a gravidez. Caso a mulher já tome medicação antirretroviral liberada para gestantes, ela mantém até o fim da gestação. Alguns médicos recomendam que o tratamento com antirretrovirais seja iniciado a partir da 24ª semana de gestação, já que o segundo e o terceiro trimestre correspondem ao período com maior risco de contaminação. É preciso avaliar caso a caso e consultar o obstetra e o infectologista responsável pelo atendimento. Ainda não há consenso entre os médicos sobre a continuidade da medicação antirretroviral após o parto.

Contaminação na gravidez

A taxa de transmissão vertical registrada pelo Ministério da Saúde em 2012 foi de 3,4 para cada 100 mil habitantes. Em dez anos, o número teve queda de 35,8%.

Se a contagem viral for mantida baixa com a medicação sendo tomada corretamente – em geral são duas doses diárias –, é possível ter um bebê saudável. O exame de carga viral é feito periodicamente para acompanhar a evolução da paciente com a medicação. Os antirretrovirais agem rápido para baixar a carga viral. Alguns deles conseguem diminuí-la drasticamente em poucas semanas.

A gravidez é considerada de risco e deve ser acompanhada por dois médicos – um obstetra e um infectologista. Na prática, a gestante conta com um suporte global, com enfermeiras obstetras, nutricionista e psicólogo. Como o atendimento do obstetra e do infectologista é feito em conjunto, reunimo-nos e falamos com a paciente sobre a evolução da gravidez, a taxa de carga viral e o parto. Ela tem de ser orientada.

Evitando a contaminação durante o parto

A última contagem de carga viral é feita próximo ao parto, entre a 34ª e a 36ª semana de gestação. Em geral, o tipo de parto mais indicado para a mulher com HIV é a cesárea eletiva, feita cerca de dez dias antes da data prevista para que a mulher não entre em trabalho de parto. As contrações aumentam o bombeamento de sangue entre a placenta e o bebê, o que pode estimular a maior circulação do vírus. A ideia é que o bebê entre em contato o menos possível com o sangue e as secreções da mãe. A retirada da criança é feita pelo corte da cesárea e vai se descolando a bolsa das paredes uterinas. Quando ela estiver mais solta, puxa-se para fora da cavidade abdominal e rompe a bolsa depois que a cabeça do bebê já estiver para fora. Assim, ele não aspira as secreções e o sangue da mãe.

 Se a mulher desejar o parto normal, poderá fazê-lo, contanto que a carga viral seja indetectável. Deve-se também evitar que a bolsa fique rota por mais de quatro horas, para que o bebê não tenha contato direto com as secreções da mãe; o uso de fórceps, que pode causar escoriações na cabeça do bebê, criando uma entrada para o vírus; e a episiotomia, que põe a criança em contato direto com o sangue da mãe.

A mulher recebe o antirretroviral injetável durante o parto. No caso da cesárea eletiva, ele é administrado a partir de quatro horas antes do parto até o nascimento. O bebê toma um xaropinho de antirretroviral desde o nascimento até a sexta semana de vida.

O acompanhamento do bebê no pós-parto

Existem orientações diversas sobre o acompanhamento do bebê após o parto. O Ministério da Saúde defende que a criança faça dois testes de carga viral – um no primeiro mês de vida e outro no quarto – para certificar que a infecção não foi transmitida da mãe para o filho ao longo da gestação ou durante o parto. Se os dois resultados forem negativos, a conclusão é de que a criança não foi infectada. Somente após a realização de exames nesse período, o médico pode dizer se houve ou não a transmissão do HIV.

Amamentar pode?

A mãe não deve amamentar. Existem estudos que demonstram risco adicional de 7% a 22% de transmissão vertical por essa via. A gestante recebe medicação para inibição da lactação e o Ministério da Saúde fornece fórmula láctea infantil ao recém-nascido. Em alguns países da África a amamentação não é proibida porque existe um perigo maior do que a criança ser contaminada pelo HIV: ela pode morrer em decorrência de inanição ou contaminação por água com coliformes fecais. 

Problemas de saúde de quem não fica offline nunca




1- Dores pelo corpo

Exagerar uma ou duas horinhas no tablet ou celular pode não parecer algo tão perigoso a curto prazo, mas se isso vira parte da rotina, pode causar escoliose e tenossinovite (inflamação dos tendões). "Quem sofre mais é o polegar, que acaba fazendo o trabalho de segurar o aparelho, navegar e digitar", diz Mateus Saito, ortopedista do Instituto Vita, de São Paulo.

Solução
Diminuir a frequência de acesso ao tablet e smartphone é a primeira coisa a ser feita. Dê preferência a um dispositivo fixo na hora de mandar um e-mail, ler ou digitar algo. Para descansar o corpo, faça uma pausa a cada hora, acompanhada por alongamentos de pescoço, braços, pernas e mãos. Agora, se está sentindo algum tipo de dor ou formigamento, coloque gelo nas mãos e coloque uma bolsa de água quente nos músculos. Se a situação não melhorar, marque consulta com um ortopedista.

 

2- Visão sobrecarregada

Entre os sintomas desse problema estão dores nos olhos e na cabeça, sensação de cansaço, visão turva, olhos secos, vermelhidão e ardor. "As imagens na tela de tablet ou celular são formadas por pequenos pixels, que estão em constante movimento. Diferentemente daquelas em papel, nossos olhos acabam fazendo um esforço extra para focar no digital e isso prejudica a visão", explica Vicente Vitiello, oftalmologista do hospital São Luiz, de São Paulo. 

Solução
Não ficar encarando a tela do celular ou tablet por muitas horas, nem segurar o aparelho muito perto dos olhos é a regra número um para evitar possíveis problemas. Além disso, é importante ajustar o brilho da tela do celular e do tablet para que ela não fique muito escura e nem muito clara. Tentar sempre ler no ambiente iluminado e descansar a visão a cada 20/30 minutos são outras dicas valiosas. "Ao sentir olhos secos e ardor, use gotas de lágrimas artificiais de 4 a 5 vezes ao dia", recomenda Vicente.


3- Taquicardia e até depressão

A desatenção e a dependência da internet são os pontos que mais preocupam especialistas. "O nosso cérebro é acostumado a focar em uma tarefa por vez, mas com as novas tecnologias, acaba se concentrando em várias ao mesmo tempo, o que afeta a memória e, em alguns casos, pode levar até o desenvolvimento da doença de Alzheimer", alerta Tarso Adoni, neurologista do hospital Sírio Libanês, de São Paulo. O vício por estar online também tem seus efeitos colaterais graves. Quem passa horas conectado tem mais tendência a sofrer de taquicardia, depressão e ansiedade crônica. Muito tempo em frente a um  dispositivo  eletrônico causa frequentes dores de cabeça e insônia. "Temos uma forte exposição à luminosidade da tela e um excesso de informação. Isso tudo dificulta o relaxamento necessário do nosso cérebro" diz o neurologista Álvaro Pentagna, do hospital São Luiz, de São Paulo

Solução
É bom cortar o uso de dispositivos antes de dormir. "Faça do seu sono um ritual calmo, que não pode ser atrapalhado por nada", aconselha Pentagna. Acha que não consegue resolver seu problema sozinha? Hoje em dia existem vários programas e especialistas que combatem esse tipo de vício. No Hospital das Clínicas de São Paulo, por exemplo, há um grupo formado por psicólogos e psiquiatras que estão abertos a ajudar ou orientar qualquer um que tenha desenvolvido a dependência tecnológica.


Problema extra: prejuízos ao relacionamento

Uma pesquisa de Universidade de Essex, na Inglaterra, mostra que casais que checam as atualizações das redes sociais enquanto estão juntos são menos felizes no relacionamento e na vida sexual do que aqueles que namoram com o celular desligado. Isso acontece porque nossas cabeças ficam poluídas com informações aleatórias. "Temos que nos conectar com outra pessoa fisicamente e não virtualmente. Não vai haver química alguma se a pessoa do seu lado, ao invés de olhar pra você, fica hipnotizada com a tela do smartphone", diz a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, de São Paulo,


Solução
Use a tecnologia a seu favor. Ao invés de deixar a internet distanciá-la do seu parceiro, aproxime-se mandando um e-mail romântico, uma mensagem picante no WhatsApp ou procurem juntos por produtos eróticos, que sirvam para os dois.

Sasha Yakovleva

Saiba mais sobre o Tétano


tétano - Foto: Getty Images

O tétano é uma infecção do sistema nervoso com a bactéria possivelmente letal Clostridium tetani (C. tetani).

Sintomas

O tétano muitas vezes começa com espasmos leves nos músculos da mandíbula (tetania). Os espasmos também afetam os músculos do tórax, do pescoço, da coluna e do abdome. Os espasmos nos músculos da coluna muitas vezes causam arqueamento, chamado de opistótonos.

Os espasmos podem afetar os músculos que ajudam na respiração, o que pode causar problemas respiratórios.

A ação muscular prolongada causa contrações repentinas, fortes e dolorosas de grupos musculares. Isso é chamado de tetania. Esses episódios podem causar fraturas e rompimentos musculares.

Outros sintomas incluem:

  • Babar
  • Suor excessivo
  • Febre
  • Espasmos nas mãos ou nos pés
  • Irritabilidade
  • Dificuldade ao engolir
  • Micção ou evacuação descontrolada

 Transmissão

Ocorre pela introdução dos esporos da bactéria em ferimentos externos, geralmente perfurantes, contaminados com terra, poeira, fezes de animais ou humanas. Isso porque o bacilo se encontra no intestino dos animais, especialmente do cavalo e do homem (sem causar doença) e os esporos podem estar presentes tanto em solos contaminados por fezes ou com esterco, como na pele ou na poeira das ruas, por exemplo. Queimaduras e tecidos necrosados também são uma porta de entrada, o que favorece o desenvolvimento da bactéria. Não apenas pregos e cercas enferrujados podem provocar a doença: a bactéria do tétano pode ser encontrada nos mais diversos ambientes. Já a transmissão do tétano neonatal, também chamado de "mal de sete dias", ocorre pela contaminação do coto umbilical por esporos do bacilo tetânico, que podem estar presentes em instrumentos sujos utilizados para cortar o cordão umbilical ou em substâncias pouco higiênicas usadas para cobrir o coto..

 

Prevenção

O tétano não é contagioso, porém, mesmo aqueles que já contraíram a doença, não adquirem anticorpos para evitá-lo novamente. A vacinação é a única forma de proteção. Para uma imunização adequada, em caso de ferimento, é preciso ter tomado três doses de toxóide tetânico (presente em todas as seguintes vacinas: DTP, DT e dT), tendo sido a última dose há menos de dez anos. A manutenção de níveis adequados de cobertura vacinal é recomendada para toda a população e não somente para os considerados grupos de risco: crianças e pessoas da terceira idade; pessoas portadoras de úlceras de perna crônicas; trabalhadores como agricultores e operários da construção civil; e pessoas com mal perfurante plantar decorrente de Hansen. Com relação ao tétano neonatal, a prevenção deve ser feita a partir da vacinação de todas as mulheres em idade fértil (entre 12 e 49 anos), com três doses da vacina. Antes do parto, a mulher deverá ter tomado pelo menos duas doses da vacina e, caso sua última dose tenha sido há mais de cinco anos, ela deverá tomar um reforço. Além disso, é importante a melhoria da atenção ao pré-natal e ao parto, que deve ser prestada por pessoal capacitado em vacinação e procedimentos higiênicos adequados. O esquema básico de vacinação na infância é feito com três doses da vacina combinada contra DTP e Hib aos dois, quatro e seis meses. O primeiro reforço é feito com a DTP aos 15 meses e o outro entre quatro e seis anos de idade. O cuidado com a ferida inclui uma limpeza imediata e completa, especialmente nas feridas incisas profundas, porque o pó e o tecido morto favorecem o crescimento das bactérias Clostridium tetani.

Caxumba: causas, sintomas e prevenção


http://comofas.com/wp-content/uploads/2012/02/caxumba.jpg

A caxumba é uma doença causada pelo enterovirus, um tipo de vírus que acomete caracteristicamente as glândulas parótidas, que são as maiores das três glândulas salivares.

Causas

A caxumba é causada por um vírus. O vírus se dissemina de uma pessoa para outra através de gotículas respiratórias (por exemplo, ao espirrar) ou por contato direto com itens que foram contaminados pela saliva infectada.

Sintomas

A caxumba, também chamada de papeira ou parotidite, tem um período de incubação de duas ou três semanas. Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos, que fazem o rosto inchar. Nos casos graves, a caxumba pode causar surdez, meningite e, raramente, levar à morte. Após a puberdade, pode causar inflamação e inchaço doloroso dos testículos (orquite) nos homens ou dos ovários (ooforite) nas mulheres e levar à esterilidade. Por isso, é necessário redobrar a atenção nestes casos e ter acompanhamento médico.

Prevenção

A prevenção é feita com o uso de vacina produzida com o vírus vivo atenuado da doença, e faz parte do Calendário Básico de Vacinação. Em geral, está associada à época de vacinas contra sarampo e rubéola. As três juntas compõem a vacina tríplice viral. A primeira dose deve ser administrada aos doze meses e a segunda, entre quatro e seis anos.

Novo exame de sangue 'pode prever Alzheimer'



Sintomas do Alzheimer aparecem apenas 10 anos após surgimento da doença (Foto: BBC)

Cientistas britânicos acreditam ter dado um passo importante nas pesquisas sobre o Alzheimer ao criarem um novo exame de sangue que pode prever as chances de uma pessoa desenvolver a doença.

O estudo realizado com mais de mil pessoas identificou um conjunto de proteínas no sangue que pode antever o surgimento da demência com 87% de precisão.

Os resultados do trabalho, publicado na revista científica Alzheimer's & Dementia, serão usados para aprimorar os testes com novos medicamentos para a doença, que afeta 44 milhões de pessoas em todo o mundo.

O Alzheimer é uma doença degenerativa cujo primeiro sintoma é a perda da memória. Com o avançar do problema, pacientes também podem manifestar comportamento agressivo, irritabilidade, confusão mental, entre outros.

Os especialistas alertam que ainda não há previsão para que o exame esteja disponível em clínicas ou hospitais da Grã-Bretanha.

As pesquisas sobre tratamentos para o Alzheimer têm sido marcadas por fracassos. Entre 2002 e 2012, 99,6% dos experimentos feitos com objetivo de prevenir ou reverter a doença não levaram a nada.

Os médicos acreditam que as tentativas mal sucedidas se devem ao fato de que os pacientes começam a ser tratados tarde demais, já que os primeiros sintomas só aparecem uma década depois do início da doença.

Por isso, o maior objetivo das pesquisas atuais deste campo é identificar a demência em seu estágio inicial.

Exame de sangue
Os pesquisadores investigaram diferenças no sangue de 452 pessoas saudáveis, 220 com danos cognitivos moderados e 476 com Alzheimer.

Eles puderam confirmar com 87% de precisão quantos pacientes com danos cerebrais moderados desenvolveriam Alzheimer no ano seguinte.

"Nós queremos poder identificar o quanto antes as pessoas que vão precisar de fazer exames mais aprofundados num futuro próximo," disse líder da pesquisa, Simon Lovestone, da Universidade de of Oxford.

"Como não há tratamento, muitas pessoas podem questionar o valor de um exame de sangue. Mas as pessoas vêm ao consultório saber o que está acontecendo com elas e atualmente eu não posso dizer", aifrmou Lovestone.

Ian Pike, médico da Proteome Sciences, companhia que faz pesquisas na área farmacêutica, considera que o exame de sangue é "um grande passo" nas pesquisas sobre a demência.

"Ainda vai levar tempo e mais testes com pacientes para termos certeza de que esses exames podem ser usados rotineiramente. Mas este processo pode ser iniciado agora", afirmou.

É improvável que o teste possa ser feito isoladamente no caso de estar disponível em clínicas no futuro. Um resultado positivo teria de ser corroborado com tomografias cerebrais e testes de fluidos da coluna vertebral.

No início do ano, pesquisadores americanos anunciaram um exame de sangue capaz de prever o aparecimento de Alzheimer em pessoas saudáveis com até três anos de antecedência.

Principais tipos de alergia e seus sintomas



Conheça os principais tipos de alergia e seus sintomas Charles Guerra/Agencia RBS

Em épocas frias, como o inverno, os casos alérgicos se tornam comuns, pois as pessoas ficam mais tempo em locais fechados e utilizam mantas, casacos e roupas que por muito tempo ficaram guardados, desencadeando alergias de pele e respiratórias. Segundo a OMS, 35% da população brasileira sofre desse mal.

Normalmente, o sistema imunológico defende o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como as bactérias, por exemplo. Porém, em algumas pessoas, o organismo apresenta uma sensibilidade anormal desencadeada por alguma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento ou mesmo a poeira da casa, ocasionando a alergia.

A pessoa alérgica é aquela que reage a um determinado estímulo que é considerado normal para os outros. Existem outros diversos tipos de reações alérgicas que não estão atreladas à nenhuma estação e também requerem cuidados.

Alimentos

Alguns dos principais sintomas são inchaço ou coceira nos lábios, diarreia, vômitos e até mesmo rouquidão. A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Felizmente, muitas crianças se livram delas mais velhas. Entretanto, alergias a amendoim, frutas secas e frutos do mar tendem a durar a vida toda, em função das substâncias encontradas nesses alimentos. O ideal é procurar um médico e evitar a ingestão dos itens.

Pele

As pessoas alérgicas têm a pele normalmente mais seca do que o restante, e com a temperatura baixa do ambiente e banhos quentes prolongados, a cútis tende a ficar mais sensível, áspera e irritadiça. Isso piora com o contato de certos tecidos (principalmente no inverno, quando normalmente se usam texturas mais grossas como lãs, felpos etc). Além de procurar um médico para avaliar a reação, também é válido evitar o uso de muito sabonete nos locais atingidos, para não ressecar ainda mais a pele. A adequada hidratação ajuda bastante na melhora do ressecamento.

Respiratórias

São causadas por alérgenos presentes no ar que contaminam o ambiente: poeira, mofo, ácaros, pólen de plantas, entre outros. Geralmente causam espirros, coriza, coceira nos olhos, falta de ar, tosse, dores de cabeça e podem contribuir para doenças como a rinite, asma e a sinusite. Roupas, cobertores e edredons, guardados por muito tempo, também podem conter uma concentração maior de ácaros e mofo e desencadear crises respiratórias, portanto, devem ser lavados e arejados com frequência.

Medicamentos

Reações adversas a medicamentos são comuns e variam de efeitos mais moderados, como náusea e vômitos, à anafilaxia (dificuldades respiratórias). Normalmente, os principais sintomas das alergias medicamentosas são coceira na pele ou olhos, erupções cutâneas, inchaço dos lábios, língua ou rosto e urticária. Se a pessoa perceber qualquer sintoma após o uso de um medicamento, deve procurar seu médico, que avaliará se é um efeito colateral do medicamento, ou então, uma reação alérgica.

Insetos

A alergia a picada de insetos, também conhecida como estrófulo, ocorre com mais frequência em crianças até 10 anos. Os sintomas são lesões da pele, onde comumente aparecem pápulas (bolinhas) sobre uma área da pele avermelhada. Algumas vezes, dependendo da sensibilidade da pessoa, toda região do corpo pode ficar inchada e vermelha. O número de lesões é variável e a coceira é sempre muito intensa. Os insetos que normalmente mais causam alergias são pernilongos, borrachudos, formigas, carrapatos e pulgas. Deve-se evitar coçar o local, pois isso pode gerar manchas, cicatrizes e até mesmo uma infecção por bactérias (trazidas pelas unhas).

Pelos de animais

Quando se fala em alergia a animais, muitos associam a causa do problema aos pelos. Mas aí está um dos principais mitos, pois na realidade o problema é o grande aumento de ácaros no ambiente, causado pela presença dos bichos. Isso ocorre porque, além de pelos, os animais soltam muita pele - e o ácaro, que se alimenta disso, procria rapidamente e contamina o ambiente. É recomendável evitar que ambientes com animais tenham muitos tapetes e móveis estofados e que os animais durmam no mesmo ambiente que a pessoa alérgica.

Boa nutrição reflete em cabelos, pele e unhas saudáveis


Crédito: www.runnersworld.com

O primeiro passo para ter cabelos resistentes, pele viçosa e unhas fortes é manter uma boa alimentação. Além do aspecto estético, o consumo adequado de vitaminas e minerais contribui para que o corpo desempenhe bem todas as suas funções.

Consideradas amigas da beleza, as vitaminas A, C e E e as do complexo B ajudam a ter pele e cabelos bonitos, sedosos e saudáveis. Enquanto a vitamina A é responsável pela renovação celular, as do complexo B ajudam no crescimento, na maleabilidade e na maciez dos cabelos (1).

As vitaminas C e E têm poder antioxidante e protegem contra o envelhecimento natural da célula, assim como o zinco, que atua no bloqueio dos radicais livres. Já a vitamina C, além de participar da síntese de colágeno, influencia o crescimento de unhas e cabelos, também estimulado pelo selênio1.

Pesquisa Manifesto do Corpo Saudável (2), desenvolvida pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), em parceria com o multivitamínico Centrum, revela como o brasileiro que tem acesso à internet percebe os oito sinais do Manifesto do Corpo Saudável. Em relação à saúde dos cabelos, 29% os acham opacos e quebradiços; desse total, 72% são mulheres. Esse índice sobre para 42% entre q uem não considera sua alimentação saudável. A pesquisa revela ainda notaram os cabelos opacos e quebradiços:

  • 33% dos que não comem 6 porções de frutas, verduras e legumes por dia;
  • 37% dos que comem produtos industrializados mais de 3 vezes/semana;
  • 59% atribuem o problema à alimentação.

Já 25% dos entrevistados afirmam que estão com a pele sem viço. Desse universo, 69% são mulheres. Já entre quem não considera sua alimentação saudável, 425 menciona o sinal. O problema é mais perceptível entre:

  • 29% dos que não comem 6 porções de frutas, verduras e legumes por dia;
  • 29% dos que não têm o hábito de consumir produtos integrais mais de 3 vezes/semana;
  • 30% dos que consomem produtos industrializados mais de 3 vezes/semana;
  • 68% relacionam o problema à alimentação.

Consideram suas unhas quebradiças 25% dos pesquisados. Dentro dessa amostra, 88% são mulheres e 73% associam o sinal à alimentação. Já entre quem não considera sua alimentação saudável, o índice sobre para 38%.

Embora seja essencial à saúde e à beleza, o consumo de micronutrientes ainda está muito aquém do ideal na mesa dos brasileiros. O Estudo Brazos (3) revela que a população ingere quantidades de vitaminas e minerais bem abaixo do recomendado:

  • 99% dos brasileiros não consomem a quantidade de vitamina E recomendada; metade da população consome menos vitamina A do que o recomendado.; entre as mulheres essa deficiência é de 92%;
  • a quantidade consumida de vitamina C está abaixo da recomendada em 88% da população masculina e 84% da feminina;
  • os minerais selênio e zinco têm ingestão 40% abaixo da recomendada em ambos os sexos.

Outro estudo que comprova essas deficiências é a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) (4) 2008-2009, realizada pelo Ministério d o Planejamento, Orçamento e Gestão. Segundo o levantamento, 24% dos homens e 22% das mulheres, de 19 a 59 anos, não consomem as quantidades recomendadas de zinco.

Incluir na alimentação pratos com cenoura, abóbora, mamão, beterraba, frutas cítricas como laranja e acerola, leite, nozes, peixe, frango e grãos ajudará a consumir esses micronutrientes. O uso diário de um multivitamínico, como Centrum, pode contribuir na ingestão de vitaminas e minerais, o que irá refletir em uma aparência saudável.

Saiba mais sobre o Shiatsu


http://zh.rbsdirect.com.br/imagesrc/14580501.jpg?w=640

O Shiatsu é uma prática terapêutica com bases na medicina tradicional oriental e cuja missão principal é encaminhar os seus praticantes para um estado completo de saúde e de bem-estar. Como é conseguido? Através da pressão, com as mãos e dedos, de pontos vitais do corpo, que ajudam a reequilibrar as nossas energias internas, para uma cura natural e progressiva. Aliás, Shiatsu é uma palavra japonesa que significa isso mesmo – pressão ("atsu") com os dedos ("shi").

Já conhece o Faça Fisioterapia?

Leia o blog sobre Terapia Manual

Leia matérias sobre Terapia Alternativa

De onde veio?

O Shiatsu tem as suas origens numa prática com mais de dois mil anos de existência – a "Tao Yin" – que, através de exercício físico, técnicas de respiração, massagens e meditação, procurava devolver ao organismo a fluição natural e "ki", a "força da vida" que, aliás, rege a medicina oriental. Introduzida no Japão por volta do século VI, os japoneses aperfeiçoaram a técnica ao estudar e desenvolver um método muito próprio: o diagnóstico e tratamento abdominal. Conhecido durante muito tempo como "Anma", o Shiatsu ganhou estatuto próprio ao distanciar-se da medicina propriamente dita e integrar as práticas de fisioterapia e de quiropraxia, aliada às técnicas de pressão exercidas sobre o corpo com recurso apenas aos dedos. No início do século XX, o terapeuta japonês Tamai Tempaku associou os conhecimentos modernos de anatomia e de fisiologia aos métodos de tratamento orientais antigos e obteve o primeiro esboço do Shiatsu como é hoje conhecido – o "Shiatsu Ryoho" deu mais tarde lugar ao "Shiatsu Ho" até ser simplesmente baptizado de Shiatsu. Em 1964, o governo japonês reconheceu o Shiatsu enquanto terapia independente e distinta, tanto da antiga "Anma", como da massagem ocidental.

De que se trata?

Recorrendo à pressão dos dedos, o Shiatsu trabalha em cima dos canais de energia do corpo (meridianos), numa tentativa de equilibrar o fluxo da energia vital para a vida (o "ki" – que não vemos, mas sentimos), que pode estar bloqueado, em défice ("kyo") ou em excesso ("jitsu") no organismo. Ao normalizar o "ki", devolve-se ao corpo a capacidade de se defender das doenças, garantindo assim, o seu funcionamento pleno. Isto é conseguido através dos movimentos manuais feitos nos cerca de 365 pontos de pressão, ou "tsubos", que existem no corpo humano. Saiba que um meridiano com excesso de energia vai apresentar-se tenso e dorido, enquanto um meridiano com falta de energia vai apresentar-se suave e indolor.

A técnica

Curar com as mãos é a base do Shiatsu, cuja técnica é extremamente simples: o terapeuta utiliza os dedos, os polegares, as mãos e as palmas das mãos, os cotovelos e os joelhos para pressionar, alongar e massagar o corpo nos pontos adequados ("tsubos") ou simplesmente através de movimentos rotativos com os braços ou pernas. As pessoas (e o corpo humano!) respondem muito bem ao toque, principalmente se este for direccionado para as zonas carenciadas. E é precisamente isso que está por de trás da terapia Shiatsu – ajustar a estrutura física do corpo, assim como as suas energias interiores, de forma a prevenir as doenças e manter uma saúde de ferro.

Os 12 meridianos

Segundo a medicina oriental, a energia ("ki") percorre o nosso corpo de cima a baixo e vice-versa, seguindo uma linha que se encontra dividida em 12 meridianos pares – simetricamente colocados em cada lado do corpo. São uma dúzia de áreas que, apesar de terem sido baptizadas com o nome do órgão que nela se encontra, possui características orgânicas, mas também psicológicas ou emocionais e que não estão relacionados exclusivamente com esse órgão. Se, por exemplo, o terapeuta lhe disser que o seu meridiano do coração necessita de tratamento, não quer dizer que o órgão-coração está doente, mas antes que precisa de apoio emocional. Existem ainda dois meridianos ímpares, duas "artérias" que percorrem o eixo do corpo – o vaso-anti-concepção (na parte anterior do corpo) e o vaso-governador (na parte posterior do corpo).

  1. Pulmões
  2. Mestre do Coração/Pericárdio/Circulação-Sexo
  3. Coração
  4. Intestino Delgado
  5. Triplo-Aquecedor
  6. Intestino Grosso e Fino
  7. Baço-Pâncreas
  8. Fígado
  9. Rins
  10. Bexiga
  11. Vesícula Biliar
  12. Estômago

O Shiatsu é ideal para…

Não sendo uma técnica que pode curar doenças sozinha, o Shiatsu é especialmente poderoso quando utilizado em conjunto com outras terapias orientais ou até convencionais. O seu principal objectivo é devolver ao doente elevados níveis de energia, regular e fortalecer o funcionamento dos órgãos, estimulando a resistência natural do organismo contra as doenças e outros problemas de sáude, quer físicos, quer emocionais ou psicológicos. Neste sentido, é mais correcto afirmar que o Shiatsu não cura, mas ajuda a curar, até porque concentra todos os seus poderes curativos na saúde e não na doença. Está indicado principalmente para:  

  • Dores de cabeça/enxaquecas
  • Dores de costa/coluna/pescoço/ombros
  • Dificuldades emocionais (depressão, baixa auto-estima…)
  • Stress/Tensão/Ansiedade
  • Cansaço/Fraqueza
  • Insónias
  • Distúrbios intestinais
  • Perturbações menstruais
  • Problemas respiratórios (asma, bronquite…)
  • Problemas reprodutivos
  • Sinusite
  • Constipações e tosse
  • Tensão muscular
  • Artrite
  • Lesões desportivas

Quais os seus benefícios?

O Shiatsu funciona como catalisador no processo de cura, sendo que a cura não é uma experiência imediata, mas sim um percurso contínuo. São muitos os benefícios desta terapia holística, destacando-se uma maior flexibilidade da pele e dos músculos, melhorias ao nível dos sistemas circulatório, digestivo, ósseo, endócrino e nervoso. O objectivo é criar um equilíbrio físico, mental e espiritual; e dotar a pessoa de um maior conhecimento e capacidade de leitura do seu próprio corpo, alertando-a para a importância de um estilo de vida harmonioso e saudável.

Saiba mais sobre Fraturas de Cóccix


http://images.slideplayer.com.br/3/1219704/slides/slide_31.jpg

Cóccix ou cóccix é o último segmento da coluna vertebral. Esta estrutura é composta de 3-5 vértebras, que podem ser fundidas ou separadas. No caso dos seres humanos, o cóccix é normalmente situada no fundo (abaixo do sacro), de modo que é protegida de qualquer lesão ou trauma. No entanto, algumas pessoas, especialmente, mulheres são propensas a lesões. Qualquer golpe direto para a área ou de uma queda sentada pode resultar em lesões cóccix. O mais comum entre eles são contusões e luxações .Fraturas ósseas complexas são muito raras.

Acesse o blog da Fisioterapia na Ortopedia

Os sintomas

As fraturas complexas são muito raras no cóccix. No entanto, fraturas e fissuras capilares menores pode causar dor intensa, sensibilidade e desconforto na região. Em caso de trauma, a área pode ter contusões também. Cóccix fraturado torna difícil para a pessoa sentar-se por períodos mais longos, especialmente, em superfícies macias. Evacuar pode ser doloroso para eles. No caso das mulheres com esta condição, a relação sexual também pode causar dor. Algumas pessoas experimentam dor aguda nas pernas.

Causas

Na maioria dos casos, são fraturas capilares ou fraturas simples localizadas nas articulações entre as vértebras coccígeas. Outro tipo comum de cóccix fraturado é a quebra de tipo chip na ponta da estrutura. Uma fratura cóccix ocorre apenas quando uma força forte e concentrada é aplicada ao osso, para um certo ângulo. A queda sentado ou um golpe direto para a região pode causar a fratura. A gravidez e o parto também pode ser uma causa de lesões ou fraturas cóccix menores. Foi observado que as pessoas, que se entregam no remo regular ou de bicicleta têm chances de desenvolver esta condição, levando a dor e outros sintomas.

Recuperação

Enquanto a maioria das fraturas cóccix não são emergências médicas, fraturas complexas podem causar a dor excruciante cóccix, formigamento e dormência na área e fraqueza nas pernas. Em tais casos, a atenção de emergência médica é necessária. Diagnóstico cóccix fraturado é muitas vezes feito com a ajuda de raios-X. Na maioria dos casos, a condição cura por si própria e o tratamento inclui medicação oral como analgésicos, laxantes, injecções, o uso de almofadas de assento especiais e mudanças no estilo de vida. Vai levar quase um ano (às vezes, mais) para a cura. Mesmo os exercícios são recomendados durante este tempo. Se os sintomas não diminurem após esse período, deve-se procurar outro tipo de tratamento. Em caso de fratura  complexa, onde os tecidos circundantes ficar danificado ou o osso é danificado inteiramente, se faz necessária a cirurgia cóccix reparação ou cóccix cirurgia de remoção é o preferido.

Em resumo, fratura do cóccix não é comum, mas, fraturas menores podem ocorrer em alguns casos. As fraturas complexas e complicadas são extremamente raros. Além de medicamentos, você pode usar compressas de gelo para reduzir a dor e inchaço na área. Consuma mais alimentos ricos em fibras para evitar constipação e ter repouso por algum tempo, para evitar movimentos, que podem retardar o processo de cura.

Veja 10 hábitos para acordar mais disposto



Cansado de acordar cansado dia após dia? Você não está sozinho. Se as  responsabilidades e obrigações costumam atrapalhar o sono, há boas notícias: alguns hábitos causam um enorme impacto nos níveis de disposição e te deixarão muito melhor. Confira a lista feito pelo site Pop Sugar:

Pela manhã
1) Nada de soneca

Programar inúmeras sonecas de poucos minutos no despertador faz que seja ainda mais difícil levantar da cama e atrapalha sua disposição sugando boa parte da energia do dia. A melhor alternativa é programar o despertador de maneira consciente em um horário que possa levantar sem precisar tirar mais um cochilo.

2) Beba logo um copo de água
Beber água ajuda o corpo a manter seu melhor desempenho e, se a hidratação for a primeira coisa da manhã, irá ajudar muito o sistema digestivo, além de energizar. Por isso, deixar um copo de água ao lado da cama e bebê-lo assim que abrir os olhos é fundamental.

3) Escolha o café da manhã certo
Comer um café da manhã satisfatório dá a energia e os nutrientes que o corpo precisa para se manter bem durante a manhã. Segundo especialistas, a refeição deve conter carboidratos, proteínas e fibras. Isso ajudará a balancear o nível de açúcar e o dia será melhor.

4) Faça exercício
Começar o dia se exercitanto é uma das melhores coisas para energizar o corpo antes de ir para o trabalho. Além disso, praticar atividades pela manhã queima mais calorias e oferece mais resistência. 


Durante a tarde

5) Tome um pouco de ar
Ficar horas seguidas sentado em frente ao computador causa inchaço e faz a concentração ir para o espaço, por isso tire um intervalo, tome um ar fresco, alguns raios de sol e faça uma caminhada curta. Pode parecer um luxo fazer isso, mas você com certeza voltará com mais energia.

6) Beba chá verde
Troque o café pelo chá verde durante a tarde. Ele trará mais benefícios para seu corpo e não irá interferir na qualidade do seu sono à noite.

7) Organize seu espaço de trabalho
Quando a mesa no escritório parece uma zona de guerra, olhar para aquilo pode causar mais estresse e cansaço. Por isso, limpe o organize este espaço com frequência porque um ambiente mais zen e calmo vai trazer mais relaxamento e produtividade.

Coma um lanche

Faça uma refeição pequena no meio da tarde, mas nada de bolachas e coisas desse tipo. Escolha alimentos que dêm energia ao seu corpo, como castanhas, por exemplo. É importante não sentir fome durante o trabalho.Durante a noit

8) Abandone a saideira
Por mais que o dia tenha sido cansativo e uma taça de vinho ou cerveja seja perfeito, evite o álcool. Ele pode atrapalhar o ciclo natural do sono e fazer com que se sinta exausto na manhã seguinte. Se está enfrentando problemas para dormir, é melhor abandonar os drinques definitivamente.

9) Desligue os aparelhos eletrônicos
Deixar celular, televisão e tablet ligados durante a noite atrapalha o sono e, consequentemente, te deixará mais cansada de manhã. Antes de dormir, desligue tudo que estiver ao alcance e, caso queira ler, prefira os livros convencionais. É importante também deixar de ficar checando o Instagram e o Facebook pelo celular porque a luz dos aparelhos influencia negativamente a qualidade do sono.

10) Vá cedo para a cama
É óbvio, mas dormir cerca de sete horas ainda é a melhor maneira de acordar disposta no dia seguinte. Então, esqueça aquela história de assistir só mais um episódio no Netflix e ler só mais um capítulo do livro. Faça as contas do horário que precisa levantar da cama e programe-se para dormir.