Terceira-idade: mudanças dessa fase afetam paladar, equilíbrio e até olfato



Por muito tempo os idosos foram considerados sinônimos de invalidez, como se fossem velhinhos que não entendem muito bem o que falamos ou que não consegue fazer nada sozinho - mas isso está longe de ser verdade. Hoje vemos muitos homens e mulheres com mais de 60 anos que estão ativos, levando suas vidas com saúde e um sorriso no rosto. No entanto, é importante entender que mesmo com essa mudança de paradigma, o envelhecimento chega acompanhado de certas mudanças que na maioria das vezes são deixadas de lado. Muitas pessoas se preocupam com o declínio cognitivo e ossos mais fracos, mas há outras preocupações menos conhecidas que merecem atenção.

É importante estarmos cientes dessas mudanças para poder encontrar as melhores formas de contorná-las ou preveni-las, incentivando o envelhecimento saudável. Cuidados com a alimentação, prática de exercícios, controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas, têm relação direta com a manutenção da qualidade de vida e a prevenção de doenças desde a juventude.

Confira quais são as mudanças desconhecidas da terceira idade e entenda melhor esse processo:


idosa cortando tomates - Foto Getty Images

Dificuldades no paladar

A partir dos 60 anos, é comum ocorrer no idoso uma diminuição na capacidade de perceber gostos doces e salgados dos alimentos, enquanto os sabores ácidos e amargos se mantêm inalterados. Isso acontece devido à atrofia das papilas gustativas que são responsáveis pelo paladar.  Outro fator que também pode alterar o paladar é o uso de certos medicamentos, motivo pelo qual os idosos tendem a acrescentar mais sal ou açúcar aos alimentos. Uma alternativa é acrescentar temperos naturais aos pratos, tais como alho, cebola, cheiro verde, orégano e manjericão, que realçam o sabor dos alimentos e eliminam essa dificuldade. É importante também que o momento da refeição seja atrativo, com pratos variados e balanceados, pois com a diminuição do paladar o idoso tende a diminuir a ingestão de alimentos, podendo ficar com um quadro de desnutrição."

idoso cuidando do jardim - Foto Getty Images

Alterações no olfato

Considerando que no processo de envelhecimento existem diversas alterações sensoriais, o olfato também pode ser afetado. Alterações como o aumento de tecidos moles e atrofia das glândulas mucosas - muitas vezes ocasionando o ressecamento do muco nasal e consequentemente a obstrução nasal - podem explicar as dificuldades de identificar odores. Isso também pode ocorrer principalmente após os 80 anos, quando as dificuldades para identificação de odores ocorrem devido à degeneração das células do sistema nervoso central. Esse pode ser considerado um sintoma inicial de doenças como Parkinson e Alzheimer, levando em conta que a percepção que o idoso tem sobre seu olfato depende também dos sistemas nervoso central e periférico, que são os maiores afetados por essas doenças".

Um dos sinais que indicam a perda olfativa é a diminuição do peso em consequência da perda de apetite. O tratamento depende da causa, mas é recomendado que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar. "Para facilitar a ingestão dos alimentos, pode-se melhorar a apresentação dos pratos e a forma de preparo dos alimentos. 

idosa e mulher assistindo tv - Foto Getty Images

Dificuldades em fazer várias tarefas ao mesmo tempo

Existe uma área do cérebro responsável pelo que os especialistas chamam de atenção dividida - que é ativada quando precisamos prestar atenção em duas ou mais tarefas ao mesmo tempo. A partir da meia-idade ou após os 70 anos, ocorre um declínio normal das funções cognitivas, podendo repercutir na memória e nesse tipo de atenção. Durante o processo de envelhecimento, é comum as pessoas apresentarem falhas no controle do excesso de informações e na manutenção de informações irrelevantes durante execução de uma tarefa. Isso torna mais lenta a nossa capacidade de alternar de uma tarefa para outra, prejudicando o desempenho. Outro sinal comum de que a atenção dividida do idoso está comprometida é o fato de ele não conseguir se lembrar de assuntos que foram comentados durante uma refeição ou enquanto ele estava assistindo televisão, por exemplo. Isso acontece porque ele estava concentrado em apenas uma das tarefas, e seu cérebro não conseguiu captar e processar a nova informação que você estava fornecendo. Uma forma de lidar com isso é a estimulação cognitiva por meio de atividades que envolvam duas ou mais tarefas simultâneas.  

idosa olhando a pele no espelho - Foto Getty Images

Pele ressecada

A pele é o órgão que mais evidentemente demonstra os sinais de envelhecimento. Muitas alterações decorrentes da idade, como perda de tecido de sustentação de gordura subcutânea, diminuição dos pelos, alteração na distribuição de pigmentação de pele e pelos e diminuição de glândulas sudoríparas e sebáceas, ocasionam uma pele mais ressecada, frágil e sem a preservação de elasticidade. A pele dos idosos também tende a ficar mais ressecada devido à redução da quantidade de água corporal nessa fase da vida. Todos esses fatores tornam a pele do idoso mais propensa a machucados e infecções. Entre os cuidados para esse problema estão a ingestão de água, banhos com sabonete neutro e água morna e aplicação de um hidratante corporal após.  

idoso lendo jornal usando óculos - Foto Getty Images

Distúrbios da visão

Problemas relacionados à visão podem impedir ou dificultar a independência dos idosos na realização das atividades diárias. Com o envelhecimento, ocorre uma redução na acuidade visual e na acomodação à luminosidade, bem como na clareza da visão noturna e do campo de visão periférico. Consequentemente, ler, assistir TV e realizar atividades manuais podem ser mais cansativo e dificultoso. Para evitar pequenos desconfortos, o ideal é manter a iluminação permanente, uma vez que a adaptação dos idosos a mudanças de luz torna-se mais lenta." Entre as alterações visuais mais frequentes, os especialistas citam presbiopia, catarata, glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. É importante a prevenção por meio da investigação e acompanhamento médico precoce dessas alterações, uma vez que elas são comuns na faixa etária. 

idosa pensando - Foto Getty Images

Qual era a palavra mesmo?

 Sentir dificuldade para encontrar o termo certo durante uma conversa é muito comum em idosos. Isso acontece porque a capacidade de processar as informações fica mais lenta e a atenção também pode estar alterada, prejudicando assim a memória de trabalho (quando ele precisa memorizar algo para usar em seguida, como quando decoramos um número de telefone na agenda para digitá-lo logo após) e memória episódica (memória de histórias e eventos do próprio passado). Quando há falta da atenção, a manutenção de informações pela memória fica prejudicada, dificultando a lembrança de palavras durante uma conversa. De acordo com a psicóloga o melhor a fazer nesses casos não é completar as palavras pelo idoso ou então repreendê-lo. Tente dar pistas que possam ajudá-lo a lembrar da palavra por si, de forma que ele exercite sua memória. Devemos ressaltar que nem toda a falta de atenção ou perda de memória é sinal de doenças, mas que qualquer problema que gere dificuldades em suas atividades diárias deve ser comunicado ao médico.

idosa descendo escadas com ajuda de uma bengala - Foto Getty Images

Manter o equilíbrio

Com o passa da idade, o corpo sofre alterações no controle da postura e do andar, que desempenham um papel importante no equilíbrio dos idosos. Eles apresentam dificuldades na regulação das respostas relacionadas a velocidade e precisão dos movimentos, causando assim um desequilíbrio. Outro fator que pode gerar desequilíbrio nos idosos são alterações no sistema vestibular, como a labirintite. A atividade física contribui para ganho de força muscular, amplitude de movimento, percepção corporal e melhora os reflexos, podendo auxiliar na prevenção de quedas e alterações do equilíbrio.  

idosa estressada - Foto Getty Images

Reflexos e raciocínio rápido

As funções cognitivas como memória, raciocínio, velocidade de processamento e reflexos tendem a diminuir conforme os neurônios vão envelhecendo. Por isso o ideal é sempre estimular o cérebro, para que esse prejuízo seja o mínimo possível.  A melhor maneira de prevenir essa degeneração é adotando hábitos saudáveis, como dieta balanceada, prática de exercícios e controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas. Mais uma vez, é importante ressaltar que simples alterações no raciocínio e reflexos nem sempre indicam doenças graves, entretanto, qualquer mudança deve ser investigada através de avaliações e exames.

idosa levantando halteres - Foto Getty Images

Músculos e ossos mais fracos

Para entender porque os músculos e ossos ficam mais fracos com o passar da idade, é importante saber que nossos ossos crescem somente até os 20 anos e sua densidade aumenta até os 35 anos, começando a perder-se progressivamente a partir disso. O mesmo acontece com os músculos: a partir dos 65 anos de idade, nossa massa muscular vai sendo perdida, cerca de 1% a cada ano. Pessoas que praticaram exercícios durante a juventude e mantiveram hábitos que contribuíram para o fortalecimento desses órgãos possuem um "pico" de massa óssea e muscular maior do que as pessoas que não mantiveram bons hábitos, e por isso demoram mais a apresentar problemas nesses sistemas. No entanto, pessoas que não possuíam altos picos de massa muscular e óssea tendem a sofrer de problemas como osteoporose e sarcopenia mais rapidament. Praticar exercícios já na idade avançada ajuda a impedir a perda, prevenindo essas doenças, mas a pessoa não conquistará mais massa óssea ou muscular do que já tem.  

Fatores que facilitam o surgimento do AVC


O AVC é responsável pela morte de cinco milhões de pessoas no mundo a cada ano, de acordo com a OMS. No Brasil, a doença mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. Outro dado alarmante é que um em cada seis brasileiros corre risco de sofrer um derrame. Popularmente conhecido como derrame, o acidente vascular cerebral é uma alteração do fluxo de sangue no cérebro, que ocorre por falta ou extravasamento de sangue em alguma região do corpo.

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É possível se prevenir de um AVC, já que a maioria dos fatores de risco para o quadro clínico pode ser evitada. Quanto mais idade a pessoa tiver, maiores são as chances de derrame e, por isso, os cuidados devem ser redobrados.

Colesterol e coração - Foto: Getty Images
 

Colesterol alto
O excesso de colesterol no sangue aumenta o espessamento e endurecimento das artérias. Placas de colesterol e conteúdos gordurosos se depositam lentamente na artéria, fazendo com que ela se feche aos poucos e impeça a passagem de fluxo sanguíneo. Esse processo provoca arteriosclerose - endurecimento das artérias - e prejudica a oxigenação do cérebro, aumentando o risco de AVC. 

Sedentarismo e obesidade - Foto: Getty Images

Sedentarismo e obesidade

A prática de exercícios físicos é fundamental para controlar praticamente todos os fatores de risco de AVC. Por outro lado, a falta desse hábito e a obesidade só aumentam as chances. Pressão alta, colesterol elevado, diabetes e doenças cardíacas são complicações decorrentes do excesso de peso e precisam ser prevenidas e controladas com bons hábitos, o que inclui atividade física regular.

Má alimentação - Foto: Getty Images

Má alimentação
Uma vez que diabetes, colesterol, obesidade e hipertensão aumentam as chances de AVC, todos os cuidados para controlar essas doenças servem de prevenção - e a alimentação ganha destaque. Fazer uma dieta balanceada, moderar o consumo de sódio (para pressão alta), evitar alimentos ricos em colesterol e gorduras saturadas (frituras), controlar o consumo de açúcar (para diabetes) são alguns dos hábitos que devem fazer parte da rotina.

Saiba mais sobre Nutrição e Atividade Fisica

Pressão alta - Foto: Getty Images

Pressão alta
A pressão alta ocupa o topo do ranking de maiores causas de acidente vascular cerebral. As paredes internas das artérias sofrem traumas por causa do fluxo do sangue mais forte. Esses traumas formam pequenos ferimentos nas paredes, que podem obstruir a passagem do sangue (AVC isquêmico) ou romper a parede da artéria (AVC hemorrágico). É possível, entretanto, controlar a hipertensão com medicação e hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal da alimentação e praticar exercícios. 

Diabetes - Foto: Getty Images

Excesso de açúcar no sangue

O excesso de glicose no sangue - característica do diabetes - aumenta a coagulação do sangue e o deixa mais viscoso. Isso diminui o fluxo de sangue das artérias e pode levar a um AVC. Além disso, é comum que pessoas com diabetes também apresentem sobrepeso, colesterol alto e pressão alta - todos fatores de risco de derrame cerebral. Mas vale lembrar que esses problemas - inclusive diabetes - podem ser controlados com tratamento médico regular e hábitos de vida saudáveis.

Tabagismo - Foto: Getty Images

Tabagismo
Substâncias do cigarro fazem com que a coagulação do sangue aumente. Com isso, o sangue fica mais grosso e fluxo nas artérias, por sua vez, fica prejudicado, aumentando as chances de um derrame. Pessoas que fumam e usam contraceptivos orais têm riscos maiores ainda, pois os hormônios dos anticoncepcionais também interferem na coagulação sanguínea.  

Doenças do coração - Foto: Getty Images

Doenças do coração
De acordo com o neurologista André Lima, arritmias cardíacas podem formar pequenos coágulos dentro das artérias e veias do coração. Esses coágulos podem ser enviados às artérias cerebrais, provocando um AVC isquêmico.

Alem disso, há uma série de problemas do coração que podem atrapalhar o fluxo sanguíneo e aumentar as chances de derrame. Um deles é o Forame Oval Patente (FOP), uma má formação do coração que atinge 15% da população e faz com que coágulos que deveriam ser filtrados pelo pulmão permaneçam na circulação, aumentando o risco de AVC, inclusive, em jovens.  

AVC - Foto: Getty Images Sintomas do AVC

Quem sofrer um AVC do tipo isquêmico (com incidência três vezes maior que o tipo hemorrágico) tem até quatro horas e meia para ser socorrido e reduzir o risco de sequelas ou risco de morte. É possível perceber os sintomas através da sigla SAMU, que significa dar um Sorriso, para verificar desvios na boca; tentar dar um Abraço, para ver se há dificuldade de levantar os braços e tentar cantar uma Música, para ver se há dificuldade de fala e processamento do cérebro.

Como aliviar a dor da queimadura


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A dor associada com uma queimadura , especialmente um particularmente severa , é talvez uma das formas mais intensas de dor. A dor geralmente dura mais tempo do que outros tipos de dor. Felizmente, pode ser tomada uma série de medidas para ajudar a reduzir a quantidade de dor que o paciente sente-se de uma lesão de queimadura.

1 - reconhecer os sintomas de uma queimadura , incluindo dor , vermelhidão na pele ou descamação , pele branca ou carbonizada (geralmente presente nas queimaduras mais graves ou terceiro grau) e inchaço. Os sintomas secundários também podem incluir choque e entorpecimento , particularmente em queimaduras graves que afectam a pele e o tecido subjacente .
2 - Determinar se o paciente recebeu uma pequena queimadura grave ou por observação da pele afectada . A queimadura de primeiro grau é geralmente considerado menor e afeta apenas a camada superior da pele , causando dor e vermelhidão. Queimaduras mais graves incluem queimaduras de segundo ou terceiro graus, indo mais fundo do que a epiderme e afetando uma área maior da pele.
Tratar a dor causada por pequenas queimaduras

3 - Executar água fria sobre a pele queimada , se a pele está intacta. Você também pode mergulhe-o em um banho de água fria para ajudar a aliviar a dor.

4 - Evite o uso de gelo para reduzir a dor causada por uma pequena queimadura . Um rápido resfriamento da pele pode causar danos adicionais.

5 -  Mergulhe a área queimada por pelo menos 5 minutos. Você também pode usar uma toalha limpa , mergulhado em água fria e aplicado sobre a pele afetada, para ajudar a reduzir a dor.
6 - Cubra a queimadura com uma gaze estéril ou curativo . Isso vai ajudar a evitar mais dor , protegendo a pele contra o atrito e pressão.

7 - Administrar a dose adequada de acetaminofeno ou ibuprofeno para o paciente.

Oito medidas que aliviam o sintoma da dor de garganta


Basta chegar o inverno para as doenças típicas da estação começarem a aparecer: gripe, faringite, laringite e até mesmo resfriado são problemas que têm um sintoma comum e muito incômodo - a dor de garganta. Seja uma dor aguda ou a garganta "arranhando", essas sensações indicam que há algo de errado e tem uma doença se instalando. Por ser um sintoma comum e bastante dolorido, a dor de garganta tem alguns velhos companheiros, conhecidos por sua efetividade no tratamento e cura das doenças. Entretanto, esses truques dão apenas um alívio para a garganta, sem influenciar no tratamento da inflamação ou outra condição existente. A hidratação constante, sim, é uma das medidas mais recomendadas para o tratamento de infecções na garganta, pois além de manter a hidratação das cordas vocais, deixa as secreções mais fluidas, facilitando a expectoração. Beber água também é fundamental para que as reações de defesa do organismo possam estar ativas e prontas para combater os vírus e bactérias.

Outra medida importante para o tratamento de inflamações e infecções da garganta é o uso de anti-inflamatórios e antibióticos, que devem ser indicados pelo médico a fim de erradicar totalmente a infecção e prevenir recorrências. É importante que o paciente com dor de garganta faça uma avaliação médica, visto que a dor de garganta é um sintoma de muitas causas diferentes. Confira abaixo as medidas que aliviam a dor de garganta, mas que no entanto não tratam as doenças relacionadas. 

homem usando spray para garganta - Foto: Getty Images

Hexamidina em spray

Com efeito analgésico, os medicamentos à base de hexamidina trazem benefício apenas durante o efeito da medicação, aliviando o sintoma sem tratá-lo. Pelo fato de anestesiar a região, a pessoa pode forçar a garganta mais do que deveria, sofrendo inclusive uma piora na dor ao fim do efeito da medicação. É um medicamento que deve ser utilizado, por exemplo, para permitir que o paciente se alimente melhor, até que o quadro se resolva. 
própolis granulado - Foto: Getty Images

Própolis

Apesar de ser bastante recomendado para a dor de garganta, o própolis não possui benefício comprovado que qualifique sua atuação no tratamento da doença - como uma faringite - mas é um ótimo aliado no alívio do sintoma. A substância possui ação anti-inflamatória que age diretamente na dor de garganta, mas não influencia na evolução da doença relacionada. Também é importante ficar atento ao veículo em que está sendo manipulado o própolis. Se ele for alcóolico, pode tornar-se irritante para a garganta, piorando o sintoma. 
gengibre - Foto: Getty Images

Gengibre

É certo que a raiz é um poderoso anti-inflamatório, mas ela também só agirá no tratamento do sintoma, sem alterar o processo de cura da doença que está causando a dor de garganta. Quando a dor está sendo causada pela ação de vírus ou bactérias, o uso de substâncias com ação anti-inflamatória aliviam os sintomas e podem até reduzir sua intensidade, sem ocorrer a piora do quadro ao suspender seu uso. Tanto o chá de gengibre quanto a bala feita com a raiz ajudam no alívio do sintoma, afirma os especialistas. A bala, inclusive, estimula a salivação, lubrificando as cordas vocais e melhorando a condição do local onde a agressão está ocorrendo. 
chá - Foto: Getty Images

Chás

Qualquer chá tem em sua composição a água, que é fundamental como parte do tratamento. As substâncias naturais com ação anti-inflamatória, como gengibre e o alho, reduzem o inchaço que costuma estar presente nos processos inflamatórios consequentes de infecções por vírus ou bactérias. No entanto, muito cuidado com a temperatura da bebida: O chá quente pode aumentar a inflamação da garganta, piorando a dor. 
laranja e limões com mel - Foto: Getty Images

Maçã e frutas cítricas

Ricas em vitamina C, as frutas cítricas também são conhecidas por seu nutriente anti-inflamatório e antioxidante, muito importante no fortalecimento da imunidade e prevenção de doenças que poderiam levar à dor de garganta. No entanto, elas também não possuem efeito comprovado em acelerar a recuperação. Além disso, as frutas cítricas aumentam a salivação e lubrificam as cordas vocais. Já a maçã ajuda no aquecimento e lubrificação das pregas vocais, sendo inclusive uma boa pedida para pessoas que estão roucas ou sem voz. 
menta - Foto: Getty Images

Menta

A menta aumenta a salivação, dá sensação de frescor e age aliviando os sintomas do processo inflamatório do local. No entanto, essa sensação de frescor proporcionada pela erva pode agravar o quadro, piorando a irritação na garganta. Caso isso aconteça, suspenda o uso e procure um médico.  
mulher fazendo gargarejo - Foto: Getty Images

Gargarejo

A hidratação local sempre melhora o processo de inflamação que ocorre nas agressões por agentes externos como vírus, bactérias ou processos alérgicos, por isso, o gargarejo com água morna é um opção para aliviar a dor de garganta e a até mesmo auxiliar no tratamento da doença. O gargarejo com água muitas vezes auxilia em diminuir as placas de pus nas amígdalas. Porém, é importante que o gargarejo seja feito apenas com água, evitando misturas com própolis, mel, sal vinagre ou mesmo chás - usando esses ingredientes, você corre o risco de causar uma irritação na garganta. O gargarejo ajuda principalmente nos casos de dor de garganta irritativa, aquela que ocorre por conta do ar seco e da poluição. A prática traz um alívio sintomático, se for realizada várias vezes ao dia.
mel, alho, chá e laranja - Foto: Getty Images

Misturas caseiras

Toda família tem uma receita que é tiro e queda pra tratar inflamação na garganta. Seja mel com própolis, alho com gengibre e laranja, menta com gengibre... Enfim, uma infinidade de misturinhas que prometem acabar com a sua dor. De acordo com os especialistas, misturar esses ingredientes anti-inflamatórios não irá causar nenhum problema ou efeito colateral inesperado, mas tampouco tratará a doença. Assim como se usados de forma individual, essas misturas apenas aliviam os sintomas. Importante ressalta que o uso em formulações associadas ao mel - que também é um anti-inflamatório importante - deve ser evitado em pacientes com diabetes. 

Medicamentos ajudam a evitar transmissão da Malária



 A malária é uma doença causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida por um mosquito que pertence ao gênero Anopheles. Apesar de picar durante todo o dia, o Anopheles tem atividade mais crepuscular, picando com mais intensidade durante o amanhecer e o anoitecer. Cinco espécies de protozoários do gênero Plasmodium podem causar a malária humana: P. falciparum, P. vivax, P. malariae, P. ovale e P. knowlesi. A forma mais grave é causada pelo P. falciparum.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em 2012 tivemos 207 milhões de casos de malária no mundo, ocasionando 627 mil mortes. O Brasil faz parte dos 97 países onde ocorre transmissão da malária. Segundo dados de 2011 do Ministério da Saúde, tivemos aproximadamente 260 mil casos de malária, a maioria concentrada na região amazônica, com 69 óbitos neste ano. No Brasil, a maioria dos casos transmitidos se deve ao P. vivax, forma menos grave que o P. falciparum.
Não é incomum vermos estrangeiros em visita ao Brasil fora da região amazônica usando profilaxia de malária, conduta que não traz nenhum benefício e só causa o risco de efeitos colaterais da medicação
 Quando uma pessoa vai frequentar uma área com alta chance de transmissão da malária, alguns medicamentos podem ser usados para tentar evitar a transmissão, como doxiciclina, atorvaquone-proguanil, cloroquina, mefloquina e primaquina. Alguns desses medicamentos não estão disponíveis para compra em farmácias no Brasil. Essa decisão de profilaxia medicamentosa deve ser tomada em conjunto com médico especializado na área de infectologia ou medicina dos viajantes, uma vez que antecedentes pessoais do paciente, uso crônico de medicações, roteiro e tempo de viajem são levados em conta para essa decisão. A profilaxia não é 100% eficaz e os medicamentos são iniciados quase sempre antes da viajem e mantidos até depois do retorno. Porém, é preciso lembrar que o mais importante para malária e tentar evitar ser picado pelo mosquito e contaminado pelo Plasmodium.
 No Brasil é controversa a realização de profilaxia para malária nas áreas onde há transmissão da doença (Região Amazônica) uma vez que existe uma estruturada rede de diagnóstico e tratamento da doença, devendo ser bem avaliado todo roteiro do viajante. Não é incomum vermos estrangeiros em visita ao Brasil fora da região amazônica usando profilaxia de malária, conduta que não traz nenhum benefício e só causa o risco de efeitos colaterais da medicação.
 Em relação ao tratamento da doença, notícias recentes mostram novas drogas sendo testadas para melhorar o tratamento da malária, como o uso da tamefoquina, que promete ser um tratamento de dose única. O Brasil faz parte do estudo que testa essa nova droga.

Saiba mais sobre Reabilitação


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A medicina física e de reabilitação pretende tratar ou atenuar as incapacidades causadas por doenças crónicas, sequelas neurológicas ou lesões derivadas da gestação e do parto, acidentes de trânsito e de trabalho.

O que é a reabilitação?
É um processo global e dinâmico orientado para a recuperação física e psicológica da pessoa portadora de deficiência, tendo em vista a sua reintegração social.
Está associada a um conceito mais amplo de saúde, incorporando o bem-estar físico, psíquico e social a que todos os indivíduos têm direito.

Qual a abrangência da reabilitação?
Para uma plena realização, as acções de reabilitação devem abranger campos complementares, como a saúde, a educação, a formação, o emprego, a segurança social, o controlo ambiental, o lazer, entre outros.

Como surgiu a reabilitação?
A reabilitação teve grande impulso e desenvolvimento no século XX, sobretudo no período posterior às grandes catástrofes mundiais, como foram as guerras. Foram, então, imputados aos governos os custos económicos, familiares e sociais decorrentes das lesões e sequelas dos seus cidadãos e exigidas medidas de reparação e integração.

Em que situações é necessária a medicina física e de reabilitação?
Doenças crónicas – Nas sociedades modernas, a melhoria das condições de vida, os avanços médico-cirúrgicos e a promoção e a generalização dos cuidados de saúde levaram ao aumento da longevidade e, como tal, ao progressivo crescimento do número de idosos. Paradoxalmente, ampliou-se, a par do aumento da esperança de vida, o número de doenças crónicas, frequentemente incapacitantes.
Sequelas neurológicas ou lesões derivadas da gestação e do parto – Os progressos na protecção materna e infantil permitem, hoje em dia, por seu turno, salvar crianças que sobrevivem com graves sequelas neurológicas ou outras lesões.
Acidentes de trânsito e de trabalho – A evolução tecnológica e as alterações nos estilos de vida têm levado ao surgimento de um elevado número de deficientes, vítimas de acidentes de trânsito, de trabalho e de doenças cardiovasculares, em idades cada vez mais jovens e produtivas.  

Quais são os profissionais responsáveis pela reabilitação? 
Para ser bem sucedida, a reabilitação deve envolver uma equipa multidisciplinar, composta por:
  • Fisiatras;
  • Enfermeiros;
  • Fisioterapeutas;
  • Terapeutas ocupacionais;
  • Terapeutas da fala;
  • Secretárias clínicas;
  • Auxiliares de acção médica;
  • Assistentes sociais;
  • Psicólogos.

Constituindo um trabalho integrado de diferentes profissionais, estes devem estabelecer uma estratégia com objectivos comuns e desenvolver acções convergentes e sinérgicas. Interessa por isso à maioria das áreas médicas, particularmente quando estão em causa situações potencialmente incapacitantes.
A Medicina Física e de Reabilitação surge como uma área de especialização médica, para responder à necessidade de apoiar as várias especialidades de forma global ou diferenciada. Procura contribuir, de modo científico, para a reabilitação/recuperação do indivíduo afectado funcionalmente por uma doença ou traumatismo.

Onde posso encontrar serviços de Medicina Física e de Reabilitação?
Em alguns hospitais, nos Institutos de Oncologia e em algumas estâncias termais.
Os centros de saúde são, por excelência, os responsáveis pela prevenção da incapacidade e pela orientação adequada do utente.
Nos serviços hospitalares são assistidas, sobretudo, as situações potencialmente mais incapacitantes.
Os centros de reabilitação são centros pluri ou monoespecializados dirigidos ao apoio aos grandes deficientes.
A criação dos serviços de reabilitação depende das características da população a que se destina e dos objectivos da estrutura em que está inserido.

O que são centros de reabilitação?
São estruturas vocacionadas para a resolução de casos mais graves, mas com potencial de recuperação e reabilitação, implicando a necessidade de tempos de intervenção mais prolongados (regime de internamento) e a intervenção de uma equipa de reabilitação multidisciplinar.

Como se processo a reabilitação?
  • Diagnóstico e definição das diferentes patologias, deficiências e incapacidades existentes;
  • Definição do prognóstico e avaliação do potencial de reabilitação;
  • Planeamento e prescrição do tratamento;
  • Coadjuvação e apoio das diferentes acções médico-cirúrgicas;
  • Prevenção do descondicionamento físico e psicológico, bem como todas as sequelas decorrentes do imobilismo e isolamento dos doentes internados;
  • Facilitação e estímulo dos processos de recuperação e regeneração natural;
  • Estímulo, maximização e compensação das capacidades residuais;
  • Promoção da integração socioprofissional.

Saiba tudo sobre Capsulite Adesiva no Ombro


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É a limitação da mobilidade do ombro, ativa e passiva, em todos os planos de movimentos, sem causa aparente. É uma doença autolimitada, mas pode ter evolução de até 3 anos, podendo deixar sequelas. Sua causa é desconhecida.

ANATOMIAA cápsula articular é inervada pelos seguintes nervos: nervo supraescapular, nervo axilar, nervo musculocutâneo e nervo subescapular. Sua irrigação é feita pela artéria circunflexa ascendente anterior e posterior, artéria supraescapular, e artéria axilar.

ANATOMIA PATOLÓGICA-cápsula articular espessada e contraturada
-diminuição do líquido sinovial intra-articular
-inflamação capsular

EPIDEMIOLOGIAMaior incidência nos seguintes pacientes:
-sexo feminino
-raça amarela
-fase da menopausa (45 a 55 anos)
-membro não dominante
-bilateral em até 30% casos
Fatores predisponentes:
-hipertireoidismo
-diabetes mellitus tipo 1
-epilepsia
-depressão
-pequeno trauma
-imobilização
-AVC
-tumores

QUADRO CLÍNICOSempre desconfiar nos casos de dor insidiosa crônica que iniciou após pequeno trauma. A mobilidade ativa e passiva estará restrita em todos os planos de movimento com o decorrer da doença, iniciando geralmente pela restrição da rotação medial.

EXAMES COMPLEMENTARES
Radiografia: normal ou apresentar osteoporose de desuso e diminuição do espaço articular gleno-umeral na incidência ântero-posterior verdadeira.
Artrografia: diminuição do recesso capsular axilar
Ressonância nuclear magnética: espessamento do ligamento córaco-umeral e aumento da vascularização inflamatória ao usar contraste endovenoso.
Artro-ressonância nuclear magnética: espessamento e contratura capsular.

CLASSIFICAÇÂOFase 1 (congelamento e dor): sinovite aguda, dor aos movimentos, 2-9meses
Fase 2 (congelamento e rigidez): melhora da dor, mobilidade restrita, 4-12 meses
Fase 3 (descongelamento/resolução): melhora progressiva da mobilidade e da dor, 12-42meses
Sistêmica
Intrínseca
Extrínseca

TRATAMENTO-Conservador: analgesia /medicamentos anti-depressivos/ fisioterapia/ bloqueios nervosos/ infiltração intra-articular (insuflação capsular)
-Cirúrgico artroscópico:
  -release capsular e do ligamento córaco-umeral seguido de manipulação
  -manipulação seguida de debridamento articular

COMPLICAÇÕES-Fratura do úmero proximal (manipulação de osso osteopênico)
-Lesão condral (artroscopia)
-Lesão ligamentar ou do manguito rotador (cirurgias e/ou manipulações)
-Retorno mais agressivo da rigidez

Sabendo mais sobre a AIDS pediátrica


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Muitas vezes, em consultório nos deparamos com uma criança portadora do virus HIV ue precisa da assistência profissional. Mais do que tratar o problema em si, precisamos entender como age esse virus nos sistemas das crianças. A principal "preocupação" é entender que o seu sistema imunológico ainda estão em desenvolvimento, fazendo com que crianças tenham o progresso de HIV muito mais rápido na sua doença do que os adultos. Tratamento de bebês nascidos com HIV deve começar imediatamente prevenir infecções oportunistas e outras complicações que podem resultar do sistema imunológico debilitado. AIDS Pediátrica pode resultar quando tratamentos de HIV não são bem sucedidos em suprimir o vírus no corpo da criança.

Causa de AIDS pediátrica

AIDS pediátrica é causada por uma criança nascer com a infecção do vírus ou ser transmitido a ele enquanto ainda é uma criança. Se o tratamento da infecção HIV não for bem-sucedida ou se o tratamento não é administrado, então, a criança pode progredir para AIDS Pediátrica quando o sistema imunológico é totalmente comprometido ou quando ela desenvolve doenças conhecidas como "infecções oportunistas" que uma criança saudável não se desenvolverá normalmente.

Transmissão do HIV

As formas mais comuns de uma criança tornar-se infectado com HIV são contato de sangue HIV-positivas durante o parto (claro, se a mãe é HIV-positivo) ou bebendo leite produzido por uma mulher HIV-positiva. Infecção pode ocorrer como resultado de transfusões de sangue, apesar de práticas modernas de prevenção a isso. Infecção pelo HIV durante a gravidez em si é extremamente rara, porque o vírus não entra a placenta.

Efeitos da AIDS pediátrica

Crianças com AIDS Pediátrica são muito mais propensas a desenvolver infecções graves dos ouvidos, seios paranasais e podem desenvolver outras doenças da infância em um maior grau de severidade. Outras infecções, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário também será mais comuns. Atrasos no desenvolvimento físicos e mentais podem ocorrer como resultado de infecção por HIV da criança, bem como as várias doenças que experimentam ainda jovem. As crianças HIV-positivas que não desenvolveram AIDS Pediátrica são mais suscetíveis a essas doenças e atrasos no desenvolvimento também.

Tratamento

Os medicamentos anti-retrovirais (ARV) mesmo que são usados para tratar a infecção de AIDS e HIV em adultos são dadas às crianças com AIDS e o HIV pediátrico. Se a mãe da criança é HIV-positivo a criança começará recebendo HIV droga AZT logo após o parto, mesmo que eles não receberam um diagnóstico de infecção por HIV pediátrico nesse ponto. Tratamentos ARV devem ser tomados em uma programação rigorosa sem faltando doses para manter os níveis de vírus no sangue baixo e evitar danos ao sistema imunológico.

Considerações especiais

AIDS pediatrica e a infecção pelo HIV podem causar diarréia e vômitos, assim como muitos dos tratamentos que são usados para combater o HIV.  Desidratação é uma ocorrência comum em pacientes de todas as idades, mas pode ser muito perigosa para crianças pequenas. Crianças que ficam doentes logo depois de tomar seu remédio podem ser necessário doses adicionais como resultado de vomitar a dose que eles tiveram sido dado.

Equívocos

Uma criança nascida de uma mãe soropositiva não tem necessariamente HIV; O AZT é dado começando no nascimento para ajudar a prevenir uma infecção de HIV de se desenvolver e a criança é testado regularmente por vários meses após o nascimento para ver se uma infecção de HIV se desenvolve. Embora as crianças nascidas de mulheres HIV-positivas irão testar positivo no nascimento, este geralmente é um falso positivo como a maioria dos testes de HIV indicam a presença de anticorpos de HIV e não o vírus em si. Com o tratamento adequado de tanto a mãe e a criança, há apenas cerca de uma chance de 2 por cento do HIV sendo repassado durante o parto. Crianças que desenvolvem uma infecção pelo HIV ou AIDS Pediátrica ainda podem viver uma vida normal com os devidos cuidados, no entanto e poderão desfrutar de uma vida normal.

Alguns sintomas de um Tumor Cerebral


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Um tumor cerebral é uma deposição anormal de células no cérebro . Ele pode ser benigno ou maligno , e geralmente vai causar determinados sintomas no doente . Estes sintomas ocorrem mais frequentemente em relação à área em que o tumor está localizado , uma vez que pode ser pressionar ou interromper uma certa porção do cérebro .

Dor de cabeça

Note quaisquer alterações na frequência, gravidade ou intensidade e tempo de dores de cabeça. 

Problemas de estômago

Muitas pessoas vão sentir náuseas , chateado estômago e vómitos , mas não vai ser em relação a qualquer coisa que comeu ou bebeu .

Problemas de visão

Dependendo da localização do tumor no cérebro , uma pessoa pode também experimentar uma interrupção na visão. Este sintoma pode apresentar-se em uma série de maneiras diferentes , incluindo visão turva ou dobrada , bem como uma perda completa de visão para uma porção do campo de visão . 

Alteração Cognitiva - Comportamental

Uma pessoa pode experimentar uma mudança no temperamento, personalidade ou habilidade cognitiva quando o tumor está localizado em uma determinada área do cérebro. Ele também pode causar alguma confusão , comportamentos estranhos ou até mesmo perda de memória. 

Problemas da fala

Algumas pessoas podem começar a notar uma mudança em sua capacidade de falar . Eles podem ter um tempo difícil formar palavras ou manter seu discurso de garbling . 

Problemas auditivos

Um tumor cerebral também pode provocar perda parcial ou total da audição.

Anemia: seu conceito, seus tipos e o seu tratamento


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Anemia é o nome genérico de uma série de condições caracterizadas pela deficiência na concentração da hemoglobina (elemento do sangue com a função de transportar oxigênio dos pulmões para nutrir todas as células do organismo) ou na produção das hemácias (o mesmo que eritrócitos ou glóbulos vermelhos).
As anemias devem ser consideradas como sinal de doenças de base responsável pela alteração sanguínea, ou seja, pela redução do número de eritrócitos circulantes.
Crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são os grupos mais afetados pela anemia, muito embora homens - adolescentes e adultos - e os idosos também possam ser afetados pela anemia.
Elas podem ser agudas ou crônicas, adquiridas ou hereditárias. São agudas, quando há perda expressiva e acelerada de sangue, o que pode acontecer nos acidentes, cirurgias, sangramentos gastrintestinais, etc. As crônicas são provocadas por doenças de base, algumas hereditárias (talassemia e anemia falciforme, por exemplo) e outras adquiridas, como as que ocorrem por deficiência nutricional, na gestação, por deficiência de ferro (anemia ferropriva, a mais comum), por carência da vitamina B12 ou de ácido fólico (anemia megaloblástica).
O ferro pode ser fornecido ao organismo por alimentos de origem animal e vegetal. O ferro de origem animal é melhor aproveitado pelo organismo. São melhores fontes de ferro as carnes vermelhas, principalmente fígado de qualquer animal e outras vísceras (miúdos), como rim e coração; carnes de aves e de peixes, mariscos crus.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o leite e o ovo não são fontes importantes de ferro. Contudo, no mercado já existem os leites enriquecidos com ferro, que ajudam no combate da anemia. Entre os alimentos de origem vegetal, destacam-se como fonte de ferro os folhosos verde-escuros (exceto espinafre), como agrião, couve, cheiro-verde, taioba; as leguminosas (feijões, fava, grão-de-bico, ervilha, lentilha); grãos integrais ou enriquecidos; nozes e castanhas, melado de cana, rapadura, açúcar mascavo. Também existem disponíveis no mercado alimentos enriquecidos com ferro como farinhas de trigo e milho, cereais matinais, entre outros.
A presença de ácido ascórbico, disponível em frutas cítricas, e alimentos ricos em proteínas na refeição melhora a absorção de ferro proveniente de produtos vegetais, como: brócolis, beterraba, couve-flor e outros. Por outro lado, existem alguns fatores (fosfatos, polifenóis, taninos, cálcio) que podem inibir a absorção do ferro, presentes em café, chá, mate, cereais integrais, leite e derivados.
Ressalta-se que o leite materno é considerado fator protetor contra Anemia por deficiência de ferro devido à alta biodisponibilidade do ferro existente. Estudos evidenciam associação de anemia em crianças que tiveram pouco tempo de aleitamento materno exclusivo, alimentação prolongada com leite de vaca e com a introdução da alimentação complementar precoce.

O ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo.
A anemia ferropriva traz os seguintes efeitos adversos ou consequências: diminuição da produtividade no trabalho, diminuição da capacidade de aprendizado, retardamento do crescimento, apatia (morbidez), perda significativa de habilidade cognitiva, baixo peso ao nascer e mortalidade perinatal. Além disso, a anemia pode ser a causa primária de uma entre cinco mortes de parturientes ou estar associada a até 50% das mortes.
Em crianças a anemia está associada ao retardo do crescimento, comprometimento da capacidade de aprendizagem (desenvolvimento cognitivo), da coordenação motora e da linguagem, efeitos comportamentais como a falta de atenção, fadiga, redução da atividade física e da afetividade, assim como uma baixa resistência a infecções. Nas grávidas, a anemia é associada ao baixo peso ao nascer e a um incremento na mortalidade perinatal.

Sintomas da Esquizofrenia e seus tipos



Adam

A esquizofrenia é uma doença psiquiátrica endógena, que se caracteriza pela perda do contato com a realidade. A pessoa pode ficar fechada em si mesma, com o olhar perdido, indiferente a tudo o que se passa ao redor ou, os exemplos mais clássicos, ter alucinações e delírios. Ela ouve vozes que ninguém mais escuta e imagina estar sendo vítima de um complô diabólico tramado com o firme propósito de destruí-la. Não há argumento nem bom senso que a convença do contrário.

Geralmente, os sintomas da esquizofrenia se desenvolvem lentamente durante meses ou anos. Às vezes, podem ocorrer vários sintomas, e outras vezes, podem ocorrer somente alguns.
As pessoas com qualquer tipo de esquizofrenia podem ter dificuldade de manter suas amizades e de trabalhar. Elas também podem apresentar problemas relacionados a ansiedade, depressão e pensamentos ou comportamentos suicidas.
Inicialmente, você pode apresentar os seguintes sintomas:
  • Sensação de tensão ou irritabilidade
  • Dificuldade para dormir
  • Dificuldade de concentração
Com o desenvolvimento da doença, problemas com pensamentos, emoções e comportamento se desenvolvem, incluindo:
  • Nenhuma emoção (apatia)
  • Crenças ou pensamentos falsos que não têm base na realidade (ilusões)
  • Ver ou ouvir coisas que não existem (alucinações)
  • Dificuldade de prestar atenção
  • Pensamentos que "pulam" entre assuntos que não estão relacionados (pensamento desordenado)
  • Comportamentos bizarros
  • Isolamento social
Os sintomas podem variar dependendo do tipo de esquizofrenia.
Os sintomas de esquizofrenia paranoide podem incluir:
  • Ansiedade
  • Fúria ou propensão a brigas
  • Falsa crença de que pessoas estão tentando fazer mal a eles ou a seus entes queridos.
Os sintomas de esquizofrenia desorganizada podem incluir:
  • Dificuldade para raciocinar e expressar suas ideias claramente
  • Comportamento infantil
  • Demonstração de pouca emoção
Os sintomas de esquizofrenia catatônica podem incluir:
  • Falta de atividade
  • Postura e músculos podem estar rígidos
  • Caretas ou outras expressões faciais estranhas
  • Não responder muito a outras pessoas
Os sintomas de esquizofrenia não diferenciada podem incluir sintomas de mais de um tipo de esquizofrenia.
As pessoas com esquizofrenia residual apresentam alguns sintomas, mas não tanto quanto as pessoas que estão em um episódio completo de esquizofrenia.