Veja verdades e mitos sobre limpeza de travesseiros




FUNGO

O travesseiro tem papel indispensável na vida das pessoas quando se trata de uma noite de sono de qualidade. Afinal, o que seria de uma noite confortável sem ele? Responsável pelo apoio da cabeça e por manter a coluna alinhada durante o sono, melhorando assim, a circulação sanguínea e facilitando os estímulos elétricos enviados pelo cérebro aos demais órgãos do corpo, o travesseiro necessita de alguns cuidados de higiene para que sua vida útil seja mantida.
Porém, poucas pessoas são exigentes com o travesseiro ou desconhecem a importância de algumas precauções. E isso, consequentemente, pode trazer sérios riscos à saúde. Por isso, reunimos algumas dicas para você aprender a manter a qualidade do produto (e de vida). As dicas são da consultora do sono Renata Federighi, da empresa Duoflex.
Mitos e verdades
Não é indicado colocar o travesseiro ao sol
VERDADE. É usual cometer o erro de expor os travesseiros ao sol. O sol é um excelente agente de sanitização superficial, pois os raios-ultravioletas eliminam os micro-organismos da superfície exposta. Por isso, todos nós temos o costume de expor roupas, lençóis e tecidos ao sol, eliminando mofo e odores desagradáveis.
Porém, no caso dos travesseiros, a moradia dos ácaros e micro-organismos não é a superfície, e sim o seu interior. Se o travesseiro for exposto ao sol, ocorre um aquecimento no seu interior, ambiente repleto de umidade, resíduos de pele, gordura e secreções da cabeça. A elevação de temperatura causa aumento acentuado da proliferação de ácaros, fungos e bactérias, além de acelerar a pulverização das fezes e cadáveres de ácaros, elementos altamente alergênicos.
Além disso, a radiação ultravioleta oxida a superfície do material do travesseiro, deixando-a amarelada. Por isso, o ideal é sempre arejar e ventilar o travesseiro, protegido por uma fronha, sempre com luz indireta. Esta medida irá aumentar a saúde e a durabilidade do travesseiro.

Todo travesseiro pode ser lavado
MITO. Apesar de existirem travesseiros que são laváveis, observa-se grande confusão, infinitas dúvidas e muitos enganos sobre como se deve lavar, como secar e até mesmo se é realmente interessante lavar os travesseiros. Em primeiro lugar, observe nas instruções se o travesseiro pode ser lavado e somente o lave se puder garantir a sua secagem completa, já que, por definição, são feitos de materiais fofos, porosos, fibrosos, que absorvem água e umidade como verdadeiras esponjas.
Depois de lavados reterão grande quantidade de umidade no seu interior mesmo quando aparentemente já estão secos (superficialmente). Um teste fácil para comprovar a eficiência da secagem é pesar o travesseiro antes e depois de lavar. As pessoas ficarão espantadas com a diferença de peso, que indica a grande quantidade de água retida no travesseiro.
É importante salientar que, um travesseiro, antes de lavar, é como uma cidade, contendo diversos microorganismos diferentes, cujas quantidades estão em equilíbrio biológico. A lavagem elimina uma parte dos microorganismos, rompendo o equilíbrio, o que faz com que os sobreviventes se multipliquem descontroladamente, mais ainda se a secagem foi incompleta.

O mais indicado é lavar o travesseiro em uma lavanderia
VERDADE. Caso seja necessário lavar, repetimos: só lave o travesseiro se puder garantir sua secagem completa, dê preferência às lavanderias especializadas e exija que sigam estritamente as instruções de lavagem. As máquinas de uso doméstico podem não oferecer o desempenho necessário para sua completa secagem.

O uso de capas é importante para a proteção
VERDADE. É essencial usar capas de proteção, a fim de se evitar maior contaminação de ácaros, fungos e bactérias. O produto encontra-se disponível nos principais magazines e lojas especializadas.
Não é preciso trocar o travesseiro
MITO. Poucas pessoas sabem, mas os travesseiros possuem prazo de validade e precisam de atenção assim como os demais itens do quarto. Médicos e fisioterapeutas recomendam a sua troca a cada dois anos. Isto porque, os travesseiros são uns dos "esconderijos" prediletos de micro-organismos, que se alimentam das secreções que eliminamos durante o sono.
Para se ter uma ideia, com seis meses de uso um travesseiro já contém cerca de 300 mil ácaros, e, após dois anos, até 25% do seu peso é formado por ácaros vivos, mortos e suas fezes. Mesmo um travesseiro com tratamento antiácaro, depois de certo tempo, terá sobre suas fibras internas um grande acúmulo dos dejetos acima citados, o que diminui a eficiência antimicrobiana.

Importância da troca
O ácaro é o principal agente de substâncias causadoras de alergias numa casa. Ácaros, fungos e bactérias causam conjuntivite, eczema, sensação de peito fechado à noite, espirros, coceira nas mãos ou face, corrimento ou bloqueio e até mesmo asma.
Camas, colchões e travesseiros mantêm microclimas cujo grau de calor e umidade são favoráveis ao surgimento de ácaros. Estes poluentes biológicos agridem mais as pessoas alérgicas.
Durante o sono eliminamos secreções pela boca (saliva), ouvidos (cerume), olhos (lágrimas), nariz (coriza), cabelos (seborreia) e pele (suor e pele morta). Some-se a tudo isso às secreções artificiais, tais quais cosméticos, perfumes, tinturas e maquiagem, para avaliarmos a contaminação maciça diária a que são submetidos os travesseiros.

Epilepsia: causas, sintomas, tratamentos, testes e complicações


É uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos e se expressa por crises epilépticas repetidas.

Causas, incidência e fatores de risco

Foto: ADAM

Estruturas cerebrais

As convulsões ("ataques") são episódios de perturbação da função cerebral que causa alterações na atenção e no comportamento. Elas são causadas por sinais elétricos anormalmente excitados no cérebro.

Algumas vezes a convulsão está relacionada a uma condição temporária, como exposição a drogas, abstinência de algumas drogas, febre alta ou níveis anormais de sódio ou glicose no sangue.

Se as convulsões não se repetirem uma vez que tenha sido corrigido o problema subjacente, a pessoa NÃO tem epilepsia.

Em outros casos, danos cerebrais permanentes ou alterações no tecido cerebral podem tornar o cérebro anormalmente excitável. Nesses casos, as convulsões acontecem sem uma causa imediata. Isso é epilepsia. A epilepsia pode afetar pessoas de qualquer idade.

A epilepsia pode ser idiopática, o que significa que a causa não pode ser identificada. Essas convulsões geralmente começam entre os 5 e 20 anos, mas podem acontecer em qualquer idade. As pessoas com essa doença não têm outros problemas neurológicos, mas às vezes têm um histórico familiar de convulsões ou epilepsia.

Algumas das demais causas mais comuns da epilepsia são:

  • AVC ou ataque isquêmico transitório (AIT)
  • Doenças que provocam a deterioração do cérebro
  • Demência, como a doença de Alzheimer
  • Lesão cerebral traumática
  • Infecções (incluindo abscesso cerebral, meningite, encefalite, neurosífilis e AIDS)
  • Problemas presentes antes do nascimento (defeitos cerebrais congênitos)
  • Lesões próximas ao momento do nascimento (nesse caso, as convulsões começam na primeira infância)
  • Insuficiência renal ou insuficiência hepática
  • Doenças metabólicas que as crianças podem ter desde o nascimento (como fenilcetonúria)
  • Tumores ou outras lesões estruturais do cérebro (como hematomas ou vasos sanguíneos anormais)

Sintomas

As crises epilépticas podem se manifestar de diferentes maneiras:

A crise convulsiva é a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como "ataque epiléptico". Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão, apresentar contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, até urinar.

A crise do tipo "ausência" é conhecida como "desligamentos". A pessoa fica com o olhar fixo, perde contato com o meio por alguns segundos. Por ser de curtíssima duração, muitas vezes não é percebida pelos familiares e/ou professores.

Há um tipo de crise que se manifesta como se a pessoas estivesse "alerta" mas não tem controle de seus atos, fazendo movimentos automaticamente. Durante esses movimentos automáticos involuntários, a pessoa pode ficar mastigando, falando de modo incompreensível ou andando sem direção definida. Em geral, a pessoa não se recorda do que aconteceu quando a crise termina. Esta é chamada de crise parcial complexa.

Existem outros tipos de crises que podem provocar quedas ao solo sem nenhum movimento ou contrações ou, então, ter percepções visuais ou auditivas estranhas ou, ainda, alterações transitórias da memória.

Exames e testes

Foto: ADAM

Sistema límbico

O exame físico (incluindo um exame neurológico detalhado) pode ser normal ou pode mostrar uma função cerebral anormal relacionada a áreas específicas do cérebro.

As pessoas com epilepsia muitas vezes têm uma atividade elétrica anormal que pode ser vista em um eletroencefalograma (EEG). Um EEG é uma leitura da atividade elétrica do cérebro. Em alguns casos, o exame pode mostrar o local do cérebro onde as convulsões começam. Os EEGs muitas vezes podem ser normais depois de uma convulsão ou entre convulsões; portanto, pode ser necessário realizar um exame mais longo.

Os vários exames de sangue e outros exames para detectar causas temporárias e reversíveis das convulsões podem incluir:

  • Perfil metabólico
  • Glicemia
  • Hemograma completo
  • Análise do líquido cefalorraquidiano (LCR)
  • Exames de função renal
  • Exames de função hepática
  • Exames para detecção de doenças infecciosas

Os exames para determinar a causa e o local do problema podem incluir:

  • EEG
  • Tomografia computadorizada ou ressonância magnética da cabeça
  • Punção lombar

Tratamento

Se a causa subjacente de convulsões recorrentes (como uma infecção) for identificada e tratada, as convulsões poderão desaparecer. O tratamento pode incluir cirurgia para remover um tumor, um vaso sanguíneo anormal ou com hemorragia, ou outros problemas cerebrais.

Os medicamentos para prevenir as convulsões, chamados de anticonvulsivos, podem reduzir a quantidade de convulsões futuras. Esses medicamentos são orais.

  • O tipo de medicamento depende do tipo de convulsão. A dosagem pode precisar ser ajustada de tempos em tempos.
  • Alguns tipos de convulsões respondem bem a um medicamento e podem responder pouco a outros medicamentos (ou talvez até piorar). Alguns medicamentos necessitam ser monitorados para verificar os efeitos colaterais e os níveis no sangue.
  • É muito importante que você tome sua medicação no horário e na dose correta. A maioria das pessoas que toma essas drogas precisa de checkups e exames de sangue regulares para garantir que esteja recebendo a dosagem correta.
  • Você não deve parar de tomar a medicação nem trocá-la por outra sem consultar seu médico primeiro.

Alguns fatores aumentam o risco de uma convulsão em uma pessoa com epilepsia. Converse com seu médico sobre:

  • Determinados medicamentos com receita
  • Estresse emocional
  • Doenças, principalmente infecções
  • Falta de sono
  • Gravidez
  • Saltar doses dos medicamentos para a epilepsia
  • Uso de álcool ou outras drogas recreativas

A epilepsia que não melhora depois de que duas ou três drogas anticonvulsivas sejam experimentadas é chamada de "epilepsia refratária a medicamentos".

  • Alguns pacientes com esse tipo de epilepsia podem se beneficiar de uma cirurgia cerebral para remover as células anormais do cérebro que provocam as convulsões.
  • Outras podem ser ajudadas por um estimulador do nervo vagal. Trata-se de um dispositivo implantado no peito (similar ao marca-passo do coração). Esse estimulador pode reduzir o número de convulsões, mas raramente as interrompe completamente.

Às vezes, as crianças fazem uma dieta especial para ajudar a prevenir as convulsões. A mais popular delas é a dieta cetogênica. Uma dieta de poucos carboidratos, como a dieta de Atkins, também pode ser útil em alguns adultos.

As pessoas com epilepsia devem usar alguma identificação de alerta médico para que possam receber atendimento médico rápido se tiverem uma convulsão

Complicações

  • Dificuldade de aprendizado
  • Inalação de líquido, que pode levar à pneumonia por aspiração
  • Lesões por quedas, golpes ou mordidas causados a si mesmo durante a convulsão
  • Lesões por ter uma convulsão ao dirigir ou operar máquinas
  • Muitos medicamentos anticonvulsivos provocam defeitos de nascimento – as mulheres que queiram engravidar devem avisar o médico com antecedência para ajustar a medicação
  • Danos cerebrais permanentes (AVC ou outros danos)
  • Convulsões prolongadas ou várias convulsões sem recuperação total entre elas (estado epilético)
  • Efeitos colaterais dos medicamentos

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Percepção do estresse pode aumentar pressão arterial e frequência cardíaca.





Pesquisadores europeus afirmam que a percepção do estresse, e não só o nível de estresse, afetar a saúde.

Se você acha que o estresse está afetando a sua saúde, provavelmente você está certo e essa percepção pode aumentar o risco de doenças cardíacas, de acordo com a conclusão obtida em um estudo recente.

 

Os pesquisadores estudaram 7.268 pessoas de ambos os sexos, com idade média de 50 anos, usando questionários periódicos. Ocorreram 352 ataques cardíacos ou óbitos por doenças coronárias ao longo de 18 anos de estudo.

Os participantes classificaram o impacto do estresse em sua saúde como nenhum, pouco ou muito. Em seguida, os pesquisadores analisaram mais de 20 variáveis, incluindo o próprio estresse, medido através de testes psicológicos. O estudo foi publicado online no periódico The European Heart Journal.

 

Os participantes que afirmaram que o estresse afetava "pouco" ou "muito" sua saúde estavam 49 por cento mais propensos a ter ataques cardíacos ou morrer de doenças cardíacas.

 

Os autores sugerem que a percepção dos efeitos negativos do estresse talvez aumente a pressão arterial ou a frequência cardíaca, ou pode afetar de forma indireta, como por exemplo, levando a um consumo maior de cigarros ou bebidas alcoólicas.

O que fazer em relação a isso? "O primeiro passo é identificar o que está causando o estresse e lidar com o problema, realizando atividades como: esportes, relaxamento e meditação", afirmou o principal autor do estudo, Hermann Nabi, epidemiologista do Inserm, centro de pesquisas em saúde pública da França. "Mas para os casos mais graves é preciso procurar ajuda profissional."



Fonte: Ig

Saiba mais sobre Impotência Sexual


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Impotência sexual é um assunto sobre o qual muitos homens evitam falar, mas atinge, em algum grau, 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos. Entre a faixa dos 40 anos, 30% não conseguem ter relações por falta de ereção. Mas o problema tem tratamento, que pode variar de terapia a prótese peniana, passando por remédio oral e injeção.

A maioria dos homens, em algum momento de suas vidas, já experimentou episódios de disfunção erétil, geralmente decorrentes de cansaço, stress ou abuso de álcool. Falhas ocasionais não devem ser supervalorizadas. Porém, se o problema persistir, um urologista deve ser procurado.

Tipos de Disfunção Erétil

:: Disfunção Erétil Primária
Quando o homem nunca fora capaz de conseguir uma ereção. Representa aproximadamente 10% dos casos.

:: Disfunção Erétil Secundária
Quando o homem obteve ereções no passado, porém não pode tê-las atualmente. Este é tipo mais comum.

:: Disfunção Erétil Situacional
Quando só consegue ereções em determinadas situações ou com determinadas pessoas. Por exemplo, consegue ereções adequadas extra-matrimonialmente, porém não consegue com sua parceira habitual, ou vice-versa. Um dos casos mais habituais ocorre quando da primeira relação com uma nova pessoa.

:: Disfunção Erétil Total
Quando a falta de ereção é completa.

:: Disfunção Erétil Parcial
Quando se produz certa ereção, porém não é suficiente para a realização do ato sexual.

Sintomas
* Dificuldade para atingir ou manter uma ereção em um a cada quatro encontros sexuais satisfatórios ou o problema continua por mais de um mês.
* Para conseguir a ereção você demora mais tempo do que de costume ou é mais difícil em determinadas posições.
* A ereção é menor ou há menos rigidez.
* Manter a ereção implica em fazer um esforço consciente.
* As ereções espontâneas de manhã são menos frequentes e com menor rigidez.
* Chega-se ao clímax em menos tempo ou com uma ereção incompleta.

Causas
As causas para disfunção erétil podem ser orgânicas, psicológicas ou mistas, sendo esta última a mais comum.

As causas orgânicas são aquelas que o médico identifica através de exame físico e/ou de laboratório ou quando detecta o uso de algum medicamento ou droga ilícita que prejudica a função sexual.

Algumas doenças como hipertensão arterial sistêmica, diabetes e aumento do colesterol são causas comuns de disfunção erétil de origem orgânica. Essas doenças levam, a longo prazo e quando não tratadas, ao processo de "entupimento das artérias", conhecido como aterosclerose. Essa pode acometer as artérias do pênis e prejudicar a passagem de sangue necessária à ereção. Anti-hipertensivos, anti-depressivos e sedativos são medicamentos que geralmente podem provocar dificuldade de ereção. Tabagismo e uso excessivo de álcool também podem causar disfunção erétil.

As causas de origem psicológica são aquelas não identificáveis por meio de exames. Apesar dos mecanismos fisiológicos estarem em condições normais, a ereção encontra-se prejudicada.

A dificuldade de ereção, neste caso, ocorre geralmente por ansiedade em relação à atividade sexual, medo do fracasso, preocupações acerca do próprio desempenho sexual, depressão, dificuldades pessoais (por exemplo crise financeira, perdas, etc.).

As causas mistas são aquelas em que existe um componente orgânico identificável que por si só não levaria a uma dificuldade de ereção, mas que associado à ansiedade, ao perfeccionismo, à preocupação excessiva ou à depressão é suficiente para provocar esse problema.

Diagnóstico

Os objetivos da avaliação inicial do paciente são determinar a causa provável da disfunção erétil e identificar fatores orgânicos ou psicológicos associados que possam influenciar a conduta terapêutica.

A entrevista médica detalhada é o fator mais importante na avaliação do paciente com este problema. A anamnese deve identificar a duração, progressão e gravidade da DE, bem como fatores associados. Uma vez identificado um problema no desempenho sexual do paciente, o passo seguinte é diferenciá-la de outros problemas sexuais, tais como perda da libido e distúrbios ejaculatórios.

O exame físico visa avaliar a saúde do paciente, com particular atenção aos sistemas cardiovascular, neurológico e geniturinário, devido à sua contribuição na ereção. A avaliação neurológica deve incluir uma percepção do estado de ansiedade ou depressão do paciente. Já a avaliação genital é direcionada para detecção de anormalidades locais. Alguns exames laboratoriais são básicos para identificar distúrbios que podem resultar em DE.

Tratamento

O tratamento para impotência sexual masculina deve ser feito por um urologista e depende da causa do problema, sendo que pode ser usado:

  • Remédios: como Sildenafil, Cloridrato de vardenafila ou Tadalafila, que ajudam a aumentar o fluxo de sangue no pênis;
  • Reposição hormonal: remédios em forma de cápsulas, adesivos ou injeções, que aumentam os níveis de testosterona, facilitando a ereção;
  • Psicoterapia: sessões de terapia que ajudam o indivíduo a evitar sentimentos que afetam a ereção, como ansiedade, medo ou culpa;
  • Cirurgia: serve para colocar implantes e próteses penianas que ajudam na ereção do pênis.

Existem ainda cremes para impotência sexual masculina, como o Topiglan, que podem ser aplicados sobre o pênis e que, dependendo da causa da impotência sexual masculina, ajudam a manter a ereção.


Saiba mais sobre a Leptospirose


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Leptospirose é uma infecção aguda, potencialmente grave, causada por uma bactéria do gênero Leptospira, que é transmitida por animais de diferentes espécies (roedores, suínos, caninos, bovinos) para os seres humanos. Esse micro-organismo pode sobreviver indefinidamente nos rins dos animais infectados sem provocar nenhum sintoma e, no meio ambiente, por até seis meses depois de ter sido excretado pela urina.

O contágio se dá pelo contato direto com a urina dos animais infectados ou pela exposição à água contaminada pela Leptospira, que penetra no organismo através das mucosas e da pele íntegra ou com pequenos ferimentos, e dissemina-se na corrente sanguínea.

No Brasil, os ratos urbanos (ratazanas, ratos de telhado e camundongos) são os principais transmissores da doença e o número de casos aumenta na estação das chuvas, por causa das enchentes e inundações. Infelizmente, o risco não desaparece depois que o nível das águas baixa, pois a bactéria continua ativa nos resíduos úmidos durante bastante tempo.


1. Quais os sintomas? Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna); podem também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas graves geralmente aparece icterícia (pele olhos amarelos) e há a necessidade de internação hospitalar.

2. Como se transmite? Durante as enchentes, a urina dos ratos, presente nos esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama. Qualquer pessoa que tiver contato com a água ou lama pode infectar-se. As leptospiras penetram no corpo pela pele, principalmente por arranhões ou ferimentos. O contato com esgotos, lagoas, rios e terrenos baldios também podem propiciar a infecção. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina, sangue, tecidos e órgãos de animais infectados.

3. Como tratar? Uso de medicamentos e outras medidas, de acordo com os sintomas, orientado sempre por um médico. Os casos leves são tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Prevenção

Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.

Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).

O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.

Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.

A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.

Recomendações

* Observe as medidas básicas de higiene. Embale bem o lixo, ferva a água ou coloque algumas gotas de hipoclorito de sódio ou de água sanitária antes de beber ou cozinhar;

* Lave bem os alimentos, especialmente frutas e verduras que serão consumidas cruas;

* Vacine seu animal e mantenha rigorosamente limpas as vasilhas em que são servidos alimentos e água;

* Não deixe as caixas d'água destampadas;

* Use luvas e botas de borracha se trabalhar em ambientes que possam ser reservatórios da Leptospira;

* Não se automedique, se suspeitar de infecção pela bactéria da leptospirose.

Saiba mais sobre a Sarna Humana ou Escabiose


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A escabiose (ou sarna) é uma doença altamente infecciosa causada pelo ácaro parasita, Sarcoptes scabie, transmitida de uma pessoa a outra pelo contato direto com a pele do indivíduo. A sarna acomete qualquer pessoa, independentemente de raça, idade ou hábitos de higiene pessoal.

O Sarcoptes scabie alimenta-se da queratina, a proteína que constitui a camada superficial da pele. Após o acasalamento, a fêmea põe ovos, média de seis por fêmea, que eclodem após duas semanas. A doença é caracterizada por uma coceira intensa, principalmente à noite.

A sarna forma pequenas crostas nas áreas mais quentes do corpo: entre os dedos, atrás dos joelhos, atrás dos cotovelos, nádegas, virilhas, umbigo e mamas e axilas. Nas crianças, acomete todo o corpo – inclusive as palmas das mãos, as plantas dos pés e o couro cabeludo.

SINTOMAS

O período de incubação da doença é cerca de três semanas, então começam as erupções que causam coceira nos dedos das mãos, punhos, mamilos, axilas, genitália, umbigo e nádegas. Também podem surgir pápulas, ou bolinhas, e lesões em túnel, ou lineares, de trajeto sinuoso, às vezes, pouco visíveis.
  • Coceira, principalmente à noite
  • Erupções, principalmente entre os dedos
  • Feridas (lesões) na pele por coçar e cutucar
  • Linhas finas como marcas de lápis na pele

Os ácaros podem se espalhar mais na pele de bebês, causando espinhas no tronco ou pequenas bolhas nas palmas e solas.

  • Em crianças menores, a cabeça, o pescoço, os ombros, as palmas e as solas são afetados.
  • Em crianças mais velhas e adultos, as mãos, os pulsos, os órgãos genitais e o abdômen são afetados.


DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é feito baseado do relato do paciente, a coceira noturna. As lesões que podem ser observadas nas áreas sugestivas. Um dermatologista será capaz de fazer o diagnóstico. E este poderá se confirmar através da observação do material coletado da pele do paciente ao microscópio. O diagnóstico é feito por meio do exame clínico das lesões e do relato do paciente, como a coceira noturna e nas áreas típicas,  e pode ser confirmado pelo encontro do parasita na lesão.

TRATAMENTO

Há vários medicamentos de uso tópico que podem ser utilizados no tratamento da escabiose. As soluções escabicidas normalmente devem ser diluídas e aplicadas à noite, no corpo todo do indivíduo, por alguns dias. Outra possibilidade é o tratamento via medicação oral prescrito pelo médico, porém, esses geralmente são usados nos casos graves da doença ou em pacientes imunodeprimidos. Os sabonetes escabicidas não costumam ser eficazes e produzem, em diversos casos, reações alérgicas que pioram o caso.

É importante dizer que todas as pessoas que residem na casa do doente devem ser examinadas e até mesmo tratadas, às vezes com doses menores da medicação e com orientação médica. Não há necessidade de ferver roupas de cama ou pessoais, pois o ácaro não sobrevive por muito tempo fora do hospedeiro.  Porém é importante a troca diária das roupas, com lavagem simples das mesmas.

Gestantes e lactentes não devem utilizar os mesmos medicamentos que as outras pessoas acometidas pela escabiose.

PREVENÇÃO

Se há alguém com escabiose em casa, é importante que as roupas sejam trocadas e lavadas diariamente. Mas o contágio ocorre, na maioria das vezes, através do contato direto com a pessoa infectadas, inclusive em relações sexuais.

 

Escoliose: causas, sintomas e tratamentos


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A escoliose é um encurvamento da coluna vertebral. A coluna vertebral se encurva no meio ou nos lados.

Existem 3 causas de escoliose:

  • A congênita: que ocorre graças a um problema com a formação dos ossos da coluna vertebral (vértebras) ou então da fusão das costelas durante a fase de desenvolvimento do feto ou do recém-nascido.
  • A neuromuscular: que é causada por problemas como baixo tônus muscular ou então um controle precário dos músculos. Outra provável causa são os casos de paralisia decorrente de doenças como paralisia cerebral, distrofia muscular, pólio e espinha bífida.
  • A idiopática que ainda não possui causa conhecida. A escoliose idiopática que ocorre em adolescentes é o tipo mais comum.
Sintomas

Os sintomas mais comuns de escoliose são desvios de postura nos quadris e nos ombros, que ficam assimétricos, dor na região lombar, fadiga excessiva. Esta doença é mais comum do que muitos pensam. Cerca de 3% da população mundial sofre dela, sendo que muitos nem sabem disso.

Há suspeita de escolise quando um ombro parece estar mais alto do que o outro ou a pélvis parece estar inclinada. Um olhar leigo não percebe a curvatura nos estágios iniciais.

Outros sintomas da escoliose podem incluir:

  • Dor lombar e nas costas
  • Fadiga
  • Ombros ou quadris que parecem assimétricos
  • Coluna vertebral encurvada anormalmente para o lado (lateralmente)

Pode haver fadiga na coluna vertebral após longa permanência de pé ou sentado. A dor ficará persistente caso haja uma inflamação no tecido mole e desgaste dos ossos da coluna vertebral.

O diagnóstico de escoliose é feito pelo exame clínico e pela radiografia (raio-x). A curvatura na radiografia deve apresentar pelo menos 10 graus para o diagnóstico de escoliose ser confirmado. Essa medida é feita pelo médico com o uso de uma régua chamada de goniômetro. Muitas vezes, o diagnóstico de escoliose é realizado quando o paciente realiza um raio-x de tórax ou de abdome solicitado por um médico que não ortopedista e é vista a deformidade. Para a medida correta da curva, é necessária uma radiografia panorâmica da coluna vertebral.

Tratamento

O tratamento depende da causa da escoliose, do tamanho e da localização da curva, além de quanto crescimento o paciente ainda terá. Na maioria dos casos de escoliose idiopática adolescente (menores de 20 graus), o tratamento é dispensado, mas devem ser realizadas verificações semestrais.

Na medida em que a curvatura se agrava (acima de 25 a 30 graus em crianças em fase de crescimento), o uso de órteses é geralmente recomendado para auxiliar a retardar a progressão da curva. Existem muitos tipos de órteses utilizados. O colete de Boston, o colete de Wilmington, o colete de Milwaukee e o colete de Charleston foram batizados com o nome dos centros onde foram desenvolvidos.

  • Cada colete tem uma aparência distinta. Existem diferentes modos de usar cada um deles adequadamente. A seleção de uma órtese e a maneira como ela será usada depende de muitos fatores, inclusive das características específicas da curvatura. A órtese exata será decidida pelo paciente e o médico.
  • Um colete para as costas não reverte a curva. Em vez disso, usa a pressão para alinhar a coluna vertebral. O colete pode ser ajustado com o crescimento. O uso de colete não funciona para as escolioses congênitas e neuromusculares e é menos eficaz na escoliose idiopática infanto-juvenil.

A decisão do momento apropriado para se operar é variável. Após os ossos do esqueleto cessarem o crescimento, a curvatura não deve se agravar muito. Por conta disso, talvez o cirurgião queira aguardar até que os ossos do seu filho parem de crescer. Entretanto, pode ser que seu filho necessite de cirurgia antes disso, se a curva na coluna for grave ou estiver se agravando rapidamante. Curvas de 40° ou mais geralmente precisam ser operadas.

A cirurgia consiste em corrigir a curva (embora não completamente) e encaixar os ossos dentro dela. Os ossos são fixados no lugar com uma ou duas hastes de metal presas com ganchos e parafusos até que o osso seja recuperado. Às vezes, a cirurgia é feita através de um corte nas costas, no abdomên ou abaixo das costelas. Pode ser necessário o uso de uma órtese para estabilizar a coluna vertebral após a operação.

Muitas vezes, as limitações impostas pelos tratamentos afetam o lado emocional e podem ameaçar a autoimagem, principalmente para adolescentes. Apoio emocional é importante.

Fisioterapeutas e ortopedistas (especialistas em aparelhos ortopédicos) podem ajudar a explicar os tratamentos e a assegurar que o colete se encaixe confortavelmente.


Infarto: saiba como e por que o coração para de funcionar



Estar acima do peso, levar uma rotina estressante, fumar, não praticar exercícios e ter maus hábitos alimentares são fatores determinates para desencadear o mais popular e perigoso problema de saúde do Brasil: o infarto do miocárdio, ou, como é conhecido popularmente, o ataque cardíaco. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registra uma média anual de 70 mil mortes por infarto. O alto índice de óbitos não e restrito aos brasileiros. O problema é de escala mundial e atinge até mesmo pessoas que mantém uma rotina saudável.

O que acontece no coração
O ataque cardíaco é, basicamente, a morte do coração. O músculo cardíaco para de receber sangue - que leva oxigênio e nutrientes aos tecidos do órgão - e a falta de irrigação, consequência do entupimento das artérias coronárias, faz com que ele pare de funcionar. 

Hábitos ruins ao coração

O processo que desencadeia o problema é relativamente lento e pode levar anos. Embora ele seja súbito, o excesso de colesterol, ou seja, a gordura, vai se acumulando ao longo dos anos nas paredes internas das artérias até interromper totalmente o fluxo de sangue.

O sangue passa a fluir devagar devido ao engrossamento das tais placas de gordura (ateromas) nas artérias. Com isso, o coração passa a ser menos irrigado e sinaliza isto sob a forma de uma intensa dor, chamada angina. Nas pessoas que já têm uma predisposição genética, ou que apresentam um ou mais fatores de risco, como hipertensão ou diabetes, este processo é muito mais intenso.  

No passo seguinte o ateroma se quebra para cobrir a ferida, o que faz com que as plaquetas se unam para formar um coágulo de sangue (trombo) até aparecer o responsável pela total obserução da artéria: um coágulo que impede que o sangue passe e, preso, ele deixa de irrigar o miocárdio. A duração deste processo todo leva apenas alguns minutos. No entanto, se ultrapassar 20 minutos, o dano pode ser irreversível. A gravidade de um infarto depende muito do tamanho da área atingida do coração. Se o bloqueio for em uma das principais artérias, é necessário que o atendimento médico seja urgente. Caso contrário, é morte certa.

Os sintomas de que um infarto está prestes a acontecer nem sempre são evidentes: além da dor ou pressão no peito, pode haver falta de ar, dores nos braços, pescoço, ombros e costas, enjoos e até mesmo um desmaio. No entanto, algumas pessoas passam pela experiência sem sentir absolutamente nada.

Tratamentos e prevenção
Nem todo infarto é fatal e existem formas de tratamento para quem já passou pela experiência. De acordo com o cardiologista, a medicina oferece medicamentos para revascularizar a área atingida. 

Há também procedimentos e intervenções cirúrgicas, como a angioplastia, que devolve a irrigação através de um cateter que viaja pelos vasos até o coração. Nesta técnica, uma uma espécie de balão inflado alarga as artérias estreitadas e libera a passagem do sangue. Em muitos casos, uma espécie de mola pequena (stent) é colocada para garantir a passagem do sangue e, consequentemente, a irrigação do músculo.

Já a ponte de safena é usada em casos mais graves, onde várias artérias foram bloqueadas pelas placas de gordura. A taxa de sucesso dessas técnicas chega a 90%. Evitar um infarto exige cuidados relativamente simples. Se manter longe de fatores de risco, como o tabagismo e o sedentarismo, já é um começo. Alimentação balanceada, controle do colesterol e pressão arterial também influenciam. Assim como deve-se procurar alternativas para aliviar o estresse e a tensão.

Câncer de ovário deve atingir 5,6 mil mulheres em 2014


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No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, lembrado hoje (8), a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica faz um alerta: a doença é silenciosa e pode atingir mulheres de todas as idades – inclusive as mais novas. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é que o país registre 5.680 novos casos apenas em 2014.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Evânius Wiermann, explicou que não existe uma causa específica para o câncer de ovário. "Basta ser mulher", acrescentou. Os sintomas da doença incluem aumento do volume abdominal com inchaço contínuo; dificuldade de comer ou sensação de estar cheia; dor abdominal ou pélvica; e necessidade urgente e frequente de urinar.

O Inca classifica a doença como o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e de menor chance de cura, já que cerca de 75% dos casos se apresentam em estágio avançado no momento do diagnóstico. "O problema é que se trata de uma doença interna – diferentemente do câncer de mama, que faz um nódulo, e do câncer de pele, que faz uma pinta", explicou Wiermann.

A recomendação do instituto é que as mulheres fiquem atentas aos fatores de risco e consultem o médico regularmente, principalmente as que têm mais de 50 anos. O histórico familiar é o fator de risco isolado mais importante. Cerca de 10% dos casos apresentam componente genético ou familiar, e 90% são esporádicos, isto é, sem fator de risco conhecido. Fatores hormonais, ambientais e genéticos também estão relacionados com o aparecimento do câncer de ovário.

Além disso, segundo ele, existem vários subtipos do câncer de ovário. A maioria dos tumores são carcinomas epiteliais (câncer que se inicia nas células da superfície do órgão), mas há também tumores malignos de células germinativas (que dão origem aos espermatozoides e aos ovócitos).

Sabendo mais sobre a Orelha de Abano


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As orelhas em abano costumam trazer uma identificação negativa da auto-imagem nas crianças podendo comprometer seu desenvolvimento social e escolar. A orelha de abano atinge entre 2% e 5% da população. É um número pequeno, mas que a gente sabe que pode ser motivo de incômodo e bullying.

Caso o desconforto e comprometimento psicológico seja grande, a cirurgia pode ser realizada antes que se complete o crescimento da orelha, ou seja, antes dos 5 anos. Geralmente essa idade vai de encontro com a época em que a criança começa a perceber-se melhor e de forma mais completa perante o seu meio de convívio social, sendo, na maioria dos casos, a época ideal para se operar. Por volta desta idade, 90% do crescimento total da orelha já está completo.

O que define a orelha de abano é fugir da normalidade. Mas ela pode se apresentar de várias maneiras, com graus mais ou menos intensos. A orelha normal tem uma curvatura que segue e lá em cima divide em duas cristas. Quando tem um plano só, ou seja, a bordinha da orelha não faz a curva e não acaba nas duas cristas, é uma orelha de abano. Outro caso de orelha de abano é quando ela cresce na concha, ou seja, nessa parte de cima. O último caso é quando ela se afasta da cabeça na região posterior.

Para quem sofre com malformações nas orelhas e quer se livrar desse problema, a otoplastia é a cirurgia plástica indicada para a correção externa do órgão. Também chamada de orelha em abdução, a orelha em abano é uma deformidade ligada a fatores genéticos e características familiares e raciais, que atuam preponderantemente nas alterações de formato. Por essa razão, a otoplastia normalmente é feita para aproximar o órgão da cabeça, corrigir a forma e o desenho da orelha.

O ideal da cirurgia é que dê um aspecto natural à orelha, ou seja, ao olhar a pessoa de frente, você enxergue a curvatura da orelha, não a deixando com a parte superior "para trás", como se estivesse colada.

Uso de aplicativo está ligado a doenças ósseas e musculares


Muitas pessoas que trabalham com computador, tablets ou equipamentos eletronicos são vítimas de uma síndrome da atualidade, que reúne um grupo de doenças - tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias - que afetam músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarregam toda a movimentação musculoesquelética.

 

Conhecida como Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho(Dort), ela recebeu um novo nome que faz referência ao hábito de manter a comunicação através das mensagens enviadas pelo aplicativo whatsapp, a 'Whatsappite'.

Essa síndrome surgiu há 25 anos, mais ou menos no mesmo período da popularização da internet. Esses distúrbios provocam muita dor e inflamação e são gerados pelo estresse tecnológico.

Os sintomas capazes de provocar dor e inflamação, além de alterar a capacidade funcional da região comprometida foram chamados de nitendinite, em homenagem ao Nitendo. Daí a necessidade de controlar a sedução exercida pela internet, dosar o trabalho realizado e alterar o uso dos braços e mãos com períodos de descanso e alongamento.

Os primeiros sintomas de dor no punho, cotovelo, cansaço e fadiga nos dedos, dor na coluna, pescoço, cefaleia com dor nas têmporas, inchaço nos pés e irritabilidade e perda de sono sempre que vai realizar um trabalho diante de um computador ou qualquer outro equipamento eletrônico com acesso à internet, um profissional deve ser consultado para que o problema possa ser tratado sem a necessidade de medicações ou cirurgias.

Outro aspecto importante e muito relacionado a Whatsappite é o sedentarismo e a obesidade, que predispõem o indivíduo às lesões e agravam os casos. É considerado sedentário o indivíduo que possui uma prática de atividade inferior a 150 minutos de atividade física moderada, como a caminhada, ou menos de uma hora de exercícios intensos por semana.

O problema atinge um terço da população mundial adulta, especialmente os  mais velhos e as mulheres. È importante iniciar com atividades mais brandas como a caminhada, o Pilates, remo e a musculação, com uma frequência mínima de três vezes por semana, num período de 30 minutos. Depois desse período preparatório, o corpo pode e deve ser mais exigido, garantindo a saúde física, mental e a autoestima.

Para uma boa prevenção, vale investir em adequação do mobiliário e equipamentos empregados na execução das atividades laborais, reduzir a jornada de trabalho, evitar temperaturas muito baixas, sempre atento ao tempo que se passa teclando ou digitando.

Brasileiros estão ficando mais saudáveis


Exercício físico no Parque Ibirapuera

O Brasil está se tornando um país de hábitos mais saudáveis. É o que aponta a pesquisa Vigitel 2013, divulgada nesta semana pelo Ministério da Saúde

O levantamento, que entrevistou cerca de 53 mil brasileiros em todas as capitais e no Distrito Federal, apontou que, pela primeira vez em oito anos, a parcela de pessoas com excesso de peso e de obesidade ficou estável no país. 

Desde a primeira edição da pesquisa, em 2006, o número vinha crescendo em média 1,3% ao ano.

Outros números revelados pela pesquisa mostram que o brasileiro está - ainda que a passos lentos - caminhando para uma vida mais saudável. Mais pessoas estão comendo melhor, fazendo mais exercícios e se preocupando mais com a saúde de forma geral.

Veja 5 números que mostram as melhorias nos hábitos dos brasileiros:

1. Obesidade parou de crescer

Apesar do número de brasileiros obesos ter parado de crescer pela primeira vez em oito anos, ainda assim, 50,8% dos brasileiros estão acima do peso.

A situação é mais grave entre os homens: enquanto 47,4% delas estão acima do peso, 54,7% deles está pesando mais do que seria considerado saudável.. 

2. Brasileiros estão fazendo mais exercícios

Nos últimos cinco anos, o número de brasileiros que usam as horas de lazer para praticar atividade física saltou de 30,3%, em 2009, para 33,8%, em 2013. O destaque ficou com os homens: 41,2% deles se exercitam em seu tempo livre. 

3. Também estão comendo melhor

Segundo a Vigitel, o número de pessoas que come pelo menos cinco porções por dia de frutas e hortaliças - quantidade indicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) - cresceu 18% nos últimos oito anos.

Em 2013, 19,3% dos homens e 27,3% das mulheres disseram comer a quantidade recomendada. 

Por outro lado, há também um dado preocupante: 12,6% dos homens e 19,7% das mulheres costumam trocar diariamente o almoço ou o jantar por lanches pouco saudáveis como pizzas, sanduíches ou salgados. 

4. Quanto mais estudo, menos obesidade

O estudo mostrou que, embora 47,4% das mulheres estejam acima do peso, a escolaridade é um forte fator de proteção para elas. Quanto mais anos de estudo, menos obesidade.

Enquanto a taxa de excesso de peso é de 58,3% entre as mulheres com até oito anos de estudo, entre aquelas com no mínimo 12 anos de escolaridade, o número cai para 36,6%. 

5. Menos fumantes e menos cigarros

Desde 2006, o número de brasileiros com mais de 18 anos que fuma caiu 28%. Em 2013, apenas 11,3% da população entrevistada declarou ser fumante.

Além disso, caiu de 4,6% para 3,4% o percentual de pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia.

6. Mais mamografia

A pesquisa perguntou ainda sobre os cuidados para a prevenção de doenças. Em 2013, 78% das mulheres entre 50 e 69 anos afirmaram ter realizado o exame de mamografia - crescimento de 9,7% em relação à 2006.

Além disso, 82,9% das mulheres entre 25 e 64 anos disseram ter feito o exame "papanicolau" no mesmo período, mostrando que a população feminina está mais atenta nos cuidados com sua saúde.

Banana tem alta propriedade nutricional, é prática e versátil






 

Comum no cardápio do brasileiro, a banana é uma fruta originária da Ásia e possui grande quantidade de fibras: em média duas gramas para cada 100 gramas de polpa. A banana-da-terra é o tipo com maior valor energético. Já a banana-maçã é a menos calórica.


Divulgação


Os tipos mais consumidos de banana são a banana-maçã, nanica, ouro, prata e da terra. De uma forma geral, elas são parecidas em sua composição nutricional, com pequenas alterações como o valor calórico. A banana-da-terra é a mais calórica (128 Kcal em 100 g do alimento), enquanto a banana-maçã é a com menor valor energético (87 Kcal em 100 g do alimento). Além disso, outra característica é a quantidade de fibras encontrada na fruta: Em média, a cada 100 g de fruta temos 2 gramas de fibra.

A população brasileira consome poucas frutas, em geral. Isso caracteriza um fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade. Nesse sentido, a banana seria uma alternativa para o problema, já que é fácil de consumir e muito versátil, além de saborosa.

Outro benefício da fruta, um dos mais falados, é sua eficácia contra câimbras. Quando se pratica atividade física ocorrem perdas de sódio, cloreto e potássio pela transpiração. O potássio auxilia na contração muscular e a carência deste mineral pode provocar o surgimento de câimbras. Nessa situação, a banana pode ser uma boa alternativa de alimento para consumir antes do exercício ou durante os exercícios mais longos.

Quanto ao preparo, a banana assada com canela pode ser consumida como sobremesa. Além disso, essa fruta pode compor bolos, vitaminas, farofas, saladas de fruta ou combinar com cereais no café da manhã ou lanches.