Diabetes e Doenças Reumáticas: O que você precisa saber?


As manifestações musculo-esquéticas acometem até 50% dos diabéticos independentemente do seu tipo, muitas das quais são mais restritas ao diabético mal controlado e podem indicar uma evolução menos favorável. Elas podem ocorrer nas mãos, ombros, cotovelos, pés, tornozelos e joelhos. Devido a amplitude do tema, vamos abordar somente algumas das mais comuns na clinica diária.

Nas mãos, o sintoma característico e a síndrome do túnel do carpo, onde a compressão do nervo mediano ao nível do punho provoca particularmente formigamento; contratura de "Dupuytren" que consiste no aparecimento de nódulos na região palmar que progride com deformidades em flexão dos dedos; e a tenossinovite dos flexores das mãos. Elas ocorrem em 20% dos casos.

Nos ombros, o sintoma característico é a capsulite adesiva que atinge 19% -20% dos diabéticos, levando o paciente a perda progressiva de sua movimentação com pouca dor, promovendo o que chamamos de ombro congelado.

Nos joelhos, a dor é referida em até 62% dos pacientes e afeta cerca de 20% dos diabéticos. A causa mais provável é o sobre peso e a obesidade, que ocorre em muitos diabéticos.

Por ultimo, a distrofia simpática diabética que se caracteriza por uma dor importante na maioria das vezes em queimação que afeta as mãos e os pés associadas a mudanças na pele, sintomas vasomotores (palidez, edema ou vermelhidão das mãos) acompanhada de redução de pelos.

A abordagem terapêutica dessas manifestações não difere dos não diabéticos. Ela deve ser realizada por uma equipe multiprofissional e multidisciplinar que envolva o endocrinologista, reumatologista e fisioterapeuta. Na maioria dos casos o controle é clinico e a indicação cirúrgica restrita.

Fonte

Antigripal é menos eficaz nos homens do que nas mulheres


Aplicação de vacina

A vacina contra a gripe geralmente é menos eficaz nos homens do que nas mulheres, aparentemente devido aos altos níveis de testosterona, o hormônio masculino, que detêm as reações do sistema imunológico, revelou um estudo publicado nos Estados Unidos.

Há tempos se sabe que os homens são mais vulneráveis do que as mulheres a infecções bacterianas, virais ou parasitárias, mas até agora se desconhecia a razão.

O sistema imunológico masculino tampouco responde com a mesma força que o das mulheres às vacinas contra a febre amarela, o sarampo e a hepatite, afirmaram os autores deste trabalho, que visa a explicar este fenômeno.

O estudo, feito com 34 homens e 53 mulheres, mostra que os anticorpos da vacina contra a gripe têm uma resposta geralmente mais forte nas mulheres do que nos homens.

Mas a reação imunológica média destes últimos com baixos níveis de testosterona foi mais ou menos similar aos das mulheres, afirmaram os pesquisadores da Universidade de Stanford na Califórnia (oeste) e o Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm) da França.

O estudo foi publicado na edição semanal das Atas da Academia Americana de Ciências (PNAS), datada de 22 a 27 de dezembro.

Dieta da proteína traz emagrecimento rápido, mas com contraindicações


Carne vermelha e queijo amarelo são a base da dieta da proteína 

Criticada por médicos e nutricionistas, a dieta da proteína é a saída que muitas mulheres encontram para perder peso rápido — até sete quilos em menos de um mês. Ela consiste em cortar os carboidratos (pão, massas e arroz, por exemplo) do cardápio diário, onde só são permitidos carne vermelha, queijo, ovos e frango.

O que ocorre no organismo é que, com menos carboidratos, o índice de açúcar no sangue se reduz, o que derruba em 80% a produção de insulina pelo pâncreas. Para compensar a baixa, o mesmo órgão libera o hormônio glucagon, de efeito contrário ao da insulina. Com mais glucagon, a gordura acumulada no corpo é quebrada e transformada em açúcar. Esse mecanismo gera perda rápida e notável de peso, em média, de sete quilos em até um mês.

O efeito colateral disso é que diminui a absorção de cálcio, aumentando os riscos de osteoporose, e altera o PH do sangue (porque muda o funcionamento das células), além de aumentar o acúmulo de gordura no fígado.

Pães estão proibidos na dieta da proteína

A nutricionista Patrícia Davidson teme ainda pelo baixo conteúdo de fibra e antioxidantes para quem só pode comer proteínas:

— Há outras versões de dietas da proteína, em que há faixas de liberação de carboidrato. Mas se o paciente se descuidar e ingerir mais carboidrato do que deve, a o ciclo metabólico se quebra e o peso volta ao normal rapidamente.

Dieta Dukan

Uma dessas versões foi adotada pela princesa Kate Middleton, antes mesmo do casamento com o príncipe William. É a dieta Dukan, criada pelo nutricionista francês Pierre Dukan há dez anos, e que virou febre na Inglaterra. É uma versão moderna — e mais complicada — da dieta da proteína e promete a perda de até quatro quilos por semana.

O programa é dividido em quatro fases.

1ª fase:

Só pode ingerir alimentos proteicos (carnes magras, frutos do mar, frango sem pele e iogurte, por exemplo). Não é permitido usar manteiga ou azeite ou complementar a refeição com vegetais. Além disso, é preciso beber muita água — pelo menos três litros ao dia — para eliminar toxinas.

2ª fase:

Depois de dez dias, legumes e verduras são inseridos na alimentação (segunda fase), com restrições como milho, arroz, ervilhas e batata.

3ª fase:

Atingida a meta desejada, começa a terceira etapa, que consiste em manter o peso, repetindo o cardápio da fase anterior, com direito a uma fruta por dia e duas refeições livres por semana.

4ª fase:

A quarta etapa é a de manutenção. Nela, nada é proibido, desde que se use o bom senso.

Efeitos colaterais:

Pode causar mau hálito, boca seca e prisão de ventre. A longo prazo, pode sobrecarregar os rins, aumentar o nível do colesterol e o risco de gota. Em algumas pessoas, pode causar enjoos, fadiga e dores de cabeça.


Perguntas e respostas sobre óculos de sol


Assim como a pele, os olhos também merecem mais cuidados no verão. Nesta época do ano, principalmente em países tropicais como o Brasil, a incidência de radiação ultravioleta é maior.

Nos dias ensolarados, usar óculos com filtro especial contra os raios deve estar no topo de suas prioridades. Quem se expõe ao sol sem proteção tende a sofrer com doenças como a catarata e a degeneração macular. É imprescindível que as lentes dos óculos de sol tenham filtro contra a radiação. Ou eles até farão mal. Ao usar lentes escuras, as pupilas e as pálpebras se abrem, porque a luminosidade diminui e isso aumenta a penetração dos raios nocivos.

Por isso, nada melhor para proteger os olhos do que óculos de sol. Mas atenção: modelos falsificados ou com lentes de baixa qualidade podem ser nocivos e acabar piorando a agressão.

Devemos usá-los todos os dias?
Quem trabalha na rua ou vai passar muitas horas ao ar livre não pode abrir mão do acessório. Já as pessoas que costumam ficar em ambientes fechados não expõem seus olhos ao perigo com tanta frequência e intensidade. Mesmo assim, não custa lançar mão do seu par enquanto estiver se deslocando de um lugar a outro.

Os óculos são válidos mesmo nos dias nublados?
"Sim!", responde enfático o oftalmologista Renato Neves. "Da mesma maneira que a pele pode ficar bronzeada quando o céu está encoberto, os olhos também recebem a parcela da radiação que atravessa as nuvens", compara.

Dá para confiar no selinho que indica que as lentes têm proteção?
A olho nu não tem outro jeito, pois não dá para diferenciar os óculos protegidos de outros sem proteção. Mas existe uma máquina chamada fotômetro que mede a quantidade exata de radiação bloqueada pela lente. O aparelho está disponível em consultórios médicos e nas boas óticas do país.

Lentes cor-de-rosa, azuis... Elas também protegem?
O que conta mesmo é a presença daquela substância que bloqueia os raios ultravioleta, o que independe da cor das lentes. O fato de o tom ser mais escuro ou mais claro pouco importa nesse caso. O que alguns especialistas afirmam é que tonalidades capazes de distorcer demais as cores do mundo real acabam irritando os usuários. Mas essa é outra história.

As lentes bem escuras são as mais indicadas?
Mais uma vez, o que importa é se os óculos são ou não são protegidos contra a radiação solar. Lentes escuras são mais confortáveis para indivíduos com fotofobia, ou seja, que não suportam claridade. Não quer dizer que, sem filtro, protejam seus olhos dos efeitos cumulativos dos raios. Ao contrário.

Os óculos que escurecem conforme a intensidade de luz são confiáveis?
Qualquer tipo de lente, mesmo aquelas transparentes de grau ou as de contato, pode receber o tratamento anti-UV. Os modelos fotossensíveis, que mudam de tom conforme a claridade, não são exceção. E, com o devido filtro, podem ser uma boa para quem não gosta de ficar trocando de acessório.

Aqueles óculos com lentes amarelas, vendidos a quem vai dirigir à noite, protegem os olhos do sol?
A lente, seja ela qual for, é boa quando bloqueia pelo menos 99% dos raios solares nocivos. As amarelas e as marrons são, de fato, especialmente indicadas para quem vai dirigir. "São cores que neutralizam os tons do asfalto e da neblina", justifica Renato Neves.

As crianças também precisam usar óculos de sol?
"Com certeza!", responde Marcelo Martins Ferrero Júnior. "Não existe uma idade mínima para o uso do acessório. Assim que o pequeno começar a se expor ao sol já é hora de ganhar o seu par", acrescenta. "Mas é preciso ter bom senso", rebate o oftalmologista Élcio Sato. "Se a garotada só ficar sob o sol nos horários considerados seguros - até 10 da manhã e depois das 4 da tarde -, não há tanta necessidade, muito menos se estiver usando um chapéu ou um boné", comenta.

Afinal, o que deve ser levado em consideração na hora de escolher o modelo? 

A proteção contra a radiação solar é obrigatória. Além disso, é importante que as lentes sejam de marca confiável. "Do contrário, independentemente da cor, elas podem distorcer a visão, causando dores de cabeça", alerta Élcio Sato. Outra dica é procurar na peça o selo da Abiótica - Associação Brasileira de Produtos e Equipamentos Ópticos -, que garante a procedência dos óculos. E, para evitar problemas no futuro, compre o seu par numa loja conhecida. "Dessa maneira, é possível reclamar de qualquer defeito", ensina Élcio Sato.

O que não pode faltar nos óculos de sol?

  • filtros contra raios ultravioletas (UVA e UVB)
  • certificação de que bloqueia a gama de radiação nociva
  • lentes com formato adequado para o sistema ótico do olho – para enxergar sem aberrações

A mais saudável é aquela lente que traz conforto, mas precisa de um controle de garantia, com um selo de qualidade, atestando que filtram as radiações UVA e UVB.

Dispositivo ajuda a salvar bebês presos no canal de parto


Criado pelo mecânico argentino Jorge Odón, dispositivo ajuda a salvar bebês presos no canal de parto

Jorge Odón teve a ideia enquanto dormia. De alguma maneira, disse, seu inconsciente fez um salto entre um vídeo que ele tinha visto no YouTube sobre como extrair uma rolha de dentro de uma garrafa de vinho e a ideia de que o mesmo princípio poderia salvar bebês presos no canal de parto.

O argentino Odón, que tem 59 anos e é mecânico de automóveis, construiu o primeiro protótipo de seu dispositivo na cozinha de sua casa, usando um vidro como modelo do útero, a boneca de sua filha no lugar do bebê preso no canal e uma bolsa e manga de tecido costuradas por sua mulher como instrumento que salvaria a vida do bebê. Por mais improvável que possa parecer, a ideia ganhou o endosso da Organização Mundial de Saúde, e uma empresa americana de tecnologia médica acaba de obter a licença para produzir o dispositivo.

Com o Instrumento Odón, um assistente desliza um saco plástico dentro de uma manga plástica lubrificada, posicionando-o em volta da cabeça do bebê, infla o saco, para que agarre a cabeça, e puxa o saco até o bebê emergir do canal. Médicos dizem que o instrumento tem potencial enorme para salvar bebês em países pobres e, possivelmente, reduzir os partos por cesárea em países ricos.

De acordo com o médico Mario Merialdi, da OMS, complicações potencialmente graves ocorrem em 10% dos 137 milhões de partos realizados anualmente em todo o mundo. Mais ou menos 5,6 milhões de bebês nascem mortos ou morrem pouco depois de nascer, e 260 mil mulheres morrem ao dar à luz. A obstrução do trabalho de parto, que pode ocorrer quando a cabeça do bebê é grande demais ou quando a mãe está exausta e para de ter contrações, é um fator importante nessas mortes.

Nos países ricos, o sofrimento fetal resulta numa corrida para a sala de cirurgia. Mas em clínicas médicas pobres em áreas rurais, disse Merialdi, "se o bebê não sai, a mulher não tem a quem recorrer". As opções usadas hoje em casos desse tipo são o fórceps -uma espécie de tenaz grande e arredondada- ou a extração por vácuo, com ventosas colocadas sobre o couro cabeludo da criança. Quando usados por pessoas não treinadas, esses métodos podem provocar hemorragias, esmagar a cabeça do bebê ou torcer a espinha dele.

O dispositivo de Odón será manufaturado pela Beckton, Dickinson and Company, ou BD, de Nova Jersey. "Minha primeira reação, assim que vi o dispositivo, foi positiva", contou Gary M. Cohen, vice-presidente-executivo do setor de saúde global da BD. Foi no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, onde Merialdi lhe pediu que estudasse a possibilidade de produzir o instrumento.

O dispositivo já foi testado em 30 mulheres argentinas. Todas estavam em hospitais, já tinham dado à luz antes e apresentavam trabalho de parto normal. Agora a OMS vai supervisionar ensaios com outras mulheres.

Odón contou que, sete anos atrás, funcionários dele estavam imitando um vídeo mostrando que é possível recuperar uma rolha empurrada para dentro de uma garrafa vazia, inserindo na garrafa um saco plástico de supermercado, soprando o saco até ele envolver a rolha e então puxando-o para fora.

Às 4h da manhã ele acordou sua mulher e lhe contou a ideia que tinha acabado de ter. Odón recorda: "Ela disse que eu estava maluco e voltou a dormir". Na manhã seguinte, um amigo o apresentou a um obstetra.

O médico o incentivou, e ele continuou a trabalhar sobre a ideia. O saco costurado por sua mulher deu lugar a um saco de polietileno, e um útero de plástico tomou o lugar do vidro.

Com a ajuda de um primo, Odón foi apresentado ao diretor de obstetrícia de um grande hospital de Buenos Aires. O diretor tinha um amigo na OMS que conhecia o Dr. Merialdi. Numa conferência médica realizada na Argentina em 2008, Merialdi reservou dez minutos para falar com Odón durante uma pausa para um café. O encontro acabou durando duas horas.

Desde então, Odón continuou a aperfeiçoar o dispositivo, patenteando cada modificação para que possa receber royalties em algum momento. Cohen disse que ainda é cedo para saber quanto a BD cobrará pelo instrumento, mas cada um deve custar menos de US$ 50 para ser fabricado.

Merialdi disse ser a favor da ideia ter fins levemente lucrativos, porque já viu outras ideias com potencial de salvar vidas ter dificuldade em ser concretizadas por falta desse elemento, como as injeções de sulfato de magnésio, que previnem a eclampsia fatal, e os corticosteróides, que aceleram o desenvolvimento dos pulmões de bebês prematuros.

Antibiótico é útil para dor lombar, diz estudo




Boa parte das dores lombares crônicas em pessoas com hérnia de disco pode ser causada por infecções "ocultas" e tratada com antibióticos, de acordo com duas pesquisas realizadas por médicos dinamarqueses.

Os trabalhos, publicados no "European Spine Journal", contemplam duas etapas. Primeiro, a equipe liderada por Hanne Albert, da Universidade do Sul da Dinamarca, procurou saber se havia infecção nos discos intervertebrais.

Eles analisaram, em 61 pacientes, o material do núcleo do disco que fica entre as vértebras e amortece o impacto entre elas. Quando há hérnia, esse material sai do disco e pressiona os nervos próximos, causando dor.

No grupo estudado pelos dinamarqueses, a hérnia tinha levado também a uma lesão óssea, presente em 40% da população com dor lombar crônica, cuja causa é atribuída, em geral, à falta do amortecimento, já que os discos estão degenerados.

No estudo, 46% dos pacientes apresentavam uma infecção bacteriana no núcleo do disco.

De acordo com a pesquisa, um ácido produzido pela bactéria, a P. acnes, comumente encontrada na pele e que foi achada na maioria dos discos infectados, é responsável pelas lesões ósseas.

A segunda pesquisa do grupo avaliou um tratamento de cem dias com antibiótico em 144 pacientes. Metade recebeu o remédio e metade, placebo. No grupo do antibiótico, 75% das pessoas diziam, no início do estudo, sentir dores constantes nas costas. Ao fim de um ano, só 20% continuavam nessa situação.


Editoria de Arte/Folhapress

De acordo com o fisiatra João Amadera, do Spine Center do HCor (Hospital do Coração) de São Paulo, apesar de promissor, o resultado não significa que esse tratamento possa ser generalizado para qualquer pessoa com dor nas costas.

Isso porque é difícil saber em quais pessoas existe a infecção, que é de baixa virulência e não causa sintomas como febre e mal-estar.

"O diagnóstico preciso de uma infecção é dado com a cultura [da bactéria] e, para isso, teríamos que fazer uma biópsia do disco suspeito por agulha, o que pode acelerar a degeneração dos discos."

Outro problema é a longa duração do tratamento, necessária porque os discos são de difícil acesso para os remédios, pela baixa vascularização da região.

Para completar, 27% das pessoas que se trataram com antibióticos tiveram diarreia.

Os próprios autores do estudo destacam também o perigo do uso indiscriminado de antibióticos, que pode selecionar micro-organismos resistentes aos remédios.

Ainda assim, o trabalho chama a atenção ao abrir a possibilidade de um novo tratamento para um problema tão comum, diz Amadera, que vai iniciar um estudo com 20 pessoas para ver se as conclusões dos dinamarqueses se repetem por aqui.

Por enquanto, o tratamento deve continuar à base de fisioterapia e remédios para os casos menos graves e cirurgia quando não houver outra opção, diz o ortopedista Luís Eduardo Munhoz da Rocha, especialista em coluna.

Como imobilizar um dedo mindinho de pé quebrado



Como imobilizar um dedo mindinho de pé quebrado
Quebrar o dedo mindinho do pé pode ser uma experiência muito dolorosa. Infelizmente, por causa de como os ossos estão localizados, não há muito que o seu médico possa fazer além de imobilizar o seu dedo. Portanto, você pode facilmente fazer isso por si mesmo. A maioria das fraturas de dedos do pé se curam sozinhas e precisam apenas de serem amarradas para garantir que o dedo fique na posição correta. Dentro de seis semanas, o seu dedinho do pé deve estar de volta ao normal.

O que você precisa?

  • Saco de gelo
  • Gaze médica
  • Tesoura afiada
  • Fita adesiva médica

Instruções

  1. Aplique gelo no dedo quebrado para anestesiar a dor e reduzir o inchaço.

  2. Seque o seu dedo com cuidado e corte a gaze em uma faixa de 2,5 cm por 7,5 cm. Dobre a tira pelo meio uma vez e pelo meio novamente.
  3. Com cuidado, coloque a gaze entre o quarto dedo do pé e seu dedo mínimo. Isto irá impedir o atrito da pele, diminuindo a dor no dedo do pé.
  4. Corte 15 cm de esparadrapo e, lentamente, enrole a fita em torno do quarto dedo do pé e do dedo mínimo. Tente manter a fita no meio do dedo e longe da unha. Adicione mais fita, se sentir que os dedos não estão amarrados firmemente juntos.
  5. Troque o curativo depois de cada banho para que a gaze molhada não fique em contato com a sua pele. Tente não fazer peso em seu pé machucado e mantenha-o elevado sempre que possível.