Doença respiratória crônica afeta cinco milhões de brasileiros



 

Em novembro, é celebrado o Dia Mundial de Prevenção da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Altamente debilitante, a doença prejudica a respiração e é causada geralmente pelo tabagismo. O problema atinge pessoas principalmente acima de 40 anos e causa falta de ar excessiva, fadiga muscular e insuficiência respiratória, resultando em graves prejuízos à qualidade de vida dos pacientes. O Ministério da Saúde revela que somente no Brasil cerca de cinco milhões de pessoas sofrem com a doença crônica. Nos últimos dez anos, ela foi a 5ª maior causa de internação no SUS entre a população acima de 40 anos e o número de mortes pela doença cresceu 12% em cinco anos.

A DPOC é uma doença respiratória crônica, caracterizada por alterações pulmonares que causam a obstrução das vias aéreas e a destruição do tecido pulmonar, dificultando a respiração. O tabagismo é o fator de risco mais importante, causando 85% dos casos da doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a doença afeta 210 milhões de pessoas no mundo e estima-se que será a terceira principal causa de morte em 2020. Costuma-se achar que ela só afeta pessoas muito idosas, mas também pode ser identificada na população jovem, que inicia tabagismo cada vez mais cedo.

De acordo com José Henrique Santana, professor de Pneumologia da UFTM e médico do Ambulatório Maria da Glória, as pessoas que devem ficar alerta ao surgimento da doença são principalmente os fumantes que começam a desenvolver tosse e falta de ar progressiva. "É uma falta de ar que no começo a pessoa tem só quando faz grandes esforços e depois até mesmo quando faz pequenos esforços. Por isso, o tratamento é importante porque, primeiro, melhora a qualidade de vida, ou seja, reduz os sintomas. Segundo, aumenta a sobrevida, sendo que os doentes que tomam a medicação vivem mais do que aqueles que não tomam. Terceiro, reduz drasticamente a necessidade de internação", completa.

Santana alerta que os fumantes devem se empenhar em parar de fumar e, se necessário, procurar tratamento para vencer a dependência química. O check-up deve ser anual, pois a doença se desenvolve silenciosamente e a longo prazo, cuja prevalência aumenta a partir dos 50 anos de idade.


Veja dicas para amenizar o estresse no trabalho



Globo News - estresse (Foto: Globo News)

Muitos trabalhadores costumam se estressar durante as tarefas, se preocupar se são bons o suficiente para o cargo e sofrer de ansiedade sobre questões relacionadas ao trabalho. Mas mudar a perspectiva de vida pode fazer uma enorme diferença, segundo três dicas do site de carreiras PayScale. Veja abaixo.

Psicologia positiva
Muitas formas de terapia encorajam as pessoas a focar nos problemas. Ao falar sobre eles, é possível trabalhá-los, resolvê-los e, assim, sentir-se melhor na vida. Porém, Martin Seligman, pai da "psicologia positiva", acreditava que pensar sobre o negativo era prejudicial, e que o caminho para a felicidade era prestar atenção às coisas que nos faziam felizes, e não às coisas que nos deixavam deprimidos.

Pesquisas da área de psicologia revelam que algumas empresas utilizam técnicas de psicologia positiva como ferramentas de gestão. E os trabalhadores podem encontrar nisso alívio para o estresse e a ansiedade, além de incentivo para executar melhor suas tarefas.

Concentre-se em habilidades, não nos pontos fracos
Talvez você seja hábil em organização, mas não em direcionar pessoas. Em vez de enfatizar sobre como você faz para dizer aos integrantes do grupo o que eles têm de fazer, reconheça que você é a melhor pessoa no escritório para organizar os funcionários em cada função no projeto. Encontre confiança em suas habilidades organizacionais, e peça ajuda para fazer discursos e dirigir os outros.

Ao concentrar-se no que você é bom, você vai construir a confiança em si mesmo que vai ser notada pelos outros. Você também vai se sentir melhor sobre si mesmo, e, provavelmente, vai executar melhor seu trabalho.

Concentre-se no lado positivo no outro
Reconhecer e valorizar o que os outros têm para oferecer é outro aspecto da psicologia positiva, que é especialmente útil no trabalho. Em vez de competir com colegas de trabalho, ou sentir-se inferior, reconheça que suas habilidades e talentos são valiosos. Por exemplo, o colega que fala alto no escritório pode ser uma boa pessoa para ajudá-lo a direcionar os demais do grupo no projeto que você está organizando.

Em qualquer caso, apreciar o lado bom dos outros tende a incentivar as boas relações de trabalho e um ambiente de trabalho menos estressante.

10 dicas: clima quente e o cuidado com a alimentação


Ujatoba_agua

As temperaturas estão cada vez mais altas. Para garantir saúde e bem estar nesta fase do ano, é fundamental prestar atenção ao seu prato e deixar um copo de água sempre à vista. Pensando nisso, o Universo Jatobá separou algumas dicas básicas para você não esquecer de se cuidar até o final do verão.

Confira:

1 . Não deixe de comer a cada três horas. Tente fazer pelo menos cinco refeições por dia.

2 . Seu prato deve ser sempre colorido. Varie entre as frutas, verduras e legumes de sua preferência.

3 . Evite frituras e alimentos muito gordurosos.

4 . Não espere sentir sede. Beba pelo menos 2 litros de água por dia.

5 . Muitos dos sais minerais são perdidos com a transpiração. Para repor, consuma sucos de frutas naturais e água de coco.

6 . Substitua os refrigerantes pelos sucos naturais ou a água de coco.

7 . Evite ingerir líquidos durante as refeições e facilite a digestão.

8 . Prefira carnes magras ou brancas que sejam cozidas, grelhadas ou assadas.

9 . Na hora de temperar a salada, evite molhos prontos e maionese. Azeite, limão e vinagre são boas opções. Não exagere no sal.

10 . Alimentos à base de leite, gordura e ovos precisam de refrigeração adequada, então tenha cuidado com possíveis intoxicações alimentares.

Requisitos e o processo para ser doador de medula óssea



O transplante de medula é um tratamento que pode beneficiar diversas doenças em diferentes estágios, como leucemias, linfomas, anemias graves, hemoglobinopatias, imunodeficiências congênitas, erros inatos de metabolismo, mieloma múltiplo e doenças autoimunes, por exemplo.

O procedimento consiste em substituir uma medula óssea deficiente por células normais de medula óssea, com a finalidade de reconstituir uma medula saudável, como explicou o hematologista e diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do INCA Luis Fernando Bouzas.

No entanto, para quem precisa, não é tão simples assim encontrar um doador – estima-se que a chance de achar alguém compatível é de 1 a cada 100 mil, mas esse número pode aumentar ainda mais, dependendo da miscigenação. No Brasil, por exemplo, a mistura de raças dificulta um pouco a localização de doadores compatíveis, mas dados mostram que hoje existem mais de 3 milhões cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

Para quem quer ser doador, existem alguns requisitos, como ter uma boa saúde (sem doenças infecciosas, como hepatite, Chagas, HIV, sífilis e outros problemas como diabetes, câncer e doenças específicas do sangue) e ter entre 18 e 55 anos para fazer o cadastro, mas ele pode ser chamado até os 60 anos.

A compatibilidade não tem relação com o tipo sanguíneo, como no caso da doação de sangue, mas sim com a genética. É importante que as características sejam compatíveis para evitar a rejeição, ou seja, o ideal é que a compatibilidade seja total, mas existem casos em que o transplante é feito sem essa totalidade e pode dar certo.

Durante o procedimento, são retiradas células de acordo com o peso do doador e do receptor. É muito mais fácil um adulto doar para uma criança, por exemplo, do que o contrário justamente por causa da diferença de peso. Normalmente, é retirado de 10% a 15% da medula óssea, o que não faz falta para o doador e logo se regenera em cerca de 15 dias.

Confira abaixo como é o processo para ser doador:

1. A pessoa precisa comparecer a um hemocentro para fazer um cadastro com seus dados pessoais e a coleta de uma amostra de sangue para realizar os testes genéticos. Nesse momento, não são feitos exames para verificar doenças e a informação válida é a dada pelo doador. Depois de feito o cadastro, ele pode ser chamado em 5, 10 ou 15 anos, dependendo da necessidade de um paciente pela compatibilidade do doador. É preciso, no entanto, manter o cadastro atualizado para que a pessoa seja encontrada.

2. Se for selecionado, são feitos testes no doador para verificar se há doenças e se ele tem condições de doar. 

3. Se ele estiver em condições, a coleta da medula pode ser feita por dois métodos. O mais tradicional é o que retira da bacia, com uma agulha, com anestesia geral ou peridural.

O outro é através da veia, onde retira-se células tronco do sangue do paciente - essas células têm a capacidade de se regenerar em 20 dias. A decisão de qual método usar é do médico, que saberá qual procedimento vai proteger doador e beneficiar o receptor.


Emagrecer muito rápido pode ser prejudicial à saúde


Pessoa andando de bicicleta

Você olha no calendário e vê que a data "daquela" festa está chegando. Escolhe a roupa mais bonita e, na hora de prová-la, descobre que ela não fecha ou nem mesmo entra. O que fazer? Muitas pessoas acham que a saída é fazer uma daquelas dietas radicais, que prometem perda rápida de peso. Essa também é, geralmente, a escolha de quem exagerou no fim de semana ou nas férias. E ainda há quem opte por esta "solução" sempre que a balança avisa que o peso aumentou. "Mas nem sempre perder peso significa realmente emagrecer", alerta a endocrinologista Andressa Heimbecher.

A perda de peso pode ser decorrente da perda de gordura, de músculos ou apenas de líquidos – a temida desidratação. Emagrecer é quando conseguimos reduzir o percentual e a quantidade de gordura no nosso organismo.

Segundo ela, a forma mais saudável de emagrecer é fazer exercícios físicos e reeducar-se para ter, constantemente, uma alimentação saudável. Tudo com acompanhamento médico. "Infelizmente, não existe fórmula mágica. O ideal é que, ao fazer dieta, possamos perder vários quilos de gordura, mantendo a massa muscular, para então melhorar o metabolismo", diz a especialista. De acordo com ela, o mais saudável é fazer uma avaliação individualizada para saber quanto cada pessoa pode emagrecer por período – o mais adequado gira em torno de meio a um quilo por semana.

Problemas à vista

O problema das dietas radicais, que prometem perda de peso rápida e em grande quantidade é que, muitas vezes, elas privam o organismo também de nutrientes essenciais – como vitaminas e sais minerais. A falta de substâncias como sódio, potássio, selênio, zinco, fósforo, cálcio e magnésio pode levar a problemas nos intestinos, incluindo cólicas intestinais, vômitos, diarreia e até arritmias cardíacas graves.

Por isso, o nível de vitaminas deve ser monitorado frequentemente. "A perda de peso deixa de ser saudável quando a pessoa fica desnutrida", afirma Andressa. Durante esse tipo de dieta, também, o corpo passa a usar massa muscular como fonte de energia, diminuindo essa reserva que deveria ser preservada.

Só proteína

Uma das dietas extremas mais populares é a dieta da proteína. Seu resultado é rápido, pois retira da alimentação seu principal componente: o carboidrato, que corresponde a até 55% de uma alimentação normal. Com a diminuição das calorias ingeridas, perde-se peso. A especialista lembra, entretanto, que com a retirada da farinha da alimentação perde-se também uma das mais importantes fontes de ácido fólico. Sem carboidratos, sentimos fadiga, mal estar e irritabilidade.

E há ainda riscos. Dietas em que as pessoas consomem grande quantidade de proteína sem o consumo adequado de água podem ocasionar desde a sobrecarga nos rins até mesmo convulsões em casos muito extremos. Eliminar completamente a gordura da alimentação também é ruim. O cérebro entende que a pessoa está passando fome e lança mão de mecanismos hormonais para que a pessoa passe a comer.

Além da intervenção do cérebro para estimular a fome, acontece uma redução do metabolismo porque também diminui o hormônio da tireóide nos tecidos, como forma do corpo poupar energia – exatamente o oposto do que se espera numa dieta. Há ainda uma liberação excessiva de cortisol – que estimula retenção de líquidos e ganho de peso –, já que o corpo entende a dieta extrema como uma situação de estresse.

Por isso, mesmo que a roupa esteja apertada, melhor do que recorrer às dietas emergenciais é fazer um plano para emagrecer de maneira saudável. O resultado pode ser bem mais duradouro.

Fonte

Novo teste identifica risco de ataque cardíaco




Ataques cardíacos estão entre principal causa de morte no mundo ocidental. (Foto: BBC)

Cientistas escoceses desenvolveram uma nova forma de escanear o coração que pode ajudar a identificar o risco de ataques cardíacos.

A técnica detecta a formação de placas nas artérias que levam sangue ao coração. Se uma dessas placas de gordura se rompe, a artéria pode ficar obstruída, bloqueando o fluxo do sangue e provocando o ataque cardíaco.

O estudo de cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, foi publicado na revista científica de medicina "Lancet". Eles usaram um marcador radiativo - uma substância química que ajuda a detectar as placas. Os cientistas conseguem visualizar essas placas com imagens de alta resolução do coração e das veias.

Assim, eles conseguem obter um retrato detalhado do coração, com as zonas de perigo claramente identificadas. Uma técnica semelhante é usada para detectar o local exato de tumores em pacientes com câncer.

Os primeiros testes foram feitos com 40 pacientes que haviam sofrido ataques cardíacos recentes. Com a técnica, os pesquisadores conseguiram localizar as zonas de perigo nas artérias em 37 deles.

Esta é a primeira vez que se consegue localizar as placas usando agentes químicos. O desafio agora, segundo os cientistas, é achar as zonas de perigo antes - e não depois - do ataque cardíaco.

'Eu acredito que nem todas as placas detectadas causarão ataques cardíacos, mas isso pode ser útil para identificar pacientes de alto risco que precisam de terapias mais agressivas', disse à BBC o cardiologista Marc Dweck, um dos autores do estudo.

A técnica será usada agora em pacientes de alto risco de ataques cardíacos, entre eles alguns que estão prestes a passar por cirurgias. Ele afirma que, caso a tecnologia se mostre eficaz nesses casos, isso poderá fazer uma 'diferença enorme' na vida dos pacientes.

'Ataques cardíacos são a principal causa de morte no mundo ocidental, e não há aviso prévio - a primeira vez que as pessoas ficam sabendo de doença cardíaca é quando elas têm um ataque cardíaco.'

'Se nós pudemos tratar e estabilizar as placas, poderemos prevenir ataques cardíacos e impedir as pessoas de morrer.' O diretor da Fundação Cardíaca Britânica, Peter Weissberg, que não participou da pesquisa, disse que os cientistas conseguiram fazer algo que os exames cardíacos convencionais não conseguem.

'Agora precisamos confirmar esses resultados e entender como usar novos testes desse tipo em benefício dos pacientes cardíacos.'


Mais de 70% dos diabéticos não controlam os níveis de glicose


M

Reprodução

O diabetes atinge quase 25 milhões de pessoas na América Latina e praticamente a metade delas está no Brasil. Embora estimativas do Ministério da Saúde mostrem que quase 10% da população com mais de 35 anos tenha diabetes, cerca de 73% dos pacientes tipo 2 e 79% do tipo 1, estão com os níveis glicêmicos fora dos índices recomendados.

O Dia Mundial do Diabetes, que acontece na quinta-feira, dia 14 de novembro, serve de alerta para os 13 milhões de brasileiros que sofrem com a doença. Sem o controle adequado das taxas de glicose, aumentam as chances de complicações cardiovasculares, renais e oculares, dentre outras.

Pacientes diabéticos têm de duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto ou acidente vascular cerebral do que uma pessoa que não tenha a doença. Da mesma forma, 65% dos pacientes estão em risco de ter ou já têm algum grau de disfunção renal, condição que triplica o risco de eventos cardiovasculares. As consequências do diabetes incluem ainda disfunção sexual, alterações oculares como retinopatia e risco de cegueira e, ainda, problemas de circulação nos membros inferiores.

Uma das formas mais eficazes de conhecer e controlar a doença é o automonitoramento dos níveis de glicose. Embora proporcione uma série de benefícios comprovados, a prática nem sempre é realizada da forma adequada. Uma revisão de estudos de países da América Latina descobriu que somente 74% dos pacientes tipo 1 e 38,5% dos pacientes tipo 2 são usuários de medidor de glicemia.

"O automonitoramento com os glicosímetros permite que os pacientes entendam melhor o impacto da alimentação, da atividade física e dos medicamentos no controle da doença e também que comecem a reconhecer, tratar e prevenir hipo/ hiperglicemia", diz o médico Dr. Abner Lobão, diretor do Johnson & Johnson Medical Innovation Institute.

Os principais benefícios do automonitoramento com glicosímetros (medidores de glicemia)

Educa e "fortalece/ dá poder" aos pacientes diabéticos
Aumenta a habilidade de reconhecer, tratar e prevenir hipoglicemia e hiperglicemia
  Oferece resposta imediata sobre o impacto do estilo de vida (alimentação e rotina de exercícios) e dos medicamentos administrados
Permite ao paciente e ao profissional de saúde modificar o tratamento em tempo real
Aumenta a adesão ao tratamento
Ajuda no controle da a doença e em conjunto com tratamento medicamentoso tem potencial de reduzir A1C (hemoglobina glicada).

Sobre o diabetes

O diabetes mellitus é um sério problema de saúde que impacta aproximadamente 371 milhões de pessoas ao redor do mundo. Os países em desenvolvimento são os que possuem as maiores taxas de crescimento da doença.

A América Latina, responsável por importante parte da expansão econômica dos países em desenvolvimento, tem 8,7% de sua população com diabetes e outros 5,2% com intolerância a glicose³. Essas estatísticas ajudam a descrever o tamanho do impacto que a doença exerce numa grande parte da população, o que resulta numa enorme quantidade de dinheiro gasto no sistema de saúde para controlar a doença.

Quatro passos para o controle efetivo do diabetes

Checar

O objetivo de medir diariamente o nível de açúcar no sangue é obter informação detalhada sobre estes níveis em diferentes momentos do dia.

Essa informação poderá ajudar o paciente e a equipe médica a fazer algumas modificações relacionadas à ingestão de alimentos, atividade física, medicação e estresse, já que são de grande importância no tratamento diário.

Estes momentos diários ajudarão a melhorar o controle da glicemia e motivar o paciente a tomar ações para prevenção de complicação do diabetes.

Controlar

Controlar o diabetes significa evitar níveis baixos (hipoglicemias) e altos (hiperglicemias) de açúcar no sangue e alcançar um controle diabético em longo prazo por meio de um nível A1C aceitável.

O controle do diabetes deve ser feito com o uso de medicamentos prescritos pelo médico, com medição do nível de açúcar regularmente e obtendo experiências e informações sobre o controle do diabetes.

Consumir

Ter diabetes não significa que o paciente não poderá mais experimentar alimentos saborosos e muito menos que a dieta será feita de refeições com "gosto ruim". Para o paciente ter uma boa alimentação é necessário conhecer os diferentes grupos de alimentos, o impacto no nível de açúcar e o tamanho correto das porções.

Cuidar

Açúcar em excesso no sangue por muito tempo pode causar problemas de saúde relacionados ao diabetes. Este nível alto de açúcar pode fazer mal a muitas partes do corpo, como o coração, vasos sanguíneos, olhos, extremidades e rins.

Adicionar pequenos momentos para o cuidado do corpo e da mente, como atividade física, poderá significar muito para diminuir o risco de problemas de saúde relacionados à doença.

Mulheres são mais propensas a falta de ar, diz pesquisa


Mulheres são mais propensas a falta de ar, diz pesquisa

Os músculos pulmonares das mulheres precisam de trabalhar mais do que os dos homens, deixando-as sem ar com mais frequência após exercícios físicos, segundo um estudo realizado na Universidade McGill, no Canadá.


A pesquisa, publicada na revista científica Experimental Physiology, examinou a actividade do diafragma - o músculo responsável pela função pulmonar. Segundo mostrou o estudo, ele teria que trabalhar mais nas mulheres para compensar o tamanho menor dos pulmões.

Mesmo com um homem e uma mulher de tamanhos iguais, os pulmões das mulheres eram menores, e as suas vias aéreas mais estreitas.

A falta de ar pode ocorrer por causa de exercícios físicos ou ser um sintoma de alguma doença, como a bronquite.


«Tanto com saúde quanto doentes, as mulheres têm uma probabilidade maior de mostrar sinais de falta de ar após actividade física do que os homens», disse o coordenador da pesquisa, Dennis Jensen.

O estudo comparou 25 homens e 25 mulheres com idades entre 20 e 40 anos, a exercitarem-se numa bicicleta.

Os pesquisadores registaram a profundidade e a rapidez da respiração com diferentes níveis de exercícios. Eles também registaram a «motivação para respirar», os sinais eléctricos enviados para o diafragma para controlar o seu movimento.

«As mulheres têm biologicamente pulmões menores, e têm que activar mais os músculos respiratórios para movimentar uma certa quantidade de ar», disse Jensen à BBC.

Segundo ele, o estudo «dá uma noção importante sobre o porquê de mulheres com enfisema e insuficiência cardíaca terem sintomas respiratórios piores do que os dos homens».

Os cientistas pretendem agora investigar o impacto da obesidade sobre a falta de ar.