Dor torácica é a causa mais comum dos atendimentos de urgência



Entre os principais motivos que levam milhares de pessoas a procurarem atendimento em unidade de pronto-atendimento e serviços de emergência está a dor torácica. O problema pode apresentar várias causas, desde condições benignas como dores musculares causadas por contraturas ou traumas, refluxo gastro-esofágico e gastrites, até condições mais graves como pneumonias, embolia pulmonar, angina ou infarto, que ainda têm como principal fator de risco o tabagismo.

A dor característica do infarto é descrita como uma dor em peso ou aperto no centro do tórax, às vezes com queimação, geralmente irradiando para pescoço, ombro ou braço esquerdo. O cardiologista Maurício Jordão afirma que pode ser desencadeada por esforço físico ou estresse emocional, mas algumas vezes aparece sem fator desencadeante. "Dores que na maioria das vezes não são de origem cardíaca são aquelas em pontadas, que pioram com a respiração ou mobilização do tronco", explica.

Diante da dor torácica, o médico procura sempre descartar o infarto. Muitas vezes, um simples eletrocardiograma e exames de sangue bastam. Porém, às vezes é difícil diferenciar a angina de outras causas de dor torácica, graves ou não. Estima-se o risco do paciente por meio de avaliação dos sintomas e fatores de risco. Quanto mais fatores de risco, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, histórico familiar de infarto e principalmente tabagismo, maior a probabilidade da doença.

Tabagismo. Este vício está relacionado a nada menos que 6 milhões de mortes por ano no mundo. A pneumologista Irma de Godoy explica que o tabagismo é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas. "Destas, as mais importantes são câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares, que inclusive, estão entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os últimos dados que nós temos é de uma pesquisa nacional que ocorre anualmente, a Vigitel 2012, a qual aponta que atualmente 14,8% da população acima de 18 anos fuma. Sendo 18 % dos homens e 12% das mulheres mantém o vício. Houve uma queda significativamente em relação a 1989, quando 34,8% da população fumava", esclarece a especialista.

A médica ressalta que para isso acontecer, houve várias intervenções, como mudanças na legislação e conscientização da população quanto aos riscos provocados pelo tabaco, mas, para ela, o verdadeiro papel dos Governos é investir nas políticas públicas que mais têm repercussão no abandono do cigarro. "É no controle do tabaco, a instituição dos ambientes livres do fumo, aumento do preço do cigarro e a diminuição da venda dos cigarros mentolados ou outros sabores que facilitam o uso do cigarro e a dependência principalmente entre os jovens. Paralelamente a isso, é preciso tratar quem já fuma. Já existem programas, que não atendem a todas as pessoas que procuram e não disponibilizam todos os medicamentos que os pacientes precisam", completa a pneumologista.


3 exames que devem ser feitos no bebê


1- Teste do pezinho

o que é: O exame identifica erros de metabolismo que podem causar deficiência mental, como fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito, além de anemia falciforme, que causa a destruição crônica das hemácias (células vermelhas do sangue).
Quando realizá-lo: Entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê.
como é feito: A partir de gotas de sangue colhidas do calcanhar do recémnascido. Não provoca dor à criança. Rede pública X particular: Toda criança brasileira tem direito ao teste, gratuito. Existe uma versão ampliada que permite identificar mais de 30 doenças, mas não está disponível na rede pública.
Preço: Gratuito.

2- teste do olhinho (ou teste do reflexo vermelho)

o que é: Reconhece doenças como retinoblastoma, o tumor maligno ocular mais frequente em crianças; catarata, que compromete seriamente a visão; e glaucoma congênito, que pode levar à cegueira.
Quando realizá-lo: Nas primeiras 48 horas de vida do bebê.
como é feito: É um exame ocular realizado em recém-nascidos com oftalmoscópio direto.
Rede pública X particular: O teste do reflexo vermelho é obrigatório em todas as maternidades e estabelecimentos hospitalares do país.
Preço: Gratuito.

3- Teste da orelhinha

o que é: O objetivo principal é a identificação precoce da deficiência auditiva, já que ouvir bem é fundamental para o desenvolvimento da fala e da linguagem da criança.
Quando realizá-lo: Nos três primeiros meses de vida.
como é feito: O exame demora entre três e cinco minutos e é realizado por um fonoaudiólogo, com um pequeno fone na parte externa da orelha.
Rede pública X particular: É obrigatório em todos os bebês nascidos em hospitais e maternidades do país.
Preço: Gratuito.

Alimentação saudável no combate ao câncer



Uma boa qualidade de vida associada a uma dieta equilibrada pode prevenir o câncer. Os alimentos atuam na prevenção dando força as células do organismo porque possuem antioxidantes, vitaminas e minerais. A dieta deve ser pobre em gorduras animais e rica em legumes, frutas, verduras e fibras visto que esta, melhora o funcionamento do intestino prevenindo doenças.

Os principais causadores da doença são os embutidos: salsicha, linguiça, presunto, mortadela, esses produtos possuem grandes quantidades de conservantes que em excesso podem causar problemas a saúde.

PREVENÇÃO DO CÂNCER

Consumir frutas e verduras todos os dias;

Diminuir o consumo de carne vermelha;

Utilizar óleos vegetais principalmente o de canola e azeite para a preparação das saladas;

Não utilizar temperos industrializados, preferir os naturais como alho, cebola, orégano, cebolinha e salsa;

Diminuir o consumo dos alimentos com alto teor de gorduras, prefira carnes magras e frango sem pele;

Consumir peixes e aves 2 vezes por semana;

Consumir alimentos que contenham fibras: Frutas secas (como castanha de caju, amêndoas, nozes), frutas frescas (como banana e mamão);

Fracionar a dieta em pelo menos seis refeições ao dia;

Beber no mínimo dois litros de água por dia.

Vale enfatizar que todos os alimentos tem que ser ingerido de forma variada, não esquecendo nenhum deles, assim o organismo será fortalecido por completo, pois cada alimento atua em partes especificas do corpo.

Luciana de Almeida Sousa Silva
Nutricionista
CRM 26981/MS

Conheça alimentos que reduzem insônia


Para a maior parte das pessoas, o ideal é dormir de sete a oito horas
por noite, mas, por diversos motivos, nem sempre isso é possível. Uma
das causas que impede o sono contínuo é a insônia, um mal que
prejudica a saúde física e mental de muitas pessoas. Uma estratégia
para driblar essa dificuldade é mudar os hábitos alimentares.

Veja abaixo algumas dicas de alimentos:

Banana
A fruta é rica em triptofano, uma substância que ajuda o organismo a
produzir serotonina, que por sua vez é um neurotransmissor que melhora
o humor e provoca sensação de bem-estar.

Laranja
A vitamina C presente nesta fruta auxilia na redução dos níveis de
cortisol, um hormônio que está relacionado ao estresse. Dessa forma,
ao se alimentar de frutas cítricas, a tendência é que o sono seja mais
relaxante.

Peixe
As carnes magras possuem um aminoácido chamado taurina, que estimula a
liberação de neurotransmissores que reduzem o estresse. Essa mesma
substância é encontrada em energéticos, ela ajuda a controlar a
ansiedade e a tensão.

Espinafre
Também fonte de taurina, a verdura é rica em ácido fólico, também
conhecido como vitamina B9. A substância desempenha um papel de poder
antidepressivo colaborando para uma boa noite de sono. Têm o mesmo
efeito do espinafre os cereais integrais e outras verduras de folhas
verde-escuras.

Amêndoa
O fruto possui triptofano, um elemento que aumenta a produção dos
hormônios ligados ao bem-estar. É rico em zinco, magnésio, cobre e
ferro, que são minerais que combatem a insônia e promovem um sono
tranquilo.

Maracujá
Um calmante natural também rico em vitamina C. Uma dica é tomar sucos
da fruta durante o dia e à noite fazer uma chá bem quente.

Outras recomendações para casos de insônia:

Jante três horas antes de se deitar e, caso sinta fome, coma um lanche
leve. Durante essa refeição também evite alimentos gordurosos, café,
bebidas alcoólicas e chocolates.

Inclua arroz, pão integral, leite, nozes e lentilha na alimentação.
Esses alimentos também ajudam a reduzir a ansiedade.

Mantenha uma rotina no horário de dormir e acordar, pratique
atividades físicas e, finalmente, na hora de dormir, desligue a
televisão, computador e celular. Os aparelhos eletrônicos ligados no
quarto podem atrapalhar ainda mais o sono.

Consumo de álcool e prática de atividade física são incompatíveis



Consumo de álcool e prática de atividades físicas, dois hábitos que parecem ser incompatíveis. Mito ou verdade? Na opinião da doutora Isa Bragança, as bebidas alcóolicas e os exercícios não podem ser associados. Segundo ela, há uma série de motivos para que essa combinação não seja feita:

- Quem pratica atividade física e consome o álcool tem uma deterioração da qualidade física, pois a bebida diminui a força, a velocidade, a capacidade respiratória e muscular, o equilíbrio e prejudica a respiração.

A médica enumera os problemas desencadeados pela ingestão exagerada de álcool, como desidratação, problemas cardíacos, aumento de peso e hipoglicemia. Confira a lista:

- A desidratação é uma consequência comum da combinação. O álcool tem efeito negativo sobre a função renal, fazendo com que haja uma perda de água e eletrólitos através do suor e da urina.

- O distúrbio de água e eletrólitos também pode promover uma arritmia cardíaca, fazendo com que o coração bata fora de compasso;

- Outro efeito que o álcool também promove é o aumento de peso, devido à grande quantidade de calorias presentes em cada dose;

- A hipoglicemia também é muito comum em quem mistura álcool com exercícios. A atividade física já promove uma diminuição de glicose no organismo. O álcool acentua mais ainda esta redução. O corpo começa a usar a proteína como fonte de energia, pois não há mais glicose no organismo.

O efeito da ingestão de bebidas alcoólicas dependerá de diversos fatores, entre eles o gênero do indivíduo. Para a doutora, o ideal é que o consumo de álcool seja feito até 72 horas antes da prática de atividades físicas.

- A gente tem que beber socialmente, cada um sabe seu limite em relação ao álcool - adverte a doutura.

Conheça as causas da boca seca



Boca seca (xerostomia) significa que você não produz saliva o suficiente para manter sua boca úmida. Todos podemos ter a boca seca, vez ou outra, especialmente se estamos apreensivos, tristes ou sob estresse. Mas se você tem a boca seca sempre ou a maior parte do tempo, isto pode ser desconfortável, causando problemas de saúde mais sérios ou ainda indicar a existência de uma doença mais grave. Isto porque a saliva faz mais do que simplesmente manter a boca úmida - ela ajuda a digerir o alimento, proteger os dentes das cáries, prevenir infecções ao controlar as bactérias da boca e tornar possível a mastigação e a deglutição.

Há várias razões que levam as glândulas que produzem saliva, chamadas de glândulas salivares, não funcionarem adequadamente. São elas:
 
- Efeitos colaterais de alguns medicamentos - mais de 400 remédios podem causar boca seca, incluindo anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão.
 
- Doenças - doenças que afetam as glândulas salivares, tais como diabetes, doença de Hodgkins, mal de Parkinsons, HIV/AIDS e síndrome de Sjögren, podem causar boca seca.
 
- Radioterapia - as glândulas salivares podem ser danificadas se sua cabeça ou pescoço forem expostos à radiação durante o tratamento de câncer. A perda da saliva pode ser total ou parcial, permanente ou temporária.
 
- Menopausa - muitos fumantes de cachimbo, charuto e cigarro apresentam boca seca.
 
Como saber se tenho boca seca?
Todos temos a boca seca de vez em quando. Mas, quando esta sensação persiste, você pode estar com um problema na produção de saliva. Os sintomas de boca seca incluem:
 
- Sensação de secura e pegajosidade em sua boca;
- Dificuldade de deglutição;
- Sensação de queimação em sua língua;
- Sensação de secura em sua garganta;
- Lábios rachados;
- Paladar reduzido ou um gosto metálico em sua boca;
- Feridas na boca;
- Mau hálito frequente;
- Dificuldade de mastigar/falar.
 
Como tratar a boca seca?
A única maneira definitiva de curar a boca seca é tratando sua causa. Se o seu problema é resultado de medicação, seu médico poderá mudar sua prescrição ou dosagem. Se suas glândulas salivares não funcionam normalmente, mas ainda produzem alguma saliva, seu médico poderá lhe dar um medicamento que ajude as glândulas a funcionarem melhor.
 
Se a causa de sua boca estar seca não puder ser eliminada você poderá restaurar a umidade de sua boca de diversas maneiras. Seu dentista pode recomendar hidratantes bucais, como substitutos de saliva. Enxagues com soluções bucais especialmente formuladas para diminuir a secura também podem aliviar o problema. 
 
Você também pode:
- Beber água ou bebidas sem açúcar com frequência;
- Evitar bebidas com cafeína, como café, chá ou alguns refrigerantes, que também podem causar a secura da boca;
- Mascar gomas sem açúcar ou chupar balas duras sem açúcar para estimular o fluxo de saliva (se houver alguma glândula salivar funcionando);
- Não utilizar tabaco ou álcool, que ressecam a boca;
- Estar ciente de que alimentos condimentados ou salgados podem causar dor em uma boca seca;
- Utilizar um hidratante bucal no quarto, durante a noite.


Aprenda a controlar seu apetite em oito passos



Em um contexto que engloba a correria do dia a dia e o aumento das ofertas de inúmeras tentações culinárias, fazer dieta realmente não é uma tarefa das mais fáceis - é preciso muita força de vontade.

A loucura da vida moderna nos suga todo o tempo livre e a comida fácil, rápida ou pronta como as redes de fast-food, ricas em gordura, sal e açúcares, ganha mais espaço nas prateleiras de supermercados, fachadas de lojas e deliverys, sempre pronta para nos fazer ganhar mais tempo com sua rapidez e praticidade. Isso sem falar nas propagandas com imagens deliciosas e altamente tentadoras que nos fazem, quase sem querer, sair do sofá para um rápido ataque à geladeira. Pensamos em comida quase o tempo todo - é um estímulo atrás do outro, e que nos faz comer cada vez mais e com pior qualidade, tornando-nos propensos ao sobrepeso, obesidade e desenvolvimento de doenças ligadas à má alimentação, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, entre outros.

Mas comida vicia?

Diversos estudos vêm constatando a perigosa relação do açúcar, sal e gorduras no aumento da produção de hormônios que causam a sensação de bem estar, como a dopamina e a serotonina, neurotransmissores que aumentam a fome. Em um ciclo vicioso, a sensação de bem estar que alimentos ricos em açúcar, sal e gordura proporcionam é de pouca duração e para mantê-la é necessário recorrer cada vez mais às guloseimas e em doses cada vez maiores. Não é à toa que esses ingredientes são a base da comida fast-food.

Com os alimentos ricos em açúcar, a sensação de satisfação vai se desfazendo na medida em que a insulina, substância produzida pelo pâncreas, vai saindo de cena, e quanto mais a insulina cai mais o corpo pede por ela, aumentando assim as estatísticas do aumento de diabetes, principalmente entre crianças e adultos com obesidade.

Hoje a recomendação dada para o açúcar refinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a de no máximo 10% do total das calorias ingeridas diariamente. Ou seja, se sua dieta for de 2000 calorias, sua ingesta deverá ser de até 200 calorias, o que dá um pouco menos de 2 colheres (sopa) de açúcar refinado ao dia. O que poucos seguem.

O correto é trocar o açúcar refinado, cheio de calorias vazias, pelo açúcar mascavo, repleto de nutrientes importantes, como selênio, vitaminas do grupo B e zinco. Lembrando, porém, que esse açúcar tem calorias e não devemos exagerar nas quantidades. Para pessoas que tem diabetes ou obesidade, o mais indicado é o uso de adoçantes em substituição ao açúcar branco.

E a gordura?

Dizem que o limite entre o prazer e o vício é a perda de controle sobre a quantidade que se vai ingerir. Mas a grande dúvida é: comemos mais do que o necessário porque somos esfomeados ou somos esfomeados porque os alimentos ricos em açúcar e gorduras nos fazem comer mais? Todos sabemos que a gordura aumenta o sabor da comida, portanto é necessário não se tornar refém desse sabor.

A gordura executa um papel importante para o desenvolvimento e manutenção do nosso corpo e devem estar inseridas em nossa alimentação diária, mas é necessário escolher sempre boas fontes e evitar o excesso de gordura saturada, que está presente nas carnes, queijos e frituras. Gordura saturada em excesso aumenta o colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardíacas.

Assim, algumas pessoas ao se darem conta que estão engordando resolvem iniciar dietas que prometem milagres sem ter que alterar muito seus hábitos alimentares, cortando de maneira aleatória grupos alimentares importantes para manter sua energia, saúde e imunidade em dia. Dietas malucas ou muito restritivas, como passar horas sem se alimentar, podem até trazer resultados rápidos, mas com certeza não serão duradouros, é muito complicado e difícil manter uma dieta aonde grupos inteiros devem ser cortados e a volta ao peso anterior se dará de forma rápida, o famoso efeito sanfona. Ter uma alimentação equilibrada e de bom senso, sem cortes radicais pode ser a melhor forma de você conseguir atingir seus objetivos, perder o peso em excesso sem comprometer sua saúde. 

Como controlar seu apetite em oito passos

No corre corre diário é comum para algumas pessoas pular o café da manhã ou almoçar muito pouco, não se alimentando de maneira correta - e com isso, invariavelmente à noite sua fome estará incontrolável, e beliscar até a próxima refeição acabará sendo inevitável.

Saber como controlar a fome é imprescindível para que você emagreça, e alimentar-se a cada três horas é o primeiro passo para não correr o risco de se descontrolar e atacar tudo o que vier pela frente quando a fome chegar. Inverta de forma gradativa esse quadro, comece o dia com um café da manhã reforçado e vá diminuindo as quantidades do que você come no decorrer do dia.

  • Invista em atividade física, ela é fundamental para sua saúde e qualidade de vida. Ela ajudará você a emagrecer e se manter magro
  • Mantenha uma alimentação balanceada, com todos os grupos alimentares, proteínas, gorduras boas e carboidratos de baixo índice glicêmico. Mudanças de estilo de vida são muito eficazes no tratamento de emagrecimento
  • Aposte em alimentos termogênicos, capazes de aumentar o gasto calórico do organismo. Nessa lista, você encontra pimenta, chá verde, gengibre e outros
  • Faça check-ups periódicos, pois seu corpo precisa estar em equilíbrio para que você possa emagrecer sem riscos, e só fazendo os exames médicos da parte clínica, nutricional e hormonal você poderá detectar os entraves metabólicos que emperram a perda de peso
  • Aumente a ingestão de fibras, que além de melhorar o trato intestinal aumenta a sensação de saciedade
  • Use medicamentos quando necessário, como no caso da obesidade, que é uma doença de causa multifatorial e complexa, que em muitos casos necessita ser tratada com diversas estratégias, inclusive com o uso de medicamentos, que devem ser usados de maneira criteriosa e após avaliação detalhada do histórico do paciente
  • Diminua o estresse, pois estudos demonstram que o ganho de peso e os níveis de cortisol (conhecido como hormônio do estresse) estão intimamente ligados, ou seja, quanto maior o estresse, maior é o nível do cortisol e maior é a facilidade com que o indivíduo ganha peso. A má alimentação e sedentarismo fazem parte do círculo vicioso em que o indivíduo está inserido e para interromper este ciclo é necessário a adoção de hábitos e atividades que melhorem a qualidade de vida, como atividades ao ar livre, caminhadas e atividades lúdicas
  • Diminua o consumo de açúcares e gorduras, pelos motivos descritos acima na matéria e segundo a Associação de Neurociências do Canadá, existem pessoas que são mais vulneráveis a se viciarem em alimentos pouco saudáveis, como os ricos em açúcares e gorduras, portanto evite-os!
Escrito por: Roberto Navarro, nutrologista