Conheça as principais causas das disfunções sexuais femininas



Nada melhor do que comemorar os sucessos da vida com o seu parceiro, não é? Porém, muitas mulheres já sentem um mal estar ou um calafrio só de pensar em sexo. Esse tipo de sentimento tem nome - disfunção sexual - e é patológico, devendo ser tratado por especialistas. Essas disfunções podem surgir em qualquer momento da vida e por diversos motivos. Alguns exemplos:

- Desejo sexual hipoativo (DSH): total falta de interesse pelo sexo, como se ele não fizesse diferença;
- Transtorno de excitação ou frigidez: incapacidade de manter lubrificação ou a excitação;
- Anorgasmia: inibição do orgasmo, ou seja, mulheres com essa disfunção são incapazes de ter um orgasmo;
- Dispareunia: dor genital durante o ato sexual;
- Vaginismo: contração involuntária dos músculos próximos à vagina que impedem a penetração do pênis, dedo ou qualquer outro objeto;
- Fobia ou aversão sexual: pânico e sentimento de repulsa diante de relações sexuais ou que levem ao sexo.

Veja os principais motivos de disfunções sexuais e descubra se você faz parte desse grupo:

Fatores orgânicos
Antes de procurar um psicólogo ou terapeuta especializado para tratar qualquer tipo de disfunção sexual, deve-se primeiro verificar as causas orgânicas possíveis.

As doenças e disfunções relacionadas às disfunções sexuais podem ser desequilíbrios hormonais, nódulos dolorosos, infecções nos órgãos genitais ou medicações que tenham como efeito colateral a diminuição do desejo sexual.

Doenças psiquiátricas, como a depressão, também podem contribuir para a diminuição da excitação ou da vontade de fazer sexo.

Por isso, é importante procurar primeiro um médico ginecologista e fazer todos os exames necessários. Caso a disfunção tenha uma causa orgânica, o ideal é que a paciente seja encaminhada para um profissional qualificado. 

insegurança - foto Getty Images

Insegurança
O psicólogo Tiago Lupoli explica que o acesso livre e farto a materiais sexuais - em revistas, vídeos ou internet - pode tanto estimular as fantasias sexuais quanto fazer com que a mulher entre em conflito com seus limites morais e psíquicos, gerando medo de não corresponder às expectativas do parceiro.

Essa insegurança pode gerar uma falta de interesse pelo sexo, podendo causar a inibição do desejo sexual ou DSH (Desejo Sexual Hipoativo). "Essa é umas das disfunções mais frequentes entre as mulheres", conta o especialista.

Outros fatores desencadeadores de segurança podem ser a falta de consideração do parceiro e decepções amorosas anteriores. Para todos os casos, uma psicoterapia ou terapia sexual deve ser feita. 

casal - foto Getty Images

Parceiros "apressadinhos"
O companheiro que não respeita o tempo da mulher para alcançar a excitação sexual ou mesmo o orgasmo, que geralmente é maior, pode gerar disfunções como DSH, dispareunia (dor durante o ato sexual sem motivo aparente) e vaginismo.

"Isso inclui aqueles parceiros que abrem mão das preliminares ou gostam apenas de recebê-la, mas não de fazê-la, e partem para a penetração logo de cara", conta o psicólogo Tiago Lupoli. 

casal - foto Getty Images

Ser tratada como um "objeto de desejo"
Parceiro que colocam as suas mulheres em uma posição servente, na qual ela deve apenas gerar o orgasmo no homem, sem precisar ter o seu próprio, podem causar uma disfunção em sua parceira. "Alguns homens fazem isso e depois ainda reclamam ou não entendem a ocorrência da disfunção, gerando mais insegurança na mulher", conta o psicólogo Tiago Lupoli.

O medo pela falta de compreensão do parceiro e a falta de diálogo sobre o assunto provoca angústia na mulher e faz com que, gradativamente, o desejo vá diminuindo, podendo provocar o vaginismo e o DSH. 

casal discutindo - foto Getty Images

Problemas no relacionamento
Brigas entre o casal, rotina sexual afetada e falta de discutir o relacionamento são fatores que podem levar ao DSH e ao vaginismo. Nesse caso, a melhor solução é sentar e conversar com o seu parceiro a fim de descobrir a verdade raiz das disfunções. 

mulher trabalhando - foto Getty Images

Falta de tempo
Mulheres que ingressam no mercado de trabalho e sentem a correria das grandes cidades, a irregularidade na divisão de tarefas com o parceiro e aumento das responsabilidades, acabam sentindo-se excessivamente cansadas, gerando estresse.

"É normal que o cansaço iniba o desejo sexual uma vez ou outra, mas preocupa quando vira rotina", diz o psicólogo Tiago Lupoli. As disfunções sexuais causadas pela falta de tempo podem ser DSH, vaginismo ou dispareunia.

Essa situação é facilmente solucionada com uma baixa do estresse e do excesso de atividades. Tirar férias e viajar durante um fim de semana são medidas simples que, muitas vezes, funcionam. No dia a dia, é importante saber separar os horários de trabalho dos de lazer.  

trauma - foto Getty Images

Traumas
Medos e tabus inconscientes, traumas em relações sexuais anteriores, abuso ou violência podem provocar um transtorno de excitação (frigidez), DSH ou dispareunia. "O momento do ato sexual revive o trauma, não sendo prazeroso para a mulher e podendo causar o efeito contrário, como dores ou sentimento de repulsa", explica o psicólogo Tiago Lupoli.

A portadora desse problema deve procurar um profissional especializado a fim de que ele a ajude a superar o trauma, eliminando junto com ele as disfunções sexuais. 

educação - foto Getty Images

Falta de orientação sexual ou educação inadequada
Famílias com educação repressora, que ensinam que o sexo tem como única finalidade a reprodução, ou que se posicionam extremamente rígidos na preservação da virgindade da filha são, muitas das vezes, a causa principal do transtorno de excitação (frigidez).

"A mulher cuja família ou escola ensinou que o sexo serve para procriar, e não como uma necessidade física e psicológica, não sente prazer frente aos estímulos sexuais", afirma o psicólogo Tiago Lupoli.

O vaginismo também pode aparecer a partir desse problema, já que a vagina é a porta de entrada para o sêmen. "A resposta psicossomática do organismo para uma relação que não tenha como objetivo a reprodução pode ser a contração muscular imediata da região", esclarece Tiago. 

cultural - foto Getty Images

Questões socioculturais
A anorgasmia, ou ausência do orgasmo feminino, tem como principal causa a interpretação sociocultural sobre a posição submissa da mulher no sexo, que foi transmitida de geração por geração, além das proibições religiosas. Até hoje, algumas culturas e religiões veem as carícias, o sexo anal e o sexo oral como aberrações.

"Isso deixou marcas profundas na estrutura psíquica das mulheres, que sentem que não podem curtir a sensação que o sexo proporciona e deixam o prazer reprimido durante a relação sexual", explica o psicólogo Tiago Lupoli.

Nessa situação, o ideal é dar total poder à mulher durante a relação. "Se prestarmos atenção no discurso feminino, o orgasmo é alcançado na maioria das vezes com o sexo oral ou quando elas determinam a intensidade e posição dos movimentos", conta Tiago. "Além de dar poder à mulher, isto permite que ela descubra as melhores formas de alcançar o prazer máximo", completa. 

fobia - foto Getty Images

Fobias e traumas mais profundos
A fobia sexual - que são sentimentos de repulsa, ansiedade e medo do ato sexual - é a mais limitante das disfunções sexuais femininas, pois a portadora da fobia evita tanto as situações que favorecem o ato sexual - como sair à noite com um parceiro - quanto situações que trazem o assunto à tona - como conversas com amigos e até a ajuda profissional especializada.

A causa dessa disfunção não é orgânica e está intimamente ligada a traumas ou situações que revivem experiências guardadas na estrutura psíquica da paciente, o que gera extrema ansiedade frente a situações relacionadas com sexo.


Confira 10 hábitos que colaboram para a insônia



Lamentar por não conseguir pegar no sono só deixa a pessoa ainda mais acordada Foto: Getty Images

Deitar na cama após um longo dia de trabalho e não conseguir dormir, mesmo sabendo que no dia seguinte o despertador tocará nas primeiras horas da manhã, é angustiante. Mas, a insônia acomete boa parte da população que vive na agitação das grandes cidades. Veja a seguir.

1 - Quando a vigília indesejada aparece à noite, muitas vezes é recebida com julgamento e auto-recriminação. QA atitude só atrasará ainda mais o retorno do sono

2 - Algumas pessoas aproveitam os finais de semana e feriados para dormir todas as horas que não conseguiu ao longo da semana, porém, o hábito contribui para as más noites nos dias úteis. O ideal é equilibrar as horas de sono em todos os dias

3 - Sonolência diurna é um sintoma comum de vigília noturna e pode levar a pessoa a dormir no meio do expediente. Embora existam indícios que comprovam os benefícios da soneca durante a tarde, mas dormir mal à noite é prejudicial à saúde

4 - Cafeína, outras bebidas energéticas e alimentos com alta quantidade de açúcar são usados para compensar a energia não obtida durante o sono. No entanto, estes alimentos acentuam ainda mais os problemas de insônia e o problema só tende a se agravar

5 - Muitas pessoas acreditam que o sonho não é importante , quando, na verdade, ele é fundamental para nossa saúde física e mental, bem como para a memória. Cultive, relembre e fale sobre os sonhos

6 - Existe uma crença comum que quando uma pessoa não consegue dormir, o melhor a fazer é ficar na cama esperando o sono chegar. Esta prática, geralmente, resulta em insônia condicionada - uma associação da própria cama com a vigília. O ideal é ir para a cama somente quando você se sentir sonolento e sair dela para relaxar em outro lugar quando você não consegue dormir

7 - Em parte culpa das propagandas de TV, as pílulas para dormir são cada vez mais usadas como método. Os medicamentos mascaram o problema e deixam a pessoa drogada

8 - Muitas pessoas encerram o dia agitado com um copo de vinho ou de outra bebida alcoólica. Quando o álcool é metabolizado ele costuma causar insônia, por isso, apesar de relaxar, as bebidas não combinam com uma boa noite de sono

9 - Em um esforço para relaxar, as pessoas costumam ver um pouco de TV ou ler um livro. Como método de relaxamento estas atividades até funcionam, mas a luz azul da TV, por exemplo, incentiva a acordar e suprime a substância do sono, a melatonina

10 - O ideal não é, literalmente, "ir dormir." É preciso relaxar e deixar o sono tomar conta do corpo, no lugar da agitação diária. Deitar na cama ansioso para cair no sono pode causar insônia


Da postura ao parto: veja impactos do uso de salto na gravidez


A altura do salto varia, assim como efeito sobre a saúde do pé, do calcanhar e da coluna Foto: Getty Images 

O salto alto favorece a silhueta de muitas mulheres, mas nem sempre faz bem para a saúde da coluna vertebral. O site Female First consultou o especialista Martin Knight, que discutiu a respeito do efeito que o uso do salto causa durante a gravidez, no trabalho de parto e a longo prazo. Confira.  

O impacto dos saltos durante a gravidez
A altura do salto varia, assim como efeito sobre a saúde do pé, do calcanhar e da coluna. Isto pode ser particularmente importante na gravidez. Com o avanço da gestação, o músculo abdominal se estica e o peso do bebê faz com que a pelve se incline para a frente e a parte traseira faça um arco para trás, para restaurar o equilíbrio e esticar as articulações da coluna lombar. 

Para adaptar-se à mudança de peso e equilíbrio, o caminhar da mãe vai depender de um "gingado" lateral. Os tendões estão ligados ao joelho e à pelve e ajudam a endireitar o quadril. Quando os tendões estão apertados, por exemplo, depois de longos períodos sentada, a mãe sentirá uma pressão sobre a pelve e coluna vertebral, agravando a irritação dos nervos e articulações – o que causa a dor.

Ciclo menstrual

Devido as mudanças na postura, 27% das mulheres grávidas caem ao longo da gravidez. O salto alto aumenta este risco, porque joga a linha do corpo pra frente, aumentando o arqueamento da coluna e reduzindo a estabilidade do pé no contato com o solo.

Por isso, a mulher tem maior risco não só de cair, mas também de ter dor na coluna e sobrecarga de peso no pé, tornozelo e calcanhar. Em nome de uma boa saúde da coluna, vale evitar os saltos durante a gravidez, e, além disso, não exagerar no ganho de peso.

A longo prazo
Durante a gravidez, vale garantir uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D, para manter a resistência dos ossos. Depois do nascimento do bebê, é preciso recuperar o controle e força dos músculos abdominais, diafragma, assoalho pélvico e os músculos da parte de trás das costas.

Para reestabelecer a postura, a dica é apostar em exercícios para a lombar e para o fortalecimento do abdômen. Tente também usar saltos apenas em ocasiões especiais.

No trabalho de parto
A probabilidade de parto vaginal depende de fatores como força e postura. Se os exercícios musculares para o equilíbrio foram cumpridos ao longo da gestação e a força muscular foi mantida, a orientação pélvica, lombar e a postura foram sustentadas. Assim, as chances de um parto vaginal satisfatório são otimizados.

Não há evidências clínicas suficientes para afirmar que a postura possa alterar a posição do bebê no útero, no entanto, o uso reduzido de salto alto durante a gravidez certamente faz com que o parto seja mais simples.

Usar ou não usar?
Knight afirma que o ideal é que, durante a gravidez, o uso do salto seja reduzido a ocasiões especiais ou sobre superfície planas e secas. Isso porque a consciência espacial é comprometida quando as mulheres estão de saltos, e, além disso, os tornozelos ficam mais pressionados. 

Prevenção da Hepatite


A melhor estratégia de prevenção da hepatite A inclui a melhoria das condições de vida, com adequação do saneamento básico e medidas educacionais de higiene. A vacina específica contra o vírus A está indicada conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

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A prevenção da hepatite B inclui o controle efetivo de bancos de sangue através da triagem sorológica; a vacinação contra hepatite B, disponível no SUS,conforme padronização do Programa Nacional de Imunizações (PNI); o uso de imunoglobulina humana Anti-Vírus da hepatite B também disponível no SUS, conforme padronização do Programa Nacional de Imunizações (PNI); o uso de equipamentos de proteção individual pelos profissionais da área da saúde; o não compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear, escovas de dente, equipamentos para uso de drogas; o uso de preservativos nas relações sexuais.

Não existe vacina para a prevenção da hepatite C, mas existem outras formas de prevenção, como: triagem em bancos de sangue e centrais de doação de sêmen para garantir a distribuição de material biológico não infectado; triagem de doadores de órgãos sólidos como coração, fígado, pulmão e rim; triagem de doadores de córnea ou pele; cumprimento das práticas de controle de infecção em hospitais, laboratórios, consultórios dentários, serviços de hemodiálise; tratamento dos indivíduos infectados, quando indicado; abstinência ou diminuição do uso de álcool, não exposição a outras substâncias que sejam tóxicas ao fígado, como determinados medicamentos. 

A transmissão:

A transmissão é através de contato sanguíneo. As formas mais comuns de contágio são através de:

Transfusões ou recebimento de sangue, após cirurgias, etc;

Uso de seringas compartilhadas, etc.

Outras maneiras menos freqüentes são também possíveis, como:

Dentistas;

Tatuagens;

Piercings;

Acupuntura;

Compartir instrumentos onde o sangue esteja presente. Ex: alicates de unha, aparelhos de barbear e depilação, escovas de dente, tubos de inalação de cocaína.

Tipos de Hepatite


Hepatite designa qualquer degeneração do fígado por causas diversas, sendo as mais frequentes as infecções pelos vírus tipo A, B e C e o abuso do consumo de álcool ou outras substâncias tóxicas (como alguns remédios). Enquanto os vírus atacam o fígado quando parasitam suas células para a sua reprodução, a cirrose dos alcoólatras é causada pela ingestão frequente de bebidas alcoólicas - uma vez no organismo, o álcool é transformado em ácidos nocivos às células hepáticas.

Tipos:

- Hepatite A
Transmitida normalmente através de alimentos ou contato pessoal. Vem e dura aproximadamente 1 mês. É uma infecção leve e cura sozinha. Existe vacina.

- Hepatite B
Transmitida principalmente através de relações sexuais e contato sanguíneo. Existe vacina. Age surdamente no fígado por até 20, 30 anos. Leva à cirrose, ao câncer de fígado e à morte. Há tratamento. As curas totais são raras, mas é possível conviver com a doença, tratando-a por períodos de tempo variáveis.

- Hepatite C
A maior epidemia da humanidade hoje, superior à AIDS/HIV em 5 vezes. A transmissão é por contato sanguíneo, via transfusões, dentistas, seringas compartidas, etc. Não se transmite por sexo (a menos que haja sangramento mútuo) Não tem vacina. Existem subdivisões de seu vírus (o genótipo 1, 2 e 3 e os raros 4, 5 e 6). Existem, no mundo cerca de 200 milhões de pessoas que carregam o vírus da hepatite C.

A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado, respondendo por 40% dos casos. Pode causar cirrose, câncer de fígado e morte.

Hepatite D

A infecção causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B.

Em pacientes cronicamente infectados pelo vírus da hepatite B, a infecção concomitante com o VHD acelera a progressão da doença crônica.

A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.

Hepatite E
É causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões.

A hepatite E não se torna crônica. Porém, mulheres grávidas que foram infectadas pelo vírus da hepatite E podem apresentar formas mais graves da doença.

Felizmente, hábitos de higiene adequados e um melhor controle da qualidade da água utilizada pelas pessoas podem evitar o contato com esse vírus.


Hepatite F
Relatos recentes demonstram que não se confirmou a identificação do vírus da hepatite F (VHF), portanto este tipo de hepatite pode ser desconsiderado.


Hepatite G
O vírus da hepatite G (VHG), também conhecido como GBV-C é transmitido através do sangue, sendo comum entre usuários de drogas endovenosas e receptores de transfusões.

O vírus G também pode ser transmitido durante a gravidez e por via sexual. É frequentemente encontrado em co-infecção com outros vírus, como o da hepatite C (VHC), da hepatite B (VHB) e da Aids (HIV).

Má postura pode levar à depressão




Segundo estudo, a má postura pode causar mau humor Foto: Getty Images

Quando alguém nos diz para levantar ombros e cabeça a fim de melhorar o humor, tem razão. Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Francisco, na Califórnia, aponta que a má postura pode levar à depressão.

Para o estudo, cientistas recrutaram 100 pessoas e as fizeram caminhar com os ombros para frente e depois com as costas retas. Minutos depois, pediram que eles dissessem como se sentiam, apontando níveis de energia e relatando se sentiam-se deprimidos. Os resultados mostraram que os voluntários ficaram mais descontentes e deprimidos após caminhar com as costas curvadas, mas que melhoraram de humor imediatamente após adquirirem melhor postura.

A má postura, segundo as conclusões, publicadas no site da revista Cosmopolitan, podem levar ao mau humor mesmo quem não está passando por maus bocados. Prestar atenção nisso pode ajudar a recuperar a energia num momento de cansaço, como no meio do expediente do trabalho.


Caminhar pode ser melhor que ir à academia, diz pesquisa


Longos períodos de caminhada podem ser mais benéficos do que treino de alta intensidade por uma hora Foto: Getty Images A conclusão de um estudo da Universidade de Maastricht, na Holanda, promete animar aqueles que vão à academia sem vontade alguma. Longos períodos de caminhada suave são mais benéficos do que treino de alta intensidade por uma hora. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
 
Os cientistas avaliaram 18 pessoas entre 19 e 24 anos e as dividiram em três grupos. Os jovens do primeiro permaneceram sentados por 14 horas sem se exercitar, os do segundo se sentaram por 13 horas e fizeram uma hora de treino vigoroso e os do terceiro se sentaram por seis horas, caminharam por quatro horas e ficaram em pé por duas horas.
 
Verificou-se que, quando a energia gasta é a mesma, a sensibilidade à insulina e os níveis de lipídios foram significativamente melhores entre aquelas que apostaram em atividade física leve por períodos mais longos.
 
"Uma hora de exercício físico diário não pode compensar os efeitos negativos da inatividade sobre a sensibilidade à insulina e lipídios plasmáticos se o resto do dia é gasto sentado", disse o líder do estudo, Dr. Hans Savelberg. "Reduzir a inatividade com atividades de baixa intensidade, como caminhar em um ritmo calmo e ficar de pé, é mais eficaz."

Evite seis hábitos para prevenir a enxaqueca



Cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem de enxaqueca e, dentre esses, 75% são mulheres. Muitas podem ser as causas da enxaqueca, desde problemas tensionais, normalmente associados ao estresse, até resultantes de tumores, aneurismas, medicamentos fortes e até ressaca.

Quem sofre com a dor insuportável sabe o quanto é difícil ficar simplesmente esperando que ela passe. Mas, para além dos vários tratamentos para o problema, existem alguns hábitos que quem quer se livrar de vez da enxaqueca, deve abandonar. Confira a lista abaixo:

Abuso de analgésicos
Quem abusa de analgésicos para se livrar da dor, ou seja, toma mais de um comprimido por semana corre o risco de alimentar a própria dor. O analgésico bloqueia todos os mecanismos de defesa natural para combate da dor de cabeça. O uso prolongado e indiscriminado desse tipo de medicamento faz com que o corpo fique dependente do medicamento.

Em outras palavras, o organismo fica viciado a tal ponto que passa a "produzir" a dor para que o analgésico precise agir. Além disso, o analgésico também impede a produção de serotonina, hormônio neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento, agravando a dor depois de certo tempo. Muitas pessoas costumam tomar o analgésico ao menor sinal de dor e, assim, esquecem de tratar o problema. É preciso buscar tratamentos reais com medicação indicada o médico especialista.  

grãos de café, chocolate e canela em pau - Foto Getty Images

Má alimentação
De acordo com a neurologista, alguns alimentos devem ser evitados por quem sofre de enxaqueca, como, por exemplo, o aspartame, condimentados, leite e derivados, alimentos cítricos, chocolate e café. Esses alimentos contêm substâncias que interagem com a bioquímica cerebral do organismo, alterando a ação de determinadas enzimas e diminuindo a quantidade de serotonina, hormônio ligado à enxaqueca. Além disso, a especialista afirma que pior do que o consumo desses alimentos, é ficar em jejum por tempo prolongado - mais de 4 horas sem comer - ou ter uma alimentação baseada em frituras e doces, por isso, ter um cardápio equilibrado e controlado é uma ótima medida preventiva.  

mulher fumando - Foto Getty Images

Tabagismo
Que fumar é uma bomba para o organismo, todo mundo já sabe. A novidade é que, além de todos os males, a nicotina ainda é associada à alteração da circulação sanguínea e enrijecimento dos vasos sanguíneos, o que,também pode acabar provocando a enxaqueca. Além disso, um recente estudo norueguês publicado pela revista médica Neurology avaliou seis mil estudantes e descobriu que o tabagismo, associado ao sobrepeso e ao sedentarismo, triplica as chances de jovens desenvolverem enxaqueca. Os autores disseram não ter ficado claro se esses fatores do estilo de vida provocam a cefaleia ou se eles agem mais como desencadeadores em jovens já vulneráveis. Pelo sim, pelo não, é melhor prevenir e ficar longe do cigarro.  

homem dormindo no sofá - Foto Getty Images

Ser sedentário
Um dos grandes males da população, o sedentarismo afeta em muitos aspectos a qualidade de vida. Além de contribuir para o surgimento de obesidade, hipertensão, diabetes e problemas cardíacos, o sedentarismo é uma porta aberta para a enxaqueca.

Uma pesquisa conduzida na Suécia demonstrou que pessoas que se envolvem em um programa de atividades aeróbicas apresentam queda significativa na frequência e intensidade das dores de cabeça crônicas e enxaqueca. O programa de treinamento aplicado na pesquisa consistia em treino de 40 minutos de bicicleta ergométrica praticada três vezes por semana.

A pessoa que sofre de enxaqueca já tem uma produção baixa de serotonina, e os exercícios físicos estimulam a produção desse hormônio. Se a pessoa não fizer nenhum tipo de atividade que compense essa baixa, vai ser difícil reverter o quadro. 

caneca de cerveja - Foto Getty Images

Consumir álcool
Como a enxaqueca é um problema de origem vascular, cuja dor é provocada pela contração e dilatação dos vasos sanguíneos, o consumo de bebidas alcoólicas pode ser uma opção ruim para quem lida com o problema. As bebidas alcoólicas quando ingeridas em excesso provocam dilatação dos vasos do corpo e do cérebro, o que acaba acentuando o incômodo da enxaqueca.

homem gritando ao telefone - Foto Getty Images

Se render ao estresse
Tudo o que gera estresse e desequilíbrio para o organismo pode agravar a enxaqueca de quem já tem predisposição. Trabalho em excesso, ficar sem comer por muito tempo, nervosismo, insônia ou dormir pouco, chateação e outros problemas emocionais podem ser uma porta aberta para a dor incômoda. Quem sofre com os dramas do estresse, deve procurar tratamento. Buscar métodos, como massagem e acupuntura, e dar mais valor ao momentos de lazer e relaxamento são atitudes importantes. A acupuntura é bem eficiente, pois provoca microestímulos que ajudam o corpo a recuperar o equilíbrio de forma natural. 


Dicas para enfrentar o inverno com saúde


Muitas pessoas adoram o clima friozinho do inverno, mas acontece que esta é uma estação que também traz uma série de problemas de saúde para as pessoas de uma forma geral. Afinal de contas, as temperaturas mais frias fazem com que as pessoas fiquem mais suscetíveis aos problemas respiratórios, aos vírus da gripe, dentre outros.

Confira algumas dicas para passar pelo inverno de forma mais tranquila e de paz com a sua saúde:

dicas-para-enfrentar-frio-com-saude

- Antes de mais nada é importante cuidar do seu cardápio. Durante o inverno temos vontade de comer mais, principalmente as comidas mais gorduras. O ideal é encontrar um balanço e investir nas sopas. Existem várias receitas de cremes que realmente são feitos de maneira muito gostosa e que não engordam;

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- Durante o inverno é importante que as pessoas usem e abusem dos chás. Além de manterem as pessoas aquecidas, existem diversas opções de chás que ajudam no organismo de um modo geral, como canela, gengibre, camomila e cidreira;

- Massagens  também podem ajudar a manter o corpo aquecido. Dá mesma forma que o alongamento se torna fundamental antes de qualquer tipo de exercício;

- Cuidado sempre com o choque térmico, portanto cuidado com os banhos muito quentes antes de sair de casa nos dias mais frios.


Dormir sete ou mais horas por dia faz bem ao coração, diz estudo




Um estudo holandês sugere que sete ou mais horas de sono por dia podem trazer benefícios para o coração quando combinadas a um estilo de vida saudável.

De acordo com a pesquisa, seguir uma dieta saudável, não fumar, beber com moderação e fazer exercícios regularmente podem reduzir o número de mortes causadas por doenças cardiovasculares, mas mais vidas poderiam ser salvas se, junto a isso, as pessoas tivessem uma boa noite de sono.

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A equipe, da Universidade de Wageningen e do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda, acompanhou o estado de saúde de mais de 14 mil homens e mulheres durante uma década.

Ao final do estudo, publicado no European Journal of Preventive Cardiology, 600 haviam sofrido de doenças cardiovasculares ou infarto e 129 haviam morrido.

Saúde pública

O estudo concluiu que as pessoas que seguiam hábitos saudáveis tinham 57% menos chances de desenvolver doenças cardiovasculares e risco 67% menor de morrer desses males.

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Mas quando uma boa noite de sono foi somada à equação — sete ou mais horas por dia —, os analisados tinham 65% menos chances de desenvolver problemas do coração e um risco 83% menor de morrer.

Segundo os pesquisadores, outras pesquisas já haviam indicado uma relação entre poucas horas de sono e doenças cardiovasculares, mas esta é a primeira a investigar se os hábitos de dormir bem e levar uma vida saudável podem reduzir o risco de morte por males do coração.

— O impacto que boas noites de sono e uma vida saudável podem ter na saúde das pessoas pode ser substancial.

Ao comentar o estudo, o professor Grethe Tell, da Universidade de Bergen, Noruega, afirmou que "sob o ponto de vista da saúde pública, as pessoas devem ser encorajadas a dormir bem e, assim como qualquer outro hábito de vida saudável, isso deve ser ensinado em casa".

Insônia

Doireann Maddock, enfermeira cardiologista da organização British Heart Foundation, disse que pessoas que sofrem de insônia não deveriam ficar assustadas com os resultados do estudo.

— O estudo não afirma que quem dorme pouco pode sofrer de problemas do coração.

Maddock acrescentou que pessoas que têm dificuldade de dormir devem evitar cafeína e refeições pesadas antes de ir para cama.


Conheça oito maneiras de parar de roncar



Se você ronca, certamente não foi o primeiro a saber. Mas, ao contrário do que se imagina, o som decorrente da vibração dos tecidos da região da faringe não torna vítimas apenas aqueles obrigados a acostumar com o barulho. O problema pode ser sintoma de diversos problemas de saúde e ainda causa constrangimento, principalmente, quando se dorme fora de casa. Conheça hábitos e condições que favorecem o ronco:


Homem se pesando na balança - Foto Getty Images

Perca peso

Embora a parte do corpo que mais evidencie o excesso de peso seja o abdômen, a deposição de gordura também ocorre na região do pescoço. Isso prejudica a passagem de ar, devido ao estreitamento da faringe. Por isso, qualquer tratamento do ronco é mais eficiente se for acompanhado de perda de peso. Isso não quer dizer, é claro, que pessoas no peso ideal não ronquem, mas a probabilidade é bem menor.

Homem roncando - Foto Getty Images

Descubra se tem apneia do sono

O ronco é o principal sintoma da apneia do sono. Essa doença se caracteriza pela redução da oxigenação do sangue, isso acontece devido a interrupções da respiração causadas pelo estreitamento das vias aéreas. Neste caso, o ronco precisa de tratamento, uma vez que essas oscilações de oxigênio aumentam o risco de complicações cardiovasculares e podem levar a um infarto. Para identificar se você sofre do problema, recomenda-se fazer um exame de polissonografia em que o sono é monitorado e as atividades fisiológicas avaliadas por um especialista.

Mulher tomando cerveja - Foto Getty Images

Modere no consumo de álcool

O álcool, assim como alguns tranquilizantes e medicamentos para dormir, relaxa a musculatura do corpo. De dia, isso não costuma ser problema. De noite, entretanto, o resultado é um afrouxamento exagerado dos músculos, uma vez que eles já ficam naturalmente mais relaxados quando dormimos. Por isso, mesmo quem não ronca habitualmente, pode ter o problema nos dias em que consome bebidas alcoólicas.

Mulher assoando o nariz - Foto Getty Images

Trate as alergias respiratórias

Pessoas que sofrem de alergias respiratórias, como a rinite alérgica, estão frequentemente com o nariz entupido, o que pode contribuir com o ronco. O barulho pode ser decorrente do esforço feito para respirar ou da alternativa encontrada para a congestão nasal: respirar pela boca. Neste caso, a solução é tratar a alergia.

Homem dormindo de barriga para cima - Foto Getty Images

Evite dormir de barriga para cima

A pior posição para quem ronca é dormir de barriga para cima. Pela ação da gravidade e pela retração da língua para trás, há um estreitamento da passagem de ar, o que aumenta a vibração dos tecidos da faringe.O melhor é dormir de lado ou de bruços para evitar a obstrução.

Criança com aparelho - Foto Getty Images

Alinhe os dentes

Problemas na arcada dentária ou no alinhamento dos dentes podem favorecer o ronco). Os dentes em posição incorreta também podem ser decorrentes da própria respiração bucal. A solução, neste caso depende não só do dentista, mas também do otorrinolaringologista, que irá tratar a raiz do problema.

Homem segurando o nariz - Foto Getty Images

Identifique problemas anatômicos

A obstrução da respiração pode ser decorrente de um problema anatômico, como o desvio de septo nasal. Neste caso, apenas a intervenção cirúrgica é capaz de acabar com o ronco. Outros problemas estruturais comuns que causam o ronco são amígdalas e adenoide aumentadas.

Homem com dilatador nasal - Foto Getty Images

Use dilatador nasal

Os especialistas não recomendam o uso do dilatador nasal para evitar o ronco. Segundo eles, o método funciona para um público muito restrito e apenas como paliativo, e não tratamento. Pessoas com a válvula nasal flácida, por exemplo, podem obter algum benefício, mas a maior parte dos casos de ronco não são decorrentes desse problema.