Gripe pode evoluir para pneumonia viral


Muita gente confunde gripe e resfriado; no primeiro caso, é preciso consultar o médico

Com as temperaturas mais amenas, os gripes e resfriados chegaram mais cedo este ano. Mas nem todo mundo sabe diferenciar uma doença da outra.

A gripe é causada basicamente por um tipo de vírus, o influenza, e é um quadro mais agressivo: a pessoa não consegue nem sair da cama, tem febre alta, dores no corpo, e pode haver coriza e tosse. Esse quadro, segundo ele, pode se manifestar como uma pneumonia viral, ou seja, a inflamação do tecido pulmonar. É por isso que pessoas com gripe devem procurar o médico, especialmente as mais vulneráveis, como as que têm doenças crônicas, problemas respiratórios, crianças, idosos e gestantes.

Os dados do Ministério da Saúde de que a gripe chegou mais cedo este ano, e há mais casos graves de infecção por H1N1 que em 2012, por exemplo.

Já o resfriado, que pode ser causada por vários tipos de vírus, é um quadro mais leve - geralmente leva a coriza, dor de cabeça, tosse ou dor de garganta e se resolve em alguns dias. Há casos podem ser tratados em casa, com analgésicos, soluções salinas e, eventualmente, inalação com soro fisiológico. 

É sempre recomendável tomar muito líquido, tanto nas gripes quanto nos resfriados. Já em relação a receitas caseiras, ele diz que não há nada comprovado cientificamente. A vitamina C pode agir, de alguma maneira, na imunidade, mas não se sabe o quanto em um quadro agudo. Os chás podem trazer uma sensação de alívio, por dilatar um pouco as vias aéreas. E o mel ajuda a lubrificar a garganta, o que também pode ser útil.

Como são recursos que não causam prejuízo, ele não vê mal em usar as receitas "da vovó". Só é preciso tomar cuidado com o exagero: Vitamina C em excesso faz mal. E, quando o caso é de gripe de verdade, nenhum desses conselhos populares deve substituir o cuidado médico.


Veja como tratar e prevenir a asma



Veja como tratar e prevenir a asma Divulgação/Blog Asma - Tratamento

É durante o período mais frio do ano que a asma e as outras doenças respiratórias aparecem com maior frequência. A asma é uma doença crônica que aparece com episódios recorrentes de chiado, falta de ar, pressão torácica e tosse seca, principalmente à noite ou no início da manhã. Esses acontecimentos são uma consequência da obstrução das vias aéreas. Com a asma, expirar é mais difícil do que inspirar, porque o ar permanece nos pulmões provocando a sensação de sufoco.

São vários os fatores que podem desencadear as crises de asma: predisposição genética, mudanças climáticas, infecções virais, fumaça de cigarro, poeira doméstica, ácaros, fungos, pelos de animais, pólens, produtos químicos e estresse emocional.

A OMS (Organização Mundial as Saúde) estima que 150 milhões de pessoas no mundo sejam asmáticas. Entretanto, muitas pessoas podem ter a doença sem saber, por não buscar o aconselhamento médico adequado. Nesse contexto, o número de casos pode ser bem maior.

O primeiro passo para prevenção é o reconhecimento da doença e as crianças são mais gravemente afetadas pela asma, em função da sua imunidade mais baixa e de suas vias respiratórias menores.

Durante a crise de asma, quando já existe falta de ar (normalmente um momento de agravo da doença) é necessário procurar o pronto socorro.

Em um segundo momento, o tratamento deve ser feito no estágio inter crises, em que a pessoa se sente bem e não apresenta os sintomas, mas recebe o acompanhamento preventivo com medicamentos e hábitos de vida que favoreçam a recuperação pulmonar evitando novas crises e sequelas futuras.

Auriculoterapia ajuda a combater o vicio das drogas



Uma excelente notícia para quem luta constantemente para vencer o vício do álcool e das drogas. Uma pesquisa indicou que a acupuntura aplicada nas orelhas (auriculoacupuntura) ajuda a reduzir a ansiedade e os efeitos da abstinência, causados pela falta destas substancias químicas no organismo. O estudo foi publicado no Journal of Psychiatric And Mental Health Nursing (Jornal de Enfermagem em Psiquiatria e Saúde Mental, na tradução livre).

No levantamento, foram submetidos ao tratamento por acupuntura 15 pacientes que haviam acabado de abandonar o vício das drogas ilícitas e do álcool. Observou-se então que os pacientes submetidos à acupuntura na orelha tiveram maior relaxamento e bem-estar, influenciando diretamente na redução da ansiedade.

"Durante os últimos anos, a busca pela acupuntura auricular só tem aumentado, principalmente no tratamento da dependência química", comenta Dr. Márcio De Luna, acupunturista há 29 anos e coordenador do programa de pós-graduação em acupuntura do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa (IBMTC) (RJ).

Segundo Luna, pesquisas como esta são importantes para mostrar que a acupuntura é eficaz em outras situações além de dores e inflamações, beneficiando assim um número maior de pessoas doentes.

Acupuntura Auricular

A acupuntura aplicada nas orelhas, também conhecida como acupuntura auricular ou auriculoacupuntura, ocorre por meio da aplicação de agulhas finíssimas e bastante curtas, produzidas especificamente para a picada do pavilhão auricular.

Segundo explica Dr. Luna, as pessoas podem ficar despreocupadas com o método. "A aplicação não oferece riscos e muito menos dores, já que muitas pessoas costumam associar agulhas com algo doloroso", comenta.

Após um estudo clínico do paciente, a aplicação das agulhas em alguns dos mais de 200 pontos na orelha é realizada durante 20 a 30 minutos, a fim de estimular os pontos de acupuntura da orelha, que irão influenciar diretamente todo o corpo humano do paciente, inclusive o sistema nervoso autônomo.

Dor de cabeça pode vir da má postura de Coluna Cervical



A má postura da coluna cervical, isto é, costas arredondadas e cabeça para frente (cifose dorsal e lordose cervical) pode ser a causa do aparecimento de cefaléia, dor no pescoço, no ombro e no braço, devido à compressão das raízes nervosas que saem da coluna cervical.

As cefaléias cervicais são queixas comuns, podendo ser sentidas de um lado só ou dos 2 lados da cabeça. Os locais da dor geralmente são: testa, fundo dos olhos, têmporas ou nuca.

Além das cefaléias cervicais, a compressão das Raízes nervosas cervicais também pode ocasionar tonturas e sensação de náuseas.

A maioria das atividades cotidianas, como as atividades domésticas, trabalhos em computador, etc, acarretam mau posicionamento de cabeça e ombros, que são mantidos em atividades por períodos prolongados, gerando o aumento da cifose dorsal e lordose cervical e, conseqüentemente, o aparecimento de dores, encurtamento muscular e perda da mobilidade.

É o caso do digitador de computador, do desenhista, da dona de casa ou do cirurgião que se mantêm em uma mesma posição executando uma atividade minuciosa com as mãos. Inicialmente, pode haver só uma tensão muscular, que no decorrer do tempo, pode levar a uma lesão articular e compressão das raízes nervosas.

PREVENÇÃO

- A percepção da má postura - muitas pessoas não conseguem perceber que estão com a postura errada.

- A prática de exercícios de alongamento.

- Correção dos maus hábitos de movimentos.

- Melhora das condições ergonômicas tanto no trabalho, como nas atividades do lar e lazer.

- Fisioterapia, nas modalidades de alongamento das cadeiras musculares e reeducação postural.

- O uso de colar cervical na fase aguda da dor, pode auxiliar na melhora dos sintomas.

Estresse: o vilão silencioso



A correria do dia a dia, as múltiplas tarefas que se acumulam no trabalho, nos estudos e em casa, a adrenalina que corre solta pelo trânsito, são todos fatores a que estamos expostos diariamente e dificilmente temos como evitar. A sociedade atual vive como uma bomba relógio, prestes a explodir, carregada de pessoas com pouco ou nenhum tempo para relaxar ou ter momentos de lazer. Pessoas que estão frequentemente expostas ao constante estresse, doença que não escolhe classe social, sexo ou cor para atingir.


Silencioso e muitas vezes imperceptível no início de sua ação, o estresse é capaz de dificultar a vida profissional e social de uma pessoa, além de trazer inúmeras outras doenças para a mente e para o corpo. De acordo com a psicóloga Hallana Zollet o estresse pode ser caracterizado como um distúrbio, que precisa de tratamento, ou ainda, ser um comportamento diante de uma situação atípica do cotidiano da pessoa.

Entre alguns acontecimentos que são capazes de desenvolver o estresse, ela destaca o pouco sono, a sobrecarga e pressão no trabalho ou em casa, a rotina, fatores financeiros, relacionamentos, uma jornada dupla ou até tripla, cobranças, tomada de decisões difíceis, distúrbios hormonais, entre outros fatores que precisam ser analisados individualmente, pois muitas situações podem ser estressantes para uma pessoa, mas não para outra.

Sintomas do estresse

Os sintomas geralmente apresentados por quem está passando por um período de estresse podem ser vários, como alterações no sono, que pode ser a falta ou excesso, alterações no apetite, dores crônicas, dores de cabeça, arritmia cardíaca, problemas digestivos, entre muitos outros. Dentro dos danos psicológicos, Hallana explica que o estresse pode trazer dificuldades para se concentrar, fadiga, pesadelos, ansiedade, dificuldade de lidar com problemas do cotidiano, dificuldade de ter momentos de lazer, agressividade e falta de assertividade.

O estresse nem sempre é percebido logo no início pela pessoa, muitas vezes outras doenças e problemas na vida social começam aparecer, para então ela buscar por um tratamento. A psicóloga também alerta que nem o diagnóstico do estresse por um profissional da área da saúde pode ser feito apenas com uma única visita ao médico. Segundo ela, o profissional só pode reconhecer que se trata de um caso de estresse ao decorrer do tempo. "É preciso um acompanhamento e também que os sintomas persistam por mais de 30 dias. É necessário cautela, pois o estresse é uma doença que geralmente a pessoa que sofre com ele só o percebe quando está tendo prejuízos em sua vida e então é hora dela buscar por um tratamento", destacou

Entre os tratamentos contra o estresse, dentro da psicologia, Hallana explica que a psicoterapia é capaz de trazer excelentes resultados, pois é uma forma de abordagem que vai investigar a história de vida do indivíduo, perceber qual a origem desses sintomas e as consequências dos seus comportamentos (agressividade, alterações no sono, pensamentos negativos, entre outros). "O psicólogo vai mostrar à pessoa como ter novos comportamentos, como desenvolver o autoconhecimento, ter reflexões sobre sua história, tomar consciência das consequências dos seus atos, mostrando novos caminhos e condutas que poderão ser seguidos. A psicoterapia ainda proporciona uma escuta sem julgamentos, sigilo sobre as sessões, um acolhimento, a fim de restabelecer a qualidade de vida do paciente", salientou.

Os danos físicos do estresse

Além de desencadear doenças psicológicas, o estresse muitas vezes provoca outros tipos de danos à saúde e um deles são as dores pelo corpo. Muitas pessoas que sofrem com o estresse diário reclamam de dores principalmente musculares. Segundo a fisioterapeuta Gracieli Zanco, as regiões que os pacientes mais se queixam quando estão com níveis de estresse alto, são os ombros, a coluna, podendo se manifestar na região lombar, dorsal ou cervical e na articulação temporomandibular, (ATM). Ela explica que o estresse se manifesta através do acúmulo de tensão em determinados músculos, que deixam de contrair e relaxar normalmente, passando a um estado de contração contínua, tornando difícil a circulação sanguínea neste local e formando pontos de tensão, que são como pequenos nódulos ou caroços, que quando estimulados doem, mas depois a dor alivia e provoca uma sensação de relaxamento.

Para aliviar as dores musculares causadas pelo estresse, Gracieli comenta que o ideal seria evitar o motivo do estresse, mas como o agente causador normalmente está presente no dia a dia das pessoas, é preciso aprender a lidar com ele. "Se possível evitar situações estressantes, ter algo que funcione como uma válvula de escape também ajuda, pode ser um esporte, um artesanato, academia, dança, alguma terapia ou tratamento, enfim, algo que seja prazeroso e, claro, aquela velha dica de não misturar trabalho com vida pessoal", orientou.
Quanto aos tratamentos, ela explica que existem diversas formas de tratamento, bem como diversos profissionais que podem ajudar a pessoa estressada. "No que diz respeito ao fisioterapeuta, este pode indicar o pilates, que além de atuar como algo relaxante, também fortalece e músculos fortes correm menos risco de lesionar, também tem a acupuntura, a microfisioterapia e as deliciosas massagens", relatou.

Estresse na pele

A pele também é uma parte do corpo onde o estresse se manifesta e muitas doenças dermatológicas têm relação com os períodos prolongados de excitação emocional. A dermatologista Carla Sarolli comenta que o estresse em excesso pode trazer grandes e até perigosos problemas para a pele, pois a irritabilidade causada pelo ritmo acelerado do dia a dia é capaz de provocar a liberação inadequada de neuropeptídeos, substâncias químicas produzidas pelas terminações nervosas do cérebro que, ao reagirem para proteger a pele de infecções e traumas, cria inflamações e sensações cutâneas desagradáveis.

"Considerado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) como um dos principais agravantes de doenças dermatológicas, o estresse pode provocar intensas alterações no corpo, além de gerar os famosos radicais livres, que são responsáveis pelo processo de envelhecimento. Todas essas alterações implicam numa infinidade de problemas, desde o surgimento de acnes, dermatites, rugas e até problemas crônicos, como psoríase e vitiligo, que são doenças ligadas diretamente à produção inapropriada de anticorpos", alertou.
As unhas e os cabelos também acabam sendo vítimas. Carla explica que junto com o estresse podem surgir doenças como queda capilar difusa, dermatite seborreica (também conhecida pelos nomes de seborreia, caspa ou eczema), a alopecia areata (perda de cabelo localizada em áreas bem delimitadas) e a própria psoríase (doença inflamatória da pele, crônica, não contagiosa).

As unhas, pelas alterações nos níveis de anticorpos, que causam uma baixa na imunidade, podem ficar mais fracas e quebradiças ou também serem agredidas pela onicomose, que é uma micose causada pela diminuição dos anticorpos, que atinge as unhas, tanto das mãos quanto dos pés.

De acordo com a dermatologista, o estresse pode ser derrotado com medidas simples do dia a dia e, para neutralizar os efeitos provocados por ele na pele, é preciso combater o agravamento das doenças cutâneas com terapias dermatológicas tradicionais indicadas conforme o caso. Depois, a dica é recorrer às "estratégias de gerenciamento", que, segundo Carla, podem incluir: a psicoterapia, terapia cognitivo-comportamental, meditação, ioga, reiki e acupuntura. Além disso, ela recomenda a prática de exercícios físicos, que podem ajudar a aliviar o problema, ou realizar atividades prazerosas em conjunto com uma alimentação adequada, rica em alimentos que combatam os radicais livres, como as frutas e os legumes.

Previna lesões causadas pela má postura



Homens e mulheres precisam se adaptar às evoluções do mundo moderno e por isso corpo humano acaba sofrendo com as consequências de uma má qualidade de vida. A rotina agitada, o sedentarismo e a má postura são algumas das principais causas das dores nas costas, problema comum que já atinge 85% da população, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A nossa disposição corporal sofre com a agitação do dia-a-dia, já que ficamos durante longos períodos sentados no carro, no trabalho e em viagens, o que favorece o encurtamento da musculatura anterior. Os problemas recorrentes da má postura, além de prejudicar o nosso cotidiano, também podem trazer consequências mais específicas à saúde. Precisamos ter mais atenção com o eixo central do esqueleto, pois as deficiências nessa região podem nos deixar vulneráveis a diversas lesões na coluna, principalmente as osteomioarticulares (que comprometem o osso) no dorso.

A longo prazo, uma postura incorreta pode trazer grandes consequências à saúde, levando a problemas como hérnia de disco.

Há diversas atividades que podem ajudar na correção da postura incorreta: Existem exercícios específicos para desenvolver o equilíbrio muscular e a flexibilidade, como por exemplo, o pilates e as aulas posturais. Geralmente as atividades são realizadas em grupo e o fisioterapeuta aplica técnicas derivadas do RPG, com o objetivo de encontrar desequilíbrios musculares e articulares, e depois prescrever treinos que atendam diretamente a área do corpo que está comprometida, respeitando a individualidade e necessidades posturais de cada pessoa.

Para evitar e aliviar as dores recorrentes da má postura, o profissional aconselha reservar alguns minutos todos os dias para exercitar a musculatura. Com dez minutos diários é possível adquirir uma nova qualidade de vida.

• Deite de barriga para cima com os membros estendidos. Coloque a palma das mãos voltada para cima e apoie toda a coluna lombar no chão. Fique na posição durante cinco respirações seguidas.

• Respire profundamente e quando inspirar o ar aumente mais a curvatura lombar, movimentando apenas o quadril para cima, sem perder o apoio do colchão. Expire o ar e apoie toda a região da coluna lombar. Faça os movimentos de forma lenta e ampla, para adquirir mais forma e mobilidade articular. Repita o exercício por cinco minutos. A mesma sequência pode ser feita pela manhã, ao acordar, e à noite, antes de dormir.

Vale destacar que após algumas respirações, é preciso observar o posicionamento da cabeça para que ela esteja alinhada com o corpo durante todo o exercício, desenvolvendo a consciência corporal. E para quem possui maior disponibilidade e tempo livre, o profissional recomenda investir em mais alguns exercícios de alongamento muscular, como ensina a seguir.

• Deite e segure um lençol com as duas mãos. Passe o lençol pela planta do pé e puxe até sentir o alongamento da parte de trás das pernas e joelhos. Respire sempre profundamente durante a execução do exercício.

• Segure uma das pernas e flexione. Abrace esta perna de modo que o joelho se aproxime do peitoral. A outra perna deve permanecer estendida. Reveze os exercícios entre as duas pernas.

O fisioterapeuta ainda indica realizar semestralmente avaliações posturais, pois desta forma é possível diagnosticar com mais precisão o alinhamento dos segmentos corporais do indivíduo e, com orientação de um profissional, prescrever atividades que sejam adequadas para cada caso.


Como cuidar da dor no estômago


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As dores de estômago são multicausais, porém a maior partes delas são  provocadas por problemas digestivs.

O tratamento imediato para as dores de estômago consiste em repouso e na ingestão frequente de pequenas quantidades de líquidos durante 24 horas. Nas 24 horas seguintes, coma alimentos de digestão fácil (por exemplo, frango assado, peixe cozido ou ovos mexidos) em pequenas porções.

Os comprimidos contra a acidez, de venda livre nas farmácias, podem aliviar um pouco as dores de estômago.

Os sintomas mais comuns e que podem ser causados por várias doenças como gastrite, úlcera e até câncer: perda de peso, emagrecimento, se a pessoa tem dificuldade de deglutir, sente a passagem do alimento na deglutição com dificuldade, se tem vômitos, principalmente vômitos com sangue, ou raias do sangue, se apresenta fezes escurecidas, se esses sintomas acordam a pessoa no meio da noite, se a pessoa tem uma historia familiar importante para doenças do estômago.

Gastrite x Úlcera

O estômago libera um ácido que dissolve o alimento para facilitar a absorção dos nutrientes. Em excesso, ele acarreta desconforto ou dor. Ela pode ser passageira, se decorrente de fatores isolados como certos alimentos, medicamentos ou jejum prolongado, ou contínua, quando o ácido agride e inflama a parede do órgão (provocando a gastrite) ou produz feridas ali (causando a úlcera).

Diga não ao Jejum

Sente-se dor na boca do estômago, tipo queimação, e sensação de vazio no estômago, que piora quando você fica mais de cinco horas sem comer e melhora após se alimentar, aparecem tanto na gastrite quanto na úlcera. Pode haver também alterações no hálito, dor de cabeça, náuseas e enjoos, em geral mais intensos após a refeição.

Embora muitas pesoas achem que ficar em jejum traz beneficios, não é verdade. Quando você fica muito tempo sem comer, o estômago libera pequenas doses de ácido que dão a sensação de fome. Em contato com as paredes inflamadas ou feridas, ele provoca mais irritação e dor. É como jogar ácido na pele machucada. Portanto, comer porções menores, várias vezes ao dia, evita agressões à parede do estômago. O importante é não ficar mais de quatro horas sem se alimentar. A noite é o período em que passamos mais tempo de estômago vazio, por isso, capriche no café da manhã.

Os vilões

Um dos grandes vilões da dor no estômago, além do jejum prolongado, é o stress. O stress gera um reflexo que estimula a liberação de ácido no estômago, assim pode causar ou piorar os sintomas.  A Helicobacter pylori destrói a camada de proteção da mucosa do estômago, deixando-a mais suscetível à ação do ácido. Quase metade da população carrega essa bactéria e nem todos desenvolvem gastrite e úlcera. Mas quando isso acontece, a presença da Helicobacter dificulta o controle, então é preciso eliminá-la com antibióticos específicos, administrados durante uma semana.

Evite comida apimentadas, alcool e cigarro, pois elas irritam ainda mais o estômago de quem já tem úlcera ou gastrite.
 
Evite o cafézinho da hora no escritório, tomando-o somente no desjejum ou após as refeições.

Cuidado das dores

Largar o cigarro, praticar exercícios físicos e técnicas de relaxamento (para aliviar o stress), ter horários regulares de sono (noites maldormidas estimulam a secreção de ácido) e comer alimentos leves a cada três horas.

Evite ainda mascar muito chiclete: faz o estômago liberar ácido para digerir um alimento e, se ele não vem, as paredes sofrem!

Como cuidar da dor de garganta



Não interessa o motivo da dor de garganta, sempre que ela aparece é um saco!

No inverno elas costumam a aparecer, porque as doenças da estações como gripe, faringite, laringite e até mesmo resfriado são problemas que têm um sintoma comum e muito incômodo. Seja uma dor aguda ou a garganta "arranhando", essas sensações indicam que há algo de errado e tem uma doença se instalando. Por ser um sintoma comum e bastante dolorido, a dor de garganta tem alguns velhos companheiros, conhecidos por sua efetividade no tratamento e cura das doenças. Entretanto, esses truques dão apenas um alívio para a garganta, sem influenciar no tratamento da inflamação ou outra condição existente. A hidratação constante, sim, é uma das medidas mais recomendadas para o tratamento de infecções na garganta, pois além de manter a hidratação das cordas vocais, deixa as secreções mais fluidas, facilitando a expectoração.  Beber água também é fundamental para que as reações de defesa do organismo possam estar ativas e prontas para combater os vírus e bactérias.

Outra medida importante para o tratamento de inflamações e infecções da garganta é o uso de anti-inflamatórios e antibióticos, que devem ser indicados pelo médico a fim de erradicar totalmente a infecção e prevenir recorrências. "É importanque o paciente com dor de garganta faça uma avaliação médica, visto que a dor de garganta é um sintoma de muitas causas diferentes.

Confira abaixo as medidas que aliviam a dor de garganta, mas que no entanto não tratam as doenças relacionadas. Ao menor sinal de piora, como a presença de pus, sangue ou dores mais intensas, avise seu médico.

Hexamidina em spray

Com efeito analgésico, os medicamentos à base de hexamidina trazem benefício apenas durante o efeito da medicação, aliviando o sintoma sem tratá-lo.

Própolis

Apesar de ser bastante recomendado para a dor de garganta, o própolis não possui benefício comprovado que qualifique sua atuação no tratamento da doença - como uma faringite - mas é um ótimo aliado no alívio do sintoma. A substância possui ação anti-inflamatória que age diretamente na dor de garganta, mas não influencia na evolução da doença relacionada.  

Gengibre

É certo que a raiz é um poderoso anti-inflamatório, mas ela também só agirá no tratamento do sintoma, sem alterar o processo de cura da doença que está causando a dor de garganta. Quando a dor está sendo causada pela ação de vírus ou bactérias, o uso de substâncias com ação anti-inflamatória aliviam os sintomas e podem até reduzir sua intensidade, sem ocorrer a piora do quadro ao suspender seu uso. 

Chás

Qualquer chá tem em sua composição a água, que é fundamental como parte do tratamento. As substâncias naturais com ação anti-inflamatória, como gengibre e o alho, reduzem o inchaço que costuma estar presente nos processos inflamatórios consequentes de infecções por vírus ou bactérias.

Maçã e frutas cítricas

Ricas em vitamina C, as frutas cítricas também são conhecidas por seu nutriente anti-inflamatório e antioxidante, muito importante no fortalecimento da imunidade e prevenção de doenças que poderiam levar à dor de garganta. No entanto, elas também não possuem efeito comprovado em acelerar a recuperação. 

Menta

A menta aumenta a salivação, dá sensação de frescor e age aliviando os sintomas do processo inflamatório do local. No entanto, essa sensação de frescor proporcionada pela erva pode agravar o quadro, piorando a irritação na garganta. Caso isso aconteça, suspenda o uso e procure um médico.  

Gargarejo

A hidratação local sempre melhora o processo de inflamação que ocorre nas agressões por agentes externos como vírus, bactérias ou processos alérgicos, por isso, o gargarejo com água morna é um opção para aliviar a dor de garganta e a até mesmo auxiliar no tratamento da doença. O gargarejo com água muitas vezes auxilia em diminuir as placas de pus nas amígdalas. Porém, é importante que o gargarejo seja feito apenas com água, evitando misturas com própolis, mel, sal vinagre ou mesmo chás - usando esses ingredientes, você corre o risco de causar uma irritação na garganta

Misturas caseiras

Toda família tem uma receita que é tiro e queda pra tratar inflamação na garganta. Seja mel com própolis, alho com gengibre e laranja, menta com gengibre... Enfim, uma infinidade de misturinhas que prometem acabar com a sua dor. Misturar esses ingredientes anti-inflamatórios não irá causar nenhum problema ou efeito colateral inesperado, mas tampouco tratará a doença.

A dor no dente e a avaliação do dentista


A dor de dente é o desconforto físico no dente ou ao redor dele.

Adam Anatomia do dente

A dor de dente pode ter cárias causas:

  • Abscesso dentário
  • Dor de ouvido
  • Lesão nos maxilares ou na boca
  • Ataque cardíaco (pode incluir dor nos maxilares, dor no pescoço ou dor de dente)
  • Sinusite
  • Cárie

O dentista examinará você. O exame físico para dor de dente pode incluir: boca, dentes, gengivas, língua, garganta, ouvidos, nariz e pescoço. Podem ser necessários raios X dentários. O dentista pode recomendar outros exames, dependendo da causa suspeita.

O dentista fará perguntas sobre seu histórico clínico e sintomas, como:

  • Quando a dor de dente começou?
  • Qual é a intensidade?
  • Onde a dor está localizada? -Ela envolve a mandíbula ou os ouvidos?
  • Ela se irradia para outras partes do corpo, como o pescoço, os ombros ou os braços?
  • O que faz a dor de dente piorar? -Ela piora depois de comidas ou bebidas frias?
  • Piora depois de comidas ou bebidas doces?
  • Piora depois de mastigar?
  • Piora depois de beber?
  • Piora quando você toca a região?
  • Piora depois de fazer esforço físico?
  • A dor de dente acorda você à noite?
  • O que faz a dor melhorar? -Melhora quando você toma remédio? (Quais?)
  • Melhora quando você usa uma almofada térmica?
  • Melhora quando você descansa?
  • Que outros sintomas você tem? -Febre?
  • Náusea?
  • Suor?
  • Indigestão?
  • Dor no peito?
  • Sangramento?
  • Que medicamentos você toma?
  • Você sofreu algum ferimento?
  • Quando foi sua última visita ao dentista?
  • Você teve problemas dentários anteriormente?

O tratamento para dor d d ente poderá incluir obturações, extração do dente ou tratamento de canal se o problema for grave. Quando há febre ou inchaço da mandíbula, geralmente é receitado um antibiótico.

Fatores de risco para a Osteoartrite



Etnia

Alguns estudos obtiveram um número maior de acometimento do quadril em homens negros, enquanto outros estudos não obtiveram nenhuma diferença entre a raça branca e negra. Percebe-se que os negros desenvolvem alterações radiológicas mais graves do que os brancos.

Hormônios e Densidade Óssea

Considera-se atualmente que o estrógeno tenha algum papel na proteção para a osteoartrite, pois alguns estudos perceberam uma menor incidência naquelas mulheres pós-menopausa que usaram reposição hormonal. Isso ainda não é certo pois pode haver outros fatores que não o estrógeno, que estejam protegendo tal população. O estrógeno, por sua vez, pode retardar a evolução das alterações ósseas na doença já presente.

Tem sido observada uma relação inversa entre osteoporose e osteoartrite. Aquelas mulheres com osteoartrite têm uma densidade mineral óssea mais elevada. Entretanto, uma vez instalada a doença, aquelas mulheres com uma densidade mineral óssea menor têm uma evolução mais rápida da doença.

Fatores Nutricionais

A exposição a várias substâncias oxidantes contribui para desenvolvimento de muitas anormalidades da terceira idade, incluindo a osteoartrite. O uso de vitamina C mostrou uma melhora na evolução da doença, enquanto a vitamina E não se mostrou importante. Outra vitamina que se mostrou importante tanto na evolução da doença quanto no seu surgimento, foi a vitamina D, substância essa, muito importante para o remodelamento ósseo.

Fatores Genéticos

A osteoartrite, em todas as suas formas, parece ter uma determinação genética significativa. Tais fatores são responsáveis por pelo menos 50% dos casos nas mãos e quadris.

Marcadores Bioquímicos

Existem substâncias já pesquisadas que podem ser medidas no líquido articular para se prever a rapidez da evolução da doença ou a predisposição da pessoa para a mesma. Poderão também ser utilizados para a avaliação do tratamento.

Fatores Biomecânicos

A obesidade além de favorecer o aparecimento da doença, também aumenta sua progressão. O tipo mais relacionado com esse fator é a osteoartrite dos joelhos. Estudos demonstraram que a perda de peso diminui o risco da doença. A osteoartrite do quadril não mostrou uma relação com a obesidade, somente nos casos de acometimento bilateral.

Alterações na posição dos ossos (tíbia e fêmur) em relação ao joelho pode predispor a osteoartrite assim como alterações na sensibilidade motora e posicional (propriocepção) dos joelhos.

Lesões congênitas (displasias), traumatismos articulares como fraturas, trauma dos meniscos e ligamentos, precedem o desenvolvimento de osteoartrite em uma grande porcentagem de pessoas. Tais alterações aumentam o estresse articular o que leva a degeneração das superfícies articulares e das estruturas que as envolvem.

Profissões em que os trabalhadores utilizam certas articulações e grupos musculares com repetição, levam ao aumento do risco de osteoartrite. Trabalhos que exigem o carregamento de grandes pesos estão relacionados com um risco maior de osteoartrite dos joelhos e quadris.

A participação em alguns esportes competitivos aumenta o risco de osteoartrite. Esses esportes são aqueles que demandam impactos diretos e de alta intensidade contra o chão ou outros participantes ou equipamentos. Por exemplo, futebol e futebol americano. Torções repetitivas também podem levar à doença como é o caso do baseball.

A fraqueza muscular, principalmente dos músculos da coxa (quadríceps), está relacionada com o desenvolvimento da osteoartrite do joelho. Isso é um fato novo, pois sempre se pensou que tal fraqueza era resultante das alterações articulares. De fato, estudos demonstraram que pacientes com massa muscular normal, mas com menos força, tiveram um maior índice de osteoartrite. Também ficou comprovado que o aumento da força muscular nesses músculos leva a uma diminuição do risco para a doença.