Veja a listagem de especialidades médicas


Atualmente temos no Brasil 53 especialidades médicas, reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

Veja abaixo a listagem e um resumo sobre o foco principal de atuação de cada uma delas:

Acupuntura:
-  método de tratamento chamado complementar de acordo com a nova terminologia da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Alergia e Imunologia:
- doenças alérgicas e do sistema imunitário

Anestesiologia:
- estudo da dor e anestesia

Angiologia:
- doenças do aparelho circulatório

Cancerologia (oncologia):
- tumores malignos ou câncer

Cardiologia:
- doenças relacionadas com o coração

Cirurgia Cardiovascular:
- tratamento cirúrgico de doenças do coração

Cirurgia da Mão:
- tratamento cirúrgico das mãos

Cirurgia de Cabeça e Pescoço:
- tratamento cirúrgico de doenças da cabeça e do pescoço

Cirurgia do Aparelho Digestório:
- cirurgia dos órgãos do aparelho digestório, como esôfago, estômago, fígado e pâncreas

Cirurgia Geral:
- engloba todas as áreas cirúrgicas

Cirurgia Pediátrica:
- cirurgia geral em crianças

Cirurgia Plástica:
- tratamento para correção das deformidades, má formação ou lesões que comprometem funções dos órgãos através de cirurgia de caráter reparador

Cirurgia Torácica:
- cirurgia dos pulmões

Cirurgia Vascular:
- tratamento das veias e artérias, através de cirurgia

Clínica Médica:
- engloba as áreas não cirurgicas, subdividida em várias outras especialidades

Coloproctologia:
- problemas do intestino grosso (cólon), doenças do reto e ânus

Dermatologia:
- pele e suas doenças

Endocrinologia e Metabologia:
- tratamento das glândulas

Endoscopia:
- estudo dos mecanismo fisiopatológicos, diagnóstico e tratamento de enfermidades passíveis de abordagem por procedimentos cirúrgicos

Gastroenterologia:
- tratamento do aparelho digestivo

Genética médica:
- estudo dos genes, células tronco e clonagem humana

Geriatria:
- estudo das doenças do idoso

Ginecologia e Obstetrícia:
- sistema reprodutor feminino

Hematologia e Hemoterapia:
- estudo dos elementos figurados do sangue (hemácias, leucócitos, plaquetas) e da produção desses elementos nos órgãos hematopoiéticos (medula óssea, baço, linfonódos)

Homeopatia:
- prática médica baseada na Lei dos Semelhantes

Infectologia:
- estudo das causas e tratamentos de infecções (causadas por vírus, bacterias e fungos)

Mastologia:
- doenças da mama

Medicina de Família e Comunidade:
- estuda o indivíduo inserido em contexto familiar e comunitário e as doenças co-relacionadas

Medicina do Trabalho:
- doenças causadas pelo trabalho ou relacionadas ao trabalho

Medicina do Tráfego:
- manutenção do bem estar físico, psíquico e social do ser humano que se desloca, qualquer que seja o meio que propicie a sua mobilidade

Medicina Esportiva:
- abordagem do atleta de uma forma global e do indivíduo em exercício físico, da prevenção ao cuidado de lesões

Medicina Física e Reabilitação:
- diagnóstico e terapêutica de diferentes áreas

Medicina Intensiva:
- cuidados de pacientes graves com recursos tecnológicos e humanos no tratamento de doenças ou complicações

Medicina Legal:
- aplica os conhecimentos médicos aos interesses da Justiça, na elaboração de leis e na adequada caracterização dos fenômenos biológicos que possam interessar às autoridades no sentido da aplicação das leis

Medicina Nuclear:
- estudo imagiológico ou terapia pelo uso de radiofármacos

Medicina Preventiva e Social:
- atua na prevenção de doenças

Nefrologia:
- doenças do rim, como insuficiência renal

Neurocirurgia:
- atua no tratamento de doenças do sistema nervoso central e periférico passíveis de abordagem cirúrgica

Neurologia:
- estuda e trata o sistema nervoso

Nutrologia:
- distúrbios e doenças do comportamento alimentar

Oftalmologia:
- estuda e trata os distúrbios dos olhos

Ortopedia e Traumatologia:
-estuda e trata as doenças do sistema locomotor e as fraturas

Otorrinolaringologia:
- estuda e trata as doenças da orelha, nariz, seios paranasais, faringe e laringe

Patologia:
- estudo das doenças em geral sob determinados aspectos, envolvendo ciência básica e prática clínica

Patologia Clínica/Medicina laboratorial

Pediatria:
- estuda e trata o ser em desenvolvimento (crianças)

Neonatologia:
- ramo da Pediatria que estuda e cuida dos recém-nascidos, do nascimento até os 28 dias de idade

Pneumologia:
- estuda e trata o sistema respiratório

Psiquiatria:
- transtornos mentais e comportamentais

Radiologia e Diagnóstico por Imagem:
- realização e interpretação de exames de imagem como raio-X e Ressonância Magnética
 
Radioterapia:
- tratamento empregado em várias doenças, especialmente o câncer, com uso de um tipo de raio X ou outra forma de energia radiante

Reumatologia:
- trata das doenças do tecido conjuntivo, articulações e doenças autoimunes

Urologia:
- estuda e trata os problemas do sistema urinário e do sistema reprodutor masculino

Previna-se das infecções respiratórias


Os pulmões são órgãos delicados e sensíveis a fatores ambientais como germes e fumaça de cigarro, alerta a Associação Americana do Pulmão. Veja as sugestões da entidade para prevenir infecções respiratórias e deixar os pulmões funcionando adequadamente:

- Lave suas mãos frequentemente com sabonete e água ou use álcool em gel
- Tente não ficar no meio de multidões no período de surtos de gripes e resfriados
- Escove os dentes pelo menos duas vezes por dia e faça um check-up bucal a cada seis meses para evitar que os germes da sua boca causem infecções
- Tome a vacina antigripal todo ano
- Se ficar doente, fique em casa e mantenha-se afastado dos familiares

10 dúvidas comuns sobre a endometriose


A doença é recorrente entre as mulheres porque além de causar dor durante a relação sexual, alterações intestinais durante a menstruação - como diarréia ou dor para evacuar - também está associada às dificuldades para engravidar após um ano de tentativas sem sucesso. Como as cólicas menstruais são ocorrências habituais na vida da mulher, é recomendado que a investigação das causas das dores deve ser feita quando estas apresentarem resistência a melhorar com remédios ou quando elas incapacitam a mulher para exercer suas atividades normalmente. Pois, cólica intensa é o principal sintoma de endometriose e leva à suspeita de que a doença esteja instalada.

Confira abaixo quais são as dúvidas mais comuns:

Quais os principais sintomas de quem sofre com a endometriose? A grande maioria têm dismenorréia, ou seja, cólica menstrual, o primeiro e mais importante sintoma. Muitas vezes, são cólicas intensas que incapacitam as mulheres de exercerem suas atividades habituais. A dor pode ainda manifestar-se durante a relação sexual, quando o pênis encosta no fundo da vagina. Este é o segundo sintoma. Além desses sintomas,

podem estar presentes a dificuldade para engravidar e alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação. Nos casos mais avançados, a dor pode ocorrer também fora do período menstrual.

Como diferenciar uma cólica normal da característica da endometriose?
Na verdade, não existe uma diferenciação muito clara porque há pacientes com endometriose e poucas cólicas durante a menstruação. Entretanto, o raciocínio é sempre orientar as mulheres a procurarem um médico quando tiverem cólicas com certa resistência a melhorar com remédios ou que as incapacite de exercer suas atividades normalmente.

Os sintomas da presença da endometriose podem confundir e retardar o diagnóstico da doença?
Sim. E para identificá-la é importante saber que a doença pode acometer mulheres a partir da primeira até a última menstruação, com média de diagnóstico por volta dos 30 anos. Em média, a mulher tem 32 anos quando é feito o diagnóstico da doença. Em 44% dos casos passaram-se cinco anos ou mais até a doença ser diagnosticada. De 40% a 50% das adolescentes que apresentam cólica incapacitante. A investigação clínica, a anamnese bem feita seguida de um exame físico adequado, o toque vaginal que permite verificar alguns aspectos característicos da doença, tudo isso faz parte do exame ginecológico normal e de rotina que não visa ao diagnóstico da doença em si, mas que pode funcionar como prevenção primária para a endometriose. O exame ginecológico é o ponto de partida para estabelecer o diagnóstico da endometriose. Se a doença se assesta no ovário, o ginecologista pode perceber o aumento dos ovários pelo toque. Se acomete a região que fica entre o útero e o intestino, um tipo de endometriose que se chama endometriose profunda, o toque permite perceber espessamentos atrás do útero e dor quando o médico apalpa essa região. Quando a doença acomete o peritônio (tecido que reveste a cavidade abdominal) fica mais difícil estabelecer o diagnóstico pelo toque.

A doença apresenta fatores hereditários, ou seja, se a minha mãe teve endometriose corro maior risco de apresentar a doença?
Alguns estudos apontam que existe um fator hereditário que deve ser levado em conta nos casos de endometriose. Entretanto, existem outros fatores de risco que devem sempre ser levados em conta, tais como a menstruação retrógrada, que leva o endométrio para a cavidade abdominal permitindo o desenvolvimento da doença no local. A imunidade da paciente também deve ser considerada, como o estresse e a ansiedade Isso vale para o câncer e vale para a endometriose. Por fim, deve-se considerar também o número de menstruações. Hoje, a mulher menstrua em média 400 vezes na vida, enquanto no começo do século passado menstruava apenas 40 vezes, porque a primeira menstruação ocorria mais tarde, ela engravidava mais cedo, tinha mais filhos e passava longos períodos amamentando.

A endometriose pode virar câncer? Há alguma relação comprovada entre ambos?
O mecanismo das duas doenças tem muitas similaridades. Sabe-se, porém, que a relação entre endometriose e câncer é muito pequena, em torno de 0,5% a 1% dos casos. Na verdade, apesar de não caracterizar uma doença maligna, a endometriose se comporta de modo parecido, no sentido de que as células crescem fora de seu lugar habitual. Embora, na maioria das vezes, esse crescimento não tenha conseqüências letais, acaba provocando muitos incômodos. Por isso, pesquisadores suecos apresentaram um estudo onde a endometriose foi associada pela primeira vez ao aparecimento de diversos tipos de cânceres, especialmente o de ovário. Especialistas do Hospital da Universidade de Karolinska em Estocolmo, Suécia, analisaram os dados de 63.630 mulheres, que tinham sido atendidas pelo Hospital com o diagnóstico de endometriose, entre 1969 e 2002. Os cientistas encontraram 3.822 casos de câncer entre mulheres com endometriose. Segundo o trabalho, a doença aumentou o risco da mulher desenvolver o câncer de ovário em 37% do grupo analisado, risco de um terço acima da população normal das mulheres sem a doença. Também foram registrados aumento no número de casos de tumores endocrinológicos (38%), de câncer renal (36%) e de câncer da tireóide (33%). Os pesquisadores investigarão se o tratamento hormonal ou cirúrgico da endometriose tem relação com o risco aumentado do câncer.

Há casos de endometriose com sintomas bem discretos enquanto outros são bem mais graves. Como posso classificar a doença?
A classificação da endometriose leva em conta a extensão da doença. A mais aceita foi elaborada por uma sociedade americana e parte do procedimento de visualização das lesões, o passo seguinte depois do diagnóstico. O exame clínico, o marcador e exame de ultra-som são os meios adequados para definir as mulheres para as quais se deve indicar a laparoscopia, um exame realizado sob anestesia através de pequenas incisões no abdômen por onde se introduz um tubo ótico de aproximadamente 10mm de diâmetro para visualizar as áreas da cavidade abdominal em que se fixaram os implantes - nome que se dá ao tecido endometrial deslocado. É um procedimento cirúrgico menor que permite identificar tamanho, extensão e local de acometimento das lesões e iniciar imediatamente o tratamento adequado.

Então, a laparoscopia é, ao mesmo tempo, um teste de diagnóstico que avalia a extensão da doença e uma forma de iniciar o tratamento dela?

Depois que se faz uma análise da cavidade abdominal, dos pontos com comprometimento pela doença, procura-se ressecar sempre que possível os focos que se encontram nos ovários, trompas, útero, peritônio e intestino. Em relação aos cistos no ovário e no útero, a preocupação é retirá-los, mas preservando esses órgãos, uma vez que na maioria das vezes

as pacientes são jovens e têm desejo reprodutivo. Através da laparoscopia conseguimos ressecar também os focos existentes no tecido que reveste a cavidade abdominal (peritônio) e outros mais profundos localizados nos intestinos, indicativos de casos mais graves e que demandam tratamento efetivo. Obviamente, a cirurgia aberta é também uma alternativa para remover as lesões de endometriose, mas a laparoscopia é o método mais utilizado para diagnóstico e tratamento dessa doença.

A endometriose provoca alterações no ciclo menstrual, estas alterações podem causar a infertilidade feminina?
A relação entre a endometriose e a infertilidade feminina pode manifestar-se em alguns casos. Pacientes em estágio avançado da doença e obstrução na tuba uterina que impeça o óvulo de chegar ao espermatozóide têm um fator anatômico que justifica a infertilidade. Além disso, algumas questões hormonais e imunológicas podem ser a causa para algumas mulheres com quadros mais leves de endometriose não conseguirem engravidar. Após o tratamento e, geralmente, a realização da laparoscopia, uma boa parcela das pacientes consegue engravidar, principalmente as mulheres em que as tubas não tiverem sofrido obstrução. É por isso que no final da laparoscopia, costuma-se injetar contraste pelo canal do colo uterino para ver se ele sai pelas tubas. A caracterização dessa permeabilidade tubária é um ponto a favor de uma gravidez que depende, entretanto, de outros fatores como a função ovariana ou a não formação de aderências depois da cirurgia, por exemplo.

Após a realização de uma laparoscopia bem sucedida, com a retirada de todas as lesões da cavidade abdominal, há riscos de reincidência? Depois da laparoscopia, quando a doença está num estágio avançado, costuma-se indicar uma medicação para suprimir temporariamente a menstruação. São, geralmente, medicamentos que bloqueiam a função ovariana, durante três ou quatro meses, para a paciente poder se recuperar. Depois disso, há possibilidades da doença voltar a existir, porque o retorno da função menstrual pode determinar o reaparecimento das lesões. Por isso, em alguns casos, é preciso bloquear a menstruação por mais tempo e tomar cuidado depois das gestações para que não haja recidivas. A cura da endometriose depende da boa administração da doença e nem sempre representa a extirpação eterna dos focos

Seis vacinas que os adultos precisam tomar


Nesta segunda-feira, dia 17, é comemorado o Dia Nacional da Vacinação para lembrar que não são apenas as crianças que devem estar com a carterinha em dia. Ninguém reluta em levar o filho para tomar uma vacina contra sarampo ou paralisia infantil, mas na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Não é apenas o organismo da criança que está sujeito a doenças que o corpo não está preparado para combater.

Em todas as fases de nossa vida, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas. "Faz parte da cultura dos brasileiros achar que vacinação é assunto de criança. Mesmo que esse quadro esteja mudando, os adultos ainda não tratam as vacinas com seriedade", diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp. 

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. "As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação", explica o especialista.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. "No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos. Já no caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar", diz Paulo Olzon. 

Vacina dupla tipo adulto - para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.  

Vacina Tríplice-viral ? para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas. 

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.  

Vacina contra a hepatite B

A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. "A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado", diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença. 

Até os 19 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. "Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença", diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares. 

Pneumo 23 - Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. "Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23", diz Paulo Olzon.

A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.  

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença rem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. "Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte", explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. "Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos", explica o infectologista Paulo Olzon.  

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. "Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar. Mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque, o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam", diz o especialista.

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares.

"Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano", diz Paulo Olzon. 

7 truques fáceis para driblar seu metabolismo


Quem vive lutando para perder os quilinhos a mais sabe como é difícil. Pois bem, muita gente não sabe é que apenas mudanças nos hábitos fazem uma diferença e tanto para conseguir uma silhueta mais esguia. O site Health conversou com vários profissionais, que revelaram 7 truques que dão certo e não requerem muito esforço. Entre eles, está enganar o paladar, tomar água gelada durante as refeições e até se inspirar nos costumes das mulheres franceses. Confira as dicas:

1 - Engane seu paladar
"As papilas gustativas são muito maleáveis. Quando não recebem os alimentos que gostam, se acostumam e começam a gostar de outros. Assim, comprometa-se em curto prazo a escolher alimentos mais saudáveis, com menos açúcar, sal, gorduras saturada e trans. Em poucas semanas, você vai começar a preferir esses alimentos, agora mais familiares ao seu paladar."
David Katz,diretor do Centro de Pesquisas Preventivas, da Universidade de Yale.

2 - Satisfaça-se todos os dias
"Coma uma porção de chocolate preto todos os dias - eu estou falando de um pedaço de 100 calorias feito com no mínimo 70% de cacau. Chamo isso de 'a fuga diária para o chocolate preto'. Dessa forma, você consegue frear seu desejo por alimentos doces e salgados. E terá muito mais possibilidades de se sentir satisfeita, sem sentir vontade de avançar em bolachinhas ou batatas fritas."
Cynthia Sass, autora de Cinch! Conquer Cravings, Drop Pounds, and Lose Inches (em tradução livre, É Canja! Como Superar Desejos, Perder Peso e Emagrecer).

3 - Enterre seus desejos
"Se você é louco por refrigerantes ou adora outras delícias cheias de calorias, como batatas fritas, esconda num lugar realmente inconveniente, como num porão. Há bem menos possibilidade de que você vá pegar. E se fizer isso, queimará algumas calorias extras antes de começar o banquete."
Brian Wansink, diretor do Cornell Food and Brand Lab.

4 - Aposte no ômega-3
"Adquira o hábito de ingerir DHA (ácido docohexaenoico) da família do ômega 3. Tome duas cápsulas de 200 miligramas 30 minutos antes do almoço e do jantar. Ou inclua cerca de 120 gramas de salmão ou truta não fritos, junto com seis nozes antes de cada refeição. Isso reduzirá seu desejo de comer mais tarde, porque o ômega ajuda a liberar o hormônio colecistoquinina, que diminui o apetite. Menos comida significa uma cintura menor".
Michael Roizen, chefe do departamento de bem-estar da Cleveland Clinic.

5 - Bem gelado
"No restaurante, certifique-se de que seu copo de água esteja cheio e bem gelado. Beber água gelada durante a refeição faz você se sentir saciada rapidamente. E a bebida fria faz queimar calorias para tentar elevar a temperatura da água."
David Kirsch, personal trainer de celebridades, incluindo Heidi Klum e Liv Tyler.

6 - Coma como as mulheres franceses
"As francesas comem porções menores de mais coisas e as americanas comem porções maiores com menos coisas. Então, coma como as francesas! Para o café da manhã, coma uma fatia de torrada pão, um pouco de manteiga e de geleia, fruta ¿ como meia banana, além de café ou chá. Variedade, cor e apresentação são um bom caminho para enganar o estômago, fazendo pensar que você está comendo mais do que realmente está."
Mireille Guiliano, autora de French Women Don't Get Fat (à venda no Brasil: As Mulheres Francesas Não Engordam)

7 - Queimando calorias
"Comer proteínas em 45 minutos ou 1 hora após treinos de moderados a intensos ajuda a recondicionar e fortalecer os músculos - também ajuda a aumentar a quantidade de calorias queimadas. Então, para potencializar ao máximo essa queima ao longo do dia, leve sempre um lanche rico em proteínas, que tenha de 100 a 200 calorias, na academia ou tenha um estoque de iogurte e queijos no trabalho."
Teddy Bass, personal trainer de celebridades, que já trabalhou com Cameron Diaz e Christina Applegate.

Hidatidose ou Cisto Hidático


Hidatidose é uma doença parasitária que acomete o homem e outros animais. É causada pela forma larval de alguns parasitos do grupo das tênias, dentre os quais o Echinococcus granulosus nos hospedeiros se apresenta em forma de cistos.

Como se adquire?

O cão é o hospedeiro definitivo, albergando o verme adulto que libera as proglotes grávidas contendo os ovos que chegam ao ambiente junto com suas fezes. Esses ovos contaminam a água, o solo, e chegam às pastagens, onde são ingeridos pelos hospedeiros intermediários (ovinos, bovinos e suínos), nos quais se formam os cistos. Os ovinos desenvolvem a maior porcentagem de cistos viáveis. O homem é um hospedeiro acidental, e se infecta ao ingerir os ovos em vegetais ou na água contaminada. Ele pode se infectar também pelo contato estreito com o cão portador.

O que se sente?

A sintomatologia da Hidatidose depende do tamanho e da localização do cisto hidático, é dependente de efeito mecânico. Os órgãos mais atingidos são o fígado, os pulmões e o cérebro ocasionando quadro correspondente ao volume do cisto e à área do órgão atingido. Manifestações alérgicas como tosse, coceira, lesões de pele e crises de asma podem ocorrer, e quando há a ruptura do cisto pode levar a choque anafilático. Dor na região epigástrica e outros sintomas inespecíficos como fadiga, febre e náuseas também podem estar presentes.

A maioria dos cistos humanos não provoca sintomas. Grande parte dos cistos é descoberta acidentalmente durante exames ou autópsias. Como os cistos crescem muito lentamente, a doença é descoberta mais em adultos.

Como se faz o diagnóstico?

A prova biológica utilizada é Reação de Casoni, reação urticariforme eritematosa da pele que aparece após injeção intradérmica de antígenos do fluído hidático. A confirmação se faz com métodos de diagnóstico por imagem como raios-X, ecografia e tomografia.

Como se faz o tratamento?

O tratamento preferencial é a remoção cirúrgica. Não havendo indicação de cirurgia o tratamento medicamentoso é alternativa viável

Como se previne?

A fonte principal de contaminação são os cães que ingerem vísceras de animais doentes. Tratamento visando medicar em massa todos os cachorros reduz consideravelmente a possibilidade dos contágios, diminuindo conseqüentemente a doença no homem. Cuidados básicos de saneamento nos matadouros evitando a ingestão de vísceras dos animais mortos pelos cães são meios de evitar novas contaminações.

Procedimentos de higiene como: utilizar somente água tratada, consumir somente vegetais crus que sejam provenientes de fontes seguras e depois de serem lavados e tratados com água sanitária, lavar as mãos depois do contato com os cães, e antes da manipulação de alimentos, lavar os utensílios de cozinha sempre após eles serem utilizados com vegetais crus.

Fonte: ABC da Saúde

Casa mais segura é aliada da boa saúde e evita quedas em idosos


O Censo realizado em 2010 constatou que a população brasileira de idosos aumentou. O número de pessoas acima dos 60 anos passou, entre 1999 e 2009, de 6,4 milhões para 9,7 milhões. A projeção é que em 2025, o Brasil tenha cerca de 31,8 milhões de habitantes com 60 anos ou mais e, em 2050, a expectativa de vida será de 81,29 anos, aumentando o número de idosos no país para 65 milhões.

Com a expectativa de vida mais alta, a necessidade de melhorar a qualidade no dia a dia dos mais velhos é cada vez maior. Medidas de segurança e adaptações simples podem fazer com que alguns problemas e acidentes sejam evitados, como quedas.

O enfermeiro e gestor de qualidade da Dal Ben Home Care, Alessandro Freitas Moura, conta que as mudanças são essenciais: "Os idosos sofrem mais acidentes por uma série de motivos, como dificuldade de locomoção e de visão, uso de medicamentos pesados e problemas de saúde, entre eles artrose, osteoporose e Parkinson. É preciso lembrar também que a pele deles é mais fina e sensível, facilitando machucados e cortes."

De acordo com o especialista, algumas modificações podem fazer toda a diferença na casa de um idoso. As maçanetas redondas, por exemplo, devem ser evitadas pois deslizam nas mãos. As indicadas são no formato de alavanca, que permitem um apoio melhor. Mesas e cadeiras não podem ter quinas aparentes ou afiadas. O piso precisa de proteção antiderrapante e é importante evitar tapetes.

No banheiro, os cuidados devem ser mais intensos, pois é o cômodo da casa onde a maioria das quedas acontece. "É preciso colocar barras de apoio na parede, ao lado do vaso sanitário e do chuveiro. O chão tem de ter proteção antiderrapante e é essencial mantê-lo seco. A altura da pia também merece atenção, não pode ser muito baixa nem muito alta, o ideal é 80 cm", explica o enfermeiro.

A lesão acidental é a sexta causa de mortalidade em pessoas acima de 75 anos, sendo que 70% das quedas podem ser fatais. É importante lembrar que a atenção e o carinho também são essenciais para o bem-estar e a saúde física e mental dos idosos. E é sempre indicado realizar consultas médicas com frequência.

Cuide bem dos seus pés


Na tradição indiana, tocar os pés de um mestre ou de um santo é considerado um ato de respeito e humildade. Para demonstrar reverência e desapego do ego, os indianos fazem rituais lavando os pés das pessoas consideradas especiais ou sábias. Já no Ocidente, os pés não recebem tanta importância. Apesar de sustentarem nosso corpo o dia inteiro, só nos lembramos dos pés quando doem.


Formado por 26 ossos, que são mantidos no lugar por ligamentos, tendões e músculos, os pés funcionam como uma engrenagem perfeita, com movimentos controlados pelos músculos da parte inferior da perna, que, por sua vez, estão presos a eles por tendões que passam por meio dos tornozelos. Os dedos são unidos de forma que o pé possa dobrar-se com facilidade e o movimento de andar torne-se ameno.


Mas ao descuidar desta parte tão importante do corpo, estamos sujeitos a dores, torções, inchaço, calosidades, odores e micoses. Por isso, é importante tratá-los com cuidados especiais. Diariamente, após o banho, devemos secar bem entre os dedos, alternar o uso dos calçados, usar sempre meias de algodão, hidratá-los sempre e evitar calçados de bico fino e de salto alto.


Quando o tempo começa a esquentar, costumam aparecer fissuras nos pés devido à temperatura alta e ao tempo seco. "Para as fissuras, o tratamento é uma hidratação profunda, que pode ser com um creme à base de parafina, pelo menos uma vez por mês, e o uso de hidratantes à base de uréia, silicone ou cera de abelha diariamente", recomenda o podólogo Adriano Giaciane, coordenador técnico da rede Doctor Feet.


Nessa época, os pés costumam transpirar mais, causando odores, e as bordas dos dedões podem descascar – principalmente as de praticantes de Yoga, que fazem as aulas descalços. "O uso de hidratantes e produtos adequados resolve o problema", esclarece o podólogo.

 


Saltos Altos
A Dra. Cibele Ressio, mestre em Ortopedia e Traumatologia e especialista em medicina e cirurgia do pé da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica sobre o tema: "O uso constante de saltos altos encurta a musculatura ísquiotibial, isto é, a musculatura posterior da perna que vai até a coluna, causando dor na região lombar". A ortopedista afirma que 90% das deformidades do antepé (a ponta dos pés) são causadas por uso de calçados inadequados: apertados, menores do que os pés, ou de salto muito alto. Segundo ela, não é a altura do salto isoladamente que importa. O ideal é o pé paralelo ao solo, ou levemente inclinado, com a diferença máxima entre o salto e a plataforma do antepé de 3 cm.


A especialista sugere deixar uma polpa digital de folga entre o último dedo e a ponta do calçado, pois os dedos necessitam deste espaço para a movimentação na caminhada.

 


Pés segundo o Ayurveda
Para a medicina ayurvédica, os pés são um reflexo de como o nosso corpo – e cada biótipo (dosha) – também tem suas próprias características:


• Pés vata normalmente são mais compridos, com ossatura e dedos finos e desiguais e tortos. Os pés têm a tendência a ser frios, e a pele é mais seca. Quando estão em desarmonia, é muito comum que os vata tenham artrite ou artrose.


• Pés pitta são de tamanho e ossatura normais e os dedos são proporcionais ao tamanho dos pés; Pitta sente calor nos pés e, quando estão em desarmonia, podem ter ácido úrico.


• Pés kapha são grandes ou pequenos, dependendo do tamanho da pessoa, e são proporcionais ao tamanho dos dedos. Normalmente, os dedos são mais gordinhos e, quando estão em desarmonia, têm rachaduras que podem ser retiradas com pedra-pomes ou púmice (uma rocha vulcânica de muito baixa densidade).


O terapeuta ayurvédico Erick Schulz, diretor do Instituto de Cultura Hindu Naradeva Shala, explica que o cuidado com os pés deve ter a mesma importância com o que se tem com o resto do corpo, principalmente com a coluna vertebral (Meru Danda). "No dinacharya (rotina), é essencial, para se ter boa saúde, cuidados, como massagens com óleos apropriados nos pés. Procure sempre realizar uma massagem dando bastante ênfase na sola, no calcanhar e nos dedos dos pés, puxando- os e torcendo como se estivéssemos tirando um anel", ensina o terapeuta.


Para pessoas que andam muito, trabalham de pé o dia todo ou sentem muita dor nesta parte, Erick recomenda escalda-pés de acordo com o biótipo, três vezes por semana, utilizando ervas específicas e essências. "É muito bom sempre manter o pé nutrido e limpo. Caso a pessoa não goste de óleo vegetal, pode-se utilizar manteiga de cacau, ghi ou algum creme sem óleo mineral", indica. Para pés mais kapha, em que a pele é mais grossa, pode-se utilizar algum pó de ervas para ajudar a massagear, como vacha ou gengibre.

 


Calçados e meias


• Dê preferência a calçados de bicos mais largos, de couro macio e de salto baixo, evitando, assim, piores danos aos pés e à coluna.
• Já as meias têm de ser de algodão, pois absorvem a transpiração, evitando, assim, ressecamentos, fissuras e odores.
• Use sandálias macias, hidrate os pés de duas a três vezes ao dia, e seque bem entre os dedos após o banho.
• O uso de palmilhas é recomendado sempre que perceber o aparecimento de bolhas.
• Para escolher um calçado adequado, é importante evitar materiais sintéticos e procurar usar sapatos ventilados.
• O ideal é alternar o uso dos calçados, deixando o que foi usado durante todo o dia num local arejado ou com sol.

 


Para fazer nem casa
Escalda-pés Ayurvédico

Quando estiver muito calor, pode-se realizar um escalda-pés com água fresca e de rosas e pequenas pedras de gelo. A água não pode ficar gelada. Mantenha os pés na água de 15 a 20 minutos. Caso queira, pode-se acrescentar ervas como menta ou camomila. Em dias muito frios, o escalda-pés pode ser bem quente, com ervas como gengibre ou canela, e pode-se acrescentar um pouco de sal. Manter os pés de 15 a 20 minutos.


Escalda-pés refrescante
Coloque dois litros de água quente em uma bacia previamente desinfetada, adicione uma porção de mentol e duas colheres de álcool. Mergulhe os pés dentro da bacia, e relaxe por 15 a 20 minutos.


Hidratação e esfoliação dos pés
O primeiro passo é a esfoliação: misture açúcar e mel e esfregue na planta e no peito dos pés em movimentos circulares, por um ou dois minutos. Em seguida, passe um creme hidratante e envolva os pés em uma toalha quente ou em papel filme de cozinha, para estimular a penetração do produto na pele. Esta aplicação deve durar uns 20 minutos.