Shiatsu para dor na coluna cervical


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A primeira experiência que eu tive com o Shiatsu foi como paciente, devido a dores na região cervical da coluna vertebral. Sou fisioterapeuta e tinha uma sobrecarga na região superior do corpo, principalmente por causa de sustentação de peso com os braços além da manutenção da postura em pé durante várias horas seguidas.  Como passava cinco, seis horas atendendo pacientes de fisioterapia sem pausa, a cada dia a tensão se acumulava.  Começou com um incomodo, um peso e até eu começar a sentir formigamento e falta de força nos braços, eu não dei valor aos sintomas que eu sentia.

Eu conheci o Shiatsu nesse período e como eu tive um profissional excelente, com 4,5 sessões houve uma melhora incrível.

O Profissional Shiatsuterapeuta

Depois de ver o resultado com o tratamento, procurei o Shiatsu como terapia para me aperfeiçoar como profissional. Hoje, utilizo manobras e principios do Shiatsu na minha vida profissional, mas eu só conheço, porque, um dia, eu experimentei o shiatsu na mão de profissional excelente.

Os sintomas da dor na coluna cervical não desapareceram por completo, até mesmo porque o agente causador continuava atuando, que era o meu trabalho. Passei a me preocupar mais com posicionamento e ergonomia do que eu já me preocupava e o shiatsu me ensinou a dar mais valor ao que o meu corpo falava. Dor é sinal de que algo não está bom. E se não está bom, é melhor (e mais barato) tratar enquando não torna-se um problema crônico.

Separei alguns links para você conhecer mais sobre essa técnica de terapia manual, da área de Terapia Alternativa aqui do Portal:

O que é Shiatsu

Beneficios do Shiatsu na gravidez

A dor e o Shiatsu

Precauções sobre o Shiatsu


Se você tem dúvidas sobre o tratamento, basta entrar em contato.  Mas acredito que esses links possam apontar um caminho para dor na coluna vertebral na região cervical

Saúde ginecológica deve começar cedo


A chegada da adolescência vem acompanhada por medos e dúvidas, e um dos momentos mais temidos, tantos pelas jovens quanto pelos pais, é a primeira visita ao ginecologista. Não existe uma idade exata para primeira consulta, mas quanto mais cedo ela acontecer, menores são as chances de surgirem complicações no futuro, como ovários policísticos, traumatismos, distúrbios menstruais, cólicas intensas e, até mesmo, problemas relacionados à saúde sexual.

Segundo a ginecologista Verônica Monteiro, uma boa relação entre o ginecologista e a paciente, especialmente na fase da pré-adolescência, faz com que a jovem tenha mais consciência e responsabilidade sobre sua própria saúde e se dedique a atitudes de prevenção.

De acordo com a Dra. Viviane, entre os principais motivos que levam as garotas a uma primeira visita ao ginecologista estão os corrimentos e orientações para iniciar a vida sexual. Os pais costumam evitar essas consultas por medo de que a filha inicie sua vida sexual muito cedo, mas a médica explica que eles devem deixar a garota o mais confortável possível, já que muitas vezes essa primeira consulta costuma deixá-las nervosas e assustadas.

Dr. Viviane conta que a primeira consulta geralmente é para que médico e paciente se conheçam e dúvidas sejam esclarecidas, e se envolver o exame físico, incluindo o preventivo, é usado um aparelho especial para meninas virgens, preservando a integridade do hímen.
A presença as mãe não é obrigatória, mas é bem vinda, já que ela, geralmente, conhece melhor os antecedentes de doenças da família e pode transmitir mais segurança à garota. Contudo, a presença da mãe pode ser desconfortável para algumas meninas, e assim elas preferem ir sozinhas ou acompanhadas por amigas. Se o profissional perceber que a presença do responsável está incomodando a paciente, ele tem autonomia para pedir que esse se retire.

"Acho importante deixar claro para a paciente que o trabalho do ginecologista não é ser um representante dos seus pais, mas um médico particular dela, bem como reforçar que nada que for dito para o profissional será comentado com ninguém sem o consentimento dela", analisa Dra. Viviane.

Crianças que moram em casas com barata têm mais asma


 . Foto: Getty Images

Baratas podem ampliar o risco de asma entre crianças e adolescentes. Segundo estudos da Universidade Federal de Pernambuco, a incidência de asma em pessoas que moram em residências com baratas é três vezes maior do que entre os moradores de casas onde não há o inseto.

Os pesquisadores examinaram 172 domicílios dedetizados em Recife para verificar a existência de baratas mortas, o que confirmaria que os moradores estavam expostos aos insetos. Das 79 crianças que estavam expostas às baratas, 32% tinham asma; no grupo de 93 crianças que moravam em casas onde não foram encontradas baratas, 12% tinham asma.

"No caso das baratas, são os fragmentos da sua superfície dispersos no ar que causam a alergia. Assim como há pessoas sensíveis a ácaros, há alérgicos a barata", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Roberto Stirbulov.

E o inseto não precisa estar vivo para causar alergia. Quando a barata é morta, partículas do seu exoesqueleto se decompõe e ficam no ar. Mesmo que a pessoa não tenha predisposição à asma, outras alergias podem ocorrer.

O que fazer para prevenir lesões



1. Tenha uma prescrição médica do tipo de atividade que você está apto a praticar. A partir disso, as academias fazem uma avaliação física para detectar as reais condições do aluno.


2. Nunca faça exercícios sem acompanhamento de um profissional da área. Fazendo algum movimento de forma incorreta, você pode prejudicar a sua saúde.


3. Não faça atividades físicas em jejum, mas evite comer demais antes dos exercícios.


4. Hidrate-se! Beba água antes, durante e depois das atividades.


5. Use roupas leves e confortáveis. Escolha um tênis macio e, de preferência, com amortecedor.


6. Tenha uma alimentação balanceada. A dieta deve ser rica em carboidratos (pães, macarrão, batata, arroz, etc). As fibras e os cereais integrais (aveia, pão integral, granola, entre outros) devem ser priorizados. Também as frutas, verduras e os legumes devem estar diariamente nas refeições. Já as proteínas (carnes, ovos, laticínios, etc) devem ser consumidas em menor quantidade do que a de carboidratos.


7. Faça um aquecimento antes dos exercícios para preparar os músculos para as atividades.


8. Tenha controle! Evite movimentos bruscos com os pesos e impactos muito fortes que possam comprometer suas juntas e ligamentos.


9. Repouse! Durma ao menos oito horas por dia para que seu corpo e organismo descansem e consigam se recuperar.


10. Alongue-se! Com o alongamento, os músculos mais exigidos e cansados se recuperam. Assim, você "avisa" o seu corpo que ele pode descansar.


Zumbido: causa pode ser distúrbio emocional



"O zumbido pode ter uma causa emocional ou ser a causa de um distúrbio emocional. A falta de perspectiva em relação ao tratamento do zumbido, a necessidade de abrir mão de determinados hábitos e de novos aprendizados deixam os pacientes ansiosos e até com depressão", explica Lesle Maciel, psicóloga do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido (GAPZ), de Curitiba.

Estes sentimentos estão ligados à vivência do zumbido, desde o surgimento até o seu diagnóstico e tratamento, por isso o suporte psicológico é fundamental. "Seguir o tratamento envolve comprometimento, mudanças e consciência. O paciente tem de querer se tratar e aceitar que é necessário perder uma coisa para ganhar outra. Ele pode deixar de tomar café, por exemplo, para ter uma melhora no zumbido. O maior objetivo é promover qualidade de vida", explica Maciel.

Por isso, é fundamental descobrir as causas de cada paciente, o que pode ser feito com uma avaliação otorrinolaringológica e exames complementares. Alguns pacientes necessitam de uma abordagem multiprofissional e mais abrangente. Curiosamente, mesmo quando não há doenças graves, o zumbido pode prejudicar a qualidade de vida do indivíduo e de sua família.

É preciso estar pronto para mudanças e mudar hábitos

Quando o zumbido é causado por um problema emocional, é necessário suporte terapêutico, com acompanhamento psicológico para entender a relação do zumbido com estas questões. "O paciente precisa compreender o tempo do tratamento, as mudanças no cotidiano e eliminar a relação entre emoções negativas e o zumbido. E aí está a importância da psicologia, para quebrar este círculo vicioso", esclarece a psicóloga.

Se o zumbido causar um transtorno emocional, então o protocolo de tratamento muda. É preciso fazer o diagnóstico da causa do zumbido com um otorrinolaringologista e a psicologia dará um suporte durante o tratamento. "Não adianta o médico fazer as recomendações e o paciente não estar pronto para as mudanças. Às vezes não é nem falta de força de vontade, é a necessidade de ajuda, mesmo", finaliza.

Fonte


Apneia causa problemas de pressão alta


Pela primeira vez, um estudo mostra que pessoas com apneia tem alterações na função dos vasos sanguíneos da mesma forma que aqueles que têm pressão alta.

O problema de reatividade dos vasos, que faz com que eles se fechem mais, aumenta o risco de hipertensão e de problemas cardíacos. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, publicada no periódico "Hypertension", da Associação Americana do Coração.

A apneia é o fechamento das vias aéreas superiores que leva a pausas na respiração durante o sono. Estima-se que um terço da população da cidade de São Paulo tenha o problema.

Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Decio Mion, já se sabia da relação entre hipertensão e apneia ""é comum que hipertensos tenham o problema relacionado ao sono, e vice-versa. Mas essa é a primeira vez que um estudo mostra que pessoas com apneia têm as mesmas alterações da reatividade dos vasos presentes em quem é hipertenso.

SAUDÁVEIS

O estudo procurou por mudanças na função dos vasos sanguíneos em 108 pessoas saudáveis. Aqueles com apneia severa ou moderada e sem pressão alta foram comparados com pacientes hipertensos, mas sem apneia, e com pessoas sem nenhum dos dois problemas. Os pesquisadores analisaram a função dos vasos sanguíneos com exames como o ecocardiograma de contraste (para o coração) e com a injeção de nitroprussiato de sódio, um vasodilatador.

O resultado é que as pessoas com apneia e as que tinham hipertensão (mas sem apneia) mostraram bombeamento de sangue do coração anormal e reatividade alterada da artéria braquial (que passa pelo braço). Ou seja, sob o mesmo estímulo, os vasos dos participantes com apneia e hipertensão reagem diferentemente dos vasos das pessoas saudáveis, fechando-se mais.

Tanto os pacientes hipertensos como os que tinham apneia do sono tiveram melhora na função do miocárdio e da artéria braquial depois de 26 semanas de tratamento com o CPAP (máscara de ar usada durante o sono para tratar a apneia). Mion acredita que os achados do estudo podem ter consequências na terapia para a apneia do sono, mas ainda é cedo para dizer se pacientes com apneia terão de usar os mesmos remédios de pacientes hipertensos.

O nefrologista diz que ainda não dá para saber como essas alterações dos pacientes com apneia se comportarão no futuro, mas é possível que, com o passar do tempo, os vasos fiquem mais endurecidos, aumentando o risco de problemas cardíacos. "Às vezes os pacientes com apneia negligenciam o problema, mas é importante que saibam que eles podem ter os mesmos problemas da pressão alta", afirma ele.

Preserve a saúde dos seus ossos



Os ossos são o Banco Central do corpo humano. Eles detêm 99% da poupança do mineral mais abundante do organismo, o cálcio. Trata-se de um Banco Central generoso. Se alguma parte do corpo precisar, recorre ao esqueleto na certeza de receber o mineral. "O cálcio precisa estar disponível na corrente sanguínea o tempo inteiro", diz Marcelo Pinheiro, reumatologista do Hospital São Paulo (Unifesp) e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Além de compor dentes e ossos, ele atua na coagulação do sangue, na contração de músculos, no batimento do coração e nas sinapses dos neurônios. É, logo, fundamental para o funcionamento do organismo. "Na falta de cálcio na corrente sanguínea, o mineral será retirado dos ossos", afirma Pinheiro.

Nessas transações, as mulheres têm de ficar alertas: o Banco Central feminino é mais aberto a negociações do que o masculino. Um dos fatores que contribuem para isso é o fato de os homens terem 30% mais massa óssea que as mulheres, o que garante proteção extra. Segundo a Sociedade Brasileira de Osteoporose, as mulheres são dez vezes mais vulneráveis do que os homens à ocorrência de osteoporose — doença mais conhecida dos ossos, que afeta 10 milhões de brasileiros.

A menopausa também pesa desfavoravelmente ao sexo feminino na balança dos gêneros. Com a queda brusca na produção do hormônio estrogênio, a mulher apresenta uma perda de 0,5% da massa óssea por ano, em média. "É um período que requer atenção e monitoramento", diz Pérola Plapler, diretora da divisão de medicina física do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Pérola explica que o estrogênio atua na proteção do esqueleto ao estimular as células formadoras do osso (osteoblastos) e inibir aquelas que retiram massa óssea (osteoclastos).

O adoecimento dos ossos, dessa forma, está intimamente ligado ao prolongamento da expectativa de vida. Hábitos modernos, como sedentarismo e alimentação desequilibrada, também colaboram para o quadro.

Reposição hormonal: vale a pena?
Durante tempos a medicina avaliou que a reposição hormonal brecaria a perda de massa óssea. Até um estudo recente da Women's Health Initiative, instituição do governo americano, mostrar as consequências indesejadas do tratamento.

Os cientistas fizeram testes controlados de reposição hormonal em mulheres sadias no período pós-menopausa. Descobriram que, apesar do menor risco de sofrer fraturas de quadril (comum entre pessoas com osteoporose), as voluntárias estavam mais suscetíveis a problemas cardíacos e vasculares do que aquelas que não tomavam hormônios. Resumo da ópera: ao mesmo tempo que a reposição hormonal ajudava no combate a doenças ósseas, apresentava efeitos colaterais perigosos.

O estudo levou a Unidade de Farmacovigilância da Anvisa, no Brasil, a recomendar que o tratamento não seja utilizado anos seguidos por mulheres que ainda não apresentem doenças nos ossos.

Remédio aplicado em quase todas as especialidades médicas, a cortisona e seus derivados (corticosteroides, hidrocortisona, metilprednisona e dexametasona) são outros vilões no combate a enfermidades relacionadas ao esqueleto. "O uso do medicamento por anos seguidos repercute em duas frentes", explica Felipe Hennig Gaia Duarte, endocrinologista do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. "Ele pode aumentar a ação do osteoclasto no processo de reabsorção óssea e, assim, diminuir a ação do osteoblasto na formação óssea", afirma. "Ou também pode reduzir o processo de absorção de cálcio no intestino."

Alerta ligado
As doenças ósseas aparecem sem causar dores ou sintomas. São como assaltantes que invadem o Banco Central sem se deixar notar. Por isso, recomenda-se que as mulheres façam um exame de densitometria óssea por ano a partir da menopausa para saber se algo está caminhando errado.

Um dos caminhos é a osteopenia, diagnosticada quando a massa óssea está abaixo da esperada para a idade do paciente. Alguns médicos a consideram uma condição, sem necessidade de tratamento. Outros encaram como uma doença causada, por exemplo, pela falta de estrogênio.

Pelo sim, pelo não, trata-se de um sinal de alerta que precisa ser monitorado. "O tratamento da osteopenia começa com a ingestão de cálcio, banhos de sol e prática de exercícios", diz Amaral Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica (SBDens). Caso a osteopenia avance, chega-se ao quadro de osteoporose. O esqueleto deixa de formar massa óssea e cai o ritmo da renovação do tecido.

Nas mulheres, a preocupação tem de ser maior, porque a falta de estrogênio depois da menopausa facilita o desenvolvimento da doença. "Os ossos ficam porosos e frágeis, mais suscetíveis a fraturas do que o normal", diz o endocrinologista Felipe Hennig Gaia Duarte.

Investimento a longo prazo
Na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza, os hábitos saudáveis têm de fazer parte da rotina.

Eles são responsáveis por 30% da formação da massa óssea do corpo humano. Como o esqueleto está em constante mutação e renovação, precisa de estímulos frequentes para se manter saudáveis.

A saúde dos ossos se constrói num tripé inseparável: ingestão adequada de cálcio e vitamina D, exercícios físicos e banhos de sol. Há controvérsias, mas boa parte da classe médica acredita que o protetor solar bloqueia a ação dos raios UVB, que fazem a síntese de vitamina D, ajudando na absorção de cálcio. "É um dilema que as mulheres enfrentam: cuidar da pele ou dos ossos?", diz Marcelo Pinheiro. Para não expor seu rosto a rugas precoces, proteja a face com protetor e tome sol nos braços ou pernas cerca de 15 minutos por dia.

Com relação ao cálcio, o Estudo Brasileiro de Osteoporose (Brazos) apontou que nove em dez mulheres não consomem os mil mg do mineral recomendados por dia. Isso equivale a 4 copos de leite ou um filé de 110 g de salmão (44 mg), 100 g de queijo de minas (500 mg) e dois potes de iogurte (400 mg).

Por fim, vá ao clube. "O stress físico proporcionado pela prática de determinados exercícios é o maior estímulo para a remodelação e o fortalecimento do osso", afirma Marcelo Rezende, presidente da Sociedade de Reumatologia do Mato Grosso do Sul. As melhores atividades são as de impacto, por promover um estímulo elétrico que favorece o depósito de cálcio no esqueleto. Uma revisão de pesquisas publicada no Journal of Cardiopulmonary Rehabilitation & Prevention mostrou que esse tipo de exercício aumenta a força dos ossos em até seis vezes. Modalidades que induzem estímulos variados, como tênis, dança, capoeira, basquete e futebol, pedem movimentos em várias direções e a sustentação do peso do corpo, potencializando os benefícios. Mas não exagere. Se a malhação vigorosa reforça a densidade do osso, o excesso dela retira o cálcio dele.

Manter esse tripé saudável é fundamental para a prevenção de doenças e serve de base para a maioria dos tratamentos. O investimento nesse Banco Central tem de começar já — e se prepare para depositar todas as suas economias nele. Afinal, quem não quer uma aposentadoria sossegada e sem preocupações? Para ficar de pernas pro ar, a saúde dos ossos tem de estar em dia.

Inimigos do esqueleto

Refrigerante, café e outras bebidas que contenham fosfato: diminuem a absorção de cálcio no organismo.
Cigarro: é tóxico para o osteoblasto.
Sedentarismo: não promove a mineralização adequada dos ossos.
Mais de dois drinques de álcool por dia: comprometem a absorção de cálcio pelo organismo e são tóxicos para o osteoblasto, célula responsável pela formação do tecido ósseo.

Firme e forte
O tratamento da osteoporose é focado na tentativa de estacionar a perda e massa óssea e, se possível, recuperar um pouco dela. Confira os medicamentos que ajudam a alcançar esses objetivos.

Bifosfonatos, alendronato de sódio, ibandronato de sódio e risendronato de sódio.
O que fazem: tentam anular a ação dos osteoclastos, diminuindo, assim, a perda de cálcio dos ossos.
Como é o uso: via oral, em ingestão mensal ou semanal.
Efeitos colaterais: são raros, mas há relatos de náuseas e vômitos. Podem causar refluxo, esofagite e úlcera de esôfago. Não é recomendado deitar-se logo após consumir o medicamento.

Ácido zolendrônico
O que faz: tenta reduzir a perda de cálcio pelos ossos. É mais potente que o alendronato, o ibandronato e o risendronato.
Como é o uso: via endovenosa, aplicada uma vez por ano.
Efeitos colaterais: a pessoa pode se sentir como se estivesse gripada nos dias seguintes à infusão.

Raloxifeno
O que faz: modula o receptor de estrogênio e aumenta a massa óssea.
Como é o uso: comprimido tomado uma vez por dia.
Efeitos colaterais: ondas de calor e, raramente, tromboembolismo venoso.

Denosumabe (previsto para chegar neste ano ao Brasil)
O que faz: inibe a ação da célula Rank-ligante (intermediador da maturação do osteoclasto). Diminui o índice de reabsorção no osso.
Como é o uso: subcutâneo, em aplicação mensal.
Efeitos colaterais: infecção na bexiga e dor nos músculos, nas costas e nas extremidades.

Teriparatida

O que faz: é um recombinante sintético de 34 aminoácidos do hormônio paratireoide humano. Trata-se de um medicamento mais forte, que inibe a reabsorção e aumenta a formação óssea.
Como é o uso: subcutâneo, em aplicação mensal. O tratamento dura dois anos.
Efeitos colaterais: náuseas e cãibras nas pernas.

Ranelato de estrôncio
O que faz: reduz o risco de fraturas ao reequilibrar as ações de formação e reabsorção óssea. Tem um efeito significativamente maior em mineralizar a superfície do osso se comparado com os bifosfonatos.
Como é o uso: via oral, diluído num copo d'água.
Efeitos colaterais: náuseas, diarréia e dores de cabeça.

Doenças mais frequentes

Osteopenia
Trata-se de um estágio intermediário entre a normalidade óssea e a osteoporose. É considerada doença por muitos especialistas. A perda de massa óssea varia de 10 a 15% do total. Pode ocorrer em qualquer idade.

Artrite reumatoide

Doença autoimune, é parecida com a artrose, com a diferença de que acomete pessoas mais novas — de 30 a 50 anos. Geralmente aparece em articulações próximas ao punho. A dor deixa a pessoa irritada e leva à depressão.

Osteoporose
É prevalente na pós-menopausa, fruto da diminuição da densidade do osso. Quando há uma perda de 25% de massa óssea, a osteoporose está instalada. O osso fica fraco, poroso e suscetível a fraturas. Os fatores de risco são genéticos (histórico familiar, escoliose, raça branca, menopausa precoce) e comportamentais (alcoolismo, tabagismo, sedentarismo, baixo peso, insuficiente ingestão de cálcio).

Fonte:

Saiba tudo sobre Vitamina C


Se você não inclui uma alimentação rica em vitamina C no seu dia a dia, é melhor repensar seus hábitos. Obtido facilmente pela alimentação ou até por meio de suplementos vitamínicos, esse nutriente é essencial. Sua carência causa uma doença fatal, o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não cicatrizam.

Além de fazer parte do grupo de vitaminas necessárias para o bom funcionamento do organismo, a vitamina C protege contra baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele. Segundo a nutróloga Daniela Hueb, ela também ajuda a fortalecer os vasos sanguíneos e a regular os níveis de colesterol.

Frutas são ricas em vitamina C - Foto: Getty Images

Boas fontes dessa vitamina são frutas cítricas - como laranja, limão e abacaxi -, verduras em geral, salsa, maracujá, frutas silvestres, morango, tomate, entre outras. A seguir, você confere bons motivos para inserir esses alimentos no seu cardápio, além de dicas de cuidados e combinações necessárias para aproveitar melhor a vitamina C:

1. Reduz os sintomas de gripes e resfriados
Quando se trata de um resfriado comum, a vitamina C não funciona como uma cura. Entretanto, alguns estudos mostram que tomá-la para gripes e resfriados pode reduzir o risco de desenvolver pneumonia e infecções pulmonares. De acordo com Daniela, a vitamina C está relacionada com a redução da gravidade dos sintomas e dos dias de duração da doença.

"O poder da vitamina C foi ressaltado pelo pesquisador Linus Pauling, duas vezes ganhador do Prêmio Nobel, em 1954 e 1962", conta a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Ele pregava que altas doses da vitamina agia contra gripes e resfriados. Desde então, o assunto é controverso, mas Roberta lembra que a vitamina C é um nutriente que, em conjunto com diversos outros, faz parte do sistema imunológico, sendo essencial para o nosso sistema de defesa. 

Suco de laranja - Foto: Getty Images

2. É eficiente contra o estresse
Uma pesquisa alemã mostrou que a vitamina C é benéfica para os indivíduos cujo sistema imunológico foi enfraquecido devido ao estresse - complicação muito comum em nossa sociedade.

Os pesquisadores submeteram 120 pessoas a momentos estressantes: falar em público e resolver problemas de matemática. Metade delas receberam 1.000 mg de vitamina C. Como resultado, os principais sinais de estresse, como os níveis elevados de do hormônio cortisol e da pressão arterial, foram significativamente maiores naqueles que não receberam o suplemento vitamínico.

Já os participantes que receberam a vitamina C relataram que se sentiram menos estressados. Isso acontece porque a vitamina cessa a secreção de cortisol, que é o hormônio liberado pela glândula adrenal - em resposta ao estresse - e responsável por transmitir essa "notícia" do estresse para todas as partes do corpo.

Além disso, a nutróloga Daniela Hueb explica que a vitamina melhora o humor, uma vez que estimula a produção de triptofano, precursor da serotonina, hormônio responsável pelo bem-estar e pela disposição. 

Vitamina C faz bem para a pele - Foto: Getty Images

3. Combate o envelhecimento da pele
A Vitamina C também traz benéficos às células no interior e no exterior do corpo. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele em 4.025 mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi constatado que a ingestão de vitamina C mais elevada estava associada a uma menor probabilidade de ter uma aparência enrugada e a pele ressecada.

Segundo a especialista Daniela Hueb, o ácido ascórbico - substância contida na vitamina C - é um excelente antioxidante, que combate os radicais livres e previne o envelhecimento das células, além de ter um efeito clareador sobre a pele.

A vitamina C pode vir em formas manipuladas como hidratantes para o rosto, com filtro solar que ajuda a prevenir eventuais manchas na pele. Ela também pode ser ingerida em forma de cápsula, gelatinas ou shakes. "É importante, antes de escolher como incluir a vitamina C em sua rotina, não esquecer que ela está presente em alimentos ricos nessa fonte e que devem ser consumidos diariamente e, claro, sempre com acompanhamento médico", adverte a nutróloga.

4. Aumenta a absorção de ferro
Esse nutriente é capaz de aumentar a absorção de ferro, obtido pelos alimentos de origem vegetal - como verduras e feijões -, prevenindo a anemia. De acordo com a nutricionista Roberta Stella, devido à sua característica antioxidante, a vitamina C consegue modificar a estrutura química do mineral para uma forma mais fácil de ser absorvida pelo organismo.

Roberta afirma que a recomendação diária de vitamina C é de 90 mg para os homens e 75 mg para as mulheres. Ela é facilmente obtida quando a alimentação é adequada. Confira a quantidade do nutriente em alguns alimentos:

Uma fatia grande de abacaxi = 115,9 mg
Uma acerola = 164,3 mg
Uma unidade grande de chuchu = 74,4 mg
Uma unidade média de mamão papaya = 142,6 mg
Uma laranja grande = 135,8 mg  

Vitamina C para a visão - Foto: Getty Images

5- Diminui crescimento de tumores
Um estudo publicado pela revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences analisou os efeitos da Vitamina C em tumores cancerosos, e concluiu que ela pode desempenhar um papel fundamental na redução do crescimento desses tumores.

A pesquisa mostrou que, quando ingerida em altas doses, a vitamina pode apresentar um efeito de pró-oxidação, diferente do seu efeito mais conhecido que é a atividade antioxidante. Essa constatação levantou a hipótese de que o efeito pró-oxidante pode gerar radicais livres e peróxido de hidrogênio, o que provocaria a eliminação das células do tumor.

6. Evita doenças oftalmológicas
Um estudo americano, feito pelo National Institutes of Health, descobriu que certas vitaminas e sais minerais, quando consumidos em conjunto diariamente, podem ajudar a evitar a perda de visão relacionada à idade. Este coquetel é composto por vitamina C (500 mg), vitamina E (400 UI), betacaroteno (15 mg), zinco (80 mg) e cobre (2 mg).

7.  Reduz o risco de derrames
Pessoas com maiores concentrações de vitamina C no sangue podem ter um risco menor de acidente vascular cerebral (AVC), de acordo com um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Os participantes que tinham esse nutriente em grandes quantidades tiveram um risco 42% menor do que aqueles com baixas concentrações no organismo.

Segundo os autores, as razões para isso não estão completamente esclarecidas, mas eles afirmam que pessoas que comem muitas frutas e verduras têm níveis sanguíneos elevados de vitamina C, o que pode aumentar a prevenção contra derrames.


Suplementos de vitamina C
Como todo medicamento, é preciso consultar um especialista antes de tomar a iniciativa de ingerir suplementos da vitamina. A nutricionista Kelly Balieiro, do Laboratório da Mulher Femme, diz que a deficiência é comum na gestação - devido ao surgimento da doença hipertensiva e pré-eclampsia - e em fumantes, que necessitam de mais vitamina antioxidante para combater os radicais livres ocasionados pelo fumo.

No entanto, mesmo nesses casos, nem sempre é preciso recorrer a suplementos. "Pelas fontes alimentares, conseguimos obter boa parte das necessidades diárias ou até em excesso. A ANVISA se limita a 1000mg/dia como consumo máximo seguro da vitamina C. Abusar desse nutriente pode provocar diarréia osmótica, distúrbios gastrointestinais, aumento da excreção de oxalato - responsável pela formação de cálculo renal - e aumento da excreção de ácido úrico", conta Kelly.