Espante o sono durante o dia


A sonolência durante o dia é um problema que afeta mais de sete milhões de brasileiros segundo um levantamento feito pelo IBGE em 2009. De acordo com a instituição, esse problema traz malefícios para o bem-estar e saúde dos indivíduos, já que o desânimo prejudica, e muito, a execução de tarefas diárias.

Segundo o coordenador do setor de ritmos biológicos Sílvio Júnior, do Centro de Estudos em Sonolência e Acidentes da Unifesp, os jovens sofrem ainda mais com a sonolência. Isso acontece porque entre 14 e 22 anos, o ciclo do sono tende a ser mais vespertino. "O corpo do jovem está mais disposto a dormir tarde e acordar tarde. Quando uma pessoa de até 22 anos passa a conviver com a rotina de trabalho, ela passa a ter um déficit de sono". 

Homem dormindo - Foto Getty Image

Além disso, como a vida social é muito comum nessa faixa etária, e o jovem não quer gastar o tempo livre dormindo, é comum que ele durma apenas cinco horas por noite. Com tão poucas horas de sono, o resultado é você caindo pelas tabelas em plena luz do dia. Mas dá para vencer a batalha contra a sonolência. Logo abaixo, você confere algumas dicas, mas a regra número 1, e mais eficiente, e tentar passar melhorar a qualidade do seu sono.  

Prato saudável

De acordo com Sílvio Júnior, uma vida mais regrada diminui a fadiga durante o dia. "Estabelecer um horário para fazer as refeições, atividades físicas, leitura e, principalmente, uma hora para dormir, regula o ritmo hormonal e faz com que o sono chegue na hora certa", explica.

No entanto, o isso não é o bastante para acabar com a sonolência. Outro fator  importante é a alimentação. Fazer as refeições em um horário pré-determinado é uma das principais aliadas contra a sonolência. É ela que vai regular o ritmo da produção de hormônios no organismo. "Além disso, exagerar na comida pode levar a um quadro de obesidade, que prejudica ainda mais a sensação de sonolência, já que pessoas com sobrepeso têm mais dificuldade para dormir", aponta Silvio.  

Fazer as refeições em um horário pré-determinado é a principal aliada contra a sonolência. É a alimentação que vai regular o ritmo da produção de hormônios no organismo.

Vale o cuidado para o consumo de alimentos ricos em carboidratos complexos, como pães, massas e doces. O nosso organismo leva muito mais tempo para digeri-los, o que significa que o corpo irá gastar mais energia no processo digestivo, muito menos nas outras funções. Isso deixará a pessoa mais cansada. Invista em alimentos como nozes, legumes e frutas ricas em vitamina C, como laranja, limão, tangerina e caju, que deixam o corpo com mais energia durante o dia.

Efeito rebote

Café, refrigerantes do tipo cola e alguns chás: eles são ricos em cafeína, um poderoso estimulante que faz o corpo reagir assim: o sistema nervoso é acionado, glândulas liberam adrenalina, o coração bate mais rápido e o sangue ganha mais glicose. Por isso, a cafeína é conhecida como uma grande aliada para aumentar a disposição, melhorar a concentração e aplacar o sono.

Mas, quando é consumida em exagero, ela acelera o ritmo cardíaco, faz a pressão subir e os rins trabalharem mais, aumentando a vontade de urinar. O ideal é consumir, no máximo, 300 mg de cafeína por dia, o que equivale a três xícaras de café. Porém, esse limite pode variar (para menos ou para mais), já que cada pessoa tem um grau diferente de sensibilidade à cafeína.  

Mulher dormindo- Foto getty image

Principalmente as bebidas que contém cafeína na composição agem como um estimulante, deixando a pessoa mais disposta por algumas horas e pronta para realizar tarefas. No entanto, uma vez que o efeito passa, o problema da sonolência pode permanecer e até piorar. Tomar bebidas estimulantes causa um efeito cumulativo, ou seja, no dia seguinte é bem provável que a pessoa sinta mais sono e cansaço do que antes.

Na hora de dormir

A qualidade do sono é essencial para evitar a sonolência no dia seguinte. "Dormir em um lugar escuro, com temperatura amena e sem muito barulho é um ótimo método de evitar a sonolência no dia seguinte", diz Silvio. Essa dica é importante, principalmente para as pessoas que não podem aumentar o número de horas dormidas.

"O que importa nem sempre é a quantidade, e sim a qualidade do sono." Uma medida simples que ajuda a acabar com a insônia e previne a sonolência no dia seguinte é uma das mais populares: tomar leite quente. "O leite não faz diferença, o que ajuda a pessoa a dormir é elevar a temperatura do corpo. Quando o corpo está "morno" há uma série de reações que servem como sinais para que o organismo diminua o ritmo e sua temperatura. Por isso que bebidas como leite, chá ou qualquer outra com a temperatura mais elevada, ou até mesmo um banho quente, ajudam a pegar no sono por causar uma resposta termorreguladora", explica Silvio.  

Mulher fazendo Ioga- Foto Getty Image
Terapias

Existem alguns tratamentos que podem ajudar a controlar o sono e diminuir a sonolência durante o dia. Dois delas são a ioga e a aromaterapia. Segundo um estudo feito TriHealth Sleep Center, em Cincinatti, a ioga pode auxiliar nos problemas do sono relaxando músculos tensos, liberando a tensão e colocando o corpo em um profundo estado de relaxamento.

Os exercícios de respiração e alongamento são feitos para diminuir a ansiedade e o estresse. Fazer esse exercício um pouco antes de dormir melhora o sono e a disposição no dia seguinte. Depois de um tempo, as aulas de ioga servem como estimulantes e ajudam a regular o metabolismo.  

A aromoterapia também pode atenuar e até acabar com a sonolência e regular a produção de hormônios que regulam o sono. Pesquisadores da American Herb Association Quarterly constataram que o aroma de canela reduz a sonolência, a irritabilidade e a frequência de dores de cabeça. Além da canela, aromas de limão e menta são usados para reduzir a sonolência no meio do expediente de trabalho.

 Mesmo que essas terapias consigam resultados satisfatórios a maioria das vezes, o paciente que procurar esse tipo de tratamento deve ficar atento a alguns detalhes. Existem dois tipos de classificação para as pessoas em relação ao sono: as pessoas de sono longo, que precisam dormir aproximadamente 10 horas para recuperar as energias, e as pessoas de sono curto, que ficam satisfeitas e revigoradas depois de cinco horas de sono. "O tratamento contra a sonolência deve levar em conta o perfil de cada pessoa. Por isso, indicar receitas para tirar ou aumentar as horas de sono antes de saber qual é o tipo de sono de cada paciente é pouco eficiente e pode até piorar a vida da pessoa", diz Sílvio. 

Se a pessoa tiver algum tempo livre durante o dia, uma boa dica que é recomendada por todos os terapeutas é praticar algum tipo de exercício físico. Além de regular a produção de hormônios e deixar o metabolismo funcionando de um modo mais acelerado, a prática de atividades físicas faz o corpo gastar muito energia, que precisa ser recuperada durante o sono. E, depois de uma boa noite de sono, não há quem não fique mais disposto. 

Fuja deles

Outros dois maus hábitos grandes causadores da sonolência são o tabagismo e o consumo de bebida alcoólica. O álcool e o cigarro alteram o funcionamento de nosso corpo, deixando-o mais ativo, quando deveríamos estar dormindo, e sem energia, enquanto deveríamos estar alerta. 


O que é Caralluma fimbriata?



Quem vive de dieta e passa sufoco todo mês - pois há horas em que só um chocolate nos desestressa - tem tudo para virar fã da Caralluma fimbriatta. Extraída de um cacto indiano, a substância vem sendo apontada como um dos produtos naturais mais eficazes para emagrecer, capaz de fazer você comer menos, queimar gordura e reduzir a barriga. O melhor: até mesmo sem dieta, ela seca 4 kg em um mês - e sem o efeito rebote dos remédios tradicionais, que trazem os quilos perdidos de volta.

Entenda como funciona

O extrato de caraluma aumenta a sensação de saciedade, ampliando em até 30% a satisfação - o que significa 1/3 a menos de comida no prato! "Rica em glicosídeos, substâncias com poder de saciação mil vezes maior que o açúcar, ela tapeia o mecanismo da fome no hipotálamo, área do cérebro que regula o apetite", diz o endocrinologista Tércio da Rocha.

Mais: os glicosídeos bloqueiam a ação da enzima citrato liase, essencial para a formação dos estoques de gordura. Sem poder guardá-la, o organismo a disponibiliza para ser queimada. E o primeiro lugar onde o corpo busca energia é no excesso da barriga.

Vale lembrar: você precisa da receita de um médico para mandar manipular a caraluma. Sem dieta, a perda média é de até 4 kg; com cardápio restritivo, será ainda maior.

Onde encontrar

O extrato de Caralluma fimbriata é manipulado e para conseguí-lo é necessário ir a um endocrinologista e pedir a receita, requisito básico para as farmácias poderem manipulá-la.

É importante saber ainda que alguns sites comercializam cápsulas prontas, mas os médicos alertam que elas não são seguras.

Forma de consumir

As doses indicadas costumam ser de 200 mg de extrato de caraluma. O ideal é tomar uma dose meia hora antes de cada refeição e antes de malhar (ou seja, três ou quatro por dia), com dois copos de água gelada cada. "Para deixar a água na temperatura do corpo, o organismo consome 30 calorias por copo, favorecendo a queima de energia'', diz Tércio da Rocha.

Quer tomar de que jeito?

A farmacêutica Marcela Lima explica as diferentes formas de manipulação da caraluma para você escolher

Jujuba
Com aspecto gelatinoso, tem menor volume do extrado de caraluma. O que significa ter de chupar duas jujubas em vez de uma só, num total de seis ou oito por dia. Que sacrifício, né?

Chocolate
É possível incorporar o ativo de caraluma à uma massa de cacau, preparada em laboratório. Suporta maior quantidade de extrato e pode vir em forma de bombom (três ou quatro ao dia).

Cápsulas
Permitem que a caraluma seja manipulada com outras substâncias (como chá-verde). Assim, comportam até 500 mg por pílula - sendo 200 mg de caraluma. Dose total: três ou quatro pílulas por dia.


É possível ter filhos após a vasectomia?


A vasectomia ou cirurgia de ligadura dos ductos deferentes representa um dos métodos contraceptivos mais utilizados em todo o mundo. Embora amplamente realizada como método anticoncepcional definitivo (assim como a cirurgia de ligadura ou laqueadura tubária na mulher), aproximadamente 10% dos homens vasectomizados buscam auxílio médico para serem pais novamente.

Entre as causas mais freqüentes para esta mudança de expectativa estão um novo casamento, o desejo de uma nova criança na mesma relação e até mesmo a dolorosa experiência da perda de um filho. "Apesar da reversão da vasectomia ser tecnicamente viável, com o passar dos anos após a cirurgia, vão ocorrendo danos progressivos e irreversíveis ao processo de formação dos espermatozóides", informa o médico especialista em reprodução humana, Nilo Frantz.

Segundo ele, são verificados bons índices de repermeabilização dos canais deferentes (cirurgia de reversão da vasectomia), porém, com baixas taxas de gestação devido à formação de fibrose e de anti-corpos anti-espermatozóides. "Uma das técnicas mais utilizadas atualmente pelos serviços de Reprodução Humana é a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI), variante da fertilização in vitro tradicional (FIV ou 'bebê de proveta')", explica.

Através do uso de um equipamento especial chamado micromanipulador, acoplado a um microscópio, faz-se possível a fecundação em laboratório, sendo necessária a obtenção de apenas um único espermatozóide para injetá-lo dentro do óvulo. Além de ser utilizada com muito sucesso nos casos de infertilidade masculina, não há a necessidade da cirurgia para a reversão da vasectomia, ou seja, o casal permanece protegido contra uma gravidez não planejada por meio da cirurgia previamente feita e mantida.

O que é vasectomia?

É um método de esterilização masculina de caráter definitivo e seguro. Trata-se de uma pequena e rápida cirurgia realizada logo acima da bolsa escrotal, feita com anestesia local no próprio consultório médico, sem a necessidade de internação hospitalar. O procedimento consiste em cortar os canais deferentes, evitando assim que o líquido espermático ejaculado contenha os espermatozóides necessários para uma fecundação, sem contudo interferir na produção do hormônio masculino, virilidade, potência ou desejo sexual.

Nilo Frantz é médico especialista em reprodução humana; membro da Sociedade Brasileira de Fertilização Assistida, da American Society for Reproductive Medicine e da European Society for Human Reproduction Embriology.

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Anorexia e Bulimia



Anorexia e bulimia nervosa são distúrbios alimentares resultantes da preocupação exagerada com o peso corporal, que pode provocar problemas psiquiátricos graves. São transtornos que se manifestam principalmente em mulheres jovens, embora sua incidência esteja aumentando também entre homens. Às vezes, os pacientes anoréxicos chegam rapidamente a um grau extremo de desnutrição e o índice de mortalidade chega a atingir 15% a 20% dos casos.

Sintomas da anorexia:

- perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa;

- recusa em participar das refeições familiares. Os anoréxicos alegam que já comeram e que não estão mais com fome;

- preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos;

- interrupção do ciclo menstrual, com ausência de menstruação e diminuição das características femininas;

- atividade física intensa e exagerada;

- depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos;

- visão distorcida do próprio corpo. Apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam-se com excesso de peso;

- pele extremamente seca e coberta por lanugo (pêlos parecidos com a barba de milho).

Sintomas da bulimia:

- ingestão exagerada de alimentos em curtos períodos de tempo sem o aumento correspondente do peso corporal;

- vômitos auto-induzidos por inversão dos movimentos peristálticos ou colocando o dedo na garganta;

- uso de laxantes e diuréticos indiscriminadamente;

- dietas severas intermediadas por repentinas perdas de controle que levam à ingestão compulsiva de alimentos;

- distúrbios depressivos, de ansiedade, comportamento obsessivo compulsivo, auto-mutilação.


Causas:

Diversos fatores favorecem o aparecimento dessas doenças: predisposição genética, o conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância, a pressão da família e do grupo social e a existência de alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente nas concentrações de serotonina e noradrenalina.

Tratamento:

Na anorexia, a reintrodução dos alimentos deve ser gradativa; muitas vezes é necessária a internação hospitalar para que a oferta de calorias seja controlada por nutricionista; não há medicação específica para esses transtornos. O tratamento exige o acompanhamento de equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos e nutricionistas. Não se conhecem métodos eficazes de prevenção – seria necessário um empenho da sociedade na mudança de certos valores estéticos ligados ao culto do corpo e à magreza.


Fonte: BVS - Ministério da Saúde

Sintomas do Alzheimer demoram mais a aparecer em pacientes bilíngues


Pesquisadores canadenses divulgaram um estudo com a conclusão de que o bilinguismo pode ajudar a atrasar em até cinco anos a aparição dos sintomas do Alzheimer, o que confirmaria pesquisas anteriores.

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A pesquisa, realizada por cientistas do instituto de pesquisa Rotman, de Toronto, no Canadá, foi publicada na mais recente edição da revista médica Neurology.

Os cientistas juntaram dados de 211 pacientes diagnosticados com provável mal de Alzheimer, dos quais 102 eram bilíngues e os 109 restantes falavam apenas um idioma.

- Averiguamos que os pacientes bilíngues foram diagnosticados 4,3 anos mais tarde e que registraram a aparição de sintomas 5,1 anos depois que os pacientes com um só idioma. Os dois grupos foram equivalentes em termos de níveis cognitivos.

Os cientistas também determinaram que não havia diferenças entre os pacientes de diferentes sexos. O estudo mostra que o bilinguismo não previne a aparição do Alzheimer, mas parece compensar parcialmente a perda de capacidade cerebral causada pela doença.

- O bilinguismo parece contribuir para a reserva cognitiva, que atua compensando os efeitos da neuropatologia acumulada.

Dez passos para uma alimentação saudável



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Dar somente leite materno até os 6 meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento.

A partir dos 6 meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os 2 anos de idade ou mais.

A partir dos 6 meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, frutas e legumes) 3 vezes ao dia se estiver desmamando.

A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança.

A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher. Começar com consistência pastosa (papas/purês) e gradativamente aumentar a sua consistência até chegar à da alimentação da família.

Oferecer à criança diferentes alimentos no decorrer do dia. A alimentação variada é colorida.

Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.

Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos, garantir o seu armazenamento e conservação adequados.

Estimular a criança doente ou convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando sua aceitação.

Fernanda Borges Carlucio da Silva é nutricionista, professora e supervisora de estágio do curso de Nutrição da UNINOVE.

Retirado de Minha Vida

Sete atitudes que elevam a FELICIDADE


Qual a relação entre dinheiro e felicidade? Contrariando a ideia de que quanto mais, melhor, uma nova pesquisa feita pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, descobriu que não precisa ter uma carteira farta para ser feliz, mas de uma condição financeira estável envolvendo em torno de R$ 6.800. A explicação é simples: de acordo com os pesquisadores, uma renda muito pequena evidencia problemas emocionais associados a aborrecimentos, como doenças, solidão e divórcio.

Estado de contentamento, alegria, euforia e de satisfação íntima... isso tudo caracteriza o sentimento de felicidade. Para alcançá-la, de acordo com a explicação da pesquisa norte-americana, você teria que desembolsar cerca de R$ 81.600 todo ano, o que, no fim das contas, não sai nada barato. Mas, saiba que com algumas atitudes simples você consegue ficar mais próximo desse sentimento que faz tão bem e o melhor é que você não precisa gastar um centavo. Confira sete pequenos hábitos que você pode começar a fazer agora.  

amigos - foto: getty images
1.Aproxime-se de quem você gosta

Você é o principal responsável pela sua felicidade, porém, as pessoas que estão a sua volta te fazem rir, te dão apoio, carinho e, por isso, ajudam e muito o nosso dia a dia a ser mais colorido. E não é só isso. "Nossos amigos agem como uma rede de sustentação que alivia as nossas quedas. A eles pedimos e damos conselhos, quando não sabemos o que fazer. Pedimos e damos colo e ombro para chorar. Essas experiências são valiosíssimas porque fazem com que nossa dor seja validada", explica a psicóloga Cecilia Zylberstajn. Por isso, não se esqueça nunca: nenhum homem é uma ilha. Procure manter seus amigos e sua família sempre por perto.

2.Participe de uma causa

De acordo com a pesquisa americana, o fator campeão de bem-estar é a religião, pois quem vai a igreja faz amigos por lá e compartilham de uma crença e objetivos comuns. Mais do que ser religioso, é importante ter uma causa, um motivo pelo qual você lute e acredite. A troca de informação e a convivência com outras pessoas que partilhem de opiniões parecidas e defendem causas semelhantes tem um impacto positivo e se torna mais um caminho para a felicidade.  

compromisso - foto: getty images
3.Cuide da sua saúde

Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, afastar o estresse, tudo isso são hábitos que favorecem a longevidade. Basta vontade de mudar. Para o cardiologista Bruno Ganem, hábitos saudáveis são capazes de melhorar a qualidade de vida e muito mais: fazem com que a pessoa fique otimista diante da vida.

Os bons hábitos alimentares também promovem uma onda de bem-estar e boa saúde. A nutricionista Lucyanna Kalluf explica: "Sem uma alimentação equilibrada o organismo fica suscetível a males como depressão, irritabilidade, insônia, ansiedade e mau humor. Além do risco da obesidade e doenças cardiovasculares", diz a especialista. Tudo isso é impeditivo para o estado de felicidade.  

4. Não assuma tudo sozinho

Carregar o mundo nas costas traz dor, cansaço, desgaste e só. Quem tem o hábito de fazer isso precisa ficar atento e procurar alternativas para dividir as tarefas com as pessoas que querem e podem te ajudar. De nada adianta fazer tudo sozinho e ficar sem tempo para você mesmo. Divida seus problemas e funções, peça e aceite ajuda, trabalhe com prioridades. "Diante das situações, avalie e escolha sempre as melhores alternativas, aquelas que mais te interessam e são emergenciais. Deixe o que é menos importante para depois, lembre-se sempre que somos humanos e, portanto, limitados. Não conseguimos fazer tudo sempre", afirma a psicóloga Mariuza Pregnolato, da Universidade de São Paulo. 

reunião - foto: getty images
5. Aprenda a achar soluções

O estresse vem quando estamos com o corpo e a mente sobrecarregados. Ele traz pensamentos negativos que, em menor ou maior medida, afetam o jeito como encaramos a vida. Ninguém é feliz 100% do tempo, os problemas sempre surgem e, em certa medida, são bons para "pregar os pés no chão". Porém, o segredo é encará-los de frente, não deixando que eles causem desgastes. "Não gaste o seu tempo e a sua mente preocupando-se com os problemas. Em vez disso, ocupe-se trabalhando neles para resolvê-los e use sua mente com pensamentos positivos e um sorriso no rosto", indica a psicóloga Mariuza Pregnolato. 

"Carregar o mundo nas costas traz dor, cansaço, desgaste e só"
6. Cobre menos de si mesmo

Gostar de si mesmo é essencial para o bem-estar. "Para que estejamos bem, é necessário que estejamos sintonizados com nós mesmos. Na prática, isso significa relativizar a importância de tudo que nos atinge de fora para dentro", diz a psicóloga da USP, que completa: "É preciso aprender a ficar, dentro do possível, imune aos golpes que a vida nos desfere vez por outra. Para isso, precisamos aprender a cultivar e a expressar nosso próprio modo de ser e apreciar a vida sendo do jeito que somos, sem procurar agradar a todos, até porque isso é impossível."

7. Viva o presente

Muita gente se envolve em planos para o futuro de tal forma que acaba vendo a vida passar rapidamente. Esse tipo de atitude adia a felicidade e para que? "Muitas vezes nos frustramos por passar muito tempo programando um futuro que não acontece exatamente do jeito que sonhamos. As pessoas mais felizes aprenderam a moldar seus sonhos, a viver no presente. São as que entenderam que o futuro é a ressonância do hoje", defende a neurologista Claudia Klein. Lembre-se que a felicidade não é um estado permanente, que se atinge e lá se fica. Ela vem e volta, e é normal que isso aconteça. O principal é fazer com que mais momentos felizes entrem em nossa vida. E saber lidar com os altos e baixos. 

Os campeões da infelicidade

Os pesquisadores da Universidade de Princeton ouviram 450 mil americanos para o estudo sobre a felicidade. A pesquisa trouxe também resultados sobre os fatores que, não só afetam os momentos felizes, mas trazem justamente o contrário: infelicidade. Para os norte-americanos, são eles:
1º Solidão
2º Dores de cabeça
3º Problemas crônicos de saúde
4º Vício em cigarro
5º Ter que sustentar alguém da família
6º Obesidade
7º Divórcio 

Fonte: Yahoo - Minha Saúde

Cigarro e anticoncepcional são fatores de risco de derrame entre jovens



Getty Images

Um grupo de pesquisadores suecos concluiu que o derrame ocorrido na juventude tem relação direta com o uso de contraceptivos orais combinados com o hábito de fumar.

O incidente pode causar efeitos significativos no desempenho ao longo da vida. Um estudo publicado no periódico Acta Paediatrica constatou que 85% das crianças e jovens que sobreviveram a um AVC (acidente vascular cerebral) terão alguma disfunção neurológica ou limitações.

O derrame entre jovens é definido como um evento vascular cerebral que ocorre entre os 28 dias de vida aos 18 anos de idade. Estudos europeus e americanos descobriram que a cada ano o derrame afeta dois entre 13 jovens a cada 100 mil.

O autor do estudo, Sten Christerson, do Centro de Pesquisa e Reabilitação da Clínica Pediátrica no Orebro University Hospital, estudou registros de todas as crianças que tiveram derrame em um período de sete anos em Uppsala, na Suécia, e concluiu que o anticoncepcional junto ao cigarro ou associado à anemia ferropriva (deficiência de ferro) são fatores de risco.

- O objetivo do estudo foi avaliar a incidência, apresentando sinais e sintomas, atraso no diagnóstico, assistência médica, fatores de risco e resultados em curto prazo de acidente vascular cerebral na juventude.

Os pesquisadores analisaram 51 jovens, 23 homens e 28 mulheres. O resultado mostrou que 8% morreram e 85% dos sobreviventes ficaram com disfunções neurológicas ou limitações. Pela análise, os pesquisadores detectaram que um terço tinha doenças crônicas, um terço tinha má formação vascular e outro terço tinha adquirido fatores de risco como infecções agudas, anemia, inflamação dos vasos sanguíneos após varicela e traumas do pescoço.

Esta categoria também incluía seis jovens que usaram contraceptivos orais, assim como cerca de 40% das mulheres suecas com idades entre 15 a 19 anos. Três delas também eram tabagistas e duas também tinham anemia ferropriva. Ainda entre os analisados, 51% tinham sofrido um AVC isquêmico arterial, 41% um acidente vascular cerebral hemorrágico não-traumático e 8% haviam tido um acidente vascular cerebral venoso.

Os pesquisadores ainda constataram que a idade do primeiro AVC variou de sete meses e a idade mediana foi de 13 anos e que 31% dos jovens foram diagnosticados no prazo de seis horas, devido a atrasos por parte do paciente, pais ou médico. E os 85% que sobreviveram tiveram alguma deficiência adquirida, enquanto 65% apresentaram comprometimento neurológico, moderado em 24% dos casos e grave em 15%. A deficiência mais comum (43%) foi a paralisia de metade do seu corpo.

De acordo com Christerson, são necessárias regras claras para permitir o diagnóstico mais consistente e o tratamento do AVC na infância, assim como a necessidade de serviços de reabilitação em longo prazo.

Ele também levanta preocupações reais sobre meninas que tomam contraceptivos orais e fumam ou têm anemia ferropriva.

- Nós sentimos que é importante verificar os níveis de anemia antes de prescrever contraceptivos orais, comprimidos de ferro, conforme necessário, e reforçar os riscos que o fumo representa.

Fonte: R7