Lavagem de mãos em hospital



A meta de redução da infecção no hospital depende do ato simples de lavagem das mãos, da motivação e orientação dos profissionais da equipe de Saúde. O sabão comumente usado possui ação detergente, age mecanicamente e sem atividade bactericida. 

Uma mão lavada corretamente tem que obedecer alguns fatores importantes: 

Use sabonete líquido e água corrente; 
Esfregue vigorosamente as mãos enquanto as lava; 
Lave toda a superfície (incluindo as costas das mãos, os pulsos, o espaço entre os dedos e sob as unhas); 
Deixe a água a correr até que todo o sabonete tenha sido removido; 
Limpe as mãos com uma toalha descartável; 
Em casas de banho públicas, feche a torneira usando uma toalha de papel. 

Uma pesquisa feita recentemente em São Paulo revelou números alarmantes sobre os riscos de contaminações em hospitais públicos e privados em toda extensão nacional. Estima-se que de cada cem pacientes internados, entre cinco e 15 contraiam doenças dentro do hospital. O simples ato de lavar as mãos pode diminuir muito as chances de contrair uma infecção.

Fazer a assepsia das mãos antes e após as refeições, após usar o telefone, após manipular dinheiro ou até mesmo antes (e depois) de visitar um enfermo, ajuda muito a diminuir as infecções hospitalares, que podem afetar diretamente a vida de recém-nascidos, idosos e diabéticos, que são considerados extremamente vulneráveis a este problema.  

Portanto, a lavagem das mãos é importantissimo não só no hospital como no dia a dia.

Porque a vacina da H1N1 dói?


Se você foi tomar a vacina contra a gripe suína, a H1N1, mas pouco tempo depois da picada, sentiu dores no corpo e uma sensação de mal estar parecida com a que costuma aparecer quando você está com a gripe comum. É aí que surge a dúvida: mas será que estes sintomas são comuns? Se a situação parece familiar ou ao menos você já ouviu falar de um caso assim, não se preocupe.

Cada indivíduo apresenta características particulares, daí a dor no braço depois da picada ser maior em uma pessoa do que em outra. Além disso, o processo de produção da vacina muda de região para região, o que também pode explicar reações mais intensas em algumas pessoas.

Diante da gravidade e da intensidade da epidemia do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) distribuiu a proteína base da vacina contra o H1N1 para diversas empresas do mundo, na tentativa de conseguir imunizar o maior número de pessoas possíveis contra a doença, porém, apesar das vacinas possuírem esta proteína do vírus, que é obrigatória e padrão para qualquer vacina contra este tipo de gripe, a composição da vacina apresenta algumas diferenças de região para região e isso faz com que os efeitos colaterais provocados por ela variem um pouco.

Efeitos colaterais?
Em geral o paciente pode apresentar dor local, enjoo, dor de cabeça e uma indisposição muito parecida com a que aparece com a gripe comum.  Os sintomas aparecem em no máximo dois dias depois da vacinação e somem em pouco tempo, sem auxilio de medicamento. Caso haja complicações ou o tempo de duração dos sintomas seja maior que isso, procure um médico, mas a probabilidade de desenvolver outra doença logo após tomar a vacina é bem pequena

Em geral, a dor no braço que incomoda algumas pessoas não é resultante apenas da variação no processo de fabricação da vacina, mas também da sensibilidade natural de cada um a determinadas intervenções. Se a pessoa é mais sensível a dor, sentirá mais a picada do que alguém que não sinta grandes incômodos com injeções. A dor é uma reação medida pela capacidade que cada um possui resisti-la.


Criança fumante de 2 anos


Aldi SugandaRizal, de 2 anos, é visto fumando cigarro enquanto brica com parentes em 23 de maio, em Sekayu, distrito de Sumatra, na Indonésia. Segundo relatos da família, ele é viciado em cigarro e fuma 40 por dia. Ele começou a fumar aos 18 meses, quando

Correu por muitos canais de notícia a foto e reportagem sobre esse menino de 2 anos, que é um fumante inveterado.

menino2Aldi SugandaRizal, de 2 anos, é visto fumando cigarro enquanto brica com parentes em 23 de maio, em Sekayu, distrito de Sumatra, na Indonésia. Segundo relatos da família, ele é viciado em cigarro e fuma 40 por dia. Ele começou a fumar aos 18 meses,

Aldi Suganda Rizal, de 2 anos, é visto fumando cigarro enquanto brinca com parentes em 23 de maio, em Sekayu, distrito de Sumatra, na Indonésia. Segundo relatos da família, ele é viciado em cigarro e fuma 40 por dia. Ele começou a fumar aos 18 meses, quando seu pai lhe ofereceu uma tragada. (Foto: Barcroft)

Para fumar tantos cigarros de uma vez só, ele precisa estar viciado já em nicotina. 

Uma pena não?

Estabilização de fraturas


Sintomas de quem está estressado


FOTOS: SHUTTERSTOCK

Crianças
• Dor de cabeça 
• Diarreia 
• Tique nervoso 
• Náuseas 
• Hiperatividade 
• Enurese noturna 
• Gagueira 
• Tensão muscular 
• Ranger de dentes 
• Falta de apetite

FOTOS: SHUTTERSTOCK

Adultos
• Perda de sono 
• Cansaço constante 
• Dificuldade de concentração 
• Falta de decisões 
• Dor de cabeça ou muscular 
• Irritabilidade 
• Súbitos ataques de raiva 
• Perda de interesse sexual 
• Falta de apetite 
• Sudorese intensa

Fonte: Viva mais

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Fisiologia do analgésico



Analgésico é um termo colectivo para designar qualquer membro do diversificado grupo de drogas usadas para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol e o demerol. Os analgésicos são medicamentos que podem causar dependência física e psíquica e possivelmente levam à morte, se administrados em excesso. Não é recomendado o uso dessas drogas por conta própria. Outras classes de drogas, que normalmente não são consideradas analgésicos, são usadas para tratar sindromas de dor neuropáticos. Estas incluem antidepressivos tricíclicos eanticonvulsantes.

Os analgésicos bloqueiam as substâncias (receptores sensoriais) do corpo que enviam a mensagem ao cérebro dizendo que há um foco de inflamação ou algum outro problema. Quando o cérebro deixa de receber esse aviso, a dor cessa. A origem da palavra analgésico já diz tudo: em grego, an significa "sem" e algós, dor.
Um exemplo simples é o da queimadura. Assim que colocamos a mão em um local quente, antes mesmo de sentirmos a dor já desencostamos dali. Isso acontece porque as células nervosas do local queimado emitem um sinal imediato ao cérebro dizendo que há algo errado. Só então ele envia a sensação de dor.

Os analgésicos comuns, desses comprados em comprimidos na farmácia, são chamados de periféricos, porque depois de ingeridos vão por todo o organismo pela circulação sanguínea. O medicamento não detecta onde está a dor. Como ele está espalhado pelo sangue, o local que tem a dor absorve o remédio, explica o médico e farmacologista Sérgio Henrique Ferreira, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto (SP).

O analgésico demora de 30 minutos a uma hora para começar a agir e cessa depois de três ou quatro horas. Por isso, para dor crônica é preciso um tratamento mais longo, diz o médico.

Outro tipo de analgésico é o chamado central, utilizado em casos de dor intensa e contínua, em casos mais graves como infarto e câncer, por exemplo. Entre os analgésicos desse tipo está amorfina, que atua diretamente no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal), alterando a percepção de dor para o corpo todo.

É importante salientar que dor é sempre um sinal de que algo não está bem. Pode ser uma simples dor de cabeça, um pequeno corte ou até um infarto. Por isso, tomar analgésicos sem saber a causa da dor é perigoso, pois eles podem esconder sintomas de um problema sério. Na dúvida, o correto é sempre procurar um médico.

Contratura do bíceps femural



Os músculos que fazem a flexão da perna (levar a perna para trás) são o bíceps femoral, o semimembranoso e o semitendinoso.

O bíceps femoral é dividido em duas partes, a porção longa e a porção curta. Aém da flexão da perna, estes três músculos ainda auxiliam no movimento inverso da coxa (extensão). O semimembranoso e o semitendinoso, além da flexão da perna, servem também para o movimento de extensão dos quadris (estes três músculos juntos formam o jarrete).

Essa é um tipo de lesão decorrente do super treinamento onde em algum momento do treinamento não foi realizado um descanso necessário e a musculatura foi muito exigida. A contratura é  aumento do tônus muscular, isto é, uma irritação nervosas. A contratura é um sina de alerta de que o músculo está fatigado. 

A contratura é um tipo de lesão que para ser curada 100% é necessário repouso absoluto durante um período mínimo de 1 semana ou tempo necessário para que a amplitude do alongamento retorne ao normal e o deixe livre de qualquer incomodo. 

É muito importante recuperar 100% para que a lesão não torne a incomodar e demorar o processo de recuperação, 48 horas não é suficiente para recuperar de uma contratura, apenas para diminuir a dor e uma aparente melhora da lesão.

Não tem que haver preocupação para a ausência da prática desportiva.  Além do mais, pode~se exercitar outras partes corporais como os joelhos, tornozelos, púbis e coluna. É muito importante respeitar nossos limites.

O tratamento não tem mistério. É gelo de 20 em 20 minutos, pomadas de Arníca com massagem, alongamento e dar tempo ao tempo. 

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O que você faz por uma vida sem stress?



Maio e junho foram escolhidos como os meses de combate ao stress. O que você vai fazer para levar uma vida sem stress e apoiar essa causa? Ficar 30 dias sem buzinar? Ser gentil com as pessoas do trabalho? Se alimentar melhor? Praticar esportes?  

A Nutry quer saber quais são suas sugestões para viver sem stress. Basta dar uma idéia de melhoria para a sua cidade e concorrer a uma incrível viagem para o Club Med Rio das Pedras no Rio de Janeiro com direito a um acompanhante. 

Você pode participar mandando uma mensagem, um vídeo ou uma foto pelo portal Quero Viver Bem, clicando no banner da promoção.  

As idéias serão avaliadas por uma comissão julgadora que irá premiar a melhor sugestão e as melhores serão reunidas em um manifesto que será divulgado em toda a internet. 

Não perca tempo. Participe!  

Fisioterapia na Hemiplegia



Tem pessoas que afirmam que o hemiplégico não precisa de fisioterapia, pois conhecem vários pacientes e que muitos não tiveram nenhuma melhora e outros até pioraram.
Muito bem, vamos com calma: devido à lesão do cérebro se estabelece no paciente um quadro de espasticidade. Essa espasticidade, associada às liberações de diversos reflexos farão com que o paciente perca o controle de sua coordenação motora.

Como a fisioterapia consegue curar isso? Resposta: ela não cura ! Ora, pelo menos na presente data, não existe remédio para reverter a espasticidade, embora se possa diminuí-la por curto espaço de tempo. O que a fisioterapia faz então ? Imagine a situação que você não consegue controlar um lado do corpo (esquece que ele existe): seus músculos atrofiarão, suas articulações enrigecerão, tendões se retrairão, e em pouco tempo você não conseguirá sair mais de uma cadeira de rodas.

A fisioterapia atua então:

alongando musculatura encurtada

trabalhando sistema respiratório

estimulando sensibilidade perdida

inibindo reflexos exacerbados e ativando reações necessárias

trabalhando coordenação

estimulando a musculatura do lado afetado para que essa realize as atividades de vida diária (AVD)

coordenando e equilibrando a atividade dos dois lados do corpo.

Tudo isso é trabalhado, não isoladamente, mas utilizamdo um conjunto de manobras seguindo modelos utilizados por pesquisadores onde uma determinada técnica é útil para inibir, alongar, coordenar e tudo mais. Normalmente uma técnica dessa exige alguns meses ou anos de estudos e estão agrupados em livros que formam verdadeiras biblias do fisioterapeuta. São exemplos dessas técnicas os métodos Bobath e Kabat.

Você trabalha um paciente seguindo determinada técnica e esse paciente recupera parte do controle sobre seu lado lesado, você consegue dar a ele algum movimento independente para que ele realize as AVD´s, evita as retrações (cadeira de rodas), mas a espasticidade está lá, sempre presente, variando de acordo com a posição do corpo, com a sensibilidade do corpo, com o estado de espírito do paciente.

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Fotos de Entorse de Tornozelo


Fotos de pés com torção, com hematomas ou sem hematomas.

Dedo em gatilho



Dedo em Gatilho ou Tenossinovite Estenosante é a constrição da bainha tendinosa geralmente associada à superfície áspera do tendão. Resulta na interferência com o deslizamento macio normal do tendão dentro da bainha. Pode-se apresentar como uma dor discreta ao nível da articulação metacarpofalangiana e falange proximal, volarmente, com ou sem fenômeno de gatilho, até a deformidade fixa em flexão (COHEN, 1996).

O dedo em gatilho acomete mais mulheres de meia idade do que homens, e incide preferencialmente na mão dominante e na idade adulta, e não é incomum a associação com outras patologias inflamatórias no membro superior. A etiologia é desconhecida, mas há várias teorias, e a mais aceita é a de microtraumatismos. Todos os dedos podem ser afetados, mas o dedo anular é o mais afetado seguido pelo polegar e médio, indicador, e mínimo, nesta ordem. A maioria dos casos é na mesma mão, mas também é comum afetar ambas.

Diversas condições podem relacionar-se ao dedo em gatilho, entre elas a artrite reumatóide, diabetes, gota, pacientes hemodialisados, tumores de tendão ou sua bainha, configurando os casos de dedos em gatilho secundários.

Os tendões são mantidos no lugar nos ossos por uma série de ligamentos em um arranjo tipo túnel. O engatilhamento é geralmente o resultado de um espessamento no tendão, havendo a formação de um nódulo nele, que se localiza na superfície palmar das articulações metacarpofalangeanas.

A inflamação dos tendões flexores dos dedos pode produzir espessamentos que dificultam o deslizamento deles em suas bainhas. Ocorre nas atividades em que há associação de força com compressão palmar por alicates, tesouras e gatilhos de bombas de gasolina. Pode haver, ainda, espessamento do ligamento-polia. A irritação constante do tendão que desliza repetidamente através da polia faz com que o tendão aumente de volume nesta área criando, assim, o nódulo.
Podem causar o engatilhamento artrite reumatóide, lacerações parciais do tendão, trauma repetido por ferramentas motorizadas com empunhadura de pistola ou longas horas empunhando uma roda de direção. O engatilhamento pode, ainda, ser causado por um defeito congênito que forma um nódulo no tendão. A situação não é usualmente observável até que a criança começa a usar as mãos.

Retirei daqui

Técnicas Posturais



Curso Online de Técnicas Posturais

  • Atualizar e oferecer conhecimento na área de Técnicas Posturais;

  • Aprimorar os conceitos sobre a importância das técnicas posturais  visando a melhoria da saúde e qualidade de vida.

Tópicos a serem estudados nesse curso:

Anatomia da Coluna Vertebral e Pelve;
Sistema Ósseo e Articular;
Principais Ossos;
Acidentes Anatômicos;
Curvaturas Fisiológicas e seus Sistemas;
Movimentos e Eixos;
Ligamentos;
Músculos;
O que são cadeias musculares;
"Power house" - centro de força - que músculos a compõe;
Origem, inserção e função de cada músculo;
Musculatura estática e dinâmica;
O que é tonicidade;
Músculos mono e poliarticulares;
Agonistas, antagonistas e sinérgicos;
Músculos fásicos e tônicos;
Testes de força e encurtamento;
Fáscia;
Anatomia e função;
Disco Invertebral;
Composição e função;
Respiração;
Músculos respiratórios;
Tipos de respiração;
Influência na postura;
Estática;
Avaliação Postural; 
 O que é Postura;
A Boa Postura;
 Ficha de Avaliação;
Disfunções;
Disfunções da Coluna Vertebral;
Disfunções da Pelve;
Disfunções do Disco Intervertebral;
Disfunções dos Músculos e Cadeias Musculares;
Tratamentos;
Fisioterapia;
Técnicas Posturais e Manipulativas; 
 R.P.G. (Reeducação Postural Global);
Osteopatia;
Maitland;
Isostretching;
Pilates.

Tendinite de Aquiles



A dor no Tendão de Aquiles é um achado freqüente nos atletas, principalmente entre os corredores de longa distância. O acometimento do Tendão de Aquiles é a lesão mais comum nesta região.

A Tendinite de Aquiles é a inflamação do Tendão de Aquiles, ou, mais comumente, de seu paratendão. É uma lesão por excesso de uso e normalmente se origina com o aumento de atividade, mudança de calçado ou alteração do piso de treinamento. O aumento da atividade pode ser, tanto pelo aumento da intensidade das atividades habituais, como pelo início de novas atividades. Os calçados que não apresentam uma elevação discreta no calcanhar predispõe ao surgimento da Tendinite de Aquiles.
Os atletas com o calcanhar pronado estão mais sujeitos a apresentar o problema. A Tendinite de Aquiles é principalmente encontrada entre os atletas que praticam ginástica, ciclismo, corrida de longa distância e voleibol.

O atleta geralmente se queixa de uma dor na região posterior do tornozelo, que piora com o início da atividade, melhora com o decorrer da mesma, e piora após a parada do exercício. Com a evolução, a dor se torna constante e permanece mesmo em repouso.

Alguns pacientes se queixam de dor pela manhã, ao levantar. Normalmente não existe relato de trauma sendo o seu inicio de aparecimento espontâneo. Ao exame, o atleta apresenta dor na região do Tendão de Aquiles, que muitas vezes se apresenta inchado. A dor geralmente se localiza a cerca de 5 cm do calcanhar. A flexão dorsal do pé pode estar limitada e a flexão plantar, contra a resistência, aumenta a dor.

Os exames complementares podem auxiliar no diagnóstico, as radiografias encontram-se normais, sendo a ultrassonografia e a ressonância magnética os exames de escolha.
O tratamento é dirigido para o combate ao processo inflamatório e a prevenção. O tratamento inicial vai constar de aplicação de gelo, analgésicos e antiinflamatórios. Posteriormente iniciamos as medidas de fisioterapia. Palmilhas com elevação do calcanhar e alongamento são pontos importantes no tratamento. O enfaixamento, o uso de " braces" ou imobilizadores, inclusive para uso noturno, podem ser utilizados.

As infiltrações com corticoides estão terminantemente PROIBIDAS pela possibilidade de levarem a ruptura do tendão.

A prevenção vai constar de um programa de fortalecimento e alongamento do tendão, como também correção dos pés muito voltados para dentro, com o uso de palmilhas especiais. Corridas em aclive e calçados sem elevação dos calcanhares devem ser evitados e o reinicio das atividades deve ser gradual.

As tendinites podem evoluir para a ruptura completa do Tendão de Aquiles. Este assunto será abordado na próxima coluna.

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Escovar os dentes



A escova de dentes é um utensílio utilizado na higiene bucal. Promove, associada ao creme dental, a limpeza, a proteção e uma maior durabilidade dos dentes. Recomenda-se utilizá-la sempre após as refeições para a manutenção de uma boa dentição. Já estão disponíveis no mercado escovas automatizadas que diminuem o esforço físico do usuário na hora da escovação, garantindo uma maior comodidade no procedimento. Porém, ainda é bastante comum a utilização da escova manual.



As melhores escovas de ddentes são as macias, de cabeça pequena. Elas causam menos danos à gengiva e alcançam os dentes de trás (chamados molares) com mais facilidade. Para limpar no fundo, os melhores movimentos realmente são os de vai-e-vem, porque conseguem tirar com mais eficiência a placa bacteriana e os restos de comida.

O limpador de linguas é importante devendo ser usado diariamente, porque retira camadas de sujeira que a escova dental não consegue. A maneira correta de usá-lo é arrastá-lo suavemente da parte posterior para a anterior da língua, antes da escovação. Basta fazer isso uma vez, à noite.

É necessário usar o fio dental em toda a escovação. Mas como sabemos que, na prática, isso não acontece, já está de bom tamanho usá-lo após as refeições principais. Ele é indispensável para remoção da placa bacteriana. E não precisar usar força: delicadamente, posicione o fio entre um dente e outro e arraste para cima, promovendo o atrito. Só não se esqueça de fazer isso nos dois dentes que ladeiam o fio, ou seja, não basta friccionar puxando para frente e para trás, é preciso fazer isso para a esquerda e para a direita para limpar com segurança.

Os fabricantes e dentistas recomendam trocar de escova a cada dois ou três meses, ou quando as cerdas estiverem deformadas ou gastas. É muito importante trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas.

Passa horas a frente do computador. Então leia!



Adultos, jovens e crianças chegam a passar horas e mais horas em frente ao computador seja por causa do trabalho, dos estudos ou por diversão. Com o tempo, é comum surgir dores nas costas, nos braços, tendões e até sentir a visão prejudicada. Mas não adianta culpar o computador por esses incômodos. Existem medidas simples que você pode adotar para evitar lesões e desconfortos que podem se tornar crônicos, prejudicando a saúde e bem-estar. A seguir, confira as dicas para usar o computador de forma consciente. 

Dores e lesões 
Quem nunca sentiu ao menos uma tensão nas costas que atire a primeira pedra. Hoje, esse mal atinge jovens, adultos e idosos, principalmente pelo fator estilo de vida. "Passar horas e horas por dia sentado de um maneira totalmente incorreta, pode acarretar até hérnias de disco a longo prazo", explica o ortopedista Fabio Ravaglia.

Computador - Foto: Getty Images

Uma das partes mais afetadas pelo uso excessivo do computador é a coluna. Em geral, quem usa o computador tende a sentar inclinando-se em direção à tela e em cadeiras que não permitem que a lombar fique com sua curvatura natural. Os músculos são tensionados e pressionam os nervos da coluna, causando dor nas costas. "Depois de horas sendo tracionada, a musculatura relaxa e a tensão vai toda para nossos ligamentos, gerando as dores", diz Fabio. A altura inadequada da tela é também um grande problema. "A altura ideal é aquela que permite que a cabeça fique reta, pois ao mantermos o pescoço levantado ou baixado durante muito tempo, os músculos ficam contraídos e tensos", explica o ortopedista. 

Outro problema está nos tendões, conforme explica o especialista, a lesão por esforço repetitivo, conhecida como LER, causa problemas como a tendinite, tenossinovite (inflamação de membranas dos tendões) e bursite. Outro ponto importante é manter as pernas apoiadas corretamente no chão, com os joelhos dobrados em 90 graus, caso contrário, os vasos das coxas podem ficar pressionados, fazendo com que o sangue não circule corretamente. Ele fica represado nas veias, que se distendem e permitem a passagem de água para os tecidos, inchando as pernas. 

Para driblar tantos incômodos, é importante sentar em cadeiras adequadas e ajustar a altura da mesa ao apoio correto dos cotovelos e da tela, aos olhos. Além disso, é fundamental alongar-se antes de começar o expediente (vale puxar os cotovelos para o lado, alongar os punhos e rotacionar o tronco, por exemplo) e fazer intervalos de dez minutos a cada duas horas, para movimentar as pernas, conforme recomenda o ortopedista.  

Fique de olho 

A saúde da sua visão também pode sair bastante prejudicada pela rotina virtual. Um dos danos mais comuns é o ressecamento dos olhos. O oftalmologista da Unifesp Wallace Chamon explica que isso ocorre por dois fatores: a atenção que colocamos ao ler e a má qualidade do ar. Explicando melhor: quando estamos concentrados em algo, nossa tendência é piscar menos, o que expõe mais os olhos ao ar. Esse ar, não raro, tem uma baixa umidade e uma boa quantidade de poluentes, que prejudicam a visão. 

Além do extremo desconforto, a secura dos olhos pode acabar resultando em uma baixa na capacidade de visão: é aquela ?vista cansada?, sentida principalmente no final do dia. "Algumas boas horas de sono podem recuperar a umidade dos olhos em pessoas que não tenham tendência a ter pouca lágrima", diz Wallace. Além disso, depois de boas horas de leitura, os músculos do cristalino, responsável por dar foco a tudo o que vemos ficam com fadiga, o que pode deixar a visão desfocada.

Uma hipótese não confirmada pelos médicos é em relação à luminosidade: luz de mais ou de menos faz a pupila trabalhar mais para controlar a passagem dos raios luminosos. "Sobre a atuação da luminosidade na visão, existem estudos dizendo que crianças que passam mais horas ao ar livre, têm menos chances de desenvolver miopia. Mas há a hipótese de que as chances de miopia são diminuídas porque elas passariam menos horas fazendo atividades que envolvam a visão de perto, como jogos e leituras e não pela atuação da luz". Quando uma pessoa lê demais, ou seja, trabalha a visão "de perto" em excesso, o organismo entende que essa visão é mais utilizada e acaba desfavorecendo a visão.

Para driblar esse efeito em relação ao computador, existe um truque simples, mas que ninguém pratica. "Se, em vez de olhar para uma tela na altura dos olhos, olhássemos para algo um pouco abaixo deles, o ressecamento dos olhos poderia ser resolvido, porque a pálpebra não ficaria tão aberta, não permitindo a exposição excessiva da visão às agressões do ar", de acordo com Wallace. Mas o ideal é que o monitor do computador não fique muito abaixo da altura dos olhos, em um ponto em que você não precise abaixar a cabeça para enxergá-la (o que prejudicaria o pescoço) e sim em um ponto em que apenas as pálpebras fiquem um pouco mais fechadas. Para quem sente grandes desconfortos, vale consultar um oftalmologista, mas nunca se automedicar com colírios. 

Fonte: MSN

Fotos do efeito do fumo no pulmão




O fumo e seus derivados fazem parte do grupo de drogas consideradas de alta periculosidade a saúde humana. Vidas são tragadas pelos malefícios do fumo a cada minuto. Entretanto o lucro gerado pelo fumo movimenta bilhões de dólares todos os anos. Milhares de horas de propaganda a favor do fumo são veiculadas nos meios de comunicação de massa toda semana buscando novos mercados consumidores. 

Se o fumo é um mal para uns, faz muito bem a outros tantos que usufruem do lucro gerado pelo fumo e seus derivados. A grande maioria entretanto, morre e adoece todos os dias. O fumo traz inúmeras despesas à nossa sociedade.

Basta ver, através das fotos, a diferença entre o pulmão de um não fumante e de um fumante. 

Como ocorre o impulso nervoso



A despolarização e a repolarização de um neurônio ocorrem devido as modificações na permeabilidade da membrana plasmática. Em um primeiro instante, abrem-se "portas de passagem" de Na+, permitindo a entrada de grande quantidade desses íons na célula. Com isso, aumenta a quantidade relativa de carga positiva na região interna na membrana, provocando sua despolarização. Em seguida abrem-se as "portas de passagem" de K+, permitindo a saída de grande quantidade desses íons. Com isso, o interior da membrana volta a ficar com excesso de cargas negativas (repolarização). A despolarização em uma região da membrana dura apenas cerca de 1,5 milésimo de segundo (ms).

O estímulo provoca, assim, uma onda de despolarizações e repolarizações que se propaga ao longo da membrana plasmática do neurônio. Essa onda de propagação é o impulso nervoso, que se propaga em um único sentido na fibra nervosa. Dentritos sempre conduzem o impulso em direção ao corpo celular, por isso diz que o impulso nervoso no dentrito é celulípeto. O axônio por sua vez, conduz o impulso em direção às suas extremidades, isto é, para longe do corpo celular; por isso diz-se que o impulso nervoso no axônio é celulífugo.


Impulso nervoso.

A velocidade de propagação do impulso nervoso na membrana de um neurônio varia entre 10cm/s e 1m/s. A propagação rápida dos impulsos nervosos é garantida pela presença da bainha de mielina que recobre as fibras nervosas. A bainha de mielina é constituída por camadas concêntricas de membranas plasmáticas de células da glia, principalmente células de Schwann. Entre as células gliais que envolvem o axônio existem pequenos espaços, os nódulos de Ranvier, onde a membrana do neurônio fica exposta.

Nas fibras nervosas mielinizadas, o impulso nervoso, em vez de se propagar continuamente pela membrana do neurônio, pula diretamente de um nódulo de Ranvier para o outro. Nesses neurônios mielinizados, a velocidade de propagação do impulso pode atingir velocidades da ordem de 200m/s (ou 720km/h ).

Tríceps sural


O músculo tríceps sural (: musculus triceps surae ) é um músculo da perna constituído pela união dos músculos gastrocnemios (vulgarmente conhecidos como gémeos) e sóleo, que se inserem conjuntamente no calcáneo do pé mediante o tendão de Aquiles


O tríceps sural é o músculo mais estudado em fisiologia. Constitui-se de três porções. Duas mais superficiais, os gastrocnêmios, são reconhecidas como dinâmicas. O sóleo, músculo mais profundo, é a porção estática. No entanto, nos livros de anatomia a ele é sempre atribuída a função de flexão plantar, encarando-se todo o músculo como dinâmico, sem diferenciar-se a função do sóleo, músculo estático

Alongamento dessa musculatura:

Primeiro :
Inicia-se alongamento dinâmico com uma das pernas a frente, mantendo a postura da coluna vertebral numa postura constantemente correta, realizando uma flexão do joelho que se encontra a frente. E uma extensão da perna contrária.
Duração de 8 segundos. Realizar este movimento 2 vezes cada perna.
Após alongamento estático a frente, deve realizar saltitos, afim de relaxamento e vascularização. 
Duração de 8 segundos e 2 repetições.
Sempre dar muita atenção a postura correta da coluna vertebral, evitando sobrecargas nesta.

Segundo:
Inicialmente segura coma mão na ponta do pé, mesmo se tiver dificuldades, e realiza a extensão total da perna. Afim de realizar a maior amplitude. Com a mão contrária esta pode auxiliar na extensão do joelho, forçando para baixo.

Pode~se fazer alongamento desta musculatura utilizando a tábua de alongamento, como a da foto acima.

Prevenção a Osteoporose



Apesar de a osteoporose atingir com muito mais freqüência pessoas com mais de 50 anos, ela deve ser prevenida desde cedo. As pessoas devem pensar na prevenção como uma espécie de 'aposentadoria'. Se acumularem reservas de cálcio ao longo da vida, sofrerão menos as perdas com o avanço da idade, que faz com que o desgaste dos ossos seja maior.

Basicamente, a prevenção deve ser feita em três níveis:

Alimentação rica em cálcio e Vitamina D:

Nossos ossos são feitos de cálcio. Por isso, este é um nutriente fundamental para a saúde. Outro nutriente que não pode faltar é a vitamia D, que auxilia o organismo a absorver o cálcio. Os alimentos ricos em cálcio e Vitamina D são:
 Leite e derivados (iogurte, queijo etc);
 Folhas verdes (alface, agrião, espinafre etc);
 Peixes de águas profundas (salmão, sardinha etc).
 Derivados da soja.
 Evitar o excesso de álcool e de cafeína (cinco xícaras de café por dia são o máximo permitido);
 Um cuidado extra é tomar sol, que ajuda na produção da vitamina D. No Brasil, que é um país ensolarado, apenas uma caminhada ao ar livre todos os dias pode suprir a necessidade. Pessoas com dificuldades de locomoção também devem tomar um pouco de sol todos os dias.

Atividade física regular:
Os melhores exercícios para prevenir a osteoporose são os de impacto, que obrigam os ossos a manter o ritmo de regeneração. Os mais recomendados são a caminhada (ou a corrida, para os mais jovens) e a musculação (sem sobrecarga).

Tratamento dos problemas que podem provocar a doença:
A reposição hormonal após a menopausa (ou andropausa, para os homens) é necessária por vários motivos, incluindo a prevenção da osteoporose. Mas este é um tratamento que nem todas as pessoas podem fazer. Por isso, somente um médico poderá indicá-lo, após diversos exames.

Além da falta de alguns hormônios, diversas doenças podem causar a osteoporose. Entre elas estão a artrite reumatóide, o lúpus, a diabete, problemas na tireóide, o alcoolismo etc. Por isso, se você tiver alguma dessas doenças, converse com seu médico e observe os cuidados como suplementos de cálcio e de vitamina D.

Pessoas que sofrem de asma, alergias ou reumatismo, e que tomam remédios com cortisona por mais de seis meses seguidos, também devem tomar suplementos de cálcio e Viamina D, ter muito cuidado na alimentação e praticar esportes.

Tratamento de Bexiga hiperativa


O tratamento clínico não farmacológico da bexiga hiperativa inclui as
medidas gerais, tratamento comportamental, fisioterapêutico e o
cateterismo intermitente.

Dentre as medidas gerais, é importante orientar a restrição líquida
(1,5 litro/dia), evitar álcool, cafeína e nicotina. Deve-se ainda
estar atento aos medicamentos utilizados pelas pacientes, uma vez que
diversos fármacos têm efeitos colaterais sobre o trato urinário, como
por exemplo, os diuréticos e os alfa bloqueadores.

Com relação ao tratamento comportamental, a modalidade mais útil na
prática clínica é o treinamento vesical, descrito por Jeffcoate e
Francis. O objetivo é fazer com que a paciente readquira o controle
sobre o reflexo da micção, deixando de experimentar episódios de
urgência e de urge-incontinência.

No treinamento vesical, o intervalo inicial entre as micções é fixo,
de acordo com o diário miccional de cada paciente, de tal maneira que
a micção só é permitida nos horários pré-estabelecidos. Este intervalo
inicial é, então, gradualmente aumentado (15 minutos por vez), de tal
forma que a paciente alcance um intervalo confortável de três a quatro
horas entre as micções. As taxas de sucesso são de aproximadamente 80%
no curto prazo.

Em relação ao tratamento fisioterapêutico, utiliza-se principalmente a
eletro-estimulação. Esta modalidade terapêutica foi descrita por Bors
(1952), que estudou os seus efeitos na musculatura do assoalho
pélvico.

O mecanismo de ação não é totalmente conhecido, mas sabe-se que a
eletro-estimulação ativa reflexos inibitórios pelos nervos pudendos
aferentes. Ocorre ativação de fibras simpáticas nos gânglios pélvicos
e no músculo detrusor, bem como inibição central de eferentes motores
para a bexiga e de aferentes pélvicos e pudendos provenientes da
bexiga. ERIKSEN et al (1989) relataram que o efeito da
eletro-estimulação sobre a instabilidade vesical decorre do
restabelecimento de mecanismos inibitórios, com normalização do
equilíbrio entre os neurotransmissores adrenérgicos e colinérgicos.

A contração da musculatura do assoalho pélvico e dos músculos
para-uretrais representa um efeito adicional da eletro-estimulação no
controle da hiperatividade vesical. O fechamento uretral desencadearia
reflexo inibitório sobre o detrusor pelos aferentes pudendos45.

A eletro-estimulação pode ser feita em regime ambulatorial ou
domiciliar. Os eletrodos podem ser externos (vaginais ou anais),
transcutâneos ou implantados diretamente na raiz nervosa sacral (S3)
por meio de cirurgia. A eletro-estimulação sacral tem sido indicada
principalmente em casos de bexiga hiperativa neurogênica.

Os parâmetros elétricos são cruciais na determinação da resposta ao tratamento.

Para a inibição vesical o pulso alternado de 10 Hz é o mais indicado,
por dois motivos principais: a reversão da polaridade dos eletrodos
reduz o risco de cauterização da mucosa vaginal e as freqüências
abaixo de 10 Hz limitariam a intensidade de corrente necessária para
produzir efeito terapêutico.

A corrente elétrica intermitente é preferível por diminuir os riscos
de dano tecidual, uma vez que entre um estímulo e outro há tempo para
eliminação do calor e de substâncias tóxicas acumuladas47. A
intensidade é individual, refletindo diferenças de sensibilidade e
impedância dos tecidos. Deve ser a máxima tolerada e , usualmente,
encontra-se entre 0 e 100 mA.

Alguns efeitos colaterais são descritos, com incidências que variam de
0 a 14%48. Os mais comuns são dor, irritação vaginal e infecção
urinária.

A eletro-estimulação é contra-indicada em casos de incontinência
urinária por defeito esfincteriano, usuárias de marca-passo cardíaco,
durante a gravidez, na presença de distopias acentuadas e em mulheres
com denervação completa do assoalho pélvico.

Os resultados do tratamento são variáveis, com taxas de cura e de
melhora entre 50% e 90%. Os índices de sucesso após um ano ou mais do
término da terapêutica variam de 30% a 80%44. Tais diferenças decorrem
de vários fatores, entre os quais se destacam o tempo de tratamento,
os parâmetros e o tipo de aparelho utilizado, bem como o critério de
seleção das pacientes.

Os exercícios perineais também têm sido indicados para o tratamento da
bexiga hiperativa. Entretanto, sua real eficácia ainda não está
estabelecida, bem como o seu mecanismo de ação.

Estudos têm mostrado que a contração voluntária dos músculos do
assoalho pélvico inibe reflexamente a excitação parassimpática sobre o
detrusor. Tal fato resulta na melhora da urgência miccional e a
paciente ganha tempo para caminhar até o toalete, prevenindo a
urge-incontinência.

De acordo com Shafik and Shafik (2003), a contração do músculo
pubo-retal e do esfíncter externo da uretra impedem a abertura do
esfíncter uretral interno, resultando no relaxamento do detrusor e
supressão da urgência miccional.

A longo prazo os exercícios perineais podem promover mudanças na
morfologia e fisiologia da musculatura e dos nervos do assoalho
pélvico.

Os exercícios perineais podem ser ensinados utilizando-se técnicas de
"bioffedback". Entretanto, revisões sistemáticas da literatura sugerem
que a adoção do "biofeedback" não aumenta a eficácia dos exercícios
perineais isoladamente, estando portanto reservados às pacientes que
não conseguem contrair adequadamente a musculatura perineal.

Evite a Asma e alergias


As doenças alérgicas que afetam cerca de 30% da população. As alergias
respiratórias, são mais comuns nessa época do ano,na transição entre
calor e o frio. outono e inverno. tais como rinite alérgica e asma.
Devem-se conscientizar as alergias a alimentos, a picada de insetos,
ao látex e a medicamentos. Todas as alergias são evitadas com o
fortalecimento do sistema imunológico.A baixa temperatura e a umidade
do ar propiciam o aumento dos alérgenos, partículas como poeira,
ácaros e fungos, que causam reações alérgicas.

Os casos que mais preocupam os especialistas são os de asma. De acordo
com os pneumologistas, a doença acomete 10% da população brasileira,
sendo responsável, anualmente, por 400 mil internações hospitalares, 2
mil óbitos e um número incontável de atendimentos ambulatoriais,
principalmente, em salas de urgência e de faltas ao trabalho e à
escola. A asma é caracterizada por tosse; sensação de aperto no peito;
respiração curta e chiado no peito.

A rinite alérgica também é considerada um fator de risco para a asma.
Segundo os especialistas, a doença compromete até 30% da população.
Cerca de 80% das pessoas asmáticas também sofrem de rinite que, se não
for tratada adequadamente, pode piorar as crises de asma. Os sintomas
da rinite são: entupimento nasal, coriza, espirros e coceira, que
aparecem com frequência no nariz, garganta e olhos.

A doença também é a mais comum na infância, atinge cerca de 40% da
população pediátrica. A rinite também pode levar as complicações como
otites, sinusites, roncos, respiração bucal e alterações na posição
dos dentes; por isso, é muito importante que, quando houver a
necessidade de tratamento dentário, seja investigada e tratada a
rinite alérgica. Dicas saudáveis:
1)Mantenha a casa sempre ventilada e limpa: utilize pano úmido, guarde
roupas e objetos dentro dos armários, tornando a limpeza mais fácil e
rápida.
2)Evite estofados, cortinas, carpetes, bichos de pelúcia e cobertores
de lã. Prefira edredons.
3)Evite animais de pêlos ou penas dentro de casa. Se isto não for
possível, lave o animal uma vez por semana.
4) Não utilize produtos com cheiro forte, como removedores,
lustra-móveis, desinfetantes e inseticidas, assim como perfumes e
spray.
5)Não fume e não permita que fumem dentro de casa.
6) Combata a umidade excessiva e focos de mofo.
7)É importante a prática de esportes e ter uma vida saudável.
8)É fundamental uma dieta variada, com frutas, verduras, legumes e
carnes magras, além de leite e seus derivados.

Com as defesas fortalecidas, o sistema imunológico reage melhor às
chances de desenvolver gripes, infecções ou alergias.S, McGhan e
colaboradores pediatras canadenses reuniram 34 escolas na cidade de
Alberta Canadá e fizeram um programa educativo com 6 a 12 semanas com
crianças com asma com as explicações acima As crianças com a maior
aderencia ao programa passaram um periodo maior sem ataques de asma
mesmo sem tomar a medicação.

Fonte: UOL

Evite a morte súbita no exercício



1- A morte súbita relacionada ao exercício e ao esporte (MSEE) pode ser definida como a morte que ocorre de modo inesperado, instantaneamente ou não. Uma outra definição utilizada seria a da morte que ocorre de 6 a 24 horas após prática de uma atividade físico-desportiva

2- A MSEE, apesar de ser um evento que traz grande repercussão e comoção, especialmente quando ocorre em atletas competitivos, é um evento raro e não existem dados que indiquem que sua frequência esteja aumentando.

3- Abaixo dos 35 anos as cardiopatias congênitas estão mais frequentemente relacionadas à causa de MSEE.

4- A doença arterial coronariana (obstruções das artérias do coração por placas de gordura) é a causa mais frequente de MSEE acima de 35 anos.

5- A avaliação pré-participação (APP) sistemática e periódica é a estratégia mais eficiente para se prevenir a MSEE e, em seu nível mais básico (anamnese e exame físico), deve ser realizada, por médico com experiência na área, em todos os indivíduos que praticam exercício e esportes.

6- Essa avaliação é justificável do ponto de vista ético, médico e legal.

7- A realização de exames complementares depende das características do indivíduo avaliado (idade, nível de envolvimento na prática do exercício).

8- No esporte competitivo é altamente recomendável que o teste ergométrico seja realizado por todos os indivíduos.

9- O profissional médico mais habilitado para realizar uma adequada APP é o especialista em Medicina do Esporte.

10- Instituições que oferecem prática de exercícios e esportes (academias, clubes, escolas) e que organizam eventos esportivos (associações, federações, confederações) devem requerer um atestado médico, estabelecendo para qual tipo de atividade físico-desportiva o candidato está apto.Devem, ainda, estas instituições organizar e treinar seu pessoal para atendimento emergencial básico e quando recomendado (ambientes com mais de 2.500 frequentadores, programas especiais de exercícios para idosos ou para cardiopatas), ter um desfibrilador à disposição e um plano de contingência médica para o pronto transporte da vítima para um complexo hospitalar, quando necessário.

Fonte: Portal do Coração

Asma x Movimentação urbana



Pesquisadores da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, concluíram que bebês e crianças que moram perto de grandes avenidas, cruzamentos movimentados ou rodovias têm até 70% mais chances de desenvolver asma durante a vida, seja em que idade for. 

O estudo usou dados de 3.970 pessoas que nasceram entre 1976 e 1979. O objetivo do trabalho realizado foi entender o impacto do meio ambiente na saúde da população, principalmente pela poluição e pelo stress que são submetidos e alertar pediatras sobre a melhor forma de orientar as famílias a diminuir problemas respiratórios nas crianças. 

Mas é fato que a poluição e até mesmo o stress que essas pessoas são submetidas ajudam e muito a esse desenvolvimento da asma.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Alongamentos na frente do computador



Postura correta para trabalhar na frente do computador:

a) Mantenha os olhos no mesmo nível da parte superior da tela do monitor;

b) Mantenha o monitor a uma distância de aproximadamente 50 cm dos seus olhos; 

c) Mantenha as costas apoiadas no encosto da cadeira; 

d) Os cotovelos, próximos ao corpo, devem fazer um ângulo de 90º; os punhos devem permanecer retos e apoiados sobre a mesa de trabalho; 

e) Caso a mesa de trabalho não permita o apoio dos punhos, utilizar cadeira com braços reguláveis, posicionados na mesma altura da mesa de trabalho; 

f) Mantenha os pés apoiados no chão ou em apoio próprio, um ao lado do outro; 

g) O monitor deve ficar perpendicular às janelas, evitando reflexos na tela ou ofuscamento; 

h) Não trabalhe com rotação ou torção do tronco, ficando de frente para o monitor; 

i) Faça pausas de 10 minutos a cada 50 minutos de digitação contínua. 

Fonte: Ache

Já acessou o blog Faça Fisioterapia hoje?

Cirurgias para joanetes


Existem mais de cem tipos diferentes de cirurgia, mais seis são mais comumente utilizadas. No entanto, só é recomendada pelos médicos em casos de deformidades muito acentuadas e o joanete causa dor forte.

 
O procedimento cirúrgico mais simples consiste em cortar a protuberância e soltar os tendões e ligamentos que tracionam o dedo.

 
Depois de cortar o osso e descolar os tendões, o dedo é colocado na posição correta, encaixado na articulação. O feixe de tendões e ligamentos é preso de forma a não deixar o dedo se deformar novamente.

 
O osso é encaixado na articulação para que a deformidade não se repita, o tecido que fica sob a pele, depois de cortado o osso, também é puxado e firmemente costurado para manter o dedo na posição articular correta.

Você já operou o Joanete? Escreva sua experiência!!!


Lesão de tendões fibulares


Segue a apresentação de um caso clínico, com imagens de cirurgia em lesões de ligamentos fibulares

Evite dores na coluna corriqueiras


Atitudes e hábitos do dia a dia, dos quais nem nos damos conta, podem ser os gatilhos de vários tipos de dores. Há os mais comuns, como os equipamentos usados no trabalho, principalmente para quem usa computador o dia inteiro e não tem uma cadeira com apoio para os braços e um monitor que fique bem na altura dos olhos. Outros hábitos, porém, são vilões inusitados da dor: prender o cabelo num rabo de cavalo forte demais, usar carteira no bolso de trás da calça, estar sempre de chinelos. O site da WebMD consultou o especialista David Westerdahl, da Clínica Cleveland, na Flórida, e ele fez uma lista dos principais hábitos que podem interferir no seu bem-estar.

Foto: divulgação/WebMD


Chinelos e sandálias muito baixas, sem salto algum, não proporcionam um bom suporte para o corpo e levam a dores nos pés, nos tornozelos e nos joelhos. Prefira sapatos com um solado com suporte maior. Para longas caminhadas, use tênis.

Foto: divulgação/WebMD


A carteira guardada no bolso de trás da calça pode causar dores na perna e ainda forçar o nervo ciático. Se for por apenas um dia, não há problema, mas a repetição pode causar danos mais graves. Tire a carteira do bolso antes de se sentar, principalmente no carro.

Foto: divulgação/WebMD


Muitas pessoas dirigem em posição inclinada, forçando o pescoço para a frente. No fim do dia, essa região estará dolorida. Ajuste a posição do banco do carro e procure dirigir sempre com o pescoço apoiado.

Foto: divulgação/WebMD


Se você passa horas na frente do computador, preste atenção à sua mesa de trabalho. O monitor deve estar na altura dos olhos. A altura da cadeira deve permitir apoiar os pés no chão. Use um suporte, se necessário, para apoiar a região da lombar.

Foto: divulgação/WebMD


Deitar para assistir à TV com a cabeça apoiada no braço do sofá tem tudo para acabar em torcicolo. Mantenha uma boa postura mesmo que esteja relaxando. Assista à TV sentado e procure colocar o aparelho na altura dos olhos.

Foto: divulgação/WebMD

Típica cena familiar que pode deixar o pai ou a mãe debilitados no dia seguinte, com fortes dores no pescoço. Em vez de levantar a criança de uma só vez, sente-se num banco até que ela chegue ao seu cangote.

Foto: divulgação/WebMD

Queijos amarelos podem causar dores de cabeça, porque contêm uma substância chamada tiramina. Tente descobrir se um desses queijos causa dor de cabeça em você e, se for o caso, corte-o da dieta.

Foto: divulgação/WebMD

Alguns penteados podem causar dor de cabeça. Prender um rabo de cavalo com muita força, usar arco que aperte alguns pontos são prejudiciais para o seu bem-estar. Solte os cabelos.

Fonte: Extra

Epicondilite


CAUSAS E FREQUÊNCIA

O epicôndilo é urna proeminência da extremidade inferior do úmero que
se encontra muito perto da articulação do cotovelo. Os músculos que se
unem ao epicôndilo são os que provocam a extensão do punho e a
supinação do antebraço, ou seja, o movimento giratório que permite
mover a mão para a frente ou para cima.
Dado que a epicondilite é provocada pelas contracções forçadas e
repetitivas destes músculos, a doença é especialmente frequente nas
pessoas que habitualmente realizam movimentos de supinação do
antebraço e de extensão do punho, como é o caso dos tenistas, já que o
bater da bola implica uma supinação do antebraço e uma extensão do
punho. Todavia, a epicondilite também é muito comum entre as donas de
casa e em várias outras profissões.
Como a maioria da população é destra, a epicondilite é muito mais
frequente no cotovelo direito do que no esquerdo.

MANIFESTAÇÕES E EVOLUÇÃO

O sintoma mais característico da epicondilite é uma dor na zona
externa do cotovelo, ou seja, a zona que fica mais afastada do tronco
quando a palma da mão está virada para a frente. Embora esta dor se
manifeste essencialmente nessa zona, já que é aí que se encontra o
epicôndilo, em alguns casos, pode alastrar para o antebraço, para o
punho e para os dedos. Inicialmente, a dor pode ser ligeira, mas
costuma aumentar de intensidade quando se roda, flexiona ou estende o
punho ou se segura um determinado objeto. Contudo, com o decorrer do
tempo, a dor fica tão intensa que chega a impedir a total realização
deste tipo de movimentos e tarefas.

TRATAMENTO

A medida mais importante para o tratamento da epicondilite é a
interrupção dos movimentos que desencadeiam e pioram a evolução da
doença até ao desaparecimento dos sinais e sintomas, o que pode levar
alguns meses. Para além disso, em muitos casos, costuma-se proceder à
imobilização da zona através da aplicação de uma ligadura ou gesso
durante as duas ou três primeiras semanas.
Ao mesmo tempo, costuma-se proceder à administração de analgésicos e
anti-inflamatórios, independentemente de ser por via oral ou através
de injecções locais, e à aplicação de calor na zona, por exemplo,
através de uma almofada eléctrica, para aliviar os sinais e sintomas.
Por fim, nos casos de maior gravidade e naqueles em que o tratamento
médico não é eficaz, costuma-se proceder à realização de uma
intervenção cirúrgica que restabeleça o normal funcionamento do tecido
afetado.

Fique livre das crises de asma


Reduzir em 50% o número de internações por asma em todo o mundo nos próximos 5 anos. Essa é a meta que a Organização Mundial de Saúde (OMS) lança amanhã, Dia Mundial da Asma. Cerca de 5% dos brasileiros sofrem do problema, segundo o IBGE. Chiado, dor no peito, falta de ar, tosse e dificuldade para respirar são os sintomas. Não são só os adultos que sofrem com o transtorno. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, de cada dez crianças, duas têm o problema.

Bernardo Kiertsman, membro do Departamento de Pneumologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, ressalta que as crises asmáticas são mais frequentes no outono e no inverno, quando os brônquios, que fazem parte do tecido pulmonar, estão mais suscetíveis a inflamações por vírus."As crianças sofrem mais com nariz entupido, sintomas de gripe e resfriado e chiado no peito. O médico deve avaliar os sintomas e o histórico familiar para fazer o diagnóstico e começar o tratamento", explica o chefe do Serviço de Alergia do Instituto de Pediatria da UFRJ, Evandro Prado.

"Sabe-se que entre 50% e 60% das crianças não vão apresentar sintomas de asma quando adultas. Mas é importante ressaltar que a doença não tem cura e deve ser controlada", afirma Kiertsman.

LIMPEZA E MEDICAMENTOS

Prado lembra que o controle deve começar pelo cuidado com o ambiente onde a criança vive: a casa deve ser ventilada e limpa. "A segunda etapa do tratamento é o uso de broncodilatadores. O mais usado hoje é o aerossol, conhecido como bombinha. Para crianças com menos de 8 anos, o ideal é usar o medicamento com um aparelho espaçador (tubo que conecta o aerossol à máscara), uma vez que a criança ainda não tem coordenação para inalar o remédio de maneira satisfatória", explica o alergista.

Ele ressalta que, quando a manifestação da doença é mais grave, também são utilizados anti-inflamatórios. É o caso de Bruno Mantovani, 7 anos. Desde os 2 anos, faz tratamento com broncodilatadores, anti-alérgicos e anti-inflamatórios.

"A qualidade de vida do Bruno melhorou muito. Há algum tempo ele não sofre crise. Ele pratica exercícios físicos, joga futebol, faz natação. Mas gosta mesmo é de videogame", conta a mãe, Bárbara.

EVITE

VENTILADOR
Evite o uso de ventiladores, que espalham a poeira. Prefira ar-condicionado, mas não deixe que a temperatura fique muito baixa.

CHEIRO FORTE
Mantenha os pequenos longe de cheiros fortes, como os de desinfetantes e de detergentes.

VASSOURA
Para limpar a casa, use panos úmidos. Vassoura, espanador e aspirador de pó espalham os ácaros.

JANELA FECHADA
Mantenha as janelas e portas abertas. O ambiente deve ser ventilado.

CIGARRO
Não fume e mantenha seu filho longe da fumaça do cigarro. Além de asma, o tabagismo é responsável por inúmeras doenças.

ROUPA DE CAMA USADA
Troque a roupa de cama da criança ao menos duas vezes por semana. Forre colchão e travesseiros com material impermeável antiácaro, que pode ser comprado em lojas especializadas.

Função do sistema nervoso





O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas, bem como as condições reinantes dentro do próprio corpo e elaborar respostas que adaptem a essas condições.

A unidade básica do sistema nervoso é a célula nervosa, denominada neurônio, que é uma célula extremamente estimulável; é capaz de perceber as mínimas variações que ocorrem em torno de si, reagindo com uma alteração elétrica que percorre sua membrana. Essa alteração elétrica é o impulso nervoso.

As células nervosas estabelecem conexões entre si de tal maneira que um neurônio pode transmitir a outros os estímulos recebidos do ambiente, gerando uma reação em cadeia.