Atividade física atenua o Parkinson


Os principais sintomas do Parkinson -problemas de mobilidade e
declínio cognitivo- podem ser atenuados com exercícios físicos.

Ao menos dez estudos nacionais e estrangeiros já comprovaram a
eficácia dos exercícios na melhora da qualidade de vida desses
pacientes.

O mais recente foi realizado na Unesp (Universidade Estadual Paulista)
de Rio Claro e será apresentado em junho no 14º Congresso
Internacional de Parkinson e Desordens do Movimento, em Buenos Aires.

Para o trabalho, foram avaliados 34 pacientes durante 18 meses. A
professora de educação física Lilian Gobbi, coordenadora do
Laboratório de Estudos da Postura e da Locomoção da universidade,
orientou exercícios aeróbicos, de força muscular, coordenação motora,
flexibilidade e equilíbrio corporal distribuídos em três sessões
semanais de uma hora.

"Existem treinamentos específicos, como andar na esteira, mas isso é
muito monótono. Por isso, desenvolvemos um programa mais generalista e
com atividades diferenciadas, para estimular a área do cérebro
comprometida", diz Gobbi.

Quando os sintomas da doença aparecem, já morreram 80% dos neurônios
responsáveis por produzir dopamina, um neurotransmissor com papel
fundamental no sistema motor (o mais comprometido pela doença). Uma
das hipóteses é que os exercícios estimulariam os 20% restantes,
aumentando sua produção de dopamina e auxiliando na recuperação de
alguns movimentos.

A melhora é observada em pacientes no estágio de leve a moderado do
Parkinson. "Estágios mais avançados levam a dificuldades motoras muito
grandes e ao comprometimento do controle da postura. Nesse caso, a
intervenção deve ser feita com fisioterapia, visando a reabilitação",
explica Gobbi.

Para a professora, todo doente de Parkinson deve procurar orientação
para se exercitar com o que gosta assim que recebe o diagnóstico.

Fonte: Folha on Line

Jovens têm o dobro de chances de sofrerem acidentes de trabalho



As pessoas mais jovens têm o dobro de chances de sofrerem acidentes de trabalho do que os mais velhos, segundo levantamento dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos. A análise de dados nacionais colhidos no período entre 1998 e 2007 mostrou também que os trabalhadores com idades entre 15 e 24 anos são os que mais sofrem acidentes de trabalho que necessitam de atendimento de emergência.

De acordo com os pesquisadores, as taxas de lesão são maiores entre os mais jovens, possivelmente, por causa da maior inexperiência dessas pessoas, devido a supervisão inadequada ou falta de treinamento. Além disso, eles ressaltam a necessidade de locais e condições de trabalho mais seguros, principalmente na indústria, construção e agricultura - áreas com maior ocorrência de fatalidades entre os jovens trabalhadores.

Em artigo publicado no Morbidity and Mortality Weekly Report, a pesquisadora Dawn Castillo destacou que os jovens trabalhadores "podem ter menor probabilidade de reconhecer riscos, serem menos propensos a falar sobre segurança e menos conscientes de seus direitos legais como funcionários". "Essa situação pode ser agravada para alguns grupos de trabalhadores, como hispânicos e aqueles em seu primeiro emprego", concluiu a especialista.

Fonte: Uol Saúde

Apresentação de DPOC


Cuidado com dor no calcanhar



Já sentiu uma dorzinha no calcanhar? Cuidado, ela pode transformar seus dias de corrida em dias de tratamento. Conhecida como a síndrome de Haglund (dor posterior no calcâneo), é uma lesão decorrente de uma ação mecânica da eminência posterior do calcâneo contra a bursa retrocalcânea (bolsas que servem de proteção entre o tendão de Aquiles e o calcâneo), algumas vezes podendo ser também decorrente da ação entre o posterior do calcâneo e o tênis.

O diagnóstico deve ser dado pelo profissional médico por meio do exame físico, histórico do atleta, raio x e ressonância magnética. Não há uma causa exata do aparecimento da patologia, mas acredita-se em algumas hipóteses:

Calçado inadequado (causando uma distribuição de peso incorreta do atleta)

Biomecânica da corrida

Overtrainning (Excesso de treino)

Alterações biomecânicas do pé (parte óssea)

Encurtamento da musculatura da panturrilha

Tratamento - O tratamento visa a diminuição do processo inflamatório e ajuste da biomecânica da corrida com o calçado do atleta, que pode ser feito com palmilhas, sendo estas feitas sob medida ao atleta, e não comprada em farmácias e supermercados.

O uso de calcanheiras de silicone muitas vezes é indicado para diminuir a pressão do calcâneo, mas quando usada por longos períodos, pode haver um encurtamento da musculatura da panturrilha. Isso causa uma biomecânica errada na corrida, podendo levar a outros problemas mais sérios.

Outro tratamento muito utilizado são os medicamentosos (indicado por médicos apenas), que podem ser desde antiinflamatórios, até infiltrações de corticóides na região, aliviando assim a dor. Estes tratamentos sempre são efetivos quando feitos em conjunto com a fisioterapia.

Em casos mais crônicos, a cirurgia é indicada (sempre que os tratamentos conservadores acima descritos não surtirem efeitos). Nesses casos, é feita a remoção da porção póstero-superior do calcâneo, juntamente ao reparo do Aquiles. Deste, faz-se a extração da parte doente do tecido (tenoplastia) e reforço com o uso da transferência tendinosa do fibular curto. Hoje com as técnicas e materiais modernos de fixação dos tendões no calcâneo, como os parafusos de interferência em titânio, consegue-se agressões cirúrgicas menores, com um menor tempo para a realização do procedimento, o que se reverte em resultados finais cada vez melhores.

Após a cirurgia, faz se a reabilitação, que dura em torno de três a cinco meses, e o fisioterapeuta ajudará o atleta em seu retorno gradual ao esporte. 

Fonte: Webrun


Principais distúrbios neurológicos


Ataques Epiléticos

Epilepsia não é um doença e sim um sintoma que pode ocorrer em
diferentes formas clínicas. As epilepsias aparecem, na maioria dos
casos, antes dos 18 anos de idade e podem ter causas diversas, tais
como anomalias congênitas, doenças degenerativas do sistema nervoso,
infecções, lesões decorrentes de traumatismo craniano, tumores
cerebrais, etc.

Cefaléias

São dores de cabeça que podem se propagar pela face, atingindo os
dentes e o pescoço. Sua origem está associada a fatores diversos como
tensão emocional, distúrbios visuais ehormonais, hipertensão arterial,
infecções, sinusites, etc.

A enxaqueca é um tipo de cefaléia que ataca periodicamente a pessoa e
se caracteriza por uma dor latejante, que geralmente afeta metade da
cabeça. As enxaquecas são freqüentemente acompanhadas de fotofobia
(aversão a luz), distúrbios visuais, náuseas, vômitos, dificuldades em
se concentrar, etc. As crises de enxaqueca podem ser desencadeadas por
diversos fatores, tais como tensão emocional, tensão pré-menstrual,
fadiga, atividade física excessiva, jejum, etc.

Doenças degenerativas do sistema nervoso

Diversos fatores podem causar morte celular e degeneração, em maior ou
menor escala, do sistema nervoso. Esses fatores podem ser mutações
genéticas, infecções virais, drogas psicotrópicas, intoxicação por
metais, poluição, etc. As doenças nervosas degenerativas mais
conhecidas são a esclerose múltipla, a doença de Parkinson, a doença
de Huntington e a doença de Alzheimer.

Esclerose Múltipla

Se manifesta por volta dos 25 a 30 anos de idade, sendo mais freqüente
nas mulheres. Os primeiros sintomas são alterações da sensibilidade e
fraqueza muscular. Podem ocorrer perda da capacidade de andar,
distúrbios emocionais, incontinência urinária, quedas de pressão,
sudorese intensa, etc. Quando o nervo óptico é atingido, pode ocorrer
diplopia (visão dupla).

Doença de Parkinson

Manifesta-se geralmente a partir dos 60 anos de idade e é causada por
alterações nos neurônios que constituem a "substância negra" e o corpo
estriado, dois importantes centros motores do cérebro. A pessoa
afetada passa a apresentar movimentos lentos, rigidez corporal, tremor
incontrolável, além de acentuada redução na quantidade de dopamina,
substância neurotransmissora fabricada pelos neurônios do corpo
estriado.

Doença de Huntington

Começa a se manifestar por volta dos 40 anos de idade. A pessoa perde
progressivamente a coordenação dos movimentos voluntários, a
capacidade intelectual e a memória. Causado pela morte dos neurônios
do corpo estriado. Pode ser hereditária, causada por uma mutação
genética.

Doença de Alzheimer

O nome da doença surgiu por causa do neurologista alemão Alois
Alzheimer. Esta doença é uma demência que se manifesta por volta dos
cinqüenta anos e se caracteriza por uma deterioração intelectual
profunda, desorientando a pessoa, que perde progressivamente a
memória, as capacidades de aprender e de falar.

Essa doença é considerada a primeira causa de demência senil. A
expectativa média de vida de quem sofre desta moléstia é entre cinco e
dez anos, embora atualmente muitos pacientes sobrevivam por 15 anos ou
mais.

PS.: Demência senil - forma clínica de deterioração intelectual do
idoso. Cerca de 10% de todas as pessoas maiores de 65 anos sofrem uma
degeneração intelectual significativa.

Através do Alzheiner, ocorre alterações em diversos grupos de
neurônios do córtex-cerebral, é uma doença hereditária, tendo origem
por mutação gênica. É uma demência degenerativa primária ainda pouco
conhecida: pré-disposição hereditária, fatores congênitos,
perturbações metabólicas diversas, intoxicações, infecções por vírus,
etc. Uma anomalia enzimática parece ser uma provável causa que
transformaria, por fosforilação excessiva e inadequada, uma proteína
normal do cérebro (TAU) em proteína anormal (A68) encontrada nos
neurofilamentos encefálicos. Mas todas essas causas ainda são
consideradas hipóteses.

Não existe uma prevenção possível para esta doença. Só um tratamento
médico-psicológico intensivo do paciente, que visa mantê-lo o maior
tempo possível em seu tempo normal de vida. Com a ajuda da família e a
organização de uma assistência médico-social diversificada é possível
retardar a evolução da doença.

Em 1993, a Food and Drug Administration autorizou a comercialização
nos Estados Unidos, do primeiro remédio contra a doença - THA
(tetrahidro-amino-acrime) ou tacrine.

Doenças infecciosas do sistema nervoso

Vírus, bactérias, protozoários e vermes podem parasitar o sistema
nervoso, causando doenças de gravidade que depende do tipo de agente
infeccioso, de seu estado físico e da idade da pessoa afetada.

Diversos tipos de vírus podem atingir as meninges (membranas que
envolvem o sistema nervoso central), causando as meningites virais. Se
o encéfalo for afetado, fala-se de encefalites. Se a medula espinal
for afetada, fala-se de poliomielite. Infecções bacterianas também
podem causar meningites.

O protozoário Plasmodium falciparum causa a malária cerebral, que se
desenvolve em cerca de 2 a 10% dos pacientes. Destes, cerca de 25%
morrem em conseqüência da infecção. O verme platelminto Taenia solium
(a solitária do porco) pode, em certos casos, atingir o cérebro,
causando cisticercose cerebral. A pessoa adquire a doença através da
ingestão de alimentos contaminados com ovos de tênia. Os sintomas são
semelhantes aos das epilepsias.

Esclerose Múltipla desenhada


Dicas para a caminhada na gravidez


Tonificar os músculos, melhorar a circulação evitando o inchaço, ficar em forma e ter mais disposição – sem gastar um centavo. 

Você precisa de algum outro motivo para aderir ao nosso programa de caminhada? 

A caminhada deve ser cuidadosa. A gestante tem um hormônio chamado relaxina, que realmente relaxa suas articulações e repara o corpo para receber o bebê. É preciso prestar atenção para não torcer o pé.
 
Lembre-se também de que o fato de estar carregando um bebê na barriga faz com que seu coração seja mais exigido. Devido às alterações do sistema cardiovascular, a grávida deve manter cerca de 60% da freqüência cardíaca máxima, o que seria em torno de 140 batimentos por minuto. No mais, a atividade deve ser prazerosa.

Dicas para andar bem

• Escolha a manhã ou o fim da tarde para caminhar – evite o sol forte.
• Proteja-se corretamente do calor e do sol. 
• Passe filtro solar e use uma viseira ou boné e óculos escuros. 
• Escolha tênis próprios para caminhadas, que proporcionem bastante firmeza e conforto. Dê preferência aos quais esteja acostumada. 
• Use roupas leves e claras para fazer a caminhada. 
• Leve uma garrafinha de água para matar a sede.

Órgãos que participam do Sistema Respiratório


Fossas nasais

São duas cavidades paralelas que começam nas narinas e terminam na faringe. Elas são separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa denominada septo nasal. Em seu interior há dobras chamada cornetos nasais, que forçam o ar a turbilhonar. Possuem um revestimento dotado de células produtoras de muco e células ciliadas, também presentes nas porções inferiores das vias aéreas, como traquéia, brônquios e porção inicial dos bronquíolos. No teto das fossas nasais existem células sensoriais, responsáveis pelo sentido do olfato. Têm as funções de filtrar, umedecer e aquecer o ar.

Faringe                     

é um canal comum aos sistemas digestório e respiratório e comunica-se com a boca e com as fossas nasais. O ar inspirado pelas narinas ou pela boca passa necessariamente pela faringe, antes de atingir a laringe.

 laringe 
 

Pulmões

 Os pulmões humanos são órgãos esponjosos, com aproximadamente 25 cm de comprimento, sendo envolvidos por uma membrana serosa denominadapleura. Nos pulmões os brônquios ramificam-se profusamente, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos. O conjunto altamente ramificado de bronquíolos é a árvore brônquica ou árvore respiratória. 

pulmao

Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sangüíneos, denominadas alvéolos pulmonares.

Diafragma      

diafragma

 A base de cada pulmão apóia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o tórax do abdomen, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os músculos intercostais, os movimentos respiratórios.  Localizado logo acima do estômago, o nervo frênico controla os movimentos do diafragma

Fotos de pessoas com paralisia facial



Essas fotos foram recolhidas na WEB e mostram diferentes tipos de paralisia facial. 

Imagens de Fraturas expostas


Segue nesta apresentação algumas imagens sobre fratura expostas, seja em cirurgia ou não!

Alongamentos para se fazer na empresa



Muitos desprezam o aquecimento e já entram direto na prática de exercícios físicos e atividades físicas. Nestes casos o que se despreza são as funções do aquecimento que são:

* Melhora da irrigação sangüínea para os músculos.
* Aumento da atividade enzimática para iniciar as reações metabólicas anaeróbicas e aeróbicas.
* Diminuição da viscosidade do líquido presente nas articulações.
* Adaptação do sistema cardiovascular para o esforço..
* Alongamento muscular prévio e preparação articular.


Evite o joanete


O joanete é a denominação popular de uma elevação (protuberância) que se forma no osso metatarsiano do primeiro dedo do pé. O conjunto formado pela protuberância, pela deformidade na lateral do dedão, pelo desvio rotacional (dedão roda e fica muito encostado ao segundo dedo) e pelo desvio angular em direção ao segundo dedo é conhecido como hallus valgus.

Use um protetor de joanetes para aliviar a dor causada pelo joanete

Os calos mais comuns resultam da fricção da pele com o calçado e da deformidade dos dedos, que causam hipertensão entre os dedos ou entre eles e o calçado. As calosidades também aparecem na planta do pé quando há um aumento de pressão nos dedos por insuficiência muscular, quase sempre provocado por uso de calçado inadequado (apertados demais).

Na maioria das vezes, quem tem joanete já nasce com esta predisposição genética, embora o problema possa aparecer ou se agravar com o uso de sapatos inadequados.

As mulheres, mais que os homens, pagam caro pela elegância e beleza. A incidência de joanete é 20 vezes maior nas mulheres por causa dos sapatos apertados, de salto e bico fino.

Postado por Dani Souto Email: danisouto@gmail.com



Biofeedback na incontinência urinária


A técnica de biofeedback para tratar incontinência urinária foi iniciada por Arnold Kegel nos anos 40. Exercícios de contração de músculo executados sem monitoração de EMG podem conduzir a contrações de outros músculos, como os abdominais, nádegas e coxas, conduzindo assim ao cansaço e pressão severa na bexiga. Vários investigadores informaram que a monitoração da musculatura do chão pélvico por eletrodos de superfície capturou atividade de músculo altamente correlacionada com aquela obtida com eletrodo de agulha inserido diretamente nos músculos pélvicos. Tratamento de EMG de superfície têm demonstrado ser altamente eficazes 3,7,12,19. O treinamento domiciliar com biofeedback demonstrou promover melhoras significativas na redução de sintomas e eliminação de incontinência urinária quando comparado com exercícios de Kegel, feitos isoladamente ou junto com um equipamento resistivo3.


Figure 2: Longitudinal electrodes (A or V) of inserted sensors are much closer to the PC muscle than perianal surface electrodes (B)

Aprender por tentativa e erro, faz com que o biofeedback de EMG permita ao paciente isolar só o músculo pélvico.

Usando-se um instrumento de dois canais como o MyoDac 2TM, sistema computadorizado, ou duas unidades de MyoTracTM, podem se colocar eletrodos a meio caminho entre o músculo abdominal, o umbigo e o púbis para ajudar o paciente a evitar a contração destes durante o exercício do músculo pélvico.

Há vários métodos de treinamento da musculatura do chão pélvico (figura 3). Contrações máximas são feitas durante 5-10 segundos de cada vez com períodos de 10 segundos de repouso entre elas. Estes exercícios são repetidos várias vezes, até que a contração comece a mostrar fadiga ou quando o paciente começa a compensar com musculatura adicional.

O treinamento de resistência é efetuado com contrações um pouco abaixo do valor máximo mantidas por períodos crescentemente mais longos, por exemplo, uma contração de 50% do valor máximo mantida durante 30 segundos ou mais. A velocidade de recrutamento é praticada com várias contrações repetitivas em um intervalo de tempo menor, por exemplo, 10 contrações sucessivas em um período de dez segundos. Uma contração progressiva também pode ser feita, e pode ser pedido ao paciente para contrair e relaxar gradualmente os músculos. O tempo de biofeedback total é de aproximadamente 15 minutos, o tempo gasto em cada tipo de treinamento depende do problema do paciente e de sua resposta.

Uma revisão dos dados de registro, combinada com uma sessão de biofeedback com um profissional de saúde, normalmente é sugerida a cada 7-10 dias. Ao paciente é pedido que trabalhe diariamente em casa o tempo equivalente a duas ou três sessões de biofeedback de EMG e 5-10 exercícios de contração muscular não monitoradas adicionais. Estes deveriam consistir em 3 grupos de exercícios de contração e relaxamento por sessão para começar o processo de generalização. Durante as semanas subseqüentes, estes exercícios deveriam ser praticados com um número crescente de repetições e esforço.

Várias escolhas de instrumentos para monitoração estão disponíveis e oferecem uma variedade de características:

  • MyoTracTM: Proporciona ajustes de limites de contração superior e inferior e gráficos de barras (LEDs)
    • excelente para treinamento domiciliar. Possui saída de leitura digital.
  • MyoTracTM: Idêntico a MyoTracTM, mas inclui uma característica de marcação para níveis absolutos, memória de atividade, e uma produção de leitura digital ou conexão para sistema de aquisição de dados computadorizado.
  • EMG lOlT/2OlTTM: Possui medidor analógico ou medidor de níveis absolutos digitais, e pode ser conectado ao sistema de aquisição de dados ProCompTM.
  • MyoDac2TM: EMG de dois canais para computador que monitora, biofeedback e aquisição de dados.
  • FlexComp/DSPTM: Sistema computadorizado de múltiplos canais.

Embora quaisquer dos instrumentos possam fornecer a retroalimentação adequada, para propósitos de treinamento - especialmente em casa - nós recomendamos o MyoTracTM da Thought Technology ou MyoTracTM que incorporam ambos, tom, limite e biofeedback de gráfico de barras com LEDs. Para trabalhos clínicos, o sistema computadorizado MyoDac 2TM é mais adequado. Todos os instrumentos usam o sensor de MyoScanTM que pode ser conectado a um sensor de EMG PerryMeterTM, vaginal para mulheres, ou um sensor de PerryMeterTM anal, para homens. Eletrodos de EMG de superfície também podem ser usados. Pequenos eletrodos descartáveis, pré preparados com gel, ou eletrodos pediátricos de ECG (Eletrocardiograma) podem ser colocados na região peri-anal, com o eletrodo de terra colocado próximo à região. O equipamento de biofeedback de EMG MyoTracTM auxilia o treinamento da musculatura pélvica do paciente reforçando a atividade apropriada do músculo pélvico. Para acelerar a aprendizagem, as colocações de limite são aumentadas elevando o nível de atividade muscular exigida. Os LEDs vermelhos (limite superior) e o reforço de tom proporcional incentivam o paciente quanto à consistência e qualidade do esforço.

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Musculatura do assoalho pélvico


O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de sustentar e suspender os órgãos pélvicos e abdominais, mantendo as continências urinária e fecal. Os músculos do assoalho pélvico também participam da função sexual e distendem-se em sua porção máxima na passagem do produto conceptual (OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    Atualmente, entende-se como assoalho pélvico todo o conjunto de estruturas que dá suporte às vísceras abdominais e pélvicas. (SAMPAIO, FAVORITO & RODRIGUES, 1999). O assoalho pélvico consiste dos músculos coccígeos e elevadores do ânus, que conjuntamente são chamados de diafragma pélvico, que é atravessado à frente pela vagina e uretra e ao centro pelo canal anal (FREITAS, MENKE & RIVOIRE, 2002).

    Os músculos levantador do ânus se divide em pubococcígeo, ileococcígeo e puborretal, os músculos bulbocavernoso, transverso superficial do períneo e o isquiocavernoso compõem o diafragma urogenital, e também a fascia endopélvica que é composta pelos ligamentos pubo-vesical, redondo do útero, uterossacro e ligamento cervical transverso e são importantes para manter a estruturas pélvicas em suas posições normais (ZANATTA & FRARE, 2003; MOORE, 1998; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    A musculatura estriada do assoalho pélvico, juntamente com a fáscia endopélvica, exerce papel fundamental no suporte dos órgãos pélvicos e na manutenção da continência urinária (RIBEIRO & ROSSI, 2000).

    Os músculos do assoalho pélvico são constituídos de 70% de fibras do tipo I (fibras de contração lenta) e 30% de fibras do tipo II (fibras de contração rápida). Assim as fibras do tipo I são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico, mantendo o tônus constante e também na manutenção da continência no repouso. E as do tipo II são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral (CAMARRÃO et al., 2003; ZANATTA & FRARE, 2003; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    A bexiga urinária está localizada posteriormente à sínfise púbica e anteriormente ao reto, e nas mulheres está em contato com o útero e a vagina. A bexiga é um órgão pélvico muscular côncavo que possui quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa (adventícia). A mucosa é composta de epitélio, que diminui em espessura quando a bexiga enche-se e as células são distendidas. A camada submucosa serve para dar suporte à mucosa. A parte muscular é constituída por um músculo liso denominado detrusor, e a camada serosa (externa) é constituída de gordura e tecido conjuntivo, e aparece apenas na face superior da bexiga. (GRAAF, 1992).

    A uretra feminina apresenta em média quatro centímetros de comprimento e também é composta por fibras musculares lisas (esfíncter interno) e estriadas (esfíncter externo). As fibras lisas têm pouca variedade de contração espasmódica, possibilitando que se mantenha uma pressão de fechamento e, assim, a continência urinária por período prolongado sem fadiga, e as fibras estriadas está sob o controle voluntário do sistema nervoso e pode ser usado para impedir conscientemente a micção, mesmo quando controles involuntários estão tentando esvaziar a bexiga (GUYTON & HALL, 2002; ZANATTA & FRARE, 2003; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    A submucosa constituída de tecido conjuntivo frouxo misturado com feixes de fibras musculares lisas é um elaborado plexo vascular, cria um efeito vital para o mecanismo de continência (OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    Sob o ponto de vista funcional, a integridade da camada de músculo liso circundante mantém esse mecanismo, direcionando as pressões submucosas de expansão para dentro, em direção à mucosa. A integridade do músculo liso e do tecido esponjoso vascular da uretra fornece uma importante contribuição para o mecanismo de fechamento, possuindo, portanto, grande importância para a continência urinária passiva normal. As fibras de músculo estriado, extrínsecas à uretra no nível do diafragma urogenital, fornecem atividade esfincteriana reflexa e voluntária, contribuindo principalmente para a continência ativa (WEI, RAZ & YOUNG, 1999).

    Quando os músculos são mais requisitados do que o normal, eles são forçados a um trabalho extra para superar uma resistência ou carga. Este trabalho conduz a um aumento de força, pois o músculo se contrai e a síntese de proteínas musculares é estimulada. Após um período de descanso e recuperação, novas proteínas são construídas tornando as fibras musculares maiores em diâmetro e força (BRINCK & NERY, 2006).

Fonte: EF Esportes

Circulação pulmonar




A artéria pulmonar parte do ventrículo direito e se bifurca logo em artéria pulmonar direita e artéria pulmonar esquerda, que vão aos respectivos pulmões. Uma vez dentro dos pulmões, ambas se dividem em tantos ramos quantos são os lobos pulmonares; depois uma posterior subdivisão ao nível dos lóbulos pulmonares, estes se resolvem na rede pulmonar.

As paredes dos capilares são delgadíssimas e os gases respiratórios podem atravessá-las facilmente: o oxigênio do ar pode assim passar dos ácinos pulmonares para o sangue; ao contrário, o anidrido carbônico abandona o sangue e entra nos ácinos pulmonares, para ser depois lançado para fora. Aos capilares fazem seguimento as vênulas que se reúnem entre si até formarem as veias pulmonares. Estas seguem o percurso das artérias e se lançam na aurícula esquerda. A artéria pulmonar contém sangue escuro, sobrecarregado de anidrido carbônico (sangue venoso). As veias pulmonares contêm, contrariamente, sangue que abandonou o anidrido carbônico e se carregou de oxigênio, tomando a cor vermelha (sangue arterial).

 

O que é um neurônio?




Neurônio é uma célula especializada. Ele é diferente da maioria das outras células do corpo humano porque apresenta extensões que realizam funções especiais.


O propósito de um neurônio é carregar um sinal (impulso nervoso) para outros nervos ou células. Para isso, eles precisam saber exatamente em que direção enviar o sinal, usando suas extensões.

Suas duas extensões são chamadas de axônio e dendrito. Um neurônio pode ter vários dendritos, mas tem apenas um axônio. Um neurônio sempre recebe um sinal através do seu dendrito, e o carrega para uma outra célula através de seu axônio.

O neurônio tem vários dendritos e apenas um axônio porque um nervo recebe muitos sinais de uma vez, mas transmite apenas um para uma outra célula específica, como por exemplo para um músculo, órgão ou até para uma outra célula nervosa a fim de continuar transmitindo o sinal através do corpo.

Postado por Dani Souto - Email: danisouto@gmail.com


Saiba que exercícios gastam mais calorias



Tarefas do dia-a-dia, como subir escadas, dançar ou jogar boliche com os amigos, também ajudam a gastar calorias. Mas quem pretende queimar gorduras deve optar pelos exercícios aeróbicos, como natação.

Em média, durante os primeiros 15 minutos de exercício, o organismo consome preferencialmente o glicogênio. Depois desse tempo, em geral, a gordura passa a ser consumida em maior intensidade, como forma de produzir energia. O processo depende, entretanto, da natureza de cada atividade e da tolerância do esportista ao exercício.

Exercícios que trabalham mais a força muscular, como a musculação, também queimam gordura, mas em menor quantidade. Veja os gastos calóricos de várias atividades.

Corrida: 20 calorias por minuto
Correr durante uma hora em uma esteira queima aproximadamente 600 calorias (leve em conta que você não vai correr durante os 60 minutos ininterruptamente, mas vai variar o ritmo). Entretanto, é bom tomar cuidado com esse exercício, que causa fortes impactos nas articulações e altera a frequência cardíaca. Para iniciantes, é melhor ir devagar e começar pela caminhada ou pelo cooper.

Pular corda: 15 calorias por minuto
Pular corda é um bom exercício para a panturrilha (batata da perna), coxas e ombros (acionados para girar a corda). A prática também ajuda a desenvolver a coordenação motora. Como cuidados, é importante sempre se exercitar com calçados adequados e apoiar todo o pé na "aterrissagem" de cada salto, e não apenas a ponta. As repetições de saltos, se mal feitas, podem lesionar as articulações dos pés e dos joelhos.

Vôlei: 15 calorias por minuto
Surgido nos EUA em 1895, o vôlei ganhou o gosto do "país do futebol" com a medalha de ouro do vôlei masculino em 1992, na Olimpíada de Barcelona. A modalidade é boa para desenvolver força, concentração e coordenação motora, mas apresenta um sério risco para as articulações das pernas, se não forem tomados cuidados básicos, como o uso de calçados apropriados para a prática do esporte.

Luta livre: 14,4 calorias por minuto
Quem lembra do programa "Gigantes do Ringue"? A luta livre já teve mais visibilidade no Brasil e serve para ampliar a força e a flexibilidade de seus praticantes. É importante também lembrar que o termo luta livre também é utilizado para designar a luta greco-romana, modalidade olímpica presente nos currículos esportivos das universidades norte-americanas. De qualquer forma, valem os mesmos benefícios da nossa luta livre para a greco-romana norte-americana.

Natação (Borboleta): 14 calorias por minuto
A natação, em suas várias modalidades, continua sendo considerado por muitos um dos exercícios mais completos. Desenvolve a flexibilidade, agilidade, musculatura, capacidade aeróbia, entre outros aspectos. Por outro lado, a prática é desaconselhada para quem tem problemas no aparelho auditivo, devido ao contato constante com a água.

Subir escadas: 14 calorias por minuto
Não é bem um esporte, mas é uma prática simples imitada por aparelhos de ginástica. Subir escada pode ser considerado um exercício aeróbio, portanto queima gordura. Se você trabalha ou mora no terceiro ou quarto andar de um prédio (até mais, dependendo da sua resistência) experimente abandonar o elevador e subir de escada. Na pior das hipóteses, você vai garantir coxas e um bumbum mais firmes.

Futebol: 13,3 calorias por minuto
Todo mundo (ou pelo menos todos os homens) já bateu uma bolinha pelo menos uma vez na vida. Esporte nacional por excelência, apesar de ter sido oficialmente "inventado" em terras inglesas, o futebol ajuda a desenvolver força, capacidade respiratória, noção de espaço, agilidade e coordenação motora. Os cuidados devem ser tomados no sentido de evitar torções e lesões por impacto nas articulações, muito exigidas em dribles, chutes e corridas. Por ser um esporte de contato físico mais forte, também pode gerar fraturas.

Judô/Caratê: 13 calorias por minuto
As duas modalidades de luta são ideais para quem quer aumentar força, flexibilidade, coordenação motora e equilíbrio. Além de alguns hematomas, pode propiciar torções em caso de falta de cuidado durante a prática.

Alpinismo: 12 calorias por minuto
Entre os chamados esportes radicais, é o que queima mais calorias. Para praticar alpinismo ou a escalada esportiva (denominação relativamente recente para uma vertente do esporte), o atleta terá de contar com muita força, flexibilidade e resistência.

Natação: 12 calorias por minuto
A natação, em suas várias modalidades, continua sendo considerado por muitos um dos exercícios mais completos. Desenvolve a flexibilidade, agilidade, musculatura, capacidade aeróbia, entre outros aspectos. Por outro lado, a prática é desaconselhada para quem tem problemas no aparelho auditivo, devido ao contato constante com a água.

Andar em subida: 11 calorias por minuto
Caminhar, de uma maneira geral, é pratica natural e praticável por qualquer um. Andar, simplesmente, não agride as articulações, por propiciar pouco impacto com o solo, e é um bom exercício para queimar gorduras e ganhar resistência. Apesar de não ter contra-indicações, quem resolver adotar a caminhada como um exercício frequente não pode esquecer de usar roupas leves e calçados adequados, para tirar o maior proveito possível da prática.

Tênis: 11 calorias por minuto
O tenista Gustavo "Guga" Kuerten popularizou como nunca a prática do tênis no Brasil. Bom para aumentar a flexibilidade, coordenação motora, agilidade e capacidade aeróbia, o esporte traz como contra-indicações problemas com torções, desgaste nas articulações e lesões no punho e cotovelo.

Cooper: 10 calorias por minuto
Fase intermediária entre a corrida e a caminhada, o cooper queima mais gordura que simplesmente andar, mas traz muito mais impacto para as articulações, além de forçar bem mais o coração.

Handebol: 10 calorias por minuto
Desenvolvimento da força, da agilidade, da coordenação motora e aumento da capacidade aeróbia são fatores positivos do handebol. Negativamente, a prática do esporte pode agredir articulações, provocar torções e fraturas (em caso de trombadas e quedas durante o jogo).

Basquete: 9 calorias por minuto
Nascido em terras norte-americanas, em 1891, o basquete ganhou mais visibilidade no Brasil com o surgimento dos grandes astros da NBA (liga profissional do esporte nos EUA), como Michael Jordan. Muito semelhante em benefícios com o vôlei, também traz as mesmas contra-indicações: os saltos podem provocar lesões nas articulações das pernas. Correr em quadra também força bastante a região.

Boxe: 9 calorias por minuto
Na busca do corpo ideal, muitas academias importaram movimentos do boxe (como socos e agachamentos) para outras modalidades. O aeroboxe, por exemplo, funde a queima aeróbia de gordura com os movimentos da luta, para quem não quer exatamente se tornar um boxeador. As aulas de boxe "de verdade", em geral, incluem pular corda, séries de alongamentos, técnicas de movimentação (esquiva) e treinamento dos golpes no pushing-ball _equipamento utilizado para melhorar a coordenação motora e a velocidade.

Andar no plano: 8 calorias por minuto
Caminhar, de uma maneira geral, é pratica natural e praticável por qualquer um. Andar, simplesmente, não agride as articulações, por propiciar pouco impacto com o solo, e é um bom exercício para queimar gorduras e ganhar resistência. Apesar de não ter contra-indicações, quem resolver adotar a caminhada como um exercício frequente não pode esquecer de usar roupas leves e calçados adequados, para tirar o maior proveito possível da prática.

Boliche: 7 calorias por minuto
Jogar boliche não é bem um esporte, mas serve como uma forma divertida de queimar algumas calorias. É bom tomar cuidado com o punho, o cotovelo e o ombro, muito exigidos na hora de lançar a bola na pista, além de usar um calçado adequado para não escorregar e tomar um senhor tombo.

Remar: 7 calorias por minuto
Remar, na água ou em aparelhos de ginástica, trabalha a musculatura dos braços, peito e costas, além de aumentar a capacidade aeróbia. Dependendo de como o exercício é feito, também são trabalhadas as pernas e a região lombar. Para adotar o remo como esporte, é bom prestar sempre atenção na postura (para não ferir as costas) e não forçar demais as articulações dos cotovelos, principalmente.

Dançar: 6 calorias por minuto
A dança não traz contra-indicações, exceto algum tombo ou torção durante a execução de um passo mais extravagante.

Postado por Dani Souto. Contato: danisouto@gmail.com

Conceito de Metatarsalgia



Dor sentida nas cabeças dos metatarsos, mais precisamente nos quatro últimos metatarsos. A dor e a formação de calo sob as cabeças metatársicas mediais decorrem da alteração da biomecânica da sustentação de peso. Entre as causas da metatarsalgia destaca-se: A Artropatia Inflamatória que pode provocar sinovite nas articulações metatarsofalângicas; E os Processos Mecânicos como a sobrecarga plantar ou o calçado inadequado.
 
Os sintomas característicos são: dor tipo mecânica (que aparece tanto em pé como na marcha);
Tumefacção na planta do pé (poderão aparecer calosidades na superfície plantar em todas as cabeças dos metatarsos); E por fim, existirá alteração significativa da marcha, pela dor provocada pela carga no ante pé, sendo assim, o paciente caminhará apoiando no retropé.

Postado por Dani Souto. Contato: danisouto@gmail.com

Faça exercícios faciais



Você sabia que a musculatura da face pode ser exercitada? Para suavizar os efeitos do sol, do envelhecimento e das centenas de caretas que fazemos no dia-a-dia, alguns exercícios simples podem adiar (ou até cancelar) a cirurgia plástica.

A ginástica facial parte de um princípio muito simples: é possível fortalecer os músculos da face, do pescoço e do colo da mesma maneira que fazemos com os do corpo. Afinal, do mesmo jeito que acontece com nosso corpo, aplicar cremes diariamente e fazer tratamentos estéticos nem sempre é suficiente para manter a forma. É aí que entra ginástica facial.

Veja algumas vantagens:

  •  Primeiro de tudo, é barata. Basta um tempinho e um espelho.

  •  Aumenta a circulação sangüínea.

  •  Oxigena as fibras musculares.

  •  Suaviza as linhas de expressão (rugas).

    Com a devida orientação, pode corrigir pequenas imperfeições. Segundo os especialistas, cerca de 15 minutos diários são suficientes para manter a saúde da pele. Mas, para alterar o seu aspecto, é preciso dedicar mais tempo: cerca de meia hora por dia.

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    Stress da mãe pode influenciar na Asma da criança



    O papel do estresse na asma não é compreendido, mas estudos realizados em animais sugerem que o estresse pré-natal pode influenciar o sistema imunológico do bebê no útero. Porém é conhecido que a asma é mais prevalente em cidades do interior, onde as minorias e pessoas desfavorecidas vivem em condições cada vez mais estressante, acrescentaram os pesquisadores.

    "Este é o primeiro estudo em humanos a fim de confirmar a investigação a partir de estudos realizados em animais que demonstram que o estresse experimentado por mães durante a gravidez influencia sistema de desenvolvimento imunológico de seus filhos a partir do útero", disse o pesquisador Dr. Rosalind Wright, um médico associado do  Brigham and Women's Hospital e professor adjunto da medicina na Harvard Medical School, em Boston.

    "O trabalho pode apontar para a necessidade de planejar intervenções e estratégias para reduzir o estresse nas mulheres grávidas, para reforçar tanto ao bem-estar da mãe quanto a redução do risco de doenças crônicas em seus filhos, como a asma", disse ele.

    Para o estudo, a equipe de Wright pesquisou mulheres grávidas em várias cidades, incluindo Boston, Baltimore, Nova York e St. Louis. As mulheres eram em sua maioria de minorias étnicas e 20 por cento vive abaixo do limiar da pobreza.

    Em cada uma das 557 famílias, uma mãe ou um pai tinha um histórico de asma ou alergia.

    Todas as famílias responderam a um questionário que perguntava sobre o stress que vivia, como a violência doméstica, as preocupações do dinheiro e da violência na comunidade.

    Depois que os bebês nasceram, um grupo de Wright tomou amostras de sangue de cordão umbilical. Eles usaram essas amostras para testar reações aos alérgenos diversos, tais como poeira e baratas.

    Crianças nascidas das mães que tiveram um grau de stress maior, tiveram uma reação diferentes quando estimulados comparados aos bebês nascidos de mães que relatam menos estresse, disse Wright.

    Os investigadores estavam particularmente interessados na produção de citocinas, que são proteínas liberadas por células do sistema imunológico que ajudam a regular as respostas imunes.

    "Os padrões de citocinas no grupo de maior stress foi um indicador de como o sistema imunológico da criança está a funcionando no nascimento e responde ao estímulo dado do ambiente e pode ser considerado um marcador de aumento de risco para desenvolver asma à medida que envelhecem", disse Wright.

    A equipe de Wright pretende seguir os filhos como eles crescem para ver se eles estão em maior risco de desenvolver asma ou alergias.

    Dr. Steven E. Lipshultz, presidente da pediatria na Universidade de Miami Miller School of Medicine, disse que estes resultados não são surpreendentes, mas se prever o risco de uma criança de asma ou outras alergias não é clara.

    "Esta é uma descoberta intrigante", disse Lipshultz. "Não é surpreendente, os estudos pré-clínicos têm apoiado esta idéia,  o que é novo aqui é que é o primeiro estudo em humanos."

    Lipshultz referir que, durante os primeiros meses de vida o bebê é protegido pelo sistema imunológico da mãe. "Então, o bebê tem que começar a fazer suas próprias respostas do sistema imunológico", explicou.

    É por isso que é difícil levar estes resultados para a próxima fase, Lipshultz disse: "Este estudo não pode dizer, com base no fato de uma mãe é estressada durante a gravidez, que a criança será mais saudável ou doente de asma e doenças alérgicas." Ele disse que a única maneira de saber se a acompanhar essas crianças à medida que crescem.

    Outro especialista, o Dr. Andrew R. Colin, diretor da divisão de pediatria pulmonar e co-diretor do Cystic Fibrosis Programa Pediátrica na Universidade de Miami Miller School of Medicine, disse que o estresse é um fator de risco conhecido para a asma.

    "Mas este é um entendimento completamente diferente do [etiologia da asma], que é transmitido de geração para geração - esta é realmente interessante", disse ele.

    "Essa imunidade da mãe é realmente modificada por estresses no ambiente e transmite para a próxima geração não é nova. Há dados que ele vai mesmo para a terceira geração ", disse ele. "Mas o fato de que o estresse é o papel principal como moderador da imunidade, eu acho que é realmente interessante."

    O relatório é publicado em 18 de março edição online do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

    Postado por Dani Souto. Contato: danisouto@gmail.com

    Dicas antes de colocar silicone



    1) A escolha do profissional
    A orientação é escolher um médico com especialização em cirurgia plástica. Pesquisa do Conselho Regional de Medicina mostrou que 90% das denúncias de erro ou negligência em cirurgia plástica foram realizadas por profissionais sem o título de especialista. Outra dica é consultar pacientes que já foram operadas por esse médico.

    2) O tamanho da prótese e o fator flacidez
    A prótese sempre deve ser indicada pelo médico, levando em conta o tipo físico da paciente. Ainda assim, o profissional deve informar as opções de materiais para que a pessoa escolha. A prótese, quando bem escolhida, não causa flacidez futura. Mas vale salientar que com o passar do tempo a pessoa envelhece e a sustentação do seio já não é a mesma. A prótese não corrige a flacidez, ela apenas aumenta o volume do seio.

    3) Desarmonia estética
    A desarmonia é facilmente evitada. Depende da habilidade e do planejamento do cirurgião. Existem diversos tipos e formatos de prótese. É uma escolha do médico, que deve explicar para as pacientes qual a prótese ideal para ser implantada.

    4) Dor nas costas
    O aumento dos seios com a colocação do silicone, em geral, não causa dor nas costas. Uma prótese de 300ml, por exemplo, pesa 250 gramas. Para ocasionar um distúrbio postural e, consequentemente, dor nas costas, o volume utilizado precisaria ser muito grande e a paciente muito magra ou com musculatura atrofiada. Por isso, é importante sempre ouvir o médico na hora de definir o tamanho da prótese.

    5) Diagnóstico de câncer de mama
    A ressalva é para mulheres que têm histórico de câncer de mama na família. Elas devem informar isso ao médico e dicustir os riscos e benefício do implante. Em geral, não há problema, mas é necessário um acompanhamento mais próximo da paciente. Não há evidência de que o implante de silicone impeça o diagnóstico de câncer de mama. Até mesmo pelo exame clínico é possível notar alguma diferença na mama. No passado, os aparelhos mais antigos falhavam mais no diagnóstico. Hoje o problema foi sanado. Exames comuns, como a mamografia, são plenamente capazes de ajudar no diagnóstico mesmo em quem usa a prótese. O médico também pode utilizar o ultrassom e a ressonância magnética no diagnóstico.

    6) Pós-operatório dolorido
    Em geral, a paciente não sente dor após a cirurgia de implante de silicone. No entanto, a resposta do corpo depende de cada indivíduo, do tamanho da prótese e da localização do implante. Se ele for colocado atrás do músculo, é possível que a mulher sinta dor durante dois ou três dias, tolerável com o uso de analgésicos.

    7) Hematomas
    O aparecimento de hematomas após implante pode acontecer em casos extremos, logo após a cirurgia. Eles ocorrem quando os vasos na região operada são obstruídos e param de sangrar, formando manchas rochas na pele. Para corrigir, é preciso um novo procedimento cirúrgico, mais simples e rápido.

    8) Quelóide
    Nem mesmo médicos experientes conseguem prever quais mulheres irão desenvolver quelóide após a cirurgia. São aquelas cicatrizes vermelhas, mais espessas e mais frequentes na pele negra. Os médicos alertam que o quelóide é raro. Quem já teve quelóide em algum processo de cicatrização deve avaliar se vale a pena colocar o implante.

    9) Estrias
    O risco, é o mesmo que existe para as gestantes. Cabe ao cirurgião informar as conseqüências. A pele de algumas mulheres tem uma resistência mais baixa, que não suporta o aumento da mama. O médico precisa identificar se a paciente tem esse problema e orientá-la. Existem diversos tratamentos que ajudam aliviar as estrias, embora o resultado ainda seja inconsistente.

    10) Encapsulamento
    Esse problema, que acontece quando o silicone é rejeitado pelo organismo e precisa ser retirado, foi bem comum nas próteses mais antigas. Trata-se de uma defesa do organismo contra corpos estranhos. Hoje, com os novos materiais, é um tipo de reação bem mais rara, mas que ainda acontece em 4% das operações.

    11) Sensibilidade
    Normalmente não ocorre alteração na sensibilidade dos seios, já que a inserção da prótese não interfere na pele e nem no tecido mamário.

    12) Amamentação
    Não é verdade que mulheres com silicone não podem amamentar. Quando a prótese é colocada pela axila ou por baixo do seio não há nenhum impacto na produção de lactose. Porém, quando o implante é feito pela aureola há uma redução de mais de 15% da produção de leite. Por isso, a mulher que ainda quer ter filhos precisa manifestar esse interesse ao médico.

    13) Troca de prótese
    Pode ser em 20 ou 30 anos, em alguns casos cinco ou dez. Os médicos dizem que não há como estimar precisamente o prazo para a troca de prótese, mas é uma necessidade que uma hora surge. Por isso, é preciso o acompanhamento médico

    14) Visita periódica ao médico
    Toda mulher com prótese de silicone deve informar ao seu ginecologista que tem o implante. Isso faz com que nas consultas de rotina o profissional dê uma atenção especial às mamas. Outra orientação é fazer exames de ultrassom pelo menos uma vez ao ano.

    Fonte: IG