A massagem de pedras de Jade




A intensa busca do bem-estar resgatou mais essa massagem do Oriente. Consta que ela era muito usada por Cixi, imperatriz e regente da China de 1861 a 1908.

Que os chineses entendem do assunto, ninguém duvida, e essa técnica, em especial, concentra toda a filosofia milenar aproveitada por meios das pedras.

Para começar, equilibra a energia e promove um relaxamento profundo. Como faz uma drenagem linfática, emagrece, alivia dores, reduz a retenção de líquidos e o inchaço, regula o metabolismo e até rejuvenesce.

O milagre está nas pedras de Jade, uma espécie chinesa encontrada em cinco cores, e cada uma corresponde a um elemento da natureza:

Branco: É o metal, equilibra as funções do intestino grosso e dos pulmões.

Verde: Melhora o funcionamento do fígado, da vesícula, da corrente sanguínea e o aspecto psicológico. Seu elemento é a madeira.

Preto: Representa a água e regula a função dos rins, bexiga e órgãos reprodutores. Elimina
o inchaço do corpo e do rosto.

Vermelho: É o fogo e auxilia a saúde do coração, do intestino delgado e também acalma a mente e fortalece a memória.

Amarelo: Ligado ao elemento terra, ajuda no funcionamento do estômago.

Yeh Pi Yun, diretora do Beauty Art (SP) e introdutora da técnica no Brasil, diz que o resultado do procedimento para alívio de dores, estresse e cansaço é imediato.

Se o objetivo for emagrecer, esculpir e tonifi car o corpo, então sua ação é progressiva. O tratamento ideal dura aproximadamente uma hora e meia.

Primeiro a terapeuta limpa e hidrata a pele e em seguida dá início às manobras, começando com a massagem facial para na sequência, fazer a corporal. “Mas a cliente decide se quer os benefícios no rosto ou no corpo”, conta Yeh.

Por isso os preços são variados: R$ 80 a limpeza, R$ 35 a aplicação das pedras no rosto, e R$ 105 no corpo. As sessões podem ser feitas uma vez por semana ou a cada 15 dias.

“As pedras são movimentadas em sentido circular ou reto, seguindo pontos sugeridos pela acupuntura e do-in para tratar o fluxo energético do corpo”, explica Yeh Pi Yun.

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