Os benefícios do esporte para deficientes físicos


Praticar esporte é uma forma que os portadores de deficiência dispõe para redescobrir a vida de uma forma ampla e global. Previne as enfermidades secundárias à deficiência e ainda promove a integração social, levando o indivíduo a descobrir que é possível, apesar das limitações físicas, ter uma vida normal e saudável.

Abraçar uma atividade física pode transformar o dia-a-dia de um atleta especial e ainda fazer bem para a saúde do corpo e da mente.

Movimentar-se é a palavra de ordem. Não importa se o atleta tem como objetivo jogar profissionalmente ou de forma amadora. O importante é procurar uma modalidade esportiva que se adeque as condições e limites.

Benefícios físicos e psíquicos
Praticar atividade física tanto por competitividade quanto por diversão pode trazer ao indivíduo benefícios físicos e psicológicos.

São eles:


Físicos:
Agilidade, equilíbrio, força muscular, coordenação motora, resistência física, melhora das condições organo-funcional (aparelhos circulatório, respiratório, digestório, reprodutor e excretor), velocidade, ritmo, possibilidade de acesso à prática do esporte como lazer, reabilitação e competição, prevenção de deficiências secundárias, promoção e encorajamento do movimento, desenvolvimento de habilidades motoras e funcionais para melhor realização das atividades de vida diária, entre outros.

Psíquica:
melhora da auto-estima, aumenta a integração social, redução da agressividade, estímulo à independência e autonomia, experiência com as possibilidades, potencialidades e limitações, vivência de situações de sucesso e de frustração, motivação para atividades futuras, desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas, entre outros.
É imprescindível respeitar as limitações, adequando modalidades e objetivos pessoais. É preciso haver acompanhamento e muita atenção na hora de executar um movimento. É necessário respeitar todas as normas de segurança, evitando novos acidentes e o mais importante, estimular sempre o desenvolvimento da potencialidade individual.

A importância da técnica de corrida



Normalmente, os atletas de corrida não se preocupam muito com a sua técnica. Praticamente, todo o seu treino se baseia no desenvolvimento da resistência, quer através da corrida contínua (método de treino mais utilizado), quer através de "Fartleks" ou treino intervalado na pista.O treino das outras capacidades físicas, velocidade, força e flexibilidade, raramente fazem parte de um planejamento do treino de fundistas, principalmente os que se dedicam exclusivamente às provas de rua. O mesmo acontece com o treino da técnica de corrida. Neste artigo, tentaremos justificar aquela que é a nossa opinião, ou seja, que a técnica de corrida pode ser importante para a evolução dos atletas de corrida, mesmo os que apenas se dedicam às provas de rua. Esta importância aumenta de forma considerável se estivermos em presença de um jovem numa etapa de formação desportiva. Iremos também procurar deixar algumas pistas sobre alguns dos exercícios mais importantes para quem quiser trabalhar e melhorar a sua técnica de corrida. Quer se trate de um atleta de 100 metros, quer se trate de um atleta da maratona, o movimento que utilizam durante os seus treinos e as suas provas é o mesmo, a corrida. Correndo mais depressa ou mais devagar, quanto melhor é a técnica de corrida de um atleta, mais eficaz ela se torna, menor é o dispêndio de energia em cada passada de corrida e, logicamente, melhor será o resultado final. Assim, podemos dizer que uma boa técnica de corrida é importante a dois níveis diferentes. Por um lado está diretamente relacionada com a velocidade, ou seja, quanto melhor a técnica de corrida de um atleta, mais rápido ele é capaz de correr. Por outro lado, uma boa técnica, torna a corrida mais econômica e eficaz. Se aceitarmos que realmente existem benefícios com a melhoria da técnica de corrida, então devemos tentar melhorá-la, até porque os exercícios que podemos utilizar são de simples execução e podem ser realizados em qualquer lado, por exemplo no final de um treino de corrida contínua, ou durante o aquecimento para um treino intervalado. Se estes exercícios são importantes para qualquer atleta de qualquer idade, tornam-se muito mais importantes quando estamos em presença de jovens atletas, pois vão ajudá-los, numa fase de formação, a corrigir eventuais defeitos técnicos, e com a sua prática sistemática, o jovem vai estabilizar um modelo técnico correto. Além disso, estes exercícios ajudam a melhorar a velocidade e também a coordenação motora, o que numa etapa de formação são talvez os dois objetivos mais importantes do treinamento. Por outro lado, a introdução destes exercícios no plano de treino ajuda também a quebrar alguma monotonia que acaba sempre por existir no treinamento de corrida.

Exercícios mais utilizados

1 – Skipping Baixo

a) Características Técnicas mais importantes: apoio ativo pelo terço anterior do pé; extensão completa da perna de impulsão; bacia alta; tronco direito; trabalho descontraído e coordenado dos braços; subida ligeira dos joelhos; grande freqüência gestual.

b) Objetivos: o Skipping Baixo permite uma grande freqüência gestual, devido à ligeira subida dos joelhos. Assim,o principal objetivo deste exercício é o de se conseguir uma grande freqüência, sem alterações significativas da postura corporal, do trabalho dos braços e da descontração.

c) Erros mais freqüentes: contração excessiva; perna de impulsão flexionada; apoio incorreto do pé no solo (pela ponta do pé ou pelo calcanhar); movimentos descoordenados dos braços; pouca freqüência gestual.

 

2 – Skipping Alto

a) Características Técnicas mais importantes: apoio ativo pelo terço anterior do pé; extensão completa da perna de impulsão; bacia alta; tronco direito; trabalho descontraído e coordenado dos braços; subida dos joelhos à horizontal, movimento circular das pernas, pé flexionado; significativa freqüência gestual.

b) Objetivos: o Skipping Alto também permite uma boa freqüência gestual, embora a subida do joelho até à horizontal faça com que os objetivos sejam diferentes. Assim, o principal objetivo é a manutenção de uma atitude alta e a simulação da fase de balanço à frente da passada da corrida, em que a subida dos joelhos, a extensão da perna de impulsão e o movimento circular das pernas, são elementos fundamentais.

c) Erros mais freqüentes: subida do joelho exagerada ou demasiado baixa; perna de impulsão flexionada e bacia atrasada; movimento pendular das pernas; apoio incorreto do pé no solo pela ponta do pé ou pelo calcanhar); movimentos descoordenados dos braços; apoios pouco ativos e pouca freqüência gestual.

3 – Calcanhar Atrás

a) Características Técnicas mais importantes: apoio ativo pelo terço anterior do pé; flexão rápida da perna atrás; tronco direito e bacia alta; trabalho descontraído e coordenado dos braços significativa freqüência gestual.

b) Objetivos: simular a fase da recuperação da passada da corrida, conseguindo ao mesmo tempo um movimento descontraído e de grande freqüência gestual.

c) Erros mais freqüentes: excessiva inclinação do tronco à frente; movimentos descoordenados dos braços, pouca freqüência contração exagerada; apoio no solo pela ponta do pé.

4 – "Tic-tic" ou saltos ritmados de pé para pé

a) Características Técnicas mais importantes: apoio muito dinâmico pelo terço anterior do pé; extensão completa da perna de impulsão; bacia alta; tronco direito; movimento coordenado dos braços.

b) Objetivos: Treinar o apoio dinâmico e o movimento do pé de apoio.

c) Erros mais freqüentes: apoio pouco dinâmico do pé apoio incorreto do pé (pela ponta do pé ou pelo calcanhar);

flexão da perna de impulsão; tronco demasiado atrasado com o movimento demasiado amplo (chutes para a frente) das pernas movimento descoordenado dos braços. 

Combinações 

a) Objetivos: é possível fazer dezenas de combinações diferentes utilizando estes exercícios, que no seu conjunto costumam chamar-se o "ABC da corrida". Estas combinações podem ter vários objetivos, como quebrar a monotonia do treino, proporcionando aos atletas diferentes exercícios; melhorar a coordenação motora com a introdução de exercícios mais complexos; alternar movimentos de grande freqüência com movimentos mais lentos, como estímulos neuromusculares.

b) Exemplos de Combinações:

- Passagem progressiva de skipping baixo para skipping alto;

- Skipping alto só com uma perna;

- Skipping alto alternado;

- Skipping baixo, alto ou calcanhar atrás (10m rápido-10mlento-10m rápido)

- Skipping baixo rápido – calcanhar atrás lento – skipping alto rápido)

- Passagem de Skipping alto para corrida 

Organização dos exercícios 

Os exercícios de técnica de corrida fazem normalmente parte do aquecimento e devem organizar-se a partir das seguintes premissas:

- Distância: 20 a 50 metros.

- Número de repetições de cada exercício: 2 a 5.

- Número de repetições totais do treino: 8 a 20.

- Recuperação: andar no sentido inverso.

- Correções: como se trata de exercícios técnicos é fundamental que o treinador esteja presente e faça correções

técnicas.

Odontologia estética: soluções à sua medida



O sorriso é um elemento muito importante para a nossa imagem, e o estado dos nossos dentes oferece muita informação acerca de nós. Uma boca sã é a nossa melhor carta de apresentação.


A melhor forma de ter os dentes sempre impecáveis é visitar o dentista, pelo menos uma vez por ano. Estas revisões periódicas evitam que possíveis problemas se agravem demasiado, e que as soluções possam ser rápidas e eficazes.

A odontologia estética responde a uma leque de tratamentos que dão resposta às necessidades estéticas da boca.



Branqueamento dentário

Perante casos de escurecimento dental provocado por hábitos como o consumo de tabaco ou café, a Corporación Dermoestética dispõe do tratamento de branqueamento dental com aplicação de laser, conseguindo dissolver e eliminar as manchas, sem afectar o esmalte do dente. Em apenas uma sessão, o paciente recupera a brancura dos seus dentes, podendo recuperar entre dois a três tons de brancura, e pode voltar imediatamente às suas actividades diárias sem qualquer desconforto ou cuidado especial.

Facetas dentais

Um dos problemas que mais frequentemente afectam as peças dentárias são as cáries. Quando este problema não afectou ainda parte importante da estrutura do dente, pode solucionar-se com uma obturação de composite. De forma simples corrige-se a cárie e reconstrói-se a superfície dental.

No entanto, quando o dano é maior e afectou já a estrutura dentária, podem fazer-se reconstruções, totais ou parciais, com facetas e coroas dentais. Este tratamento tem como resultado uns dentes perfeitos e uniformes. No caso da aplicação de facetas dentárias obtém-se um branqueamento e um alinhamento dental perfeitos. As coroas respeitam as cores do dente do paciente para que seja impossível diferenciar entre estas e os originais. As peças ficam perfeitamente fixadas e ao fim de alguns dias da sua colocação não se sente nenhum desconforto.



Implantologia dentária

Os implantes corrigem de maneira eficaz a ausência de peças dentárias. Os implantes dentais, substitutos artificiais das raízes dos dentes naturais, são pequenos parafusos cilíndricos que se colocam no maxilar, superior ou inferior, para que adiram perfeitamente aos dentes. São feitos de titânio, material que se integra perfeitamente com o tecido ósseo.

As vantagens dos implantes dentários são muitas: podem servir de apoio para uma dentadura completa, fazendo-a mais segura e confortável, suster uma ponte fixa ou ajudar na substituição de um só dente sem alterar os vizinhos. E são uma alternativa para as dentaduras que "se movem" ou causam incómodo, além de prevenir situações desconfortáveis por falta de peças dentais permitindo sorrir e falar com confiança.



Ortondontia

Dependendo do problema que o paciente apresenta, o médico determinará o tipo de tratamento mais indicado. Numa primeira consulta, é realizado um diagnóstico que compreende uma historia médica e dentária completa. Um exame clínico, modelos de estudo dos dentes, exames radiográficos e fotográficos, vão determinar o melhor tratamento para o seu caso.

A aparatologia é diversa: podem ser fixos ou removíveis e de uma maneira geral ajudam a mover os dentes, a retrair os músculos e a condicionar o maxilar.

O uso continuado promove uma pressão nos dentes, movendo-os gradualmente até à posição pretendida, que dependendo da complexidade do seu caso poderá demorar mais ou menos tempo. De uma maneira geral, os aparelhos usados hoje, são já muito mais discretos, podendo optar por aparelhos fixos com coloração similar à dos seus dentes, brackets transparentes ou no casos dos removíveis, o médico tenta sempre encontrar uma solução que não lhe condicione a sua vida social (aparelhos de uso nocturno).

Tirando o tempo razoável de adaptação ao aparelho, o incómodo é mínimo e os resultados que se conseguem são tão satisfatórios que todos os nossos pacientes são unânimes em concordar que vale sempre a pena o esforço. Uma dentição alinhada, regular, de encaixe e simetrias perfeitas são o que se pretende... e que se consegue com a Ortodontia.
 

Os 10 mandamentos do corpo sarado


1º - Acredite. Você também pode ter um corpo legal. Basta começar. Tecnicamente falando, com uma boa alimentação e praticando atividade física regularmente, qualquer pessoa, homem ou mulher, pode chegar até onde a sua genética lhe permite. É só querer.

2º - Vença seus próprios limites. Imponha barreiras a seu esporte e quebre-as com freqüência. Faça testes de Força Máxima, conheça suas limitações, saiba até aonde consegue ir e vá lá.

3º - Nem tudo que reluz é músculo. Não confunda gordura com força. Às vezes, estamos grandes ou gordos e não necessariamente fortes. Saiba identificar essas diferenças e trabalhe isso a seu favor, melhorando o seu condicionamento.

4º - Coma fibra! Os caminhos para um abdômen definido não precisam ser necessariamente tortuosos. Você pode começar corrigindo pequenos detalhes na alimentação e já verá quanta diferença! As fibras regulam o trato intestinal, diminuindo o inchaço causado pelo acúmulo de gases na barriga. Lembrando sempre que deve ser adotada uma alimentação saudável, cortando gorduras e diminuindo o excesso de álcool (péssimos vilões para quem quer manter a barriguinha no lugar).

5º - Pratique atividades físicas sempre. Após adquirir esse hábito, não o abandone mais. Você tem uma série de músculos capazes de coisas incríveis! Vai desperdiçá-los atravessando as tardes no sofá em frente à TV ou dormindo até tarde? Mexa-se! Faça exercícios, pelo menos, três vezes por semana.

6º - Pratique um esporte que você GOSTE, que lhe dê prazer, motivação. Essa é a regra de ouro para fazer com que o sujeito continue a praticar atividades físicas ao longo do ano: satisfação. O momento do exercício é para ser um prazer, um instante pessoal (ou com os amigos) de satisfação, não uma punição. Se tiver que ser encarado dessa forma, não dura 2 meses.

Procure analisar se o ambiente no qual você se exercita (em casa, na academia, no parque) lhe oferece todas essas condições. Afinal de contas, um dos maiores trunfos do esporte é o de estarmos sempre tentando vencer a nós mesmos, e como fazer isso num ambiente no qual não nos sentimos motivados?

7º - Realize treinamento aeróbico e anaeróbico. Faça treinos de força e também de resistência muscular. Levante peso e corra. Corra rápido e nade devagar. Nade rápido e pedale devagar. Pedale rápido e caminhe. Mixe seu treinamento em qual for seu esporte, deixe seus músculos, coração e mente preparados para qualquer situação.

8º - Evite os excessos no treinamento e no dia-a-dia, vá até onde seu corpo e cabeça permitirem, ultrapasse suas capacidades com calma e paciência, às vezes é necessário um preparo mental para a fase que estiver passando, aí é que entra sua determinação.

9º - Relaxe quando necessário, não tenha pressa, não faça tudo no mesmo dia, seu corpo precisa descansar de vez em quando. Mas quando estiver se sentindo preguiçoso, MEXA-SE!

10º - Concentre-se antes, durante e após seu treino. Mantenha seu foco, se imagine com a aparência que quer alcançar, com a saúde que deseja ter, com os objetivos que quer conquistar.

Como escovar os dentes das crianças


A criança deve adquirir o hábito de escovar os dentes antes dos 2 anos de idade. Para despertar a curiosidade das crianças com relação ao hábito de escovar os dentes os pais devem escovar os dentes na frente das mesmas. Depois os pais devem presentear as crianças com escovas dentais infantis, para que elas possam acompanhá-los nas escovações.

Os pais devem deixar as crianças escovarem os dentes primeiro e depois devem repetir a operação, quando as mesmas estiverem na faixa etária de 2 a 7 anos. Para escovar os dentes dos seus filhos, os pais devem ficar atrás da criança, afastar os lábios e as bochechas com a mão esquerda e escovar os dentinhos das crianças com a mão direita.

A parte de dentro (face lingual ou palatina) e de fora (face vestibular) dos dentes devem ser escovados com movimentos circulares e movimentos de varredura (varrendo a superfície do dente da gengiva para baixo em dentes superiores e da gengiva para cima em dentes inferiores), já a parte de cima dos dentes (onde os alimentos são mastigados- face oclusal) devem ser escovadas com movimento de vai e vem.

Com o avançar da idade as crianças podem e devem escovar seus dentes sozinhas. Os pais devem estar atentos com a quantidade de pasta dental que seus filhos estão usando (devendo ser usado o mínimo necessário de creme dental), evitando que os mesmos engulam grandes quantidades de creme dental.  

Beijar não faz mal à saúde e ainda é antidepressivo



 
Este domingo (13) é o Dia Mundial do Beijo. E há maneira melhor de se comemorar uma data tão importante do que beijando muito? Para aqueles que ainda se preocupam com as bactérias da boca alheia, uma boa notícia: os dentistas garantem, beijar não faz mal nenhum à saúde. E para quem anda tristinho com a vida, outra melhor ainda: beijar combate a depressão.

 Cada gota de saliva possui mais de dois bilhões de bactérias diferentes e durante um beijo elas vão para lá e para cá. Mas antes de você ter um ataque de nojo, fique sabendo: as bactérias do seu parceiro dificilmente vão arrumar um lugar para viver na sua boca. "A boca é uma espécie de ecossistema e um ecossistema fechado. Todas as áreas já têm suas bactérias próprias e é muito difícil que um microorganismo de fora assuma o lugar de um local", diz o dentista e patologista Pantelis Varvakis Rados, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia.


É claro que há algumas doenças que podem ser transmitidas pelo beijo na boca, como sifílis, herpes e uma série de infecções bacterianas. "Mas são um pouco mais difíceis. A mais comum de ser transmitida é a mononucleose, que é até conhecida como 'a doença do beijo'", afirma o médico.

A mononucleose é uma infecção causada por um vírus, o Epstein-Barr, e sua principal forma de transmissão é exatamente o beijo. A doença causa febre, mal estar, náuseas, vômitos e dores musculares e articulares. Ela dura de quatro a oito semanas e muitas vezes é confundida com outras doenças. Na maioria das vezes não passa disso, mas em alguns casos pode haver complicações, como a meningite.

Segundo o dentista, beijar nem aumenta nem diminui as chances do surgimento de cáries, e que qualquer afirmação nesse sentido não passa de "achismo". "O que evita cárie é higiene", diz ele.

Segundo Rados, há um benefício odontológico para o beijo: a vaidade estimula os cuidados bucais. "Assim que a molecada começa a beijar, começa a se preocupar com o hálito. A partir daí crianças que precisavam ouvir bronca todos os dias para escovar os dentes se transformam magicamente em jovens para lá de interessados em escovação, fio dental e antissépticos bucais", brinca.

 

  Antidepressivo

Beijar não faz mal para os dentes e pode fazer bem para o coração. É o que defende uma terapeuta e sexóloga britânica, que afirma que beijar pode ser uma das maneiras para combater a depressão. Embora nos casos de depressão clínica, o acompanhamento médico e a medicação não possam ser dispensados, Denise Knowles afirma que o beijo pode ser uma maneira fácil e rápida de obter um pouco de bem-estar a curto prazo. Isso porque beijar, como qualquer atividade física, ativa a liberação de endorfinas no cérebro, substância ligada às sensações de prazer. E, convenhamos, beijar é muito mais interessante que correr na esteira.

Doar sangue: um ato de amor à vida


A cada dois segundos um paciente precisa de transfusão de sangue no Brasil, de acordo com a Fundação Pró-sangue. Doe você também!

Pacientes de câncer e portadores de algumas doenças genéticas que afetam o sistema sanguíneo também podem precisar de sangue ou de seus derivados. É, por exemplo, o caso dos hemofílicos, que necessitam de transfusão para minimizar a o comprometimento do sistema de coagulação.

O procedimento começa com a doação de sangue, que deve ser feita de maneira absolutamente voluntária. A Constituição Federal veda qualquer tipo de comercialização envolvendo o sangue, que deve sempre ser doado com fim altruístico.

Também garantido por lei é o sigilo acerca das declarações prestadas pelo doador na entrevista que precede a coleta.

O questionário é o primeiro passo para garantir que a doação seja de pessoas saudáveis e não ofereça riscos nem ao receptor nem ao doador. Após esta triagem inicial, o sangue passa por uma série de testes para comprovar sua qualidade. De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, o sangue doado deve ser submetido a testes que confirmem a ausência de doenças diversas, como malária, sífilis, doença de Chagas, hepatites B e C e até mesmo a AIDS. No caso de o doador ser portador de algum destes males, eles podem ser transmitidos em uma transfusão.

Passado esse processo, o sangue é estocado à espera de receptor compatível. Pode também ser armazenado para uso próprio, situação em que o indivíduo doa para si mesmo meses antes de ser submetido a uma cirurgia.

Existem determinados tipos de sangue incompatíveis com outros, impedindo a transfusão. No universo das combinações, o portador do sangue AB positivo é considerado receptor universal, já que pode receber qualquer tipo sanguíneo. O de tipo O negativo é classificado como doador universal, pois seu sangue pode ser recebido por todos os indivíduos. É o tipo ideal para casos de acidentes ou emergências, quando não há tempo de realizar o estudo do sangue do receptor. Aliás, por este motivo, os bancos de sangue geralmente focam suas campanhas de doação nos portadores do sangue tipo O negativo.

Como ainda não existe nenhum substituto para o sangue humano, seja qual for o seu tipo, fazer da doação uma rotina é um ato de cidadania. É seguro doar sangue a cada seis meses. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 65 anos de idade e com mais de 50 kg de peso, é um doador potencial. Além de salvar inúmeras vidas, a doação não traz qualquer revés ao doador, demora cerca de uma hora e pode ser útil para até três pessoas.

Todos devem conhecer os locais de coleta mais próximos. Além do benefício evidente da doação, pois pode salvar vidas, quem doa tem gratuitamente vários exames realizados. Frequentemente pacientes portadores de hepatite B ou C e sífilis, que não tinham diagnóstico estabelecido, são identificados durante a doação de sangue e passam a ter a oportunidade de receber o tratamento adequado.

Doar sangue: um ato de amor à vida


A cada dois segundos um paciente precisa de transfusão de sangue no Brasil, de acordo com a Fundação Pró-sangue. Doe você também!

Pacientes de câncer e portadores de algumas doenças genéticas que afetam o sistema sanguíneo também podem precisar de sangue ou de seus derivados. É, por exemplo, o caso dos hemofílicos, que necessitam de transfusão para minimizar a o comprometimento do sistema de coagulação.

O procedimento começa com a doação de sangue, que deve ser feita de maneira absolutamente voluntária. A Constituição Federal veda qualquer tipo de comercialização envolvendo o sangue, que deve sempre ser doado com fim altruístico.

Também garantido por lei é o sigilo acerca das declarações prestadas pelo doador na entrevista que precede a coleta.

O questionário é o primeiro passo para garantir que a doação seja de pessoas saudáveis e não ofereça riscos nem ao receptor nem ao doador. Após esta triagem inicial, o sangue passa por uma série de testes para comprovar sua qualidade. De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, o sangue doado deve ser submetido a testes que confirmem a ausência de doenças diversas, como malária, sífilis, doença de Chagas, hepatites B e C e até mesmo a AIDS. No caso de o doador ser portador de algum destes males, eles podem ser transmitidos em uma transfusão.

Passado esse processo, o sangue é estocado à espera de receptor compatível. Pode também ser armazenado para uso próprio, situação em que o indivíduo doa para si mesmo meses antes de ser submetido a uma cirurgia.

Existem determinados tipos de sangue incompatíveis com outros, impedindo a transfusão. No universo das combinações, o portador do sangue AB positivo é considerado receptor universal, já que pode receber qualquer tipo sanguíneo. O de tipo O negativo é classificado como doador universal, pois seu sangue pode ser recebido por todos os indivíduos. É o tipo ideal para casos de acidentes ou emergências, quando não há tempo de realizar o estudo do sangue do receptor. Aliás, por este motivo, os bancos de sangue geralmente focam suas campanhas de doação nos portadores do sangue tipo O negativo.

Como ainda não existe nenhum substituto para o sangue humano, seja qual for o seu tipo, fazer da doação uma rotina é um ato de cidadania. É seguro doar sangue a cada seis meses. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 65 anos de idade e com mais de 50 kg de peso, é um doador potencial. Além de salvar inúmeras vidas, a doação não traz qualquer revés ao doador, demora cerca de uma hora e pode ser útil para até três pessoas.

Todos devem conhecer os locais de coleta mais próximos. Além do benefício evidente da doação, pois pode salvar vidas, quem doa tem gratuitamente vários exames realizados. Frequentemente pacientes portadores de hepatite B ou C e sífilis, que não tinham diagnóstico estabelecido, são identificados durante a doação de sangue e passam a ter a oportunidade de receber o tratamento adequado.

Odontologia serve para recuperar dedos da mão


Odontologia serve para recuperar dedos da mão 

O mesmo procedimento realizado para implantes dentais, no sistema da osseointegração, acaba de ser adotado com sucesso para a recuperação de dedos da mão de dois pacientes, em operações – inéditas no Brasil - realizadas na Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação Odontológica de Ribeirão Preto (AORP).
"É a Odontologia retribuindo à Medicina o benefício que dela recebeu", diz o professor Paulo Abdalla Saad, titular da Unip de Campinas e coordenador de cursos na área de implantodontia da AORP, com equipe integrada por outros profissionais da área da saúde.
Saad explica: em 1965, um professor de Medicina, o sueco P.I. Branemark, socorrendo um paciente desdentado, utilizou o osso da boca para a fixação de dentes, no processo chamado de osseointegração. Trata-se da adaptação de um parafuso dentro do osso bucal para substituir a raiz perdida e, dentro do parafuso, é colocado o dente artificial.
Dessa forma, há 40 anos Branemark deu o primeiro passo para uma prática que se tornaria usual na Odontologia mundial. No Brasil, a técnica passou a ser adotada há pouco mais de 10 anos. A prática evoluiu e se chegou aos melhores procedimentos com o uso de pinos de titânio para a realização dos implantes dentais.
Há pouco mais de um ano, ultrapassando os limites da Odontologia, a técnica de ancoragem para implantes osseointegrados extra-orais permitiu à equipe da AORP a recuperação de órgãos da face – olhos, nariz e orelhas – de pacientes vitimados por doença ou acidente. Houve a reconstrução dos órgãos, com sua fixação no osso da face por meio de pinos de titânio.
Nestas operações, há participação também de médicos e fonoaudiólogos, cabendo ao dentista, especialista em implantodontia, dimensionar diâmetro, forma e comprimento dos materiais de implante.
Agora, mais um avanço, com o implante permitindo restabelecer a parte perdida dos dedos. Iniciado em hospital de Porto Ferreira, onde Paulo Saad reside e residem também os dois pacientes submetidos à operação, e com o apoio da Faculdade Paulista de Medicina (Unifesp), de São Paulo, e da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, o procedimento foi concluído na AORP, atendendo a um jovem com dois dedos parcialmente mutilados por uso de fogo de artifício, e uma senhora, com os dedos afetados por acidente em máquina de cortar frios.
Estas operações de implante com o uso de pino de titânio não restituiram a articulação dos dedos afetados, da mesma forma como, antes, não recuperou o sentido da visão do homem que perdeu o olho. Mas, preenchendo o espaço vazio, permitiu aos pacientes, como eles próprios manifestaram, a recuperação da auto-estima e da própria qualidade de vida.

A Amamentação e a Odontologia



O aleitamento materno é constantemente incentivado por ser o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, por ter ação imunizante, presente no colostro, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama e depressão pós-parto. Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.

Quando a criança mama no peito, não está só sendo alimentada, mas também fazendo um exercício físico importante para desenvolvimento ósseo e muscular da boca e face. Ao nascer, o bebê tem a mandíbula muito pequena, desproporcional à maxila superior, e esta crescerá com o estímulo da sucção do peito; toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos. Mamar no peito não é fácil, por isso, tanta transpiração. Esse exercício é o responsável inicial pelo crescimento harmonioso da face e dentição.

Usando mamadeira, esse exercício e quase inexistente, e a preferência do bebê pela mamadeira vem pela facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição do bebê durante a mamada deve ser a mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos.

Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação aprende-se respirar corretamente pelo nariz, evitando tonsilites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecam ficando mais expostos à cáries e as gengivas podem ficar inflamadas e os maxilares tendem a sofrer deformações, assim como a mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago.

Quando a mamadeira tornar-se uma companheira para a criança, ela se habitua a uma dieta mole e adocicada. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que um dos fatores que os habituou a essa dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Convém lembrar que atrelada à mamadeira vem a chupeta e que qualquer uma das duas afetam o posicionamento dos dentes trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.

O que causa as tão incômodas aftas?


 

Por tratar-se de um problema comum, algumas pessoas esperam que a cicatrização aconteça naturalmente, outras apelam para o bicarbonato de sódio e outras ainda usam medicamentos caseiros. As formas para aliviar a dor causada pelas aftas variam. A única dúvida que não resta é o incômodo que uma afta pode causar.

Em termos mais específicos, a afta é uma úlcera superficial coberta com uma camada amarela em formato circular. A sensação é de uma queimação que prejudica a fala e a mastigação durante quatro a oito dias.

As causas de surgimento de uma afta são as mais variadas, podendo ser endócrinas (nas mulheres), alimentares, infecciosas ou psíquicas. Ou seja, o aparecimento pode ser influenciado por situações tensas ou de muita ansiedade, por determinados traumatismos, ou ainda, transtornos endócrinos.

A estomatite aftosa pode aparecer sob as seguintes formas: aftas ocasionais, aftas agudas e aftas crônicas recorrentes. As primeiras são caracterizadas por lesões isoladas que aparecem em períodos variados (meses ou anos). Já as aftas agudas, são aquelas que persistem por semanas e levam ao aparecimento de outras. Estas, possivelmente, estão relacionadas a transtornos gastrintestinais. As chamadas aftas crônicas recorrentes têm maior incidência na segunda e terceira décadas de vida. Podem ocorrer em qualquer área da mucosa oral, e são as mais dolorosas de todas as ulcerações. Geralmente, é uma manifestação alérgica associada ao ciclo menstrual ou algum tipo de trauma emocional.

Para lançar mão de qualquer tratamento é preciso, primeiramente, descobrir as causas infecciosas e o grau de severidade do problema. Muitas vezes, eliminar alimentos ácidos do cardápio evita o aparecimento das aftas. Caso já esteja instalada, não é aconselhável fazer uso de formol a fim de aliviar o incômodo da afta. Estes tipos de produto destroem o tecido da região diminuindo assim, a dor. No entanto, retardam a cicatrização do local. A melhor opção são os corticóides tópicos (aplicados diretamente na afta). Se o problema persistir, procure o seu dentista.

Como usar o fio dental


Quando usado corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova não tem acesso fácil.
 
 
Quando usado corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova dental não tem acesso fácil, como, por exemplo, a linha da gengiva e as áreas entre os dentes. O uso diário do fio dental é altamente recomendável uma vez que a placa bacteriana pode levar ao aparecimento de cáries e doenças gengivais.

Para usar o fio dental de maneira correta faça o seguinte:
  • Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos.

     
  • Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes.

     
  • Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.

     
  • Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo.

     
  • Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.
Que tipo de fio dental devo usar?
Há dois tipos de fio dental:
  • Fio de nylon (ou multifilamento);

     
  • Fio PTFE (monofilamento);
Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar, especialmente se os dentes estiverem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.