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Autismo x Saúde Bucal


Há cerca de 600 especialistas em odontologia para pacientes com necessidades especiais em todo o Brasil.

Para algumas pessoas realizar atividades cotidianas, como escovar os dentes, não é uma tarefa tão simples quanto parece. É o caso de quem tem Transtorno do Espectro Autista (TEA), disfunção global do desenvolvimento com origem ainda na infância. Esse distúrbio afeta a comunicação, o comportamento, provoca alterações sensoriais e nos relacionamentos em diferentes níveis, de acordo com o estágio da doença em cada paciente. 

Apesar do transtorno não afetar diretamente a saúde bucal, na maioria dos casos as pessoas com TEA têm dificuldades para realizar a higiene, o que propicia o aparecimento de cáries e doenças periodontais causadas pelo acúmulo de placa bacteriana. Muitas crianças com TEA tem muita dificuldade de aceitar a higiene bucal, sendo necessário um trabalho de dessensibilização e adequação para conclusão dessa atividade diária. Alguns conseguem fazer a escovação sozinhos, outros necessitam de um cuidador.

Devido às limitações provocadas pelo transtorno, como o prejuízo nas relações sociais, pode ser difícil identificar quando uma pessoa com TEA está com dor de dente, por exemplo. Por isso, é importante frequentar o consultório odontológico para realizar os tratamentos preventivos e acompanhar a saúde desses pacientes. Com a dor, a pessoa fica desorientada, e muitos se agridem nessa situação, pois não conseguem expressar o que sentem. O acompanhamento preventivo com um profissional especializado pode minimizar esses problemas.

Também é importante que as pessoas com TEA façam visitas periódicas ao dentista para se acostumarem tanto a realizar a higiene bucal quanto ao ambiente e aos procedimentos realizados. Se a criança vai ao consultório desde cedo e faz todo um processo de condicionamento, tudo fica mais tranquilo. No caso de pessoas com TEA há a necessidade de antecipação das fases do tratamento odontológico para diminuir a ansiedade.

O cirurgião-dentista precisa ter um olhar diferenciado para acolher a população com TEA. Dessensibilização, uso de figuras e de recursos que contribuam para facilitar a interação, são técnicas que auxiliam na abordagem. O dentista precisa ser treinado para esse atendimento, mas também ter sensibilidade e amor, e isso, não está nas prateleiras das bibliotecas.

10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre o Fumo


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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo. Dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer) mostram que 10% dos fumantes chegam a reduzir sua expectativa de vida em 20 anos.


A OMS estima que um terço da população mundial adulta seja fumante, ou seja, 1,2 bilhão de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres). Veja agora a lista de 10 coisas que você precisa saber sobre o fumo.

  1. O consumo de derivados do tabaco causa cerca de 50 tipos de doença, principalmente as cardiovasculares (infarto, angina), o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite). Estas doenças são as principais causas de óbitos por doença no Brasil, sendo que o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer.
  2. O tabagismo causa impotência sexual no homem e, no caso das mulheres, complicações na gravidez. Além disso, ele provoca aneurismas arteriais; úlcera do aparelho digestivo; infecções respiratórias; osteoporose; trombose vascular; problemas respiratórios e redução do desempenho desportivo.
  3. O hábito de fumar enfraquece o cabelo e faz secar a pele, reduz o paladar e o olfato. Além do envelhecimento precoce da pele, devido à falta de oxigenação, o tabaco também inibe a produção de colágeno e elastina, que impedem a flacidez. É comum nas mulheres que fumam surgirem precocemente imensas rugas em volta dos lábios.
  4. Os malefícios do fumo são maiores nas mulheres devido às peculiaridades próprias do sexo, como a gestação e o uso da pílula anticoncepcional. A mulher fumante tem um risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce (em média 2 anos antes) e dismenorréia (sangramento irregular).
  5. Quando o fumante dá uma tragada, a nicotina é absorvida pelos pulmões, chegando ao cérebro geralmente em 9 segundos. O fumo causa no Sistema Nervoso Central, num primeiro momento, a elevação leve no humor e diminuição do apetite. O que parece ser prazeroso no começo, causa dependência e vício.
  6. O tabaco é prejudicial também para quem se encontra junto do fumante. Além do desconforto, o fumo causa doenças imediatas ou a longo prazo. O risco de doença cardíaca aumenta em 25% num adulto exposto ao fumo passivo.
  7. O tabagismo passivo é a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subsequente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool. Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaléia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias e aumento dos problemas cardíacos, principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória (o quanto o pulmão é capaz de exercer a sua função), aumento do risco de ter aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.
  8. A convivência com um fumante aumenta o risco de doenças cardíacas coronarianas em 25% a 30%. O tabagismo diminui o colesterol bom, mesmo nas pessoas jovens. Existem cada vez mais indícios de relação entre o tabagismo passivo e o derrame cerebral. Mesmo exposições pequenas podem ter consequências sobre a coagulação do sangue, favorecendo a ocorrência de trombose. As pessoas com doenças cardíacas podem sofrer arritmias, diante da exposição à fumaça do cigarro. O risco de infarto do miocárdio também aumenta.
  9. O tabagismo passivo é especialmente perigoso na gravidez, podendo prejudicar o crescimento do feto e aumentar o risco de complicações durante a gravidez e o parto, tais como a morte fetal, o parto prematuro e o baixo peso ao nascer. Os recém-nascidos e as crianças pequenas também são muito prejudicados. As crianças expostas à fumaça do cigarro têm maior risco de morte súbita, bronquite, pneumonia, asma, exacerbações da asma e infecções de ouvido.
  10. Ao parar de fumar, o risco de doenças diminui gradativamente e o organismo do ex-fumante se restabelece. Após 20 minutos do último cigarro, a pressão sanguínea diminui, as batidas cardíacas voltam ao normal e a pulsação cai. Após 8 horas sem cigarro, o nível de oxigênio no sangue pode chegar aos níveis de uma pessoa não-fumante. Após 24 horas, os pulmões já conseguem eliminar o muco e os resíduos da fumaça. Dois dias depois, é possível sentir melhor o cheiro e o gosto das coisas. O corpo já não possui nicotina e a transpiração deixa de cheirar a tabaco. Após duas semanas, melhora a circulação, tosse, congestão nasal, fadiga e falta de ar. Após um ano, o risco de doença cardíaca cai pela metade. Após 5 anos, o risco de ter câncer de pulmão também reduz 50%. Após 15 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao de uma pessoa que nunca fumou.

Benefícios da romã para a sua saúde


Romãs

São diversos os estudos feitos em torno da romã que mostram que as propriedades desta fruta têm tido um crescente reconhecimento na promoção da saúde e do bem-estar, bem como na prevenção e combate de doenças como, por exemplo, o cancro.

Segundo o Daily Mail, um estudo publicado na semana passada por investigadores suíços, sugere que o consumo regular de romã pode fazer aumentar a esperança média de vida, fortalecendo os músculos e reduzindo as causas de envelhecimento. Aqui, os principais agentes são os elagitaninos, propriedade da romã que promove a regeneração celular.

As romãs contêm antioxidantes que podem ajudar a proteger o organismo contra os radicais-livres e, como tal, contra as doenças relacionadas com o envelhecimento", explicou a nutricionista Helen Bond ao Daily Mail.

Um outro estudo, de 2004, referido pelo Daily Mail, indica que também o colesterol pode ser reduzido através do consumo de um copo de sumo de romã por dia.

Já a investigação publicada no ano seguinte pelo Jornal Americano de Cardiologia concluiu que a ingestão das propriedades da romã têm também um papel importante na estabilização da pressão arterial e na redução do risco de ataque cardíaco.

O mesmo jornal refere ainda o estudo realizado em 2006 na Universidade da Califórnia, cujos resultados revelaram que o consumo diário de 227 mililitros de sumo de romã reduz significativamente o aparecimento e o progresso de cancro, especialmente da próstata. Aqui, também os elagitaninos têm um papel essencial, bloqueando o crescimento das células cancerígenas. Atualmente, nos Estados Unidos, está a ser testada, em 30 pacientes, medicação com extratos de romã que se propõe a protelar o progresso da doença.

Outros estudos revelam ainda que as propriedades anti-inflamatórias da romã podem ajudar a fortalecer a memória, os ossos e, até, a prevenir doenças como Alzheimer e Parkinson.

5 motivos para se ter dor de cabeça no meio do dia


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Qualquer dor na região da cabeça (em um ou ambos os lados), com surgimento gradual ou súbito, com duração de alguns minutos ou dias, pode ser considerada como dor de cabeça.

Essa dor é conhecida tecnicamente como cefaleia primária e cefaleia secundária. A primária ocorre quando a dor tem sua origem no sistema nervoso central. Já a cefaleia secundária é resultado de alguma doença, como: gripe, desidratação, sinusite aguda, uso excessivo de remédios, otite, meningite e, raramente, tumor cerebral. Veja outros motivos:

1. Estresse e ansiedade

O estresse libera doses de hormônios como cortisol e adrenalina, que aumentam a frequência cardíaca. Os vasos que irrigam a cabeça sofrem pressão, ocasionando a dor.

2. Má alimentação

Os alimentos não causam a dor de cabeça, o que ocasiona é a inadequação das refeições. Períodos longos sem comer ou excesso de alimentação gordurosa, por exemplo. Isso porque os alimentos agem diretamente no organismo, desencadeando o problema.

3. Altas temperaturas

Fatores ambientais como calor, umidade do ar, poluição e pressão podem influenciar no aparecimento da dor. O calor, por exemplo, estimula a desidratação, desequilibrando a célula responsável pela entrada e saída do sódio e potássio, causando a dor de cabeça.

4. Má postura

A postura incorreta ocasiona uma dor que também é conhecida como cefaleia tensional. Acontece que os nervos da coluna se comprimem com a posição errada e a dor é transmitida para a cabeça. Existem também as dores crônicas, onde a causa pode ser osteoporose, hérnia de disco, etc.

5. Problemas oculares

Algumas dores de cabeça costumam afetar também a região dos olhos. As principais causas são problemas de visão, como a hipermetropia e astigmatismo não corrigidos com óculos.

10 dicas de como prevenir doenças respiratórias no inverno


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No inverno, as doenças respiratórias afetam principalmente as crianças. Entretanto, com algumas dicas simples é possível evitar as doenças que se manifestam nesta época do ano, por causa das baixas temperaturas, o tempo seco e ao aumento da poluição na cidade.

O uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, aparecimento de vômitos, cansaço para respirar ou diminuição da urina, é importante levar a criança imediatamente para uma avaliação com o pediatra.

Já bebês precisam de cuidados especiais. Os menores de dois anos de idade são mais propensos a problemas respiratórios severos, pois suas defesas imunológicas ainda são fracas e a capacidade respiratória é baixa. Portanto, se tiverem febre ou aparentemente um simples resfriado, é preciso o encaminhamento ao especialista com urgência.

Nesta época do ano também é necessário ter cuidado com os sintomas da bronquite, doença causada por vírus que atacam os brônquios e bronquíolos (pequenos canais dentro dos pulmões que levam o ar para as trocas de gases) levando ao inchaço na parede destes canais e gerando muitas secreções, o que causa grande dificuldade para respirar, com tosse, cansaço e chiadeira no peito.

Confira as dicas de prevenção:

  1. Não levar os filhos com resfriado para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, será evitado que a criança transmita o vírus para as outras crianças;
  2. Evitar que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão perto destas crianças, especialmente, se for um bebê;
  3. Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade para lugares com aglomerações de pessoas. Nessa idade, as defesas do organismo ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;
  4. Manter a vacinação adequada e em dia;
  5. Fazer o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;
  6. Manter a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas, caixas de brinquedos, entre outros;
  7. Manter os animais de estimação no quintal;
  8. Não fumar e não permitir que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;
  9. Consultar sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves;
  10. Nesta época de clima mais seco, deve-se umidificar os ambientes nos quais o seu filho passa  maior tempo, para amenizar possíveis irritações de pele e mucosas.

Vitamina D: importância para crianças e bebês


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A vitamina D é uma substância essencial para a fixação do cálcio e, portanto, para ter ossos saudáveis. Esta é a primeira resposta às mães que perguntam sobre o porquê de ser tão importante garantir esta vitamina aos filhos, desde o nascimento.

A vitamina D faz parte do grupo de nutrientes que suportam o crescimento e a saúde dos ossos: o pressuposto é que é muito importante ter boas doses de vitamina D durante as fases de crescimento, porque é precisamente neste período que são lançadas as bases para uma justa mineralização óssea, com consequências e repercussões na vida adulta (a carência pode causar raquitismo e osteomalácia).

A função da vitamina D em bebês e crianças, então, é acima de tudo promover um bom desenvolvimento dos ossos. Ela ajuda a sintetizar as enzimas presentes nas mucosas responsáveis pelo transporte ativo do cálcio disponível e é necessária até que ossos e dentes estejam bem calcificados.


Como adquirir a vitamina D

Em alguns países, já na saída do bebê do hospital, os médicos prescrevem um suplemento a ser tomado pelo menos durante os três primeiros meses de vida do recém-nascido.

Dizem no entanto que seria suficiente uma exposição regular à luz solar, de cerca de 15 minutos por dia e fora dos horários de pico, para permitir ao nosso organismo a produção da vitamina D necessária para o seu correto funcionamento.

Além da exposição solar, é importante fazer atividades físicas para garantir um estilo de vida saudável. Sobrepeso e obesidade são inimigos também da vitamina D que, sendo solúvel em gordura, permanece "presa" nos depósitos de gordura e não consegue chegar aos órgãos que dela precisam.

Alimentos fontes de vitamina D

A vitamina D é encontrada em muitas fontes alimentares tais como peixes, ovos, óleo de fígado de bacalhau e leite enriquecido. Também é importante consumir alimentos ricos em cálcio: amêndoas, espinafre, couve, semente de chia, de linho, quinoa, melaço, laranja, sementes de sésamo, leguminosas, brócolis e figo.

O que acontece se faltar vitamina D

Raquitismo, osteomalácia e osteoporose são as doenças clássicas da deficiência de vitamina D, mas a sua falta pode estar ligada também à outras doenças tais como: asma, problemas cardiovasculares, artrite reumatoide, depressão, autismo, esquizofrenia, pressão alta e fraqueza muscular.